A ciência circulante nos diários virtuais, analisados nesta Tese, passa prioritariamente pelo discurso da divulgação científica para que seja levada aos públicos. Expressamos públicos, porque por vezes é direcionada a pares e, por vezes, é direcionada a leigos interessados nos variados temas. Predomina o discurso informativo-descritivo democratizando as informações publicadas. O que se observa é um discurso construído para a expansão da ciência, sendo constituído por texto, imagem e som, elaborando-se, assim, o discurso híbrido.
A sequência discursiva mais observada é a descritiva-explicativa, visando à compreensão do leitor sobre o objeto do discurso, mesmo quando este se configura como pares e, para tanto, corrobora com esse objetivo a presença dos recursos hipermidiáticos, que compõem os discursos nos blogs, conduzindo o leitor a um aprofundamento da leitura.
87Disponível em: <http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/04/o_fiasco_da_inteligncia/> Acesso em 21
Os blogs de ciência são ambientes usualmente informativos e de visibilidade mediática entre os pares. Alguns ciberdiários vendem espaços publicitários e podem ter neste caminho uma forma de lucro financeiro. No entanto, os blogs analisados neste trabalho geram outro tipo de benefício aos proprietários. Todos os blogueiros entrevistados para esta Tese informaram que seus blogs não geram lucro financeiro, ao contrário, os benefícios se efetivam por convites para palestrar, além disso, apontaram esse canal como um bom portfólio. Dado que comprova o uso da blogosfera para manter a visibilidade mediática e ser reconhecido.
Conforme Recuero (2009, p. 111), a visibilidade online pode ser compreendida como um valor relativo à capacidade do ator de se fazer visível, e quanto maior for o número de conexões ligadas a ele, maior é o seu potencial de visibilidade, podendo facultar outros valores, como popularidade e reputação. Para Dal Bello (2011, p. 9), “a popularidade traduz, quantitativamente, aspectos ligados à audiência daquilo que se faz visível, e a reputação implica, qualitativamente, as percepções ou impressões que os demais atores têm daquele que se apresenta”.
A ciência divulgada nem sempre provém de pesquisa acadêmica, mas as fontes de informação são sempre citadas nos blogs pesquisados. Todos os blogueiros entrevistados por meio de nosso questionário afirmaram preocupar-se com a divulgação de pesquisas científicas, além de tê-las como fontes principais. Atila Iamarinno, autor do Blog Rainha Vermelha, prioriza as fontes derivadas de pesquisa científica por ser a área em que mais pode contribuir como autor. Eduardo Bessa, do Blog Ciência à Bessa acredita que “seja a principal fonte de informações confiáveis. Nem sempre me refiro diretamente ao paper em si, mas sempre primo por abordar assuntos baseados em pesquisa”. André Luiz Souza, autor do Blog Cognando, nos descreveu por qual motivo busca priorizar a divulgação de temas oriundos de pesquisas científicas, destacando que: “O meu objetivo com o blog é divulgar resultados de pesquisa que às vezes não saem dos periódicos especializados. Faço uma espécie de tradução de resultados e termos técnicos para o público leigo e que não faz parte da comunidade científica propriamente dita”. Karl Ecce Medicus, autor do blog Ecce Medicus, enfatiza que, muitas vezes, acaba “blogando” assuntos que está estudando e que podem ter um apelo ao público leigo (ou mesmo médicos). “É também uma forma de estudar”.
À luz das ideias de Pinto (1999, p. 27) “todo texto é híbrido ou heterogêneo quanto à sua enunciação, no sentido de que ele é sempre um tecido de ‘vozes’ ou citações, cuja autoria fica marcada ou não, vindas de outros textos preexistentes, contemporâneos ou do passado”. A hibridização dos discursos é encontrada em postagens dos blogs pesquisados, e é ela que tece a condução do texto. Não obstante, essa hibridização não é só vista na palavra escrita, ela é construída com textos, links, imagens e sons. Os blogs analisados mesclam recursos hipermidiáticos com texto para compor o discurso da divulgação. “Alguns conceitos mais abstratos podem ser melhores entendidos com auxílio de analogias, gráficos, animações e vídeos”, sinaliza o blogueiro Vinícius Placco. Em contrapartida, André Luiz Souza nos traz uma informação que explica a padronização de seu Blog Cognando, com texto e apenas uma imagem:
Eu sempre preferi utilizar apenas texto simples e com uma (apenas uma) imagem. Todas as minhas postagens, desde 2009, seguem esse mesmo padrão: texto com apenas uma imagem. Nunca utilizei nenhum tipo de recurso hipermidiático nas minhas postagens. E não utilizo porque ainda tenho o plano de transformar as minhas postagens em um livro. E acredito que o uso de recursos hipermidiáticos dificultaria um pouco nessa tarefa88.
É provável que a exibição dos resultados de uma pesquisa em formato interativo facilite o acesso à informação para leigos, uma vez que contextualiza e complementa os conteúdos restritos pela página e convida-os a atravessar o labirinto hipertextual. O resultado de nossa entrevista com internautas evidencia que recursos hipermidiáticos, tais como vídeos, áudios, imagens, gráficos e infográficos, auxiliam na compreensão dos conteúdos científicos lidos. A resposta de todos os voluntários foi positiva a essa questão, o que sinaliza a importância destes na composição do discurso científico. “Muitas vezes, a linguagem fica mais fácil de ser compreendida, ou nos desperta um maior interesse quando tem esses recursos que chamam atenção”; “Graças a esses recursos, podemos entender melhor alguns temas e, até mesmo, aprofundar na pesquisa”; “Acesso todos os recursos, principalmente se o assunto for complexo e de difícil compreensão - ou quando não acredito na pesquisa”; “Os recursos atuam com facilitadores para o entendimento do texto”; “São primordiais para mim! Sou muito visual então gosto de vídeos, gosto de gráficos, gosto de imagens. O texto pode ser bem simples, explicativo, mas o visual fecha a
ideia com ponto de exclamação!”.
Links dão a credibilidade, são o equivalente a citações em artigo
jornalístico ou científico. São muito importantes para os leitores que já se interessam pelo assunto, e é uma obrigação do blogueiro. Vídeos têm ficado cada vez mais importantes, mas nossos blogueiros ainda não produzem seus vídeos, e mesmo vídeos de terceiros são usados poucas vezes. Dois casos a serem ressaltados: o sucesso do Nerdologia, e o blog do canal do Youtube iBiomovies. Podcasts temos o Dragões de Garagem e somos sempre convidados a participar de outros podcasts quando o assunto é ciência. Os públicos de blogs, vídeos de podcasts têm muito pouca sobreposição, isso é um fato bem conhecido, e por isso temos interesse e estamos sempre estimulando para a geração de conteúdo para outras mídias89.
Dos 14 entrevistados, apenas 01 indicou que comenta as postagens que lê, os demais indicaram que não comentam ou comentam raramente. Todos os blogs verificados ao longo deste percurso disponibilizam espaço para discussão em forma de comentários. Muitas vezes moderados pelo dono do blog, os comentários passam por uma seleção antes de ‘ir ao ar’. Notamos que a maior quantidade de comentários nos blogs do corpus foi efetivada pelos próprios pares, isto é, blogueiros de outros blogs de ciência, o que releva a relação intrapares.
O que aparece nos blogs são discursos da ciência, “O discurso citado é o discurso no discurso, a enunciação na enunciação, mas é, ao mesmo tempo, um discurso sobre o discurso, uma enunciação sobre a enunciação” (BAKHTIN, 2002, p. 144). O discurso científico está presente nos textos, mas vimos também o discurso do discurso científico, presente em blogs que priorizam o texto acadêmico, como o SynbioBrasil.
Conforme expôs Schwartzman (2008, p. 11), “mesmo que a ciência seja conduzida pela busca da verdade, ela necessita de confiança interpessoal e especialistas da área precisam ver sentido nela para que seja aceita pelas autoridades científicas”. Assim é o reconhecimento buscado pelo Research Blogging e pelos comentários dos pares nas postagens.
A ciência, para o filósofo moderno, herdeiro do Iluminismo, era vista como algo autorreferente, ou seja, existia e se renomava incessantemente com base em si mesma. Em outras palavras, era vista como atividade “nobre”, “desinteressada”, sem finalidade preestabelecida, sendo que sua função primordial era romper com o mundo “das trevas”, mundo do senso comum e das crenças tradicionais, contribuindo assim para o desenvolvimento moral e espiritual da nação. (BARBOSA, 2002, p. 9).
Divulgar ciência para os pares envolve conhecimento comum, acontecimento que parece mais fácil do que comunicar-se com o público leigo, comunicação esta que exige habilidade de transformação do conteúdo original em um discurso aproximando, ou seja, em um conteúdo de seu entendimento, sem se torná-lo simplista. Essa condição está presente na maioria dos blogs verificados, pois buscam descrever e explicar processos e termos. Entretanto, o que observamos é que os blogs ainda estão mais direcionados aos pares do que com o grande público.
Jornais e TV não têm profissionais especializados em ciência que poderiam fazer um controle de qualidade das informações neste tema. Por isso, vemos muitos assuntos de extrema relevância para qualquer cidadão sendo tratado com muita superficialidade e até mesmo com erros conceituais graves. Vou citar apenas um exemplo: a pandemia de gripe suína. Nosso blog Rainha Vermelha teve acessos muito altos na época da epidemia, e com comentários muito interessados. Na ocasião colocamos no post um questionário perguntando qual fonte de informação estava mais completa, útil e acessível, e o blog ficou melhor colocado que jornais impressos, televisão e outros sites de notícia.90
Após avaliar as postagens destacadas neste capítulo, chegamos à conclusão de que o discurso disseminado pelos diários virtuais, ambientes de alta visibilidade mediática não propagam a ciência prioritariamente para um público possivelmente leigo. Conforme destaca Rafael Bento, em nossa entrevista, “o público leigo é, ainda, minimamente interessado”. Pressupõe-se que aqueles que estão na blogosfera buscando informações sobre ciência não são totalmente leigos, nesse caso, têm algum interesse ou conhecimento, mesmo que mínimo, sobre os assuntos que buscam e é isso que os blogs consideram, pois mantêm o discurso de divulgação científica com presença de linguagem clara e acessível, mas não explicam todos os termos científicos e processos. Rafael Bento comenta que há três tipos de públicos: pares, leigos interessados, e grande público. “Nós atingimos mais os
leigos interessados, e em segundo lugar os pares. Eventualmente, um texto atinge o grande público, mas ainda estamos distantes deste, já que não há interesse do público em procurar ativamente, e nem de grandes veículos em apresentarem este conteúdo”.
Todo discurso depende, para a construção de seu interesse social, das condições específicas da situação de troca na qual ela surge. A situação de comunicação constitui assim o quadro de referência ao qual se reportam os indivíduos de uma comunidade social quando iniciam uma comunicação. (CHARAUDEAU, 2010, p. 67).
Ao avaliar se o texto se torna depreciativo e simplista dependendo do discurso, observamos que não houve depreciação nos posts divulgados pelos blogs analisados, pois as fontes são citadas e os processos explicados. Além disso, links direcionam-se para as publicações originais, em que o leitor pode ampliar o conhecimento sobre o tema. O discurso articulado entre texto e recursos hipermidiáticos, nos diários virtuais, auxilia o público a ter uma compreensão adequada sobre a informação científica.
Charaudeau (2010, p. 71) aduz que contrato de comunicação e projeto de fala se completam, uma vez que o primeiro traz seu quadro de restrições situacionais e discursivas, enquanto o outro se desdobra num espaço de estratégias, “o que faz com que todo ato de linguagem seja um ato de liberdade, sem deixar de ser uma liberdade vigiada”. Para o autor, a acessibilidade da informação baseia-se na hipótese de que o grau de compreensão de um discurso está ligado à simplicidade, à clareza com a qual o discurso é construído.
Conforme exposto na introdução desta Tese, as diversas formas de comunidades virtuais são prova de que o ciberespaço constitui um fator crucial no incremento do capital social, intelectual e cultural disponível. Assim foi observado com esta pesquisa, visto que o
Facebook e o Twitter são os grandes e principais amplificadores dos conteúdos. Os autores
mantêm perfis dos blogs nessas redes sociais, além da própria página do Science Blogs Brasil divulgar as postagens por meio de seu perfil. Rafael Bento, sócio-diretor do Science Blogs Brasil comenta sobre a divulgação nas redes sociais:
Difícil dizer já que ainda não se sabe se as informações mais curtas e superficiais dessas mídias sociais são mais efetivas que um post de blog no engajamento do leitor. Há várias páginas de Facebook que tratam de ciências apenas no Facebook, com imagens de animais fofinhos ou bizarros, e compartilhamento de outras fontes. No SbB usamos as redes sociais para divulgar nossos conteúdo do blogs e comentar algo apenas se acrescentarmos algo que ainda não foi trazido à discussão.91
Ao mesmo tempo em que disseminam informação para os pares, os blogs de ciência visam à difusão para o grande público que se mostra interessado. Proporcionam possibilidade de contato entre sujeitos, movimentando contribuições e entendimentos pessoais. São espaços abertos que dão vozes aos interessados em ciência. O leitor elege os caminhos que irá trilhar na blogosfera e ao escolher os recursos hipertextuais que irão lhe ajudar, define como a informação será composta. Os blogs podem transmitir a informação científica visando à ampliação da consciência do cidadão a respeito de questões sociais, econômicas e ambientais que estejam relacionadas ao desenvolvimento da ciência. Com sua visibilidade mediática consolidada, são canais para se trabalhar pela divulgação científica objetivando a ampliação da participação cidadã da sociedade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O cenário pós-moderno cibernético-informático e informacional necessita de estudos sobre a linguagem para que se possa conhecer a mecânica de sua produção e estabelecer compatibilidades entre linguagem e máquina informática (LYOTARD, 2002). O saber científico é um tipo de discurso que percorre a sociedade, e a incidência da tecnologia sobre o saber deve ser considerada quando tratamos de linguagem.
O avanço da tecnologia informática vem revelando considerável impacto acerca da ciência, pois pressupõe novas formas de produzir e receber informações entre indivíduos e entre indivíduos e máquinas. Produtor e receptor se alternam e se confundem na emissão e na recepção dos conteúdos. A realidade compreendida pelas coordenadas de tempo e espaço é modificada com as tecnologias eletrônicas, que imprimem transformação radical nas relações de tempo e espaço, tendo o particular e o universal, o local e o global aproximados na condição glocalizante.
O intercâmbio dinâmico, constituído entre as pessoas nas redes sociais digitais, potencializa os interesses comuns. Nos últimos 30 anos, testemunhamos o crescimento das atividades em prol da divulgação científica no Brasil, contudo, há muito que percorrer antes que possamos concluir que esta está atingindo, de forma sistemática, a todo o país.
No caso da divulgação de conteúdos científicos, por exemplo, há na Internet muita informação sobre pesquisas, resultados, tratamentos médicos, descobertas, inovações etc., entretanto, tais conteúdos precisam estar adequadamente apurados e escritos, de forma inteligível ao público, para que não se crie, ou então, que se crie o mínimo possível de dúvida. Se ser, é ser percebido, o que não está disponível na rede não recebe a mesma confiança do leitor e quase sempre não existe para ele. Apesar de nem todas as informações disponibilizadas – científicas ou não – serem de fácil entendimento ou ainda não serem resultados conclusivos, ainda se deposita muita confiança no que está na Internet. De acordo com a citação de Nikola Tesla, anteriormente descrita, o cientista tem seus trabalhos como sementes para o futuro, no sentido de lançar as bases na direção daqueles que estão por vir. A ciência circulante na blogosfera faz parte deste caminho
futurístico que compreende as novas formas de produção e distribuição de conteúdos. Nesta Tese, observamos que é necessário que o público tenha interesse em buscar a informação científica, o que pressupõe um público não mais passivo, mas ativo e consciente, atuante em seu próprio saber, capaz de articular linguagens.
Com os dados analisados, verificamos a importância da utilização dos recursos hipermidiáticos para a composição do discurso híbrido da ciência. Avaliando as informações do público que respondeu voluntariamente nossa pesquisa, via Internet, constatamos que os recursos são indispensáveis para a compreensão e aprofundamento da leitura de temas científicos. Embora o público tenha sido considerado como leigo interessado, nem sempre tem informações suficientes apenas para compreender o que está disposto no espaço reservado do texto. É importante que a ampliação dos conteúdos por vídeos, podcasts, links e outros recursos imagéticos também estejam presentes na divulgação da ciência.
As linguagens utilizadas de forma clara e simples são esforços dos pesquisadores para ampliar as fronteiras do saber científico, o que não significa empobrecimento do vocabulário. Mesmo que o texto esteja direcionado ao grande público, não é necessário que os termos científicos sejam excluídos do contexto, pois há explicações destes e o público tem a capacidade de compreendê-los.
Chegamos ao fim com a clareza de que não se pode concluir uma Tese sobre divulgação científica na blogosfera, embora seja tarefa prevista, devido ao fato de ser o ciberespaço um ambiente de inesgotáveis possibilidades para a disseminação de conteúdos de inúmeros formatos. Traçamos, então, apenas considerações de um trabalho que está aberto a novos estudos que deem continuidade à observação do comportamento discursivo sobre a ciência.
Procuramos ao longo deste percurso contextualizar e descrever o cenário da divulgação científica independente, perpetrada pelos blogs, discutindo a operacionalidade dos recursos hipermidiáticos que compõem os discursos científicos, aquilo que é dito de outra forma do científico comum. Os recursos hipermidiáticos complementam a ciência levada à sociedade, incrementando o conteúdo e auxiliando os leitores a caminharem por
um texto mais profundo, visando o entendimento das informações divulgadas. Nesse sentido, o público leigo interessado busca tais informações e as alcança por meio de um discurso diferenciado, não traduzido, caracterizado por um novo discurso, composto por sequências discursivas específicas para proporcionar o entendimento da ciência.
A blogosfera científica, especialmente o recorte realizado nesta Tese, está interessada em ser vista prioritariamente para o público leigo interessado em informações científicas. Trata-se de oferecer um jogo de linguagens combinadas que criem vínculos com o leitor e façam sentido na relação entre o saber científico e a sociedade.
REFERÊNCIAS
ADGHIRNI, Zélia Leal; PEREIRA, Fabio Henrique. Perfil profissional no
ciberjornalismo: o blog como espaço de autoria e identidade na web. Disponível em: <http://sbpjor.kamotini.kinghost.net/sbpjor/admjor/arquivos/coord3_zelia_adghirni_e_fabi o_pereira.pdf>. Acesso em: 22 nov. 2011.
AFONSO, Emília da Glória Moreira. A divulgação científica para o grande público: o papel das Relações Públicas. O caso do CIIMAR. 2008. 120p. Dissertação (Mestrado em Ciências da Comunicação) - Universidade Fernando Pessoa, Porto-Portugal, 2008. Disponível em: <http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/1056/2/emiliaafonso.pdf>. Acesso em: 08 jan. 2012.
ALBAGLI, Sarita. Divulgação científica: informação científica para a cidadania? Revista IBICT, Brasília, v. 25, n. 3, p. 396-404, set./dez. 1996. Disponível em:
<http://revista.ibict.br/cienciadainformacao/index.php/ciinf/article/view/465/424>. Acesso em: 23 set. 2013.
ALBERGHINI, Audre Cristina. A Ciência nos telejornais brasileiros: O papel educativo e a compreensão pública das matérias de CT&I. 2007. 300p. Tese (Doutorado em
Comunicação Social) – Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2007.
ALMEIDA, Miguel Osório de. A vulgarização do saber. Rio de Janeiro: Ariel, 1931. Disponível em:
<http://www.casadaciencia.ufrj.br/Publicacoes/terraincognita/cienciaepublico/artigos/art04 _avulgarizacao.pdf>. Acesso em:3 abr. 2012.
AMARAL, Adriana; RECUERO, Raquel; MONTARDO, Sandra (Orgs.). Blogs.com: estudos sobre blogs e comunicação. São Paulo: Momento, 2009.
BAIRON, Sérgio. A comunicação nas esferas: a experiência estética e a hipermídia. Revista USP, v. 86, p. 16-27, 2010.
________. Informática na Educação. Ciência e hipermídia, Porto Alegre, v. 7, n. 2, p. 45- 87, 2006.
_______. Tendências da linguagem científica contemporânea em expressividade digital: uma problematização. Informática na educação: teoria & prática, Porto Alegre, v.7, n.2, pp. 101-156, jul./dez. 2004. Disponível em:
<http://www.unisc.br/portal/upload/com_arquivo/tendencias_da_linguagem_cientifica_con