1. PARTUR
6.2. Avkrossingar og viðmerkingar
6.2.11. Aldurstreytað fyribrigdi
Os dados de comprimento em função da umidade em base úmida para os grãos inteiros e polidos por cinco dias foram comparados na Figura 35.
Constata-se que as diferenças das médias dos comprimentos foram menores que os desvios, ou seja, as variações entre os processos de reumidificação estática e dinâmica foram poucos significativas sobre a retratibilidade do comprimento dos grãos inteiros.
Figura 35 - Comprimento dos grãos inteiros de cevada com reumidificação estática e dinâmica (Fonte: Acervo Pessoal, 2018).
Na Figura 36 podem ser analisados os resultados de largura dos grãos inteiros em função da umidade para reumidificação estática e dinâmica.
Figura 36 - Largura dos grãos inteiros de cevada com reumidificação estática e dinâmica (Fonte: Acervo Pessoal, 2018).
Pela Figura 36 pode se observar que quanto maior a umidade, maior foi a diferença da largura entre as metodologias. Isto nos mostra que a largura de grãos inteiros depende do grau de homogeneidade em que a umidade se encontra no interior do grão.
Na Figura 37 podem-se ver os resultados de comprimento em função da umidade para metodologia de reumidificação estática e dinâmica para grãos polidos por cinco dias.
Figura 37 - Comprimento dos grãos polidos (5 dias) de cevada com reumidificação estática e dinâmica (Fonte: Acervo Pessoal, 2018).
Para grãos polidos por cinco dias (Figura 37) pode ser observado que o comprimento não teve influencia das metodologias de reumidificação.
Na Figura 38 foram mostrados os resultados de largura em função da umidade para grãos polidos por cinco dias pelas duas metodologias de reumidificação.
Pode-se constatar, pela Figura 38, que o aumento da umidade teve aproximadamente o mesmo efeito sobre a largura dos grãos polidos. Quando se compara as variações observadas na Figura 36 para grãos inteiros, e as comparações realizadas na Figura 31 com a Figura 38, pode-se inferir que a retratibilidade da largura tem forte influencia dos tecidos externos. Quando os tecidos externos estão recobrindo o endosperma, a umidade demora em chegar ao centro do grão, pois estes tecidos são uma barreira à transferência de massa. Desta forma, o endosperma sem os tecidos externos difunde mais rapidamente a água no seu interior expandindo mais as cadeias de amido, com isso tendo uma maior retratibilidade na metodologia dinâmica em relação aos grãos inteiros.
Figura 38 - Largura dos grãos polidos (5 dias) de cevada com reumidificação estática e dinâmica (Fonte: Acervo Pessoal, 2018).
Na Figura 39 pode ser visto o volume médio relativo de um grão de cevada em função da umidade em base úmida para grãos de cevada inteiros e polidos.
Figura 39 - Volume médio relativo de um grão em função da umidade em base úmida para grão de cevada inteiro e polido (Fonte: Acervo Pessoal, 2018).
Pode-se observar que a variação volumétrica dos grãos de cevada apresenta um crescimento com a umidade, desta forma mostrando a retratibilidade destes grãos.
Tanto para grãos inteiros como polidos a tendência de aumento de volume foi a mesma, isso pois estes resultados foram obtidos por metodologia estática. Desta forma, como são os mesmos materiais, eles se acomodam e homogeneízam a água tendo o máximo aumento de volume possível para este material.
Na Figura 40 podem ser vistos os resultados de esfericidade bidimensional (Equação 5) para os grãos inteiros comparando-se a reumidificação estática com a dinâmica.
Figura 40 - Esfericidade bidimensional em função da umidade em base úmida para grãos inteiros para reumidificação estática e dinâmica (Fonte: Acervo Pessoal, 2018).
Pode-se observar que as variações de esfericidade entre os processos de reumidificação estática e dinâmica foram poucos significativos, pois os desvios padrões foram maiores que as diferenças das médias.
Para o processo de reumidificação estática, devido ao tempo suficiente para a medida da espessura dos grãos, foram calculadas as esfericidades tridimensionais com base na Equação 6. A comparação destes resultados da esfericidade tridimensional com os resultados de esfericidade bidimensional para a reumidificação dinâmica pode ser vista na Figura 41.
Figura 41 - Esfericidades em função da umidade em base úmida de grãos inteiros para reumidificação estática e dinâmica (Fonte: Acervo Pessoal, 2018).
Na Figura 42 se podem ver os resultados de esfericidade bidimensional obtidos pelas reumidificações estática e dinâmica.
Figura 42 - Esfericidade bidimensional em função da umidade em base úmida de grãos polidos para reumidificação estática e dinâmica (Fonte: Acervo Pessoal, 2018).
Pode se constatar pela Figura 42 que os valores de esfericidade bidimensional foram semelhantes entre as metodologias estáticas e dinâmicas.
Desta maneira, pode-se comparar a esfericidade bidimensional pela metodologia dinâmica com a esfericidade tridimensional da metodologia estática na Figura 43.
Figura 43 - Esfericidades em função da umidade em base úmida de grãos polidos para reumidificação estática e dinâmica (Fonte: Acervo Pessoal, 2018).
Ao comparar as esfericidades bidimensionais e tridimensionais pela Figura 43 pode-se constatar que a esfericidade bidimensional é maior que a tridimensional. Porém isso se deve a influência do polimento sobre forma do grão, da mesma maneira, houve a diferença na Figura 29 para grãos polidos por 5 dias.
Portanto, constata-se por meio das medidas dos grãos inteiros em diferentes umidades que a estimativa da forma pelo índice de esfericidade bidimensional (Equação 5) é representativa, mesmo não considerando a espessura na estimativa deste índice. Todavia para grãos polidos há uma diferença entre as esfericidades bidimensionais e tridimensionais, isto se deve a alteração da forma dos grãos durante o polimento, o que se confirma quando observamos que com o polimento a esfericidade bidimensional fica maior que a tridimensional (Figura 29).
Isto se deve, pois no plano bidimensional o grão de cevada fica mais elíptico, ou seja, com uma geometria mais arredondada conforme Figura 23. Todavia a espessura tem uma maior redução durante o polimento, quando comparada à largura e ao comprimento (Figura 28), isso tornando a partícula mais plana no
tridimensional. Assim, se verificarmos a Figura 29, estes efeitos combinados mantém a partícula numa mesma esfericidade tridimensional até 25% de fração mássica removida, e então inicia um processo de queda da esfericidade tridimensional quando a espessura começa a reduzir mais significativamente.
Desta forma, justificando a superestimativa da esfericidade bidimensional sobre a tridimensional.