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Andregjøring og marginalisering

6. Forhandlinger i møte med storsamfunnet

6.1 Møte med skolen

6.1.2 Andregjøring og marginalisering

1560/1561 – Nascimento de João Rodrigues. 1577 – Chegada de João Rodrigues ao Japão.

1580 – A 24 de dezembro entra no noviciado de Usuki.

1581 – No Outono inicia os estudos de humanidades em Funai.

1583 – Termina o curso de humanidades no Verão. A 21 de outubro inicia o estudo de filosofia ainda

em Funai.

1585 – Termina os estudos de filosofia no Verão. Inicia em setembro os estudos de teologia, mas

interrompe imediatamente no mês seguinte devido à invasão a Bungo.

1586 – O colégio de Funai é transferido para Yamaguchi em dezembro, onde Rodrigues prossegue os

seus estudos.

1587 – O decreto anticristão de 25 de julho de Hideyoshi obriga os jesuítas a se retirarem para Hirado

em agosto, à espera de transporte para fora do país. Felizmente o édito teve poucos efeitos práticos e Rodrigues pode retomar os estudos no Outono. Começa também a ensinar humanidades aos seus colegas seminaristas.

1588 – Após o mês de abril começa a ensinar latim na escola para rapazes em Hachirao.

1589 – Acaba de dar aulas em Hachirao em abril. Durante o Outono retoma os estudos de teologia.

69 A revolta de Shimabara foi uma revolta de camponeses que ocorreu em 1637, devido ao aumento de impostos. Os revoltos

refugiaram-se no castelo de Hara. O xogum enviou de imediato tropas para os silenciar, ficando cercados durante cerca de 1 ano. Os holandeses foram obrigados a colaborar com o xogum no fornecimento de armamento. Em 1638 os revoltos foram derrotados. Este acontecimento aumentou o aperto às perseguições cristãs.

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Para mais informações sobre o Património de Cristianismo no Japão vide Inês Carvalho Matos, Património de

Cristianismo no Japão

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Esta cronologia foi retirada da obra de Michael Cooper, Rodrigues, o Intérprete: Um jesuíta Português no Japão e na

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1590 – Prossegue os estudos. Em dezembro parte para Miyako para participar em negociações

diplomáticas.

1591 – Passa a maior parte do ano em Miyako devido à missão diplomática. Regressa a Nagasaki no

final do ano.

1592 – Chegada da embaixada das Filipinas. Entrada dos primeiros frades franciscanos no Japão. 1593 – Nascimento do filho de Toyotomi Hideyoshi, Toyotomi Hideyori.

1592-1595 – Continua os estudos de teologia em Nagasaki, intercalando com missões na corte.

1596 – Ordenação de João Rodrigues na diocese de Macau. Chegada do bispo do Japão, D. Pedro

Martins, ao Japão.

1597 – Martírio de Nagasaki. 26 cristãos foram assassinados: 23 franciscanos e 3 jesuítas. João

Rodrigues acompanhou e assistiu à execução.

1598 – D. Pedro Martins é afastado do cargo de bispo do Japão, sendo substituído por D. Luís

Cerqueira, que chegou ao país acompanhado de Alessandro Valignano (na sua última visita ao Japão). João Rodrigues é nomeado conselheiro da residência de Nagasaki e procurador da Companhia no Japão. Morte de Toyotomi Hideyoshi. Rodrigues visita os nobres e altos funcionários, pedindo a sua boa vontade para com os cristãos.

1600 – Vitória de Tokugawa Ieyasu na batalha de Sekigahara. Chegada do navio holandês Liefde à

costa japonesa. João Rodrigues contacta com o piloto inglês Will Adams, numa tentativa malsucedida de o converter ao cristianismo.

1601 – Procissão solene de João Rodrigues.

1603 – Ieyasu é nomeado xogum do Japão (início do período Tokugawa). João Rodrigues visita o

xogum e consegue obter uma permissão oficial para os missionários operarem no Japão. É também nomeado como intérprete de corte e agente comercial de Ieyasu.

1606 – Rodrigues leva um relógio a Ieyasu, como presente de Nagasaki. O bispo D. Luís Cerqueira é

recebido por Tokugawa Ieyasu (na altura já xogum “reformado”).

1607 – O padre Vice-Provincial Francisco Pasio é recebido por Tokugawa Ieyasu, partindo depois

para Edo para uma audiência com o xogum Tokugawa Hidetada. João Rodrigues abdica do cargo de procurador da Companhia devido ao excesso de trabalho em mãos.

1604-1608 – João Rodrigues escreve a Arte da Lingoa de Iapam.

1609 – Chegada da nau Nossa Senhora da Graça, conhecida como Madre de Deus.

1610 – Incidente do Madre Deus, que resulta no naufrágio da nau, a carga e seus tripulantes. João

Rodrigues é obrigado a partir para Macau, não regressando mais ao Japão. As suas funções na corte são substituídas pelo piloto inglês Will Adams.

1611 – João Rodrigues elabora um relatório anual para Roma.

1614 – Promulgação de um novo édito anticristão no Japão, pelo xogunato Tokugawa.

1613-1615 – A pedido do padre Visitador Francisco Pasio, João Rodrigues vai numa missão ao

interior da China, investigar os ensinamentos das três seitas filosóficas orientais, despoletando a Questão dos Ritos.

1620 – Publicação da Arte Breve da Lingoa Iapoa. Começa a escrever a História da Igreja do Japão,

obra que ficou incompleta devido à morte do intérprete jesuíta.

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1628 – João Rodrigues acompanha um grupo de portugueses a Cantão, com o objetivo de pedir

permissão à passagem de uma expedição militar a Pequim para combater a ameaça manchu. Também acompanhou a expedição no seu percurso até à capital.

1632

Uma revolta de soldados chineses resulta na morte de, pelo menos, três portugueses. João Rodrigues consegue escapar com os sobreviventes para Pequim. É posteriormente homenageado numa proclamação pelos serviços prestados ao Império do Meio. Rodrigues escreve ainda uma narrativa sobre as ações de Gonçalo Teixeira Correia, uma das vítimas da revolta, que é depois publicada em mandarim.

1633 – João Rodrigues regressa a Macau onde redige uma carta para Roma, relembrando o 36º

aniversário da morte dos 3 jesuítas japoneses, no martírio de Nagasaki. Morre no dia 1 de agosto. O seu corpo foi enterrado em S. Paulo.

1747 – O padre jesuíta João Álvares, escreve ao Procurador da província do Japão em Lisboa, dizendo

que lhe envia um livro, composto pelos dois primeiros livros da primeira parte e o primeiro livro da segunda parte da História da Igreja do Japão.

1759 – Com o decreto de extinção de todos os colégios da Companhia de Jesus, a cópia da transcrição

da História da Igreja do Japão é transferida para a Biblioteca do Palácio Nacional da Ajuda. O original é enviado para Manila, mas é posteriormente apreendido e enviado para a Real Academia de la Historia, em Madrid.

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