1 INNLEDNING
1.1 Temaet for oppgaven
1.1.5 Avlusing i brønnbåt – fra start til slutt
A avaliação é uma atividade essencial e fundamental para o processo de ensino-aprendizagem, porque fornece ao docente as informações precisas acerca da realidade educativa, por isso é importante compreender o significado da palavra avaliação.
Ribeiro (1991) refere que a avaliação “é uma operação descritiva e informativa nos meios que emprega, formativa na intenção que lhe preside e independente face à classificação.” (p.75) O mesmo autor menciona ainda que “a avaliação pretende acompanhar o progresso do aluno, ao longo do seu percurso de aprendizagem, identificando o que já foi conseguido e o que está a levantar dificuldades, procurando encontrar as melhores soluções.” (p. 75)
De acordo com o Despacho Normativo 338/93 (citado por Pais e Monteiro, 1996) “a avaliação dos alunos é um elemento integrante da prática educativa que permite a recolha sistemática de informação e a formulação de juízos para a tomada de decisões adequadas às necessidades dos alunos e do sistema educativo.” (p. 43)
De acordo com Ribeiro e Ribeiro (2003), a avaliação:
é, assim, uma operação que prepara, acompanha e remata o processo de ensino- aprendizagem e que é motor do seu constante aperfeiçoamento, pretendendo, em última análise, conduzir todos os alunos a um sucesso pleno no programa de estudos que seguem. (p.338).
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Através do ato de avaliar, o educador/professor averigua se as atividades realizadas foram estimulantes para o desenvolvimento de todos os alunos e se alargaram os seus interesses, bem como a curiosidade e o desejo de aprender sempre mais.
Avaliar um aluno implica obter uma escala, que coloca os alunos consoante as capacidades já pré-concebidas ou adquiridas de novo, é organizar uma tabela onde se colocam as crianças conforme uma escala de avaliação. O ato de avaliar é algo difícil e complicado para os docentes. Por mais que tentem ser justos, nem sempre conseguem satisfazer as expectativas dos seus alunos.
Segundo Pais e Monteiro (1996) “por muito objetiva que se queira a avaliação, ela dependerá sempre dos intervenientes, dos momentos e das situações concretas.” (p.46)
A avaliação na educação tem um carácter sistemático e contínuo, assumindo assim uma dimensão marcadamente formativa, pois trata-se de um processo interpretativo que valoriza mais os processos do que propriamente os resultados. No fundo, consiste num processo de observar, interpretar e registar o trabalho que a criança faz e como o faz, ao longo do ano, de modo a que permita uma melhor adequação da programação das atividades de cada criança.
Existem diferentes tipos de avaliação, de acordo com as funções que desempenham, as particularidades de que se revestem e os momentos em que são aplicados.
Os três tipos de avaliação, de que o professor se socorre, são complementares uns dos outros, assim o uso de um não dispensa o uso dos outros dois. Os tipos de avaliação utilizados são a avaliação diagnóstica, avaliação formativa e avaliação sumativa.
É através da avaliação diagnóstica que se conhece as bases dos conhecimentos que os alunos já adquiriram anteriormente, o que permite ao docente perceber quais são as limitações dos seus alunos, podendo planificar as suas aulas em função da sua turma. O professor aplica este tipo de avaliação para saber se os alunos possuem os pré-requisitos necessários à nova unidade e se já adquiriram algumas das aprendizagens da mesma.
Este tipo de avaliação tem lugar, geralmente, quando se inicia uma unidade ou segmento de ensino; no entanto, por vezes é posta em prática no decorrer do processo de aprendizagem.
Segundo Ferreira, (2007)
A principal finalidade da avaliação diagnóstica consiste em determinar o grau de preparação do aluno antes de iniciar uma unidade de aprendizagem, já que
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determina o seu nível prévio e possibilita averiguar possíveis dificuldades que possa ter no decorrer do processo de ensino-aprendizagem. (p.24)
Também Hadji (citado por Ferreira, 2007) “aborda a função diagnóstica da avaliação, referindo que permite explorar ou identificar algumas características do aluno para a decisão da sequência de formação mais adequada a essas características.” (p.24)
Ribeiro e Ribeiro (2003) afirmam que “a avaliação diagnóstica tem como objectivo fundamental proceder a uma análise de conhecimentos e aptidões que o aluno deve possuir num dado momento para poder iniciar novas aprendizagens”. (p.342)
A avaliação formativa carateriza-se por incidir no processo de ensino/aprendizagem e não nos seus resultados, ou na averiguação dos pré-requisitos necessários às novas aprendizagens. Este tipo de avaliação realiza-se ao longo de todo o processo ou ação, em todas as situações de aprendizagem, sobre cada objetivo. Identifica situações de aprendizagens mal conseguidas, informa sobre medidas correctivas a tomar. Incide, como o tipo de avaliação anterior, em cada objectivo de formação. É uma avaliação que deverá acompanhar todo o processo de aprendizagem.
Segundo Pais e Monteiro (1996) “a avaliação formativa assegura que os processos se vão adequando às características dos alunos, permitindo a adaptação do ensino às diferenças individuais.” (p. 44) Os mesmos autores afirmam ainda que “a avaliação formativa é para o professor porque o obriga:
A atualizar os seus conhecimentos
A procurar coerência entre os seus critérios e as escolhas didácticas A relativizar o peso da sua pessoa no comportamento de avaliador.” (p. 44)
Segundo Allal, Cardinet e Perrenoud (1986) a avaliação formativa “ É uma avaliação que visa orientar o aluno quanto ao trabalho escolar, procurando localizar as suas dificuldades para o ajudar a descobrir os processos que lhe permitirão progredir na sua aprendizagem.” (p.14)
Leite e Fernandes (2002) afirmam que:
Para que a avaliação formativa cumpra as intenções que a orientam, é necessário que seja sistemática e contínua, isto é, que acompanhe todo o processo de formação. Faz pouco sentido que a avaliação, numa perspetiva formativa, seja usada apenas em momentos estanques e separados por intervalos muito longos. Por outro lado, faz também pouco sentido que a avaliação formativa seja objeto de classificação. A intenção primeira que a deve orientar é constituir um dispositivo que permita a cada um (alunos e professores) melhorar a formação. (p.42)
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Este tipo de avaliação destina-se a informar o aluno, o seu encarregado de educação, os professores e outros intervenientes no processo educativo, sobre o estado de cumprimento dos objetivos curriculares.
A avaliação sumativa distingue-se da avaliação formativa e da avaliação diagnóstica pelos seus objetivos. Esta avaliação ocorre, geralmente, no final de cada um dos períodos letivos e no final de cada ciclo.Este tipo de avaliação corresponde, pois, a um balanço final, a uma visão de conjunto relativamente a um todo, sobre o qual, até aí, só havia feitos juízos parcelares.
Desta forma, a avaliação sumativa é complementar dos restantes modelos de avaliação (avaliação diagnóstica e formativa), não podendo ser executada de forma isolada.
Para Ribeiro (citado por Pais e Monteiro, 1996) este tipo de avaliação “complementa os restantes, desempenha uma função distinta das cometidas a outros tipos de avaliação, resolve problemas de ensino, ainda que numa dimensão diferente, e serve finalidades não acessíveis através da avaliação diagnóstica e formativa.” (p. 49)
Pais e Monteiro (1996) afirmam que “a avaliação sumativa constitui sempre um balanço final, um balanço de resultados no final de um segmento de ensino- aprendizagem, acrescentando novos dados recolhidos pela avaliação formativa e contribuindo para a apreciação mais equilibrada do trabalho realizado.” (p.49)
A avaliação sumativa deve exprimir uma interpretação, tão rigorosa quanto possível, dos dados colhidos durante o processo de ensino-aprendizagem.
Este tipo de avaliação vai classificar os alunos no final de um período relativamente longo (um ano, um período…); esta forma de classificar é feita, geralmente, através de testes e de outros tipos de instrumentos, que vão decidir a progressão ou retenção do aluno.
Para avaliar os dispositivos de avaliação aplicados no decorrer da prática pedagógica, recorri a uma escala baseada na escala de Likert, com o intuito de avaliar os alunos tanto quantitativamente como qualitativamente. As escalas de avaliação, segundo Pais e Monteiro (1996, p.60), “permitem um processo sistemático, de verificar um juízo da observação”.
Seguidamente apresento o quadro 17 com a escala de avaliação utilizada para a avaliação destas atividades.
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Quadro 17 – Escala de avaliação utilizada Avaliação quantitativa Avaliação qualitativa
Entre 9 e 10 valores Muito Bom (MB)
Entre 7 e 8,9 valores Bom (B)
Entre 5 e 6,9 valores Suficiente (S) Entre 3 e 4,9 valores Insuficiente (I)
Entre 0 e 2,9 valores Fraco (F)
O quadro 17 mostra o valor qualitativo e quantitativo, que o aluno irá obter, consoante a cotação atribuída. Desta forma, se a cotação for menor que 2,9 valores, o aluno, na execução da atividade, terá avaliação de Fraco. Se a cotação estiver compreendida entre os 3 e os 4,9 valores, a cotação da execução da atividade será de Insuficiente. Todavia, se a sua cotação for superior a 5 e inferior a 6,9 valores, será avaliado qualitativamente como Suficiente no seu desempenho. A classificação de Bom está compreendida entre os 7 e os 8.9 valores. E, como nota máxima, se o aluno se situar entre os 9 e 10 valores, o seu valor qualitativo é de Muito Bom.
3.3. Dispositivos de avaliação da área de Conhecimento do Mundo