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Bispedømmerådets sammensetning – utkastet til § 33

In document Ny kirkeordning for Den norske kirke (sider 150-0)

Kapittel 5 Regionale og nasjonale kirkelige organer

5.2 Bispedømmerådets sammensetning – utkastet til § 33

Para discorrer sobre aprendizagem significativa, Lima (2011. p.196) relata que

é preciso enfatizar a importância da formação continuada do professor para que ele possa ressignificar suas crenças e comportamentos, provocar as mudanças na escola e, assim, como nosso narrador, fazer um ensino de inglês diferente.

A falta de formação continuada para os professores continua sendo um grande empecilho no avanço da educação, pois é através dessa formação que o educador pode aprender mecanismos para planejar uma aula que seja significativa para os envolvidos no processo educacional. É justamente nessa

formação continuada que podem ser inseridas novas

metodologias/técnicas/ferramentas de ensino que aliem o uso das TDIC ao processo de ensino-aprendizagem. Os cursos de formação continuada permitem, principalmente para aqueles que terminaram suas licenciaturas antes desse “boom tecnológico”, ter contato com essas novas formas de ensinar e aprender.

É preciso definir objetivos e estratégias a partir das condições de existência, das formas de pensar e das atividades desenvolvidas pela participação decisiva de seus integrantes, levando-se em conta sua condição de classe e pluralidade cultural, buscando extrapolar as concepções assistencialistas que contribuem para perpetuar os processos de dominação.

Carl Rogers (1973), parte de questionamentos acerca do objetivo da aprendizagem e do papel da escola frente às questões sociais. Para ele, o propósito da aprendizagem no mundo moderno deveria ser o de libertar a curiosidade, permitir que as pessoas assumam o encargo de seguir novas

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direções ditadas por seus próprios interesses, desencadeando o senso de pesquisa, abrindo tudo à indagação e à análise.

Carl Rogers expõe duas espécies de aprendizagem: a “espécie de tarefa”, imposta, sem significação pessoal, lida apenas com o cérebro, não tem relevância para a pessoa como um todo; e a “aprendizagem experiencial”, auto iniciada, que tem influência significativa sobre o comportamento e dá origem a aprendizes autoconfiantes e criativos.

Ele discorda de métodos que enfatizam desempenhos intelectuais, desvalorizando aspectos intuitivos e emocionais. Para além do ato de aprender, a obra se inscreve na problemática da produção de saber; não apenas naquela de sua “simples” absorção, mas articulado com os interesses pessoais como fatores atuantes na motivação para a construção do conhecimento.

Rogers valoriza a aprendizagem experiencial, e acredita que os seres humanos têm natural potencialidade para aprender, são curiosos a respeito do mundo em que vivem. Sua premissa é a de que a aprendizagem é favorecida ao máximo quando o aluno escolhe livremente sua orientação. Neste sentido, a aprendizagem é eficaz quando auto iniciada e articulada a interesses pessoais: é colocando o estudante em confronto direto com problemas práticos, reais para si, que ele se motiva para a construção do conhecimento. Quando se permite aos alunos idealizarem a sua maneira de atingir novos conhecimentos, os conceitos que adquirem por esse processo têm maior profundidade e compreensão.

O professor que se preocupa em facilitar a aprendizagem experiencial organiza seus esforços de modo muito diferente do convencional, e é chamado por Rogers de “facilitador da aprendizagem”. Para proporcionar este tipo de aprendizagem, há métodos que não se empregam como faz um professor tradicional: não se estabelece deveres de casa, nem idênticos para todos, não há testes padronizados, não se determina leituras, não há provas obrigatórias, e o professor não se responsabiliza sozinho pelas classificações. O papel do facilitador é o de se empenhar em tornar disponíveis recursos para a aprendizagem, da mais ampla ordem possível. Considera-se como recurso, põe seu saber à disposição do aluno, mas não se impõe a ele. Procura trazer à tona tanto os propósitos individuais, quanto os mais gerais

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do grupo. É capaz de ser autêntico, sem ostentar aparências: torna-se um membro do grupo, exprimindo suas opiniões tanto quanto sentimentos pessoais. O mais importante não tem a ver com o treinamento, mas com a atitude.

O facilitador precisa criar um clima de confiança e aceitação em sala de aula — não significa gostar do aluno —, apenas deve aceitá-lo como um ser humano imperfeito: com tudo o que o outro é, ele é merecedor de crédito. Neste sentido, permite liberdade para ideias fora do comum, pois acredita que, ao ser livre, o aprendiz se torna curioso, passa a perseguir objetivos próprios, e a aprendizagem se torna uma busca excitante, não uma mera acumulação de informações. O diferencial está na habilidade para acompanhar, mais do que conduzir.

O foco principal é o de proporcionar uma educação diferenciada levando em consideração tanto à formação continuada dos professores quanto a experiência pessoal e cultural do aluno.

Falar em renovação/inovação de certa forma incomoda muitos profissionais da educação porque os mesmos terão que mudar sua maneira de ensinar, pesquisar mais, procurar mecanismos que proporcionem um bom êxito na sua atuação como educador. Sobre isso, Martins (2009. p. 02) afirma que

essas formas, cremos, poderão ajudar a melhorar e atualizar o aprendizado de conteúdos significativos, a partir da escolha criteriosa de objetivos claros e concretos que definam o que é essencial em cada atividade de ensino promovida e garantam bons resultados.

Se quisermos, de fato, renovar o ensino que ministramos, várias mudanças serão necessárias, entre elas, dar mais oportunidades e estímulos aos alunos para desenvolverem neles interesses e aptidões para as mais diversas atividades. Em uma boa aula, o professor deve ajudar seus alunos a explorar ao máximo o seu conhecimento, ou seja, oferecer oportunidades a cada educando, de maneira a que este possa se expressar sem medo de expor aos demais aquilo que ele sabe. O professor, além de coordenar todo esse processo, também pode se deparar com outras dificuldades como a falta de recursos didáticos ou estrutura física inapropriada que podem infantilizar e

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até negligenciar as experiências de aprendizagem que o professor possui.

As situações de aprendizagem, portanto, podem ser consideradas desdobramentos de projetos didáticos, uma vez que eles possibilitam o surgimento de multi-atividades a serem realizadas de forma prática e nelas os alunos poderão trabalhar descobrir e ter contato com conteúdos bem significativos para a vida (id., p.20) Para que essas situações de aprendizagem possam serem trabalhadas com os alunos é necessário que haja formação para o professor e que ele possa conduzir o ensino de maneira a que os alunos venham a ter interesse no conteúdo selecionado. O mesmo autor ainda enfatiza que

sem dúvida alguma, a maior de todas as vantagens de trabalhar com situações de aprendizagem é promover o desenvolvimento do raciocínio lógico nos alunos, tanto pelos questionamentos a serem feitos quanto pela obrigação de reelaborar o que ouvem e observam, incentivando-os a analisar os fatos, como as articulações que descobrem entre eles (ibid., p. 29).

As vantagens deste aprendizado podem ser alcançadas através do conhecimento que os alunos têm da realidade na qual estão inseridos, pois a discussão de fatos reais é assunto de interesse dos educandos.

O trabalho com situações de aprendizagem vai revelar ao professor que a dificuldade de alguns alunos aprenderem ou o fato de pouco se interessarem pelo estudo é questão de lhes oferecer alternativas estratégicas pedagógicas nas quais haja estímulos emocionais, interesses competitivos em alcançar resultados e conhecer conteúdos significativos relacionados a fatos da vida cotidiana. (ibid., p.29):

Levar em consideração a vivência do aluno pode, sim, ser uma das maneiras de obter êxito no ensino porque, dependendo da escolha do fato da realidade, o professor pode se preparar e trabalhar com conteúdos que irão despertar o interesse do aluno e fazer com que ele possa se sentir integrante daquela situação. Conforme podemos verificar

a metodologia que deve ser aplicada nas situações de aprendizagem é aquela que faz o aluno ser protagonista da própria aprendizagem, da busca de saída descobertas por ele mesmo e de aprender a dominar argumentos e deduções que sirvam para a vida prática. (ibid, p. 31)

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assim, poderá aprender e dominar os assuntos que o professor irá propor, mostrando que com a sua vivência de mundo o ensino tem possibilidades de ser flexível e adaptado conforme a necessidade de cada um. Através deste processo metodológico, o professor possibilita ao aluno observar e fazer anotações sobre o que ele quer aprender, sobre o que seja significativo para sua vida. E com isso, as TDIC podem ser incorporadas no processo, visto que já fazem parte da realidade e do cotidiano dos educandos.

Assim Martins (2009, p. 45) afirma: "A força matriz da aprendizagem é o interesse por aquilo que se quer aprender". De acordo com a Revista Nova Escola (2014, nº 278 p. 49) sobre o ensino de Língua Inglesa, a Professora Priscila Cardoso relata: "Promover a aprendizagem de um idioma por meio de situações reais de comunicação é uma das maneiras mais eficazes para aprimorar o conhecimento da língua em todas as suas dimensões". Observe o exemplo citado na Revista Nova Escola (2014, nº 278 p. 50) I am 15 years old. I want to be a baseball player in the future. I like

baseball. I belong to a baseball club. Do you like baseball?

Este exemplo mostra que o aluno ao falar, escrever sobre algo que gosta e isso pode prepará-lo na hora de fazer uma leitura, ou seja, ele se prepara cognitivamente para explanar o assunto a ser explorado, desta maneira ao ensinar e aprender línguas tem que existir comunicação se tornando este o objetivo principal de aprendizagem, porque através da comunicação o aluno passa a se expressar e interagir. Quanto à preparação cognitiva, MOREIRA, baseado na Teoria de Ausubel, relata que

quando se fala em aprendizagem significativa segundo o construto cognitivista, está se encarando a aprendizagem como um processo de armazenamento de informação, condensação em classes mais genéricas de conhecimentos, que são incorporados a uma estrutura na mente do indivíduo, de modo que esta possa ser manipulada e utilizada no futuro. É a habilidade de organização das informações que deve ser desenvolvida (MOREIRA, 2001, p.13).

Neste processo de armazenamento de informação, o que o aluno já traz consigo para a sala de aula suas experiências e vivências, levando o professor a rever, selecionar e planejar sua aula dando importância a novas ideias e informações adquiridas no dia a dia. Para Ausubel, “aprendizagem

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significativa é um processo pelo qual uma nova informação se relaciona com um aspecto relevante da estrutura do conhecimento do indivíduo”. (MOREIRA, 2001, p. 17). Para facilitar a aprendizagem significativa em sala de aula o professor deve ter o cuidado de não falar sobre muita coisa, organizar suas ideias e focar somente no que seja importante para aquele momento. O uso de organizadores prévios é uma estratégia proposta por Ausubel para, deliberadamente, manipular a estrutura cognitiva a fim de facilitar a aprendizagem significativa. (MOREIRA, 2001, p. 21)

De acordo com o autor, organizadores prévios são materiais introdutórios apresentados antes do próprio material a ser aprendido, o contato primeiramente com contexto sobre o que será ensinado. Segundo Ausubel, a principal função do organizador prévio é a de servir de ponte entre o que o aprendiz já sabe e o que ele deve saber, a fim de que o material possa ser aprendido de forma significativa. (MOREIRA, 2001, p. 21) comenta que "a aprendizagem significante combina o lógico e o intuitivo, o intelecto e os sentimentos, o conceito e a experiência, a ideia e o significado". Partindo disso, podemos observar que o processo de ensino deve ser favorável ao aluno com objetivos claros e que possa facilitar sua aprendizagem. O professor deve trabalhar de modo a aliar os recursos que o meio proporciona e vislumbrar que as tecnologias, em especial, as tecnologias móveis, já fazem parte da realidade do aluno, elas são de uso constante na vida dos alunos, seja na escola ou fora dela e devem ser consideradas como um recurso didático que possibilite a aprendizagem da Língua Estrangeira. Segundo Terra (1997, p. 81) "a linguagem humana é uma dádiva que nos foi dada. O que precisamos é ter as condições necessárias para que ela se desenvolva".

Desta maneira, observa-se que o ensino tradicional não contribui de maneira significativa para o ensino de língua inglesa, ou seja, ensinar inglês requer melhores condições de material didático aliado ao uso das tecnologias para que se consiga instigar o aluno no aprendizado. Segundo Leffa (2007, p. 49):

[...] o material didático deve trazer proposta de objetivos, e ao mesmo tempo permitir flexibilidade para negociação entre professor e aprendizes de forma que possam melhor se envolver

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no processo, dando espaço às suas necessidades e preferências. Para o professor trabalhar esse material de forma significativa, o apoio pedagógico na preparação e planejamento dos conteúdos que serão selecionados para atender as necessidades pedagógicas do professor e do aluno. Conforme Leffa (2007, p. 48): "A seleção ou produção de material didático para o ato pedagógico é, com certeza, uma das maiores preocupações seja do professor, seja da instituição educacional". Quanto ao uso de recursos tecnológicos ressaltasse que no ensino de Língua Inglesa o uso de alguns recursos são fundamentais, como por exemplo, para trabalhar o

listening (uma das quatro habilidades para esse ensino) são necessários o uso

de vídeo e áudio. Leffa (2007, p. 57) nos chama a atenção para as vantagens e desvantagens do uso desses recursos afirmando que "sua principal desvantagem é ser caro para instalar, manter e atualizar; sua grande vantagem é a atração que o aprendizado de línguas, via tecnologia, apresenta para alguns aprendizes".

Convem salientar que em muitos casos “o professor de inglês ministra aulas de uma mesma maneira durante anos, usando os mesmos tipos de atividades, simplesmente por não ter tido a oportunidade de conhecer outras maneiras de ensinar a língua” (OLIVEIRA, 2014. p.11).

Outros fatores também afetam o ensino de inglês na sala de aula como: pouca carga horária da disciplina, desinteresse dos alunos, falta de estrutura nas escolas e o não oferecimento de recursos suficientes para elaboração do trabalho do professor, além do despreparo de alguns professores em lecionar esta disciplina, pelo fato de não buscarem novas metodologias de ensino que visem melhorar o desempenho dos alunos.

Para obter êxito no processo ensino aprendizagem de língua inglesa, cabe ao professor orientar e escolher o método mais adequado e condizente com o perfil do aluno, ou seja, selecionar conteúdos que despertem a curiosidade do mesmo e que chegue a se questionar sobre o porquê e para que deva estudar tal assunto, se irá lhe trazer algum benefício para a sua vida pessoal e profissional. Levando em consideração diversos estudos e observando como se dá o ensino de Língua Inglesa atualmente, percebemos que o professor tem muitas dificuldades e ainda existe a falta de recursos para elaboração de suas aulas, fato este que o impede de explorar as quatro

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habilidades do ensino de Língua Inglesa. Os alunos estudam a língua inglesa apenas no papel, no quadro, na gramática ou fazendo traduções, ou seja, poucas vezes ouvem trechos de falantes nativos ao assistem algum vídeo ou áudio no CD, ficando assim impossibilitados de desenvolver seus conhecimentos linguísticos de forma interativa.

Desta forma, muitos alunos chegam às séries do ensino médio apresentando extrema dificuldade na compreensão e expressão da língua inglesa, tornando-se alunos inteiramente desmotivados a prosseguir nos estudos. Sem dúvida, a aquisição de uma nova língua amplia o horizonte de conhecimento de um indivíduo. Além desse fator, a metodologia de ensino usado pelo professor durante o processo de aprendizagem de uma segunda língua deve causar interesse para o aprendiz, sendo que este deve ser eficiente tanto para o educador quanto para o educando, pois se quiserem chegar à proficiência de seus objetivos no que se refere ao ensino de língua inglesa, devem procurar formas atualizadas que sejam capazes atender suas reais necessidades.

Compete também ao professor procurar uma melhoria na qualidade do processo de ensino aprendizagem, não se limitando apenas a expor o conteúdo, mas deve procurar desenvolver novas práticas didáticas para que haja entre os discentes um aprendizado maior. Contudo, o aluno também tem que exercer seu papel, e se mostrar disposto a aprender. No entano, é necessário deixar claro que não depende somente da metodologia de ensino da língua estrangeira para chegar ao principal objetivo no processo de aprendizado, que é a aquisição de uma nova língua.

Cabe a cada um, educador e educando, ter a consciência de que é responsável pelos seus resultados, sendo que o educador deve procurar transmitir conhecimento da forma mais eficaz e o educando devendo estar sempre disposto a aprender coisas novas para seu enriquecimento intelectual,

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4. A ERA DIGITAL E A EDUCAÇÃO – ALTERNATIVAS PARA

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