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Arbeidsgruppens prinsipale forslag for lokale ruter

7, 2.5 Stor-Oslo Lokaltrafikk AlS

9. ARBEIDSGRUPPENS KONKLUSJONER

9.2 Arbeidsgruppens prinsipale forslag for lokale ruter

De acordo com o item 5.5.2, o universo selecionado para responder ao questionário on-line foram os alunos de cursinho pré-vestibular, sendo a amostra composta por dois cursos. Porém, ressalta-se que o questionário ficou aberto a qualquer visitante/usuário da Biblioteca nas Nuvens que tivesse interesse em respondê-lo.

Desta forma, os dados coletados nesta etapa da pesquisa possibilitaram delinear ainda mais o perfil dos usuários, coletar informações sobre o uso de ferramentas Web, sobre os livros em formato digitais, bem como saber a opinião do usuário referente à biblioteca.

No que se refere ao perfil, constatou-se que, acerca do gênero, 60% são do gênero feminino e 40% do gênero masculino. No que se refere à faixa etária dos usuários, essas são compreendidas em até 19 anos (20%), entre 20 e 29 anos (20%), entre 30 e 39 anos (13,3%), entre 40 e 50 anos (13,3%) e acima dos 50 anos (33,4%), conforme dados do Gráfico 12.

Gráfico 12 – Faixa etária dos usuários

Destaca-se que as variáveis da faixa etária são diferentes nos Gráficos 9 e 11, mesmo assim é possível fazer um comparativo, de modo que no Facebook o grupo mais popular está entre 25-34 anos, totalizando 44% dos fãs, enquanto que para o site a faixa etária com predominância é acima dos 50 anos. Mais uma vez, essa informação coaduna com as da localização, onde se pode aferir que os usuários do site não são os mesmos do Facebook.

Quanto ao nível de escolaridade, 13,3% possuem nível médio; 13,3% têm especialização; 53,4% possuem graduação; e 20% mestrado. Os cursos de graduação identificados foram: Biblioteconomia, Matemática e Ciências Contábeis. Acredita-se que a porcentagem elevada dos usuários com graduação e mestrado tenha ocorrido devido à divulgação da biblioteca por meio das visitas aos cursos, através das redes sociais, dos grupos e listas de contatos que a pesquisadora participa.

Gráfico 13 – Nível de escolaridade

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

Ao se analisar os dados do nível de escolaridade verifica-se que a pesquisa acabou atingindo todos os níveis educacionais, desta forma, superando o alcance do público-alvo previsto no planejamento.

No que se refere sobre ao uso de ferramentas na Web, a pesquisa constatou que, em média, 46,6% passam mais de 10 horas por semana utilizando o

computador. Verificou-se ainda que 6,7% passam menos de 2 horas, 26,7% passam entre 2 e 5 horas e que 20% ficam entre 5 e 10 horas.

Gráfico 14 – Média de horas por semana que utiliza o computador

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

Ao questionar se o usuário já havia visitado uma biblioteca digital antes, a pesquisa obteve como respostas: 80% já visitaram e que para 20% dos usuários essa foi a primeira vez. No que se refere à frequência de visitas às bibliotecas digitais, constatou-se que 6,7% visitam pelo menos uma vez por dia; 26,7% visitam algumas vezes pela semana, mas não todos os dias; 13,3% quase nunca e 53,3% eventualmente. Pode-se inferir que essa frequência do número de acesso às bibliotecas digitais é reflexo direto do avanço de acesso à Internet no país, tema debatido por Cunha e McCarthy (2006). Para os autores, o sucesso da biblioteca digital ocorrerá com a exclusão digital. Os dados da frequência podem ser visualizados no Gráfico 15, a seguir.

Gráfico 15 – Frequência de visita às bibliotecas digitais

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

Quanto ao que levou os usuários a consultar a Biblioteca nas Nuvens, constatou-se que 13,3% visitaram a biblioteca apenas para o vestibular; 13,3% por gosto de ler; e 40% por curiosidade. Ressalta-se que, para esta questão, era possível assinalar mais de uma opção.

Gráfico 16 – O que levou a consultar essa biblioteca

Verificou-se que os usuários consideram importante que as bibliotecas utilizem as redes sociais (80% consideram muito importante) enquanto que para 13,3% sim é legal e apenas 6,7% são indiferentes. O crescimento exponencial das redes sociais fez surgir um novo profissional: “o analista de mídias sociais, responsável por monitorar marcas nas redes e gerir os perfis das empresas” (SACRAMENTO, 2011, p. 26). Estas inovações representam para o profissional bibliotecário um novo campo de atuação para o profissional bibliotecário. Outrossim, de acordo com o que foi apurado nesta pesquisa, fica evidenciado que se faz necessário que as bibliotecas se insiram no universo das redes sociais.

Quanto à classificação, no que se refere à iniciativa de criamos uma biblioteca digital, constatou-se que para 86,7% é uma ótima iniciativa e para 13,3% é boa. Isso indica que este campo de atuação pode ser mais explorado pelo profissional de informação, sem a necessidade de repassar tais atividades para uma área específica de Tecnologia da Informação. De acordo com Procópio (2004, p. 82), “com a implementação de uma Biblioteca Digital estará se registrando manifestações culturais em formato digital, em mídia segura, mantendo e preservando vivas as documentações das origens e identidade da cultura brasileira”. A disponibilização de obras literárias permite a preservação, bem como a disseminação da cultura na sociedade.

Na avaliação da biblioteca, os usuários opinaram sobre as seguintes váriaveis: atendimento do bibliotecário; instruções para acesso ao material disponível; ferramenta de busca; informações sobre o projeto; e livros disponíveis. Constatou-se que em relação ao atendimento do bibliotecário, 26,7% consideraram bom e 33,3% ótimo. Sobre as instruções para acesso ao material disponível, 40% consideraram bom e o mesmo percentual ótimo. Quanto à ferramenta de busca, 26,65% consideram médio; 40% bom e 26,65 ótimo. No que diz respeito às informações sobre o projeto, 26,7% consideraram bom e 53,3% ótimo. No que tange aos livros disponíveis, 33,3% consideram médio e bom. Os dados da avaliação podem ser visualizados no Gráfico 17.

Gráfico 17 – Avaliação da biblioteca

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

De acordo com Lancaster (2004, p. 11) a avaliação é considerada “um componente essencial da administração”, através da avaliação da opinião dos usuários é possível traçar novas metas para a biblioteca, buscando melhorar e ampliar os serviços oferecidos aos usuários. O autor coloca ainda que a avaliação é “feita para reunir dados uteis para as atividades destinadas a solucionar problemas ou tomar decisões”.

A última questão referente à variável “uso de ferramentas na Web”, buscou-se identificar como o usuário tomou conhecimento da biblioteca. Desta forma, a pesquisa constatou que o número de usuários advindos das redes sociais foi confirmado. 53,3% ficaram sabendo da biblioteca pelo Facebook e 6,7%, pelo SecondLife, o que sugere que a RV está cada vez mais presente na vida das pessoas. Os dados podem ser visualizados no Gráfico 18.

Gráfico 18 – Como ficou sabendo da biblioteca

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

A váriavel sobre “os livros em formatos digitais” buscou identificar a preferência dos leitores no que tange aos ebooks. A pesquisa identificou que os usuários preferem ler seus livros no formato impresso, conforme visualiza-se no Gráfico 19, a seguir.

Gráfico 19 – Preferência de leitura

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

Os autores Eco e Carriére (2010, p. 16) retratam a importância do livro impresso. Para os eles, “as variações em torno do objeto livro não modificaram a sua função, nem sua sintaxe, em mais de quinhentos anos”. Mas, os leitores, aos poucos, vão aderindo às novas tecnologias, às facilidades de acesso e as

possibilidades de estabelecer ligações dinâmicas, do livro digital, vão aos poucos conquistando os leitores. Não há dúvidas de que sempre existirão os amantes do livro impresso, mas poder carregar vários livros dentro de um mesmo aparelho atrai a cada dia os leitores, as instituições e os programas de governo. Como exemplo há o livro didático, cujos editais já foram lançados.

Evidenciou-se, ainda, que os dispositivos para ebooks utilizados são: 20% iPad; 13,3% Samsung Galaxy; e ainda outro referente a 20% e sem respostas 13,3%. Ressalta-se a duplicidade de dispositivos em um mesmo percentual por o usuário poder assinalar mais de uma alternativa. Os dados dos dispositivos podem ser visualizados a seguir, no Gráfico 20.

Gráfico 20 – Dispositivos para ebooks

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

Ao questionar qual o melhor formato para leitura em dispositivos digitais, constatou-se que 60% preferem o formato PDF, para 33,3% tanto faz e 6,7% não responderam. A predominância pelo PDF coaduna com o mesmo resultado obtido na primeira fase, a da preparação, sendo o principal formato disponibilizado pelas bibliotecas. Representando ele também entre os usuários da Biblioteca nas Nuvens, como a preferência na hora da leitura digital.

Por fim, o questionário buscou saber a opinião do usuário acerca da biblioteca. Desta forma, ressalta-se a fala de alguns usuários:

 Pontos positivos :

“Praticidade e clareza em tudo que é oferecido”.

“Muito boa esta inciativa da biblioteca digital; Muito pertinente o público-alvo”.

“Excelente iniciativa. Boas publicações iniciais, com foco na literatura brasileira. Gostei do título [...]. Mais de um formato para leitura”. “Fácil acesso, sem precisar de se cadastrar ou colocar senha; Informações precisas; Ambiente interativo”.

 Pontos negativos:

“Poucos livros, mas isso é totalmente compreensível pois está apenas começando”.

“Aumentar o acervo”.

 Item não citado no questionário: opinião

“Essa é uma biblioteca pública, sendo assim, deve ter outras obras de interesse popular, não só os livros já existentes no acervo. Esse estudo poderia ter sido abordado nesse questionário, buscando as

preferências daqueles que vão acessá-la futuramente”.

Ressalta-se que no atendimento do bibliotecário, as sugestões, comentários e questionários foram, em sua maioria, referentes ao tamanho do acervo, corroborando os dados da avaliação e as opiniões aqui constatadas. O acervo encontra-se em processo de construção diariamente.

Portanto, pode-se aferir a compreensão dos usuários acerca do acervo, tendo em vista que para a composição do acervo não é simplesmente colocar uma nova obra, mas que por trás de cada livro ocorre todo um processamento técnico.