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A estatística foi realizada através do método ANOVA. Quando foram encontradas diferenças significativas entre as médias, usou-se o teste de Tukey para comparações entre os grupos. Para comparação das médias entre amostras dependentes utilizou-se o teste t de Student pareado. Para análise de normalidade dos dados foi utilizado teste de Kolmogorov e Smirnov. Diferenças foram consideradas significativas quando p<0,05. Todos os resultados foram expressos em Média ± Desvio Padrão da Média.

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Como se pode observar na Tabela 01, animais do grupo S e SN tiveram menor consumo de ração durante as semanas do experimento comparados a animais do grupo C. Esse menor consumo durante as semanas refletiu em menor consumo total médio de ração (g/dia) dos grupos S e SN em relação ao grupo C. Não houve diferença significativa no consumo semanal, bem como no consumo total médio entre os grupos S e SN.

O consumo total médio de líquido (mL/dia) foi maior nos grupos S e SN comparados ao grupo C, e entre os grupos S e SN, não houve diferença significante na ingestão de líquido semanal bem como no consumo total médio de líquido (Tabela 02).

A média de energia ingerida da ração (Kcal/dia) nas seis semanas de experimento foi maior no grupo C em relação aos grupos S e SN, bem como a energia ingerida em cada semana. Entre os grupos S e SN não houve diferença significante tanto na energia ingerida da ração por semana, quanto na média de energia ingerida da ração (Tabela 05).

A energia ingerida de sacarose por semana e também a média de energia ingerida de sacarose (Kcal/dia) nas semanas não variou de modo significativo entre os grupos S e SN, como mostra a Tabela 06.

A energia ingerida total (Kcal/dia) foi maior nos grupos S e SN quando comparados ao grupo C, sendo que entre os grupos S e SN não houve diferença significante (Tabela 07).

A preferência alimentar e a taxa de ingestão voluntária não diferiram signficativamente entre os grupos S e SN, sendo que esses grupos tiveram índices menores quando comparados ao grupo C (Tabela 07).

Não foi possível evidenciar significância estatística no peso inicial, peso final, ganho de peso, bem como no IMC e circunferência abdominal ao compararem-se os grupos C, S e SN (Tabela 08). Contudo, animais do grupo S apresentaram maior peso final, ganho de peso e circunferência abdominal quando comparados aos demais (Tabela 08).

Animais do grupo S e SN tiveram maior comprimento corporal em relação ao grupo C, não sendo constatada diferença significativa entre S e SN. Além disso, a superfície corporal dos animais do grupo S foi maior quando comparada aos animais dos grupos C e SN, e não diferiu significativamente entre os grupos C e SN (Tabela 09).

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Animais do grupo S tiveram a menor taxa metabólica basal no estado alimentado quando comparados a animais dos grupos C e SN, e não houve diferença ao compararmos os grupos C e SN. No jejum, animais do grupo S continuam apresentando a menos TMB, no entanto, não houve diferença estatística na TMB ao compararmos o estado alimentado ao jejum (Tabela 09) em cada um dos grupos.

Na tabela 09 observamos ainda que o quociente respiratório (QR) esteve aumentado no grupo S em relação aos grupos C e SN, embora significância estatística tenha sido verificada apenas ao comparar-se os grupos S e SN.

O VO2/g e o VCO2/g no estado alimentado dos animais do grupo S foram

significativamente diferentes dos animais dos grupos C e SN: o VO2/g e o VCO2/g foram

menores no grupo S em relação aos demais. Essa mesma tendência foi verificada no jejum, porém significância estatística ocorreu apenas entre os grupos S e SN, com relação ao VO2/g, e entre o grupo S comparado aos grupos C e SN, com relação ao

VCO2/g. Houve diferença significante no VCO2/g ao compararmos cada um dos grupos no

estado alimentado em relação ao jejum, porém, com relação ao VO2/g, não foi vista

significância estatística ao compararmos o estado alimentado ao jejum (Tabela 09). No estado alimentado, animais do grupo S tiveram o maior índice de oxidação de carboidratos e o menor índice de oxidação de lipídios, em relação aos animais dos grupos C e SN. Em nenhum desses parâmetros houve diferença significante ao compararem-se os grupos C e SN. No jejum, animais do grupo S continuaram apresentando maior taxa de oxidação de carboidratos e menor taxa de oxidação de lipídios que os demais grupos. No entanto, significância estatística foi verificada na oxidação de lipídio apenas ao compararem-se animais dos grupos S e SN, sendo que em relação ao grupo C, nenhum dos outros grupos apresentou diferença estatística. Apenas no grupo C houve diferença estatística na oxidação de carboidratos bem como na oxidação de lipídios ao compararmos o estado alimentado em relação ao jejum (Tabela 09).

Como se pode observar na Tabela 10, a glicemia de jejum é elevada nos animais dos grupos SS e SNAC em relação aos animais dos grupos CC e CNAC. Além disso, animais do grupo SN tiveram redução nos níveis glicêmicos de jejum e após 30 min do início do

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TOTG, quando comparados a animais do grupo SS.

Animais do grupo CNAC não apresentaram alteração significante no pico glicêmico em relação a animais do grupo CC. O pico glicêmico nos animais do grupo SS ocorreu após 60 min após a administração de glicose, enquanto que em animais dos grupos SNAC e SN, o pico glicêmico ocorreu após 30 min.

Animais dos grupos S apresentaram menores níveis séricos de uréia quando comparados a animais do grupo C, e apesar de não ter havido significância estatística, animais do grupo SN apresentaram aumento nos níveis de uréia em relação a animais do grupo S (Tabela 11).

Os níveis de creatinina foram maiores em animais do grupo S em relação ao grupo C. Animais do grupo SN apresentaram redução na concentração sérica de creatinina em relação ao grupo S, embora essa redução não tenha sido estatisticamente significante.

Animais do grupo S apresentaram menores índices séricos de proteínas totais e albumina em relação ao grupo C. Animais do grupo SN, comparados ao grupo S, apresentaram aumento nas concentrações séricas destes parâmetros, embora diferença estatística tenha sido verificada apenas com relação às proteínas totais.

O peso do rim nos animais do grupo S foi maior em relação aos demais grupos, e o grupo SN apresentou redução no peso renal em relação ao grupo S, embora não tenha havido diferença estatisticamente significante (Tabela 11).

Com relação ao estresse oxidativo, houve aumento nos níveis de hidroperóxido de lipídio e redução das substâncias antioxidantes totais nos animais do grupo S e SN em relação ao grupo C e, embora sem significância estatística, redução nos níveis de HP e aumento das SAT, ao compararmos o grupo SN ao grupo S, como se observa na Tabela 11.

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