As voçorocas ocorrem associadas aos gnaisses migmatíticos na porção sudeste do CMB. As que mais se desenvolveram são as que estão situadas em locais onde há intercessão entre zonas de cisalhamento frágil observadas em campo ou entre traços de fraturas e/ou lineamentos. Os dígitos e eixos principais geralmente desenvolvem-se sobre zonas de fraturas com alta freqüência de fraturamento ou paralelamente aos traços de fratura e lineamentos.
As voçorocas também estão relacionadas à atividade tectônica. Concentram-se nas margens soerguidas das bacias de drenagem que sofreram basculamento em decorrência de atividade tectônica. As voçorocas também estão concentradas a montante do desnível topográfico causado por um falhamento de direção NE-SW, que corresponde ao limite entre os compartimentos tectônicos 2 e 5.
A deformação dúctil também condiciona a direção de propagação das voçorocas. Porém essa influência só foi observada bem ao sul da área, onde a foliação gnáissica orienta-se segundo a direção E-W definindo zonas de cisalhamento dúcteis.
A tabela 6.1 apresenta de forma resumida o grau de importância relativa dos processos controladores de voçorocas observados na porção sudeste do CMB
Tabela 6.1- Grau de importância relativa dos processos controladores de voçorocas
Grau de importância Processos controladores Atividade antrópica Litologia (gnaisses migmatíticos)
Deformação frágil
Alkmim F. F. & Marshak S. 1998. Transamazonian Orogeny in the Southern São Francisco Craton Region, Minas Gerais, Brazil: evidence for Paleoproterozoic collision and collapse in the Quadrilátero Ferrífero. Precambrian Research, 90: 29-58.
Almeida F.F.M. 1977. O Cráton do São Francisco. Revista. Brasileira de Geociências, 7 (4): 349-364.
Amaral, U.C. 1999. Geologia do entorno da represa Rio de Pedras (área norte), Quadrilátero Ferrífero, MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 51p.
Araújo, W.C. 2000. Caracterização geológica de um segmento do sinclinal Dom Bosco, região do Catete- Cumbi, Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de graduação, 63p.
Assis, L.M. 1999. Geologia do entorno da represa Rio de Pedras (área sul), Quadrilátero Ferrífero, MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 66p.
Babinski M., Chemale F. Jr, Van Schums W.R.1991. Geocronologia Pb-Pb em rochas carbonáticas do Supergrupo Minas, Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais, Brasil. In: SBGq, Congr. Bras. Geoq., São Paulo, 3, Resumos, 2: 628-631.
Babinski M., Chemale F. Jr, Van Schums W.R.1993. A idade das formações ferríferas bandadas do Supergrupo Minas e sua correlação com aquelas da África do Sul e Austrália. In: SBG, Simp. Cráton do São Francisco, Salvador, Núcleo Bahia/Sergipe, Anais, 2: 152-153.
Bacellar L.A.P. 2000. Condicionantes Geológicos, Geomorfológicos e Geotécnicos dos Mecanismos de Voçorocamento na Bacia do Rio Maracujá, Ouro Preto, MG. Instituto de Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Tese de Doutoramento, 226 p.
Barbosa A.L.M 1980. Superfícies de erosão no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. Revista Brasileira de Geociências, 10 (1): 89-101.
Bigarella J. J., Becker R. D., Passos E. 1994. Estrutura e origem das paisagens tropicais e subtropicais. V. 1 e 2, Editora da UFSC, Florianópolis.
Carneiro M.A. 1992. O Complexo Metamórfico Bonfim Setentrional. Revista da Escola de Minas, 45: 155-156.
Carneiro M.A., Noce C. M., Teixeira W. 1995. Evolução policíclica do Quadrilátero Ferrífero: uma análise fundamentada no conhecimento atual da geocronologia U/Pb e geoquímica isotópica Sm/Nd. Revista da Escola de Minas, 48(4):264-273.
Castro E.C.C., Ferreira J.E. 1997. Aspectos estratigráficos, sedimentares e estruturais dos sedimentos cenozóicos da borda leste do Quadrilátero Ferrífero entre Santa Rita Durão e Fonseca, Minas Gerais. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 49p.
CEMIG 1987. Ortofotos folha Ouro Preto 42-12-05 a 42-12-14. Esc. 1:10.000. Curitiba, Esteio/Belo Horizonte, (Projeto 03/86).
Chemale Jr. F., Rosiére C.A., Endo, I. 1991. Evolução tectônica do Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. Revista Pesquisa, 18(2): 104-127.
Costa J.I.1999. Mapeamento Geológico na Escala 1:10.000 na Região de São Gonçalo do Bação, Complexo Metamórfico Bação – Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 42p.
Cruz L.V. 1999. Mapeamento Geológico de Detalhe da Borda Su-Sudoeste do Complexo Metamórfico Bação, Região de Engenheiro Correia – Ouro Preto – Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 77p.
Dorr J.V.N. 1969. Physiographic, stratigraphic and strutural development of the Quadrilátero Ferrífero, Brazil. U. S. Geological Survey Professional Paper, 641 A: 1-109.
Endo I. & Carneiro M. A. 1996. O regime tectônico do Neo-Arqueano no Quadrilátero Ferrífero: Um modelo transpressional. In: SBG, Congresso Brasileiro de Geologia, 39, Anais, 1: 411-413.
Endo I. 1997. Regimes Tectônicos do Arqueano e Proterozóico no interior da Placa Sanfranciscana: Quadrilátero Ferrífero e Áreas Adjacentes, Minas Gerais. Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo, Tese de Doutoramento, 243 p.
Fernandes F.1990. Estudos Preliminares d Potencialidade dos Aqüíferos Confinados na Região Cristalina do Complexo Bação para uso público nos distritos de Amarantina – Santo Antônio do Leite – Glaura, no Município de Ouro Preto – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 51p.
Ferreira A.C.S. 1999. Mapeamento Geológico-Estrutural da Folha Ouro Preto 42-12-01 na Escala 1:10.000, Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 73p.
Ferreira L L. 1999. Contribuição à Geologia da Porção Oeste do Complexo Metamórfico Bação, Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 56p.
Ferreira, R.A. 1999. Mapeamento geológico na escala 1:10.000, na região de Santo Antônio do Leite, Complexo Metamórfico Bação, Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 45p.
Fonseca, B.E.P. 1999. Mapeamento Litoestrutural da região de Engenheiro Corrêa, Complexo Metamórfico Bação, porção sudoeste do Quadrilátero Ferrífero, MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 85p.
Franco, A.S.P. 1999. Geologia da região de Glaura/Cachoeira do Campo – Complexo Metamórfico Bação – Quadrilátero Ferrífero – MG. Universidade Federal de Ouro Preto. Departamento de Geologia, Ouro Preto, MG. Trabalho de graduação, 65p.
Gallas J. D. F. 2000. Principais métodos geoelétricos e suas aplicações em prospecção mineral, hidrologia, geologia de engenharia e geologia ambiental. Instituto de Geociências, Universidade Estadual de São Paulo, Rio Claro, Tese de Doutoramento, 174p.
Gomes C.J.S. 1986. Estudos estruturais e texturais no Complexo de Bação e nos metassedimentos adjacentes, Quadrilátero Ferrífero – Minas Gerais”. In: SBG, Cong. Bras. Geol., Goiânia, 34, Anais, 3: 1232-1245.
Gomes C. J. S & Eisele R. 1992. A deformação em uma zona de cisalhamento descontínua na borda do Complexo do Bação, Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. In: SBG, Cong. Bras. Geol., 37, São Paulo, Boletim de Resumos Expandidos, 2:366.
Gomes C.J.S., Baptista E.I. 1994. A Borda do Complexo Metamórfico do Bação: Deformação e Análise Estrutural. Revista da Escola de Minas, 47(1):59-61.
Gomes N.S. 1986. Determinações geotermométricas e geobarométricas em paragêneses minerais de alto grau metamórfico no Complexo do Bação, Quadrilátero Ferrífero – Minas Gerais. In: SBG, Cong. Bras. Geol., Goiânia, 34, Anais, 4: 1424-1436.
Gomes, N.S. & Muller, G. 1987. Caracterização Química de Paragêneses Minerais de Alto Grau Metamórfico no Complexo do Bação – Quadrilátero Ferrífero – Minas Gerais. Revista da Escola de Minas, 40(1): 25-36.
Goulart C.C.2000. Mapeamento Litoestrutural e Contribuições à Geologia na Região do Córrego do Saboeiro, na porção oeste do Complexo Metamórfico Bação, Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 35p.
Graça, L.M. 1999. Contribuição à geologia da região de Glaura e Soares, Minas Gerais. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 57p.
Guimarães, A.J. 2000. Mapeamento Geológico-estrutural da região noroeste do Complexo Metamórfico Bação, MG – Folha Rio Acima – Escala 1:10.000. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 69p.
Guimarães D., Melo, S.M.G., Melo, E.A.V., 1967, “O Complexo de Bação”. Bol. Inst. /EFM Geol OP, 2(1): 1- 12.
Hancock P. L. 1994. Continental Deformation. Pergamon Press Ltd, Oxford, England, 421p.
Hasui Y. 1990. Neotectônica e aspectos fundamentais da tectônica ressurgente no Brasil. In: Workshop sobre neotectônica e sedimentação cenozóica continental do Sudeste Brasileiro, Belo Horizonte, 1: 1-31.
Herz N. 1970. Gneissic and igneous rocks of the Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais, Brazil. U. S. Geological Survey Professional Paper, 641 B: 1-58.
Hippert J.F.1994. Structures indicative of helicoidal flow in a migmatitic diaper – Bação Complex, southeastern Brazil.Tectonophisics.P.169-196.
Inglis C. F. 1913. Stress in a plate due to the presence of cracks and Sharp corners. Royal Institute of Naval Architects Transactions, 55: 219-230.
Irwin G. R. 1957. Analysis of stresses and strains near the end of a crack tranversing a plate. Jounal of Applied Mechanics, 24: 361-364.
Jain V. E. 1984. Geotectónica General, Moscou, 1: 357p.
Katz Y., Weinberger R., Aydin A. 2004. Geometry and kinematic evolution of Riedel shear structures, Capitol Reef National Park, Utah. Journal of Structural Geology, 26: 491-501.
Keller E. & Pinter N. 1996. Active tectonics: erthquakes, uplift and landscape, Prentice-Hall, Englewood Cliffs, NJ, 338p.
Lachenbruch A. H. 1961. Deph and spacing of tension cracks. Journal of Geophysical Research, 66: 4273-4292.
Lachenbruch A. H. 1962. Mechanics of termal contraction cracks and ice-wedge polygons in permafrose. Geological Society of America Spacial Paper, 69p.
Lana, C.C. 1999. Geologia de um setor do Complexo Metamórfico Bação, porção norte de Engenheiro Correa – Quadrilátero Ferrífero, MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 51p.
Lasa Engenharia e Prospecções S.A. 2001. Relatório Final do Levantamento e Processamento dos Dados Magnetométricos e Gamaespectrométricos. Levantamento Aerogeofísico de Minas Gerais Área 2 – Pitangui - São João de Rei - Ipatinga. Secretaria de Estado de Minas e Energia – SEME – Governo de Minas Gerais.
Lázaro M.F. 1999. Mapeamento Geológico Estrutural de um Setor do Complexo Metamórfico Bação na Região de Amarantina – Quadrilátero Ferrífero. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 59p.
Lima. A.L.C. 1999. Análise petrológica e estrutural na borda sudeste do Complexo Metamórfico Bação – Quadrilátero Ferrífero – Minas Gerais. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 35p.
Lima C.C. 1999. Expressions topographiques et structurales de l’etat de compression generalize au sein de la plaque sudamericaine. Thèsè de Doctorat Présenté de Rennes 1, 355p.
Lima, J.F. 1999. Mapeamento Litoestrutural de um segmento da borda NE do Complexo Metamórfico Bação, Quadrilátero Ferrífero, MG . Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 58p.
Lipski M.2002. Tectonismo Cenozóico no Quadrilátero Ferrífero., Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Dissertação de Mestrado, 171p.
Lopes, A.P. 1999. Mapeamento geológico-estrutural da folha de Ouro Preto (42-12-01), escala 1:10.000, região centro-norte do Complexo Metamórfico Bação, MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro
Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 47p.
Luiz J. G. & Silva L. M. C. 1995. Geofísica de Prospecção. CEJUP, Belém, 311 p.
Machado N.& Noce C.M. 1993. Idades Pb207/Pb206 de zircões detríticos de rochas meta-sedimentares da região do Quadrilátero Ferrífero, sul do Cráton São Francisco. Considerações sobre as áreas fontes e idades de sedimentação. In: SBG, Simpósio do Cráton do São Francisco, Salvador. Núcleo Bahia/Sergipe, 2, Anais, pp.: 149-151.
Maciel, S.L. 1999. Mapeamento litoestratigráfico, petrogênese e evolução geológica da porção noroeste do Complexo Metamórfico Bação. MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 44p.
Mapa Municipal de Ouro Preto 1980. Projeto Mapas Municipais do Estado de Minas Gerais.
Marshak S., Alkimim F.F., Evangelista H.J.1992. Proterozoic Crustal Extensional and the Generation of dome- and-keel structure in Archean granite-greenstone terrene. Nature, 357: 491-493.
Marshak S. & Mitra G. 1988. Basic Methods of Structural Geology. Prentice Hall, Enlewood Cliffs.
Marshak S., Tinkham D., Alkimim F.F., Brueckner H. & Bornshorst T.1997. Dome-and-Keel provinces formed during Paleoproterozoic orogenic collapse – core complex, diapers, or neither?: Examples from the Quadrilátero Ferrífero and Penokean orogen. Geology, 25(5):145-148.
Martins C.M. 2000. Geologia de Um Segmento na Aba Norte do Sinclinal Dom Bosco e na Borda Sul do Complexo Metamórfico do Bação – Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 62p.
Martins, L.M.R. 1999. Mapeamento geológico de detalhe da região de Amarantina/Cachoeira do Campo, Complexo Metamórfico do Bação, Quadrilátero Ferrífero, MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 66p.
Meis M. R. M. 1977. As unidades morfoestratigráficas quaternárias no médio vale do rio Doce. Anais Academia Brasileira Ciências, 49: 443-459.
Moreira A.P.A. 1999. Mapeamento Geológico da região a norte de Itabirito, Complexo Metamórfico Bação, Quadrilátero Ferrífero, MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 77p.
Moreira V. R. M. 1992. Fatores condicionantes das voçorocas na sub-bacia do rio Santo Antônio, Bacia do Rio Grande, MG. Instituto de Geociências, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
Möner N. 1990. Neotectonics and structural geology; general introduction. Bull. Int. Quat. Ass.Neotec. Comm. 13: 87.
Muir Wood R & Mallard D. J. 1992. When is a fault extint? J. Geol. Soc. Lond. 149: 251-255.
Nery A. C. F., Aranha P. R. A. 1995. Uma nova tecnologia em prospecção geoelétrica: Metodologia Cacau. In: Cong. Brasil. Geof., São Paulo, Anais; 996-998.
Neto Y.A. 1999. Mapeamento Litoestrutural de um Setor do Complexo Metamórfico do Bação – Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 57p.
Neves A. P. V. 2002. Estudo Geofísico para a caracterização geológica e hidrogeológica da sub-superfície rasa em área de deposição de rejeitos sólidos no município de Barcarena – PA. Universidade Federal do Pará, Dissertação de Mestrado, 50p.
Newman Fernández J. A. 2004. Integração de dados geológicos e geofísicos para a seleção de áreas alvos para a prospecção de esmeralda na Folha Itabira, Minas Gerais. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 192p.
Noce C. M. 1995. Geocronologia dos eventos magmáticos, sedimentares e metamórficos na região do Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo, Tese de Doutoramento, 128 p.
Oliveira A.D. 1999. Mapeamento geológico da região de São Gonçalo do Bação, na porção sudoeste do Complexo Metamórfico Bação, Quadrilátero Ferrífero, MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 64p.
Oliveira N. V. 2005. Modelagem e Inversão 2D de Dados Magnetométricos Aplicados na Caracterização da Geometria do Sinclinal Gandarela e Homoclinal Curral – Quadrilátero Ferrífero, MG. Universidade Federal de Ouro Preto, Departamento de Geologia, Dissertação de Mestrado, 125p.
Pluijim B. A. & Marshak S. 1997. Earth Structure: An introduction to structural geology and tectonics. The McGraW-Hill Companies, United States of America, 495p.
Pereira Filho M. 2000. Mapeamento Geológico de Detalhe de Um Segmento da Aba Norte do Sinclinal Dom Bosco e Sul do Complexo Metamórfico Bação – Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 70p.
Pollard D. D. & Aydin A. 1988. Progress in understanding jointing over the past century. Geological Society of America Bulletin,100:1181-1204.
Porfiro, V. 2000. Mapeamento geológico na escala 1:10.000 de um segmento da aba norte do sinclinal Dom Bosco – Quadrilátero Ferrífero, MG, Brasil. Universidade Federal de Ouro Preto. Departamento de Geologia, Ouro Preto, MG. Trabalho de graduação, 58p.
Price N. J. 1966. Fault and joint development in brittle and semi-brittle rock. Pergamon Press, London, 176p.
Ramsay J. G. & Huber M. I. 1987. The techniques of modern structural geology.Volume II, Academic Press, London, England, 2, 700p.
Reis, A.M. 2000. Mapeamento litoestrutural da região do ribeirão Saboeiro, na extremidade oeste do Complexo Metamórfico Bação, Quadrilátero Ferrífero, MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 50p.
Renger F.E., Noce C.M., Romano A. W., Machado N. 1995. Evolução Sedimentar do Supergrupo Minas: 500Ma de Registro Geológico no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais, Brasil. Geonomos, 2(1): 1-11.
Rocha M.R.S. 1999. Mapeamento Geológico de Detalhe na Porção Sudeste do Complexo Metamórfico do Bação Quadrilátero Ferrífero – MG. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 41p.
Saadi A. 1991. Ensaio sobre a Morfotectônica de Minas Gerais. Belo Horizonte. Instituto de Geociências, Universidade Federal de Minas Gerais, Tese para admissão a cargo de Professor Titular, 285p.
Saadi A., Sgarbi G.N.C., Rosiére C.A. 1992. A Bacia do Gongo Soco, Nova Bacia Terciária no Quadrilátero Ferrífero: Controle Cárstico e/ou Tectônico. In: SBG/SP, 37º Cong. Bras. Geol. Anais.
Saadi, A. 1993. Neotectônica e tectônica recorrente na porção sul do Cráton do São Francisco. In: SBG, Simp. Cráton do São Francisco, Salvador, 2, Anais, 230-232.
Saadi A. 1996. Hipótese sobre a estruturação tectônica neocenozóica da margem sudeste do cráton do São Francisco. In: SBG, Congr. Brasil. Geol., Salvador, 39, Anais, 5:443-446.
Salaroli, I.S. 1999. Mapeamento litoestrutural da região de Santo Antônio do Leite, Ouro Preto. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de graduação, 68p.
Sant’anna L.G. 1994. Mineralogia das argilas evolução geológica da Bacia de Fonseca – Minas Gerais. Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo, Dissertação de Mestrado, 151p.
Sant’anna L.G., Schorcher J. H. D., Riccomini C. 1997. Cenozoic tectonics of the Fonseca basin region, easten Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais, Brazil. South American Earth Science,10 (3-4): 275-284.
Scharank A., Machado N. 1996b. Idades U-Pb em monazitas e zircões do distrito aurífero de Caeté, da Mina de Cuiabá e do Depósito de Carrapato, Quadrilátero Ferrífero (MG). In: SBG, Congr. Brasil. Geol., Salvador, 39, Anais, 6: 473-475.
Sobreira F. 1998. Estudo das Erosões de Cachoeira do Campo, MG. Relatório Final Projeto FAPEMIG CEX 860/96, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG.
Suguio K. 2001. Geologia do Quatenário e Mudanças Ambientais: (passado + presente = futuro?). Paulo’s Comunicação e Artes Gráficas, São Paulo, 366p.
Telford W. M., Geldart L. P., Sheriff R. E., keys D. A. 1990. Applied Geophysics. Cambridge University Press, Cambrige, 770p.
Valadão R.C & Silveira J.S. 1992. Estratigrafia Quaternária e evolução do relevo no Complexo de Bação. Dados preliminares. In:SBG, Simp. Geol. Minas Gerais, Revista Escola de Minas, 6, Anais, 45(1/2): 85-87.
Vasconcellos R. M., Metelo M. J., Motta A. C. M., Gomes R. D. 1994. Geofísica em levantamentos geológicos no Brasil. CPRM. Rio de Janeiro, 165p.
Varajão C.A.C. 1991. A questão da correlação das superfícies de erosão do Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. Revista Brasileira de Geociências, 21(2): 138-145.
Vilela, R.A. 1999. Geologia de um segmento do Complexo Metamórfico Bação: área entre Glaura e Cachoeira do Campo, Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. Departamento de Geologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Trabalho de Graduação, 77p.
ANEXO I
TABELAS DE FATORES DE ASSIMETRIAS (AF) DE BACIAS E MICROBACIAS
SITUADAS NA PORÇÃO SE DO COMPLEXO METAMÓRFICO BAÇÃO
Tabela I.1- Fatores de assimetrias relativos ao Ribeirão do Mango. Bacias e microbacias Ar (km2) At (km2) Af – Fator de assimetria (%) Mango 8,65 13,71 63,09 R1 1,76 2,52 69,84 R1a 0,25 1,10 22,72 R1b 0,39 0,49 79,59 R2 0,21 0,34 61,76 R3 0,07 0,18 38,88 R4 0,49 0,88 55,68 R5 0,40 0,57 70,18 R6 0,19 0,30 63,33 R7 0,46 0,90 51,1 R8 0,04 0,16 25 R9 0,33 0,54 61,11 R10 0,36 0,55 65,45 R10a 0,09 0,19 47,37 R11 0,37 0,84 44,05 R12 0,19 0,48 39,58 R13 0,10 0,23 43,48
Tabela I.2-Fatores de assimetrias relativos ao rio Maracujá. Bacias e microbacias Ar (km2) At (km2) Fator de assimetria (%) Maracujá 25,5 74,04 34,4 M1 0,36 0,58 62,07 M2 0,20 0,31 64,5 M3 0,46 0,72 63,88 M4 0,76 1,0 76 M5 0,26 0,44 59,09 M6 0,20 O,40 50 M7 0,19 0,38 50 M8 0,20 0,45 44,4 M9 0,12 0,32 37,5 M10 0,36 0,93 38,7 M11 0,76 0,96 79,16 M12 0,43 0,70 61,43 M13 0,31 0,60 51,66 M14 0,28 0,35 80 M15 0,12 0,55 21,81 M16 0,13 0,28 46,43 M17 1,03 1,5 68,67 M18 0,12 0,17 70,59 M19 0,47 1,14 41,23 M20 0,79 1,84 42,93 M21 1,90 2,05 66,67 M21a 0,17 0,37 45,95 M21b 0,10 0,26 38,46 M22 0,38 0,72 52,78 M23 0,31 0,41 75,61 M24 0,65 1,16 56,03 M25 0,28 1,29 21,71 M26 0,28 1,38 62,32 M27 0,23 0,44 52,27 M28 0,21 0,53 39,62 M29 0,14 0,69 20,29 M30 1,10 1,31 83,97 M30a 0,13 0,23 56,5 M30b 0,03 0,28 10,71 154
M31 0,49 0,92 53,26 M32 0,95 1,82 52,20 M33 0,15 0,25 60 M34 0,34 0,70 48,57 M35 0,39 1,29 30,23 M36 0,15 0,42 35,71 M37 0,26 0,40 65 M38 0,43 0,57 75,44 M39 0,20 0,47 42,55
Tabela I.3-Fatores de assimetrias relativos ao Ribeirão do Funil.
Microbacias do Ribeirão do Funil Ar (km2) At (km2) Fator de assimetria (%) F1 0,09 0,26 34,62 F2 0,16 O,46 34,78 F3 0,12 0,38 31,58 F4 0,45 0,76 59,21 F5 0,11 0,20 55 F6 0,12 0,19 63,16 F7 0,35 0,46 76,09 F7b 0,12 0,23 52,17 F8 0,22 0,40 55 F9 0,25 0,39 64 F10 0,77 1,35 57,04 F11 0,07 0,17 41,18 F12 0,23 0,44 52,27 F13 0,32 0,51 62,75 F14 0,17 0,77 22,08 F15 0,14 0,37 37,83 F16 0,16 0,38 42,10 F17 0,83 1,17 70,94 F17a 0,21 0,48 43,75 F17b 0,07 0,12 58,33 F18 2,48 6,01 41,26 F18a 0,38 0,95 40 F18b 0,07 0,22 31,81 F18c 0,28 0,41 68,29
F18d 0,32 0,48 66,67 F18e 0,08 0,30 26,66 F18f 0,10 0,16 62,5 F19 0,13 0,24 54,17 F20 0,16 0,27 59,26 F21 0,24 0,36 66,67 F22 0,59 1,50 39,33 F23 0,24 0,32 75 F24 0,15 0,33 45,45 F25 0,12 0,31 38,71 F26 0,03 0,14 21,43 F27 0,34 0,59 57,63 F28 0,33 0,76 43,42 F29 1,02 2,16 47,22 F29a 0,14 0,24 58,33 F29b 0,22 0,64 34,38 F30 0,08 0,19 42,10 156