Unifor e ainda em uso.
Após o conhecimento dos principais conceitos ligados à sinalização de ambientes, fez-se uma análise cuidadosa do Campus da Unifor. Procurou-se identiicar cada peça do sistema atual de sinalização para saber quais delas tinham problemas que poderiam inluir Figura 23: Peças dos
primeiros sistemas de sinalização da Unifor. Fonte: Arquiteto Mário Roque
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negativamente na transmissão das mensagens, como, por exemplo, posicionamentos, tamanhos de fontes, formatos das placas, níveis de iluminação, sempre a partir dos principais luxos.
Sabe-se que um sistema de comunicação visual a serviço da orientação espacial não tem como funcionar bem apenas baseado em peças de sinalização. Desta forma, não foi difícil perceber alguns problemas encontrados e enumerados a seguir.
Figura 24: Até 2014, parte
da sinalização da Unifor era improvisada. Fonte: autor.
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Figura 25: Corredores
sem placas suspensas ou do tipo bandeira. Fonte: autor.
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2.3.1. Placas de sinalização
artesanais.
A existência de placas de sinalização pintadas à mão, mal posicionadas e totalmente fora dos padrões, como mostra a ig. 24. Uma solução caseira, não compatível com o tamanho da empresa e que, além de não impor respeito, não contempla elemento algum que venha a contribuir para o fortalecimento da identidade visual corporativa. A partir de 2014, boa parte destas placas foram substituídas por placas oiciais de trânsito. São peças padronizadas, idênticas às encontradas nas ruas de quaisquer cidades, mas que também não têm elementos que lembrem a marca da Unifor. Como já visto em Costa (1987, p.120) são típicas placas de sinalização, que podem ser encontradas em qualquer loja do ramo.
2.3.2. Não há placas perpendiculares
às paredes, do tipo ‘bandeira’.
Nos corredores de todos os blocos, não há placas perpendiculares às paredes, do tipo ‘bandeira’, para identiicação das salas. E nem do tipo suspensa. Só existem placas ixadas paralelamente à parede e ao lado das portas (ig. 25). Uma solução inapropriada para grandes áreas como corredores extensos, em que o usuário desinformado acaba sendo forçado a se deslocar para se aproximar da frente de
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cada sala e, só então, descobrir se aquele é ou não é o local que procura. Uma situação que acaba gerando um luxo extra que poderia ser dispensável na área de corredor;
2.3.3. Falta um manual de identidade
visual da Unifor.
Falta um manual de identidade visual para ser adotado e respeitado. Esse problema acaba proporcionando a geração de mais de um modelo de placa para setores semelhantes de uma mesma empresa. Detalhe que será visto no item 2.3.16.
Na Unifor, não se sabe ao certo se há uma fonte e uma cor ‘oiciais’, utilizadas pela Instituição. Também não há nada deinido a respeito de critérios para a aplicação da marca na vertical ou na horizontal. Se o graismo da marca pode ser usado separadamente ou somente com o nome Unifor. A consequência disto é a marca sendo usada de qualquer forma, dentro de sua própria casa. As iguras 26 e 27 são dois exemplos que mostram, respectivamente, a inversão em cento e oitenta graus do graismo que compõe a marca – aplicado em tamanho inadequado - em alguns totens do sistema e a deformação acentuada do mesmo graismo no totem monumental de identiicação da Unifor (ig. 27), situado na calçada externa e bem em frente ao prédio da reitoria;
Figura 26: Totem com
graismo da marca Unifor pequeno e invertido (detalhe). Fonte: autor.
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Figura 27: Graismo
desvirtuado da marca da Unifor, em totem na entrada principal (detalhe). Fonte: autor.
2.3.4. Falta sinalização integrada
em setores externos com a Unifor.
Os blocos onde funcionam o NAMI - Núcleo de Atenção Médica Integrada e o Curso de Farmácia da Universidade de Fortaleza são externos, não têm identiicação adequada e, apesar de serem bem próximos, faltam elementos de sinalização para integrar os setores com a Universidade a qual pertencem;
2.3.5. Blocos do Campus não têm
uma identidade arquitetônica forte.
Os vinte e oito blocos do Campus não têm uma identidade arquitetônica forte. Faltam detalhes que proporcionem homogeneidade ao local. Esses detalhes podem estar na continuidade de uma determinada cor, textura ou material, na superfície de pavimento, escala, forma das fachadas, tipo de iluminação entre outros. E se essas características se sobrepõem, mais forte será a impressão de uma área uniicada. (LYNCH, 2011, p. 115).
Contraditoriamente, Pais (2011, p. 68) comenta que a simetria e a repetição de uma estrutura arquitetônica entre diferentes espaços podem diicultar o reconhecimento desses espaços;
2.3.6. Muitos acessos ao Campus da
Unifor.
Existe uma grande quantidade de acessos (entre grandes e pequenos são doze ao todo) e com o agravante de não terem identiicação alguma. Não há codiicação por nome, nem letra, número ou cor. Entra-se não se sabe por onde e, logo após, chega-se a ruas sem nome.
Bins Ely et al (2000, p.3) defendem que a orientação espacial logo no início do processo é essencialmente estática. Momento em que é preciso colecionar referências. Planejar, mentalmente, as divisões de um lugar para poder situar-se. E esse processo de construção do mapa mental só tem como funcionar se informações são disponibilizadas desde o momento inicial, logo na(s) entrada(s) de um lugar. A pergunta é como construir um mapa mental se – no caso do Campus da Unifor – não há mapa esquemático em todos os acessos e as portarias e vias do Campus não são identiicadas?
2.3.7. Placas de sinalização com
informações desatualizadas.
Há placas de sinalização com informações desatualizadas por não terem sido criadas de modo a facilitar correções futuras. Só para citar alguns exemplos, serviços como os Correios deixaram de existir no Campus há mais de um ano mas a palavra Correios continua aparecendo nas peças de sinalização da Unifor.
Figura 28: Ruas do
Campus sem identiicação
por nome ou número. Fonte: autor.
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Departamentos mudaram de nome mas a sinalização não foi corrigida. São descuidos que acabam gerando algum nível de desconiança por parte do público usuário;
2.3.8. Ruas e praças da Unifor não
têm nome.
Ambientes como ruas e praças da Unifor não têm nome (ig. 28) – ou se têm – não foram divulgados. Como planejar um percurso ou mesmo pedir uma orientação a alguém para circular por ruas sem nome, em uma área de setecentos e vinte mil metros quadrados? Ruas e praças podem e devem funcionar como marcos. Sobre esse assunto e de acordo com Lynch (1960, p.14), o processo de orientação espacial depende muito da imagem que se forma do meio ambiente e que os homens têm a necessidade de conhecer e estruturar esse meio. Prédios, andares, ruas, praças, setores são maneiras de estruturar o meio;
2.3.9. Iluminação deiciente.
O sistema de iluminação utilizado nas áreas abertas do Campus da Unifor não é compatível com o ambiente. Luzes em postes muito altos e em meio à grande quantidade de árvores têm sua capacidade de iluminação comprometida. Parece não ter sido levado em conta o fato da Unifor também funcionar à noite. Neste período, encontra-se alguns troncos de árvore
iluminados por reletores direcionais, instalados no chão. Mas nenhuma peça do sistema de sinalização foi tratada da mesma forma.
Com exceção de placas e totens instalados próximos ou em áreas internas, iluminados pelas luzes desses ambientes, todas as outras peças situadas nas áreas de circulação icam quase anuladas à noite, por total falta de visibilidade;
2.3.10. Poucas placas e com muitas
informações.
Sabe-se que não adianta aumentar o número de placas de sinalização para reduzir os problemas de orientação espacial. Esse aumento da quantidade de placas causaria poluição visual e, por consequência, a diiculdade de visualização de todos os outros elementos que poderiam ajudar na construção de um mapa mental.
Na Unifor, há totens, por exemplo, indicando na mesma peça a direção de vários blocos de salas de aula. Só que, além da grande quantidade de informações na peça, a palavra “bloco” aparece várias vezes, antes de cada letra identiicadora. Uma alternativa seria aplicar a palavra bloco apenas uma vez e aumentar o tamanho das letras que identiicam os blocos. Mas, de acordo com Costa (1987, p. 180), o aumento do tamanho de letras, palavras ou números só se justiica por dois motivos: ou por hierarquização de informações ou pela
2.3.13. Mapas esquemáticos pouco
eicientes.
A principal orientação para criação de mapas esquemáticos é não utilizar muitos detalhes do lugar. Não há a necessidade de fazer a arte do mapa com a idelidade de uma fotograia. Quanto menor a quantidade de elementos, melhor. Devem icar apenas os setores mais importantes para facilitar a localização no espaço. Para Gibson (2009, p. 100), a linguagem gráica dos mapas esquemáticos deve ser adequada às necessidades de informação e às características da geograia do cenário descrito. Pontos de referência como a posição do norte magnético, de avenidas principais e prédios diferenciados que podem ser vistos a uma certa distância são elementos indispensáveis em peças desse tipo;
2.3.14. Modelo de totem com
problema de direção.
O modelo de totem visto na ig. 30 (página ao lado) tem uma extremidade superior saliente e pode funcionar como elemento indicador. O detalhe ganha a função de um signo direcional, só que, em alguns casos, a peça foi instalada ao contrário, com a extremidade saliente voltada para o lado oposto, gerando um ruído de comunicação. No caso da Unifor, o mesmo problema se repete em outros locais do Campus. É a prova concreta de que não basta criar a peça conveniência de cobrir distâncias de visão por
impedimento de ordem arquitetônica;
2.3.11. Muitas peças artísticas que
poderiam ser marcos visuais.
Na tentativa de embelezar o Campus, muitas obras de arte como pinturas (até de grandes artistas), estátuas e esculturas foram sendo colocadas tanto nas áreas internas, como em áreas externas de circulação. Muitas delas estão bem próximas e perdem a capacidade de serem tomadas como pontos de referência. A falta de critérios mais rigorosos no posicionamento das obras e a proximidade a outros elementos arquitetônicos ou não tornam as peças invisíveis;
2.3.12. Discreta identiicação dos
blocos construídos.
A identiicação dos blocos construídos (ig. 29) só é percebida quando se chega bem perto dos prédios. São utilizadas letras-caixa ixadas nas fachadas, e apenas nas fachadas, em um tamanho muito pequeno em relação ao local onde foram instaladas. O recurso não tem boa visibilidade também por falta de iluminação e/ ou vegetação próxima;
Figura 29: Discreta
identiicação dos blocos. Fonte: autor.
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Figura 30: Totem
indicativo do Teatro Celina Queiroz com ponta virada para o lado oposto. Fonte: autor.
Figura 31: Fachada do prédio da biblioteca utilizada como um outdoor publicitário. Fonte: autor.
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e deinir o local onde ela será instalada. Fiscalizar a instalação é vital;
2.3.15. Fachada de alguns prédios
da Unifor com mensagens publicitárias.
A fachada de alguns edifícios do Campus da Unifor está funcionando como local para ixação de mensagens publicitárias de grande formato (ig. 31). Se por um lado o edifício ica bem destacado e pode até funcionar como um marco referencial, por outro lado, as características arquitetônicas da fachada icam invisíveis;
2.3.16. Quatro modelos de
sinalização simultâneos no Campus da
Unifor.
Foram detectados quatro modelos de sinalização simultâneos no Campus da Unifor. Um visitante pode até ter a impressão de que existem algumas empresas funcionando dentro do Campus. De acordo com o que se vê na ig. 32, o setor de esportes parece ter ignorado totalmente a existência de um layout presente na maioria das peças de sinalização e adotou um. Da mesma forma, e após a reforma do estacionamento maior dos estudantes, ocorrida em 2014, foram instaladas algumas placas no padrão de estrada. Placas com fundo verde fosforescente e letras brancas. Na entrada de outro estacionamento interno da mesma instituição, mais um layout de placa. A falta
Figura 32: Outros padrões
visuais de sinalização adotados pela Unifor. Fonte: autor.
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de unidade no padrão visual da sinalização da Unifor apresenta-se como um de seus principais problemas;
2.3.17. Área de acesso às salas de
aula sem informações sobre o andar.
No inal de cada vão das rampas de acesso às salas de aula não há informação alguma sobre as salas do andar (ig. 33). Nem em placas suspensas, nem em placas ixadas em parede. Mas uma área de muita visibilidade no guarda- corpo das rampas está sendo utilizada como base para um banner da Unifor divulgando cursos de pós-graduação. Mais uma vez, como visto no item 2.3.15, áreas importantes dos prédios sendo ocupadas por mensagens publicitárias;
2.3.18. Rampas sem informações.
Na entrada (para quem sobe) e saída (para quem desce) das rampas, também não há qualquer tipo de informação sobre número de salas e outros setores presentes nos andares e/ ou térreo do edifício (ig. 34). Uma das propostas apresentadas no capítulo 3 é um diretório situado próximo à região citada;
2.3.19. Grande número de pontos de
decisão.
O crescimento desordenado do Campus da Unifor acabou por gerar diversas possibilidades de circulação. A consequência direta disto é o
Figura 34: Nenhuma
informação é dada para quem sobe ou desde nas rampas. Fonte: autor.
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Figura 33: Rampas
com banner e nenhuma indicação de salas. Fonte: autor.
Figura 36: Outro
ponto de decisão em área arborizada e sem sinalização. Fonte: autor.
Figura 35: Ponto de
decisão sem qualquer tipo de sinalização. Fonte: autor.
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grande número de pontos de decisão (ig. 35 e 36) que são pontos em que trilhas se cruzam e onde são necessárias peças como placas ou totens de indicação para que usuários continuem seguindo aos seus destinos de maneira segura. É certo que direções diferentes para um mesmo destino tornam a informação ambígua. Uma solução apontada por Barreto (2005, p. 77) é estruturar melhor os percursos para reduzir os pontos de decisão, fornecendo alternativas mais lineares e menos fragmentadas. Mas o sucesso dessa alternativa vai depender muito da coniguração espacial dos edifícios. A ideia é facilitar os luxos e evitar perdas de tempo e equívocos, que, em se tratando de casos de emergência, podem resultar em situações fatais.
Na fase inicial de um projeto de Wayinding
Design, a partir da análise do comportamento
do usuário por observação direta ou ilmagem, é possível conseguir informações valiosas sobre padrões de tráfego em edifícios complexos. Essa é uma das maneiras pelas quais arquitetos conhecem as preferências dos usuários em relação à localização. É desta forma que se pode ter uma boa noção a respeito dos melhores pontos dentro de espaços fechados e/ou abertos, conhecer as áreas onde os usuários possam parar, analisar o ambiente e determinar para onde ir durante a navegação. É certo que as necessidades de comunicação
são muito distintas em diferentes conigurações espaciais e são muito afetadas pelo tipo de atividade humana que essas conigurações pretendem apoiar. Portanto, é difícil, se não impossível, estabelecer critérios de projeto, independentemente das únicas peculiaridades de cada edifício ou de ajuste. Uma análise detalhada dos atributos visuais e funcionais do espaço construído não é apenas uma forma sensata de planejamento, mas também uma forma de elucidar a permanente interação entre estética e função. (DE JESUS, 1994, p. 6-7).
Outra questão fundamental defendida por Orsntein & Romero1 (1995) e Löbach2 (2001),
é a de que os ambientes são manipuláveis e ganham importância especial a partir da
1 ORSNTEIN, S., BRUNA, G., ROMÉRO, M. Ambiente construído e comportamento:
a avaliação pós-ocupação e a qualidade ambiental. São Paulo: Nobel, Fauusp,
1995.
2 LÖBACH, B. Design industrial – bases para a coniguração dos produtos
industriais. Tradução de Freddy Van Camp. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
constatação de que o modo de vida das pessoas pode ser alterado pelas novas condições implantadas nos ambientes. A mesma ideia também é compartilhada por Giford3 (1976
apud Kowaltowski et al, 2001), que defende essa manipulação dos ambientes para que os usuários percebam as mudanças e usem todos os recursos da melhor forma.
De forma contraditória, Pigossi4 (2004, apud
Bormio e Da Silva, 2009, p. 98) enfatiza que um ambiente não é tão passivo como pode parecer e que é sempre bom considerar a força de atuação que o ambiente exerce sobre as pessoas. Para o autor, “nós modelamos a arquitetura e por ela somos modelados”. (HALL, 1981, p.99, apud BORMIO e DA SILVA, 2009, p. 98).
Ainda sobre a interface ambiente construído X homem, os autores Bormio e Da Silva lembram que
ao longo da história, vários foram os ambientes construídos que acabaram por reletir épocas, pensamentos, estilos, marcar conquistas, soberanias, revoluções e ideais políticos e sociais. Entretanto, nota-se que esses ambientes foram – ou em muitos casos ainda são – pensados enfocando seus usos, aspectos e materiais construtivos, dimensões e signiicados estéticos, não direcionando as
devidas preocupações com o homem/usuário que, por não ser entendido como componente do projeto, acabava sofrendo ao utilizá-los
3 GIFFORD, R. Environmental Numbness in the Classroom. The Journal of
Experimental Education. Washington, D. C.: Heldref Pubications, 1976.
4 PIGOSSI, C. D. A importância das cores e natureza no ambiente interno. In: 4º Congresso de Humanização Hospitalar em ação, 2004.
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as consequências de problemas humano- ambientais, com frequentes ocorrências de constrangimentos e insatisfações. (BORMIO E DA SILVA ,2009, p.98).
Na visão de Rapoport (1978), esses ambientes são “extensões tridimensionais do mundo que rodeia o ser (intervalos, relações e distância entre pessoas, entre pessoas e coisas, e entre coisas)”, e ganham uma disposição espacial planejada de forma a expressar signiicados através de recursos variados como, por exemplo, símbolos, materiais, cores, formas, divisões etc. (BORMIO e DA SILVA, 2009, p.98). Apresenta-se, então, a seguir, um estudo propositivo que pretende maximizar a orientação espacial e facilitar a circulação de usuários e veículos pelos espaços do Campus da Universidade de Fortaleza.