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Biologisk mangfold – sammensetning, funksjon og dynamikk

Primeiramente, cabe reiterar que as considerações que se seguem foram inspiradas não só nos depoimentos das participantes desta pesquisa, como também nos autores que compuseram o quadro teórico do estudo.

O Projeto Bolsa Alfabetização está estruturado para levar às instituições formadoras questões relacionadas à didática da alfabetização, ou seja, o Projeto apoia professores que atuam nas salas de ciclo I e indica que é preciso alfabetizar 100% das crianças com até 8 anos de idade. Está expresso no Regulamento que estar na sala de aula no dia a dia do ano letivo permitirá aos alunos pesquisadores o envolvimento com atitudes, opiniões, hábitos e crenças sobre alfabetização, bem como com as tantas ações do dia a dia de uma sala de aula. Isso poderá resultar em saberes para lidar com os reais dilemas da alfabetização no 2º ano (SÃO PAULO, REGULAMENTO, 2012, 2013).

O Regulamento (SÃO PAULO, 2012, 2013) enfatiza ainda que o objetivo não é formar pesquisadores teóricos, e sim bons professores. Nessa direção, pode-se dizer

que o Projeto Bolsa Alfabetização visa proporcionar ao licenciando uma experiência concreta da profissão docente como profissional da Educação Básica e que, por meio da inserção na escola, ele possa articular teoria e prática, de forma a potencializar as ações acadêmicas. Isso expressa uma concepção de que a formação profissional não ocorre somente pela ação/intervenção dos professores do ensino superior, mas também pela articulação das IES com as escolas.

De acordo com Nóvoa (2009), é na escola e no diálogo com os professores que se aprende a profissão. É na busca pela compreensão dos sentidos da escola, na integração com os outros professores mais experientes, no registro e reflexão sobre as práticas, no exercício da avaliação que se aperfeiçoam e inovam as práticas e se faz avançar a profissão. Para o autor, é nesse momento também que as dimensões profissionais se entrecruzam com as dimensões pessoais, interferindo nas tomadas de decisão; na forma como ensinamos e como compreendemos o ensino e a docência.

A articulação entre escola e universidade pode permitir a reconfiguração das ações da IES e da escola pública, numa perspectiva de ação colaborativa. Na medida em que o aluno pesquisador (da IES) vivencia situações reais de ensino e de aprendizagem apoiando e observando o professor regente (da escola pública), não só se defronta com problemas e desafios do dia a dia da sala de aula, como também, por meio do diálogo com o professor regente e com o professor orientador da IES, a fim de compreender as situações experienciadas, mergulha em discussões que possibilita um olhar analítico sobre os processos de alfabetização e ação docente.

A experiência prática proporcionada pela parceria entre IES e escola pode ajudar a refletir sobre a relação como o saber. Como alerta Charlot (2005), é preciso refletir como o sujeito organiza seu mundo, como ele dá sentido à sua experiência – especialmente, à sua experiência escolar –, como o sujeito apreende o mundo e, com isso, como se constrói e transforma a si próprio.

Para Charlot (2005, p. 45):

A relação com o saber é a relação com o mundo, com o outro e consigo mesmo de um sujeito confrontado com a necessidade de aprender. A relação com o saber é o conjunto das relações que um sujeito estabelece com um objeto, um conteúdo de pensamento, uma atividade, uma relação interpessoal, um lugar, uma pessoa, uma situação e ao saber – consequentemente, é também relação com a linguagem, relação com o tempo, relação com a atividade no mundo e sobre o mundo, relação com os outros e relação consigo mesmo, como mais ou menos capaz de aprender tal coisa, em tal situação.

Ao fazer um balanço dos depoimentos das alunas pesquisadoras das IES de grande, médio e pequeno porte, foi possível extrair aspectos que permitem identificar a visão que elas têm a respeito de sua participação no Projeto Bolsa Alfabetização. Quais os motivos para participar do Projeto? O que significou para as alunas pesquisadoras estar em sala de aula ao longo do ano letivo?

O conjunto de depoimentos do grupo de discussão com as alunas pesquisadoras indicou que as motivações para a participação no Projeto Bolsa Alfabetização foram: conhecer a rede pública; conseguir a bolsa e ter experiência prática; o papel do outro na aprendizagem da docência; e aprender a pesquisar.

Conhecer a rede pública implicou para as alunas pesquisadoras levar em conta os modos de fazer, a organização da sala de aula e da escola, entender a estrutura e o funcionamento da escola pública estadual. Estar no dia a dia em uma sala de aula de alfabetização, aprendendo na prática, ajudou a fortalecer e articular os conhecimentos veiculados no curso de Pedagogia com as situações que a prática apresentou, pela imersão na escola, constituída na interação com a professora regente e com as crianças.

Saber agir e apoiar significou para o grupo de alunas pesquisadoras aprender com o outro, aprender com a professora orientadora, com as outras alunas pesquisadoras e com a professora regente. Compreende-se que, ao longo de sua história de vida escolar, o futuro professor poderá interiorizar conhecimentos que virão a estruturar suas relações com os outros. Ao ter a possibilidade de vivenciar as situações do processo de ensino e aprendizagem, possibilitadas pela participação no Projeto Bolsa Alfabetização, o grupo de alunas pesquisadoras participantes dessa pesquisa evidenciou a importância da troca, da interação.

Finalmente, quando as alunas relataram que adquirir conhecimentos da formação científica foi motivador para a participação no Projeto Bolsa Alfabetização, referiram-se à realização da pesquisa didática, à possibilidade de participação em congressos, à realização de produções científicas. Esses aspectos foram evidenciados pelo grupo de alunas pertencentes à IES de pequeno porte. Para esse grupo, realizar a pesquisa didática fez com que seus conhecimentos a respeito da produção científica fossem ampliados.

É preciso destacar que a investigação didática, da perspectiva do Projeto Bolsa Alfabetização, é uma modalidade de investigação realizada nas classes de segundo

ano, convertida em registro escrito, com o objetivo de apresentar à escola e à IES um estudo temático de alguns aspectos da alfabetização, como: leitura feita pelo professor; produção oral com destino escrito; cópia e ditado (ressignificação da cópia); rotina de leitura e de escrita; leitura feita pelo aluno e escrita feita pelo aluno (SÃO PAULO, REGULAMENTO, 2012, 2013).

O que disseram as professoras regentes sobre os motivos para participar do Projeto Bolsa Alfabetização? O que significou para essas professoras ter alunas pesquisadoras como apoiadoras? Quando se observam os aspectos que emergiram do depoimento das professoras regentes, os destaques foram: o apoio da aluna pesquisadora; a oportunidade de desenvolvimento profissional; e a atuação como coformadora. Esses aspectos revelam que a interação foi considerada por essas professoras como elemento fundamental da parceria estabelecida ao longo do ano letivo e motivador de sua participação no Projeto Bolsa Alfabetização.

Encontram-se em Tardif e Lessard (2008) discussões sobre a constituição do magistério como uma profissão de interações humanas. De acordo com Tardif (2010) e Borges (2004), a interação é um aspecto central na atividade docente. É preciso reconhecer que o professor precisa estar aberto para a interação com o outro, que, muitas vezes, resiste às suas orientações e que o ensino é uma relação. Para Borges (2004):

Ensinar, portanto, envolve gosto, paixão, identificação pela docência. Ensinar envolve encontrar um sentido no ato de ensinar, um sentido que diz respeito ao voltar-se para o outro, ao sentir-se bem na relação com o outro e ter gosto, prazer no trabalho que se está realizando e nos conteúdos, saberes, que estão sendo ensinados (p. 213).

Quais motivações tiveram as professoras orientadoras para participar do Projeto Bolsa Alfabetização? Os aspectos que emergiram do depoimento das professoras orientadoras referiram-se a: possibilidade de articular universidade e escola; conhecer a legislação e a concepção que regem o Projeto.

Para essas professoras orientadoras, as situações trazidas da prática pelas alunas pesquisadoras, de sua participação no dia a dia da sala de aula, fortalecem a articulação entre teoria e prática.

Conhecer de perto a realidade da escola faz com que se revejam as conexões entre formação inicial e experiências de campo, como alerta Zeichner (2010). Os dados das falas dessas professoras evidenciam a importância de acompanhamento das experiências de campo proporcionadas pelo Projeto e revelam elementos

significativos para repensar os currículos dos cursos de formação inicial de professores.

Gatti e Nunes (2009), na realização da pesquisa sobre o currículo de IES formadoras de professores para a educação básica, analisaram o que se propõe como disciplinas formadoras nas licenciaturas em pedagogia, língua portuguesa, matemática e ciências biológicas. O estudo foi realizado por meio das análises dos projetos pedagógicos, do conjunto de disciplinas ofertadas e de suas ementas. As autoras observaram nos currículos e ementas um evidente desequilíbrio na relação teoria e prática, no que diz respeito ao curso de pedagogia. Sinalizaram que os currículos implementados para a formação de professores para os anos iniciais da educação básica mostraram-se aderentes às recomendações do CNE/MEC (Conselho Nacional de Educação/Ministério da Educação), mas que permanecem distantes do eixo definido pelas diretrizes, que é formar professores.

Para Gatti, Barreto e André (2011):

Aponta-se para a necessidade de uma articulação política mais incisiva nessa questão, porque o problema da formação do licenciado como profissional professor se acha descurado de sua qualidade na direção do perfil de profissional com condições mínimas de adentrar em uma escola em que crianças e jovens em desenvolvimento dependem de seu trabalho para chegar à cidadania plena (p. 117).

Com base nas afirmações de Gatti, Barreto e André (2011), de que há uma crise na formação inicial de professores, como as oferecidas pelas IES, pode-se dizer que a saída seria integrar a formação em instituições articuladas,

[...] com uma dinâmica curricular mais proativa, pensada e realizada com base na função social própria à educação básica e aos processos de escolarização, que pressupõe saber desenvolver ações pedagógicas para favorecer às novas gerações a apreensão de conhecimentos e consolidar valores e práticas coerentes com a vida civil (p. 259).

As políticas públicas, nos últimos anos, têm contribuído para melhorar os cursos de licenciatura. Têm-se algumas iniciativas, como as referidas por Gatti, Barreto e André (2011), autoras que realizaram um estado da arte sobre as políticas docentes no Brasil, no qual identificaram e analisaram: políticas educativas relativas à formação inicial e continuada de professores; à carreira e à avaliação de docentes; e os subsídios ao trabalho docente, visando à melhoria do desempenho escolar dos alunos.

Uma das ações políticas citadas por Gatti, Barreto e André (2011), em formação inicial de docentes, que pode intervir nos currículos das instituições formadoras, foi o Projeto Bolsa Alfabetização. Para as autoras, esse Projeto busca construir uma ponte entre o ambiente da universidade e o contexto da sala de aula, além de contribuir para a formação de futuros professores para o ensino fundamental.

A presente pesquisa, que teve como foco o Projeto revelou que em linhas gerais, os motivos para participar do Projeto Bolsa Alfabetização apontaram que:

 A formação inicial de professores ter como ponto de partida a parceria entre IES e escola;

 As escolas levarem em conta os conhecimentos teóricos que as IES veiculam e as IES reconhecerem os saberes construídos na escola. No que tange à avaliação que as alunas pesquisadoras, professoras regentes e professoras orientadoras fizeram sobre sua participação no Projeto Bolsa Alfabetização, têm-se aspectos referentes aos pontos positivos e aspectos que consideraram que ainda precisam melhorar, ou seja, as fragilidades.

Para o grupo de alunas pesquisadoras os pontos positivos centraram-se na tarefa de alfabetizar, na oportunidade de acompanhar o processo de alfabetização das crianças. Os depoimentos das alunas revelaram a importância que atribuíram à compreensão de como o sujeito aprende e ao entendimento das relações que as crianças estabelecem com o saber. Vivenciar a prática e estabelecer parceria com a professora regente foram considerados pontos altos da participação no Projeto Bolsa Alfabetização.

Charlot (2005), ao discutir a relação com o saber, explica que toda relação com o saber é relação com o mundo, com os outros e consigo mesmo: “[...] é o sujeito que aprende (ninguém pode fazê-lo em seu lugar), mas ele só aprende pela mediação do outro e participando de uma atividade [...]” (p. 45). A atividade de ajudar a alfabetizar, na concepção construtivista, apresenta especificidades que devem ser levadas em conta para compreender a relação com o saber.

Quando se referiram às fragilidades do Projeto, ou o que ainda precisa melhorar, o grupo de alunas pesquisadoras evidenciou aspectos como: não saber como lidar com as limitações dos alunos; o desconhecimento por parte da professora regente do papel da aluna pesquisadora; a falta de habilidade nas relações; a falta de vagas e o valor da bolsa.

Para esse grupo de alunas, não investir, deixar o aluno de lado e não conhecer como a aluna pesquisadora pode ajudar em sala de aula implicaram certo distanciamento nas relações entre a aluna e a professora nessa escola.

Um ponto que chamou a atenção foi o depoimento das alunas a respeito da falta de vagas e do valor da bolsa. Sobre o valor da bolsa, disseram que os organizadores do Projeto deveriam levar em consideração que elas ficam o ano letivo na sala de aula apoiando a professora e, nesse sentido, não têm possibilidade de trabalhar em outro local. Para o grupo de alunas participantes dessa pesquisa, o valor da bolsa deveria ser revisto.

Por que o Projeto, mesmo tratando de Alfabetização, não dá possibilidade para que todas as séries iniciais do ensino fundamental da rede pública Estadual tenham alunos pesquisadores como apoiadores de professores ao longo do ano letivo? Ao tecerem as considerações e apontarem a falta de vagas e o valor da bolsa como fragilidades do Projeto, as alunas pesquisadoras forneceram pistas para que, no futuro, se repense a estrutura e a organização do Projeto Bolsa Alfabetização.

As professoras regentes, por sua vez, indicaram como ponto positivo do Projeto a possibilidade de parceria, de ter a aluna pesquisadora como parceira. Isso evidencia que a parceria teve um peso importante para essas professoras e que contribuiu positivamente para o seu trabalho ao longo do ano letivo.

Na visão de Tardif (2010), o objeto de trabalho dos professores são seres humanos e as relações estabelecidas são relações humanas. São três as características do objeto do trabalho docente: 1) a individualidade e a heterogeneidade, que significa levar em conta as diferenças individuais e as diferentes capacidades pessoais e possibilidades sociais; 2) a sociabilidade do objeto, ou seja, que os alunos são seres sociais e sofrem influências do meio; 3) a dimensão afetiva, baseada em emoções e afetos.

As parcerias caracterizam-se pelas relações efetivadas entre a professora regente e a aluna pesquisadora. De acordo com Gatti, Barreto e André (2011), as parcerias são evocadas pela literatura da área da educação e pelas políticas públicas em educação, como meio de melhoria dos processos de formação dos profissionais de educação. Para as autoras:

[...] Entende-se que elas constituem uma estratégia importante, desde que se configurem como uma típica “via de mão dupla”. Isto é, a parceria precisa ser estabelecida de forma dialogada, levando em

conta as necessidades concretas de cada escola. Assim, há que prevalecer, na relação, o sentido etimológico da palavra parceria, para que não ocorra o inverso, ou seja, a subordinação (GATTI, BARRETO e ANDRÉ, 2011, p. 193).

No que se referiu às fragilidades, as professoras regentes apontaram desconhecimento do papel da aluna pesquisadora e as dificuldades de inserção do aluno pesquisador no dia a dia da sala de aula. A posição das professoras regentes sobre o que consideraram como fragilidades do Projeto indicam a necessidade de se repensar como as informações estão chegando às escolas. Como o professor regente é orientado para atuar como alfabetizador no Projeto Bolsa Alfabetização? Quais discussões são evidenciadas nos ATPCs sobre a relação entre professor regente, aluno pesquisador e professor orientador?

Os depoimentos desse grupo de professoras regentes revelou que é preciso clarear alguns pontos dessa relação. É importante que a professora regente saiba quais são as atribuições das alunas pesquisadoras e isso fica muito claro no Regulamento do Projeto. Ao indicar como fragilidade a falta de conhecimento do papel da aluna pesquisadora na sala de aula, fica uma sugestão de discutir as atribuições de cada participante do Projeto nas reuniões de ATPC, ou individualmente.

Por sua vez, as professoras orientadoras indicaram como pontos positivos: a atuação da professora regente como coformadora; a possibilidade de articulação entre teoria e prática; a realização da investigação didática pelas alunas pesquisadoras; e a formação oferecida ao professor orientador.

Na visão das professoras orientadoras, a professora regente exerce um papel fundamental na formação das alunas pesquisadoras: o de coformadora. A professora regente compartilha seu planejamento, envolve a aluna pesquisadora nas atividades e, nesse sentido, auxilia na consolidação da conduta profissional, ajudando, assim, a promover a articulação entre teoria e prática. Para as professoras orientadoras, fica claro que o diferencial do Projeto é a realização da investigação didática, que é gerada na articulação entre conhecimento prático e teórico.

As professoras orientadoras apontaram como fragilidades do Projeto, ou o que ainda precisa melhorar: a organização e a distribuição do tempo, a falta de clareza sobre o papel da aluna pesquisadora e a ampliação de vagas. Esses pontos devem ser levados em conta pelos organizadores do Projeto.

Ao destacar que seria importante que as alunas pesquisadoras pudessem ter um período completo nos encontros formativos nas IES, como por exemplo, o período de tempo da sala de aula na escola, equivalente a quatro horas, as professoras orientadoras disseram que seria importante ter um dia na semana para orientação na IES. Do ponto de vista das orientadoras da IES de grande e médio porte, o tempo previsto para os encontros formativos na universidade deveria ser de, pelo menos, quatro horas. Disseram que isso seria um ganho para o Projeto, porque possibilitaria discutir mais efetivamente com as alunas pesquisadoras a concepção teórica do Projeto, articulando com as situações da prática. Ter a possibilidade de melhorar a qualidade das orientações por meio do aumento da carga horária na IES provavelmente ajudaria na melhoria das relações entre formação inicial e escola.

Finalmente, o aumento da quantidade de vagas para participar do Projeto foi considerado pela professora orientadora da IES de médio porte como aspecto que deveria ser levado em consideração. Essa professora sinalizou que todas as séries iniciais do ensino fundamental da rede pública estadual deveriam ter alunas pesquisadoras e que isso poderia ser um ganho para a rede pública estadual de São Paulo.

Gatti, Barreto e André (2011) explicam que, embora a criação do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental) tenha desencadeado o processo de municipalização, a secretarias estaduais de Educação constituem as maiores redes de ensino no país, abrigando boa parte das matrículas de ensino fundamental. “[...] Elas são as depositárias históricas da experiência de formação de docentes em serviço e, nessa tarefa, têm-se ocupado não só das suas próprias redes de ensino, como também, frequentemente, das redes de seus municípios” (p. 261).

O que a avaliação mostrou? Em linhas gerais, pode-se dizer que:

 Na formação inicial do professor, é preciso que se tenha claro a importância de vivenciar a prática efetivamente. A parceria entre a professora da escola e aluna da IES é um ponto alto do Projeto;

 A escola precisa ter clareza sobre a parceria estabelecida e isso pode estabelecer uma aproximação mais consistente entre teoria e prática, contribuindo para a valorização da docência;

 A parceria estabelecida pode contribuir com aulas mais criativas e novas formas de ensinar.