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Adaptasjonstiltak

In document Fordypning i teater i kulturskolen (sider 45-50)

4. Analyse

4.2 Kunstpedagogiske tiltak

4.2.2. Adaptasjonstiltak

3.3.1 SUMÁRIO

As figuras 3.5(a, b) ilustram a disposição das unidades litológicas e das estruturas geológicas principais que formam a geologia do Distrito, e servem como base para a descrição das estruturas geológicas existentes na área do distrito com seus detalhamentos.

As formações cretáceas mostram dobras na escala de centenas de metros a alguns quilômetros, com eixos de caimento suave a moderado e flancos abertos e suaves. Subordinadamente, também existem algumas dobras normais fechadas, outras ligeiramente assimétricas abertas e às vezes recumbentes com vergência para leste. Os eixos das dobras têm padrões NS, NNW, NW e localmente EW. Superficies de clivagem de dissolução sob-pressão ocorrem localizadamente nas dobras de calcários da localidade de Antapaccay seguindo um padrão NW subvertical. Na localidade de Huinipampa, Gans (2005) define um padrão de clivagem NNW com mergulho moderado WSW.

As falhas ocorrem em escalas métricas e quilométricas, com diversos movimentos e padrões de orientação, que podem ser simplificados a: NE – NNE, NW – NNW, NS, EW. Assim, as falhas NE – NNE têm mergulhos maiores que 60° e apresentam movimento normal ou sinistral

oblíquo. As falhas NW – NNW têm mergulho entre 35o e 60o SW e apresentam movimento destral, inverso, destral – inverso e localmente normal. As falhas NS têm mergulho variável entre 45o e 85o W e apresentam movimento reverso, destral – inverso, reversa – destral ou normal. As falhas EW têm mergulhos entre 40o e 70o apresentam movimento normal ou destral.

Os diques intrudem as seqüências cretáceas seguindo padrões próximos do EW, NS e NE, por outro lado alguns veios preenchidos de calcita nos calcários definem dois padrões EW e NS.

3.3.2 DEFINIÇÃO DE DOMÍNIOS

Devido aos domínios estruturais da área do distrito não serem conhecidos e desprovidos de estudos anteriores, uma divisão proposta, para justificar a análise estrutural da área em domínios, considera: 1. A existência de diferentes domínios lito-estratigráficos; 2. A tendência dos contactos destas unidades lito-estratigráficas que, a grosso modo, é NNW – SSE; 3. As freqüências de informações coligidas no campo em relação às estruturas maiores, tais como zonas de dobras e fraturas associadas; 4 A tendência das estruturas associadas. (Fig.3.5a). A denominação dos quatro domínios estruturais leva em conta a sua posição geográfica na área do distrito, convencionando a descrição de leste para oeste. Assim: o Domínio Nordeste inclui os calcários da Formação Ferrobamba, com dobras de tendência NW e lineamentos NE; o

Domínio Central, compreende o quartzito da Formação Soraya e o corpo intrusivo de Tintaya

de composição diorítica, segmentada em porções N e S, por uma faixa ~NS de quartzito com metamorfismo de contato. As estruturas principais são zonas de cisalhamento de tendência ENE, alojando dobras com eixos levemente rotacionados, variando de NW a N e fraturas associadas; o Domínio Norte compreende a transição a uma sinforma quilométrica, onde se alojam calcários da Formação Ferrobamba e quartzitos da Formação Soraya, além de monzonito com diques posteriores e escarnito; o Domínio Sudoeste, com uma tendência aproximada paralela com o Domínio Central, NW – SE e NS, compreende rochas calcarias da Formação Ferrobamba, cobertura Quaternária do Vale de Canipia e o contato setentrional dos andesitos fraturados do Grupo Barroso. Compreende dobras quilométricas e de centenas de metros com tendência geral NW – SE, localizadas em Quéchuas, Antapaccay e Hunipampa.

p itu lo 3 : Geologia Estrutural 31

Figura 3. 5 (a) : Mapa geológico simplificado da área do Distrito mineiro de Tintaya, ilustrando a disposição dos litotipos e algumas das estruturas

principais. Também se desenham as áreas dos domínios lito-estruturais utilizados na descrição e análise geométrica das estruturas. Notar a localização dos perfis AA’, BB’, CC’ e C’C” definidos na figura 3.5b.

Figura 3.5: (b): Perfis da área do Distrito Mineiro de Tintaya elaborados utilizando os dados estruturais coletados e o mapa geológico reinterpretado com base no mapa disponível do Grupo Brownfields. A localização dos perfis é assinalada no mapa geológico do Distrito da Fig.3.5 (a). Na ausência de informações de furos de sondagem e perfis geofísicos, a interpretação geológica nos perfis se baseia na espessura relativa das unidades estratigráficas, a atitude das dobras, os lineamentos estruturais que podem representar estruturas rúpteis, considerando que falhas mesoscópicas registradas no mapeamento refletem a cinemática de possíveis falhas maiores. Na interpretação dos diques e dos corpos intrusivos é importante notar que as zonas de charneira das dobras e as estruturas rúpteis são zonas favoráveis para a intrusão de rochas ígneas. Na cronologia das intrusões o diorito é mais antigo e o monzonito mais novo. O Perfil AA’ corresponde a parte do domínio Norte (área de Mina) e central (Cerro Condorsayana e Cerro Supo). O Perfil BB’ corresponde a parte do domínio Central (Cerro Ccatum Ccoyme) e domínio Nordeste (Cerro Chapi). O Perfil CC’ corresponde ao domínio Sudoeste (Cerro Cconco). Finalmente, o Perfil C’C” ilustra parte do Domínio Norte (Chabuca) e parte do Domínio Central (Cerro Condorsayana).

3.3.3 DOMÍNIO NORDESTE

Corresponde ao extremo nordeste do distrito, onde as camadas de calcários da Formação Ferrobamba ocorrem em duas localidades (Cerro Chapi e Cerro Fito) formando dobras normais abertas de eixos orientados NW, visíveis nas fotos aéreas com traços que se estendem ~200m. Entre o Cerro Chapi e a Quebrada Ccaccamayo ocorre um anticlinal recumbente com eixo NNW, além do falhamento de movimento inverso de orientação NW com moderado mergulho SW no Cerro Fito.

DOBRAS

Em geral, as camadas de calcários são maciças com um metro de espessura, de cor cinza- azulada, com veios entrecruzados de calcita sem padrões definidos. Estas camadas, entre o Cerro Chapi e a Quebrada Ccaccamayo, formam um anticlinal cilíndrico recumbente, apertado de eixo 140/12 e superfície axial ~40/214 com as camadas invertidas de atitude 55/221 e as normais 25/207 que formam flancos com suave curvatura.(Fig. 3.6a e Fig. 3.7a).

Cabe assinalar que a dobra recumbente do Cerro Chapi é cortada pelo vale da Quebrada Ccaccamayo com morfologia retilínea, deslocando a charneira em ambas as encostas ~50m, sugerindo a existência duma falha vertical (~90/135) de ~1km de traço. No entanto a superfície de falha não é observada, podendo ser corroborada pelo forte fraturamento observado nas famílias de juntas (90/090 e 78/290) associadas, que atingem freqüências de fraturamento superiores a 20/m, no fundo do vale.

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