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3.   METODISKE AVVEIINGER OG INNSAMLING AV TALEMÅLSMATERIALE

3.6   A NALYSEVERKTØY

A condição socioeconómica da família pode manifestar-se de diversas formas, sejam elas diretas ou indiretas, no percurso escolar dos alunos, pois pode influenciar a relação do aluno com a escola, a reivindicação por mais

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recursos escolares ou as condições de acesso à educação não formal116. Na verdade as práticas educativas da família

são as primeiras a serem implementadas, só posteriormente é introduzida a escola na vida da criança. Ainda aqui, na vida escolar, a família é demasiado relevante para que seja negligenciado o efeito desta no processo de escolarização dos seus educandos117, como já referimos anteriormente.

A aquisição de uma linguagem familiar é a primeira das aprendizagens. Esta linguagem está impregnada de um código cultural e de um reportório linguístico que está condicionado aos conhecimentos da família e à sua capacidade de transmissão à criança. A primeira das heranças será este reportório que quanto mais rico, mais facilitador será na integração escolar que se apresenta com uma linguagem formal. O desenvolvimento intelectual da criança é, então, delimitado pela capacidade da família em transmitir uma linguagem mais ou menos complexa (cf. Duru-Bellat & Van Zaten, 1999, p. 172).

O comportamento familiar perante os processos de sociabilização, na escola em particular, também é manifestamente diferente. “Dans le haut de la hiérarchie sociale, on insiste sur la définition autonome d'objectifs alors que dans les strates inférieures on valorise davantage ´'adaptation aux contraintes extérieures et l'obéissance aux règles.” (Duru-Bellat & Van Zaten, 1999, p. 170).

A predisposição para acatar as regras nas famílias mais desprotegidas funciona como um aprofundamento das possíveis desigualdades. Serão porventura estes os que têm menos meios que favoreçam a escolarização dos seus filhos e assumem uma postura de aceitação dos recursos que lhes são distribuídos em vez de os questionar e reivindicar se necessário. Ao transmitirem estes valores aos seus educandos estão a pedir-lhes que se acomodem ao que lhes ‘calha em sorte’, passando estes a ser portadores da responsabilidade dos seus insucessos.

Nós procuramos alguns sinais desta condição e suas manifestações, começando por destacar a escolaridade da família e o facto do aluno ter sido retido pelo menos uma vez no seu percurso escolar até à data do questionário. Quando os encarregados de educação foram questionados quanto aos seus educandos terem reprovado alguma vez, as respostas distribuiram-se da seguinte forma.

Quadro 11- Escolaridade da família * Alguma vez reprovou

Alguma vez reprovou Total

Não Sim

Escolaridade da família

Ensino Básico 98 40 138

71,0% 29,0% 100,0%

Ensino Secundário e Superior 92 11 103

89,3% 10,7% 100,0%

Total 190 51 241

78,8% 21,2% 100,0%

116 Aqui abordaremos a frequência de atividades extracurriculares ficando a atividade das explicações para um tópico específico devido à relevância direta que esta apresenta no

rendimento escolar dos alunos.

117 Ainsi, parmi les élèves jugés moyens, on compte 78% d'avis favorables à l'entrée en 6eme pour les enfants de cadres supérieurs, et 30% pour les enfants d'ouvriers. (Duru-

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Facilmente é observável que existe uma maior percentagem de alunos retidos provenientes de famílias com mais baixa escolaridade. Estes alunos representam mesmo 4/5 do total dos alunos retidos, sendo em valor absoluto 40 dos 51 alunos retidos.

Quadro 11.1- Teste Qui-Quadrado

Value Df Asymp. Sig. (2-sided) Exact Sig. (2-sided) Exact Sig. (1-sided)

Pearson Chi-Square 11,847a 1 ,001

Continuity Correctionb 10,775 1 ,001

Likelihood Ratio 12,607 1 ,000

Fisher's Exact Test ,001 ,000

Linear-by-Linear Association 11,797 1 ,001

N of Valid Cases 241

a. 0 cells (,0%) have expected count less than 5. The minimum expected count is 21,80. b. Computed only for a 2x2 table

Há uma associação significativa entre a escolaridade da família e o facto de o aluno já ter reprovado pelo menos uma vez, X²(1) = 11,847, p = .001. Nas famílias em que nem o pai, nem a mãe concluíram mais do que o ensino básico, os alunos apresentam uma percentagem de retenções de 29%, ao passo que nas famílias em que o pai ou a mãe completaram o ensino secundário ou superior a percentagem é somente de 10,7%.

No entanto, quando cruzamos o segmento profissional da família com a variável reprovações não encontramos uma correlação com o mesmo sentido que a observada quanto à escolaridade.

Quadro 12- Segmento profissional da família * Alguma vez reprovou

Alguma vez reprovou Total

Não Sim

Segmento profissional da família

2 trabalhadores nas profissões dos grupos 5,6,7,8 e 9 101 30 131

77,1% 22,9% 100,0%

Pelo menos 1 trabalhador nas profissões dos grupos 0,1,2,3 e 4 86 15 101

85,1% 14,9% 100,0%

Total 187 45 232

80,6% 19,4% 100,0%

Quadro 12.1- Teste Qui-Quadrado

Value Df Asymp. Sig. (2-sided) Exact Sig. (2-sided) Exact Sig. (1-sided)

Pearson Chi-Square 2,363a 1 ,124

Continuity Correctionb 1,877 1 ,171

Likelihood Ratio 2,411 1 ,120

Fisher's Exact Test ,135 ,085

Linear-by-Linear Association 2,353 1 ,125

N of Valid Cases 232

a. 0 cells (,0%) have expected count less than 5. The minimum expected count is 19,59. b. Computed only for a 2x2 table

Não há uma associação significativa entre o segmento profissional da família e o facto de o aluno já ter reprovado pelo menos uma vez, X²(1) = 2,363, p = .124. Não se verifica uma tão grande diferença entre os dois segmentos profissionais considerados, com 22,9% de alunos que reprovaram provenientes de famílias classificadas nos segmentos profissionais mais baixos e 14,9% de alunos que reprovaram provenientes de famílias classificadas nos segmentos profissionais mais elevados.

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Neste caso, podemos assumir que a escolaridade da família aparece estatisticamente associada ao sucesso escolar dos alunos, algo que não acontece com o segmento profissional. Estes dados, que são coerentes com o conhecimento reiterado por diversas investigações e clássico na sociologia da educação, têm expressão por exemplo quanto ao acompanhamento que os pais fazem da escolarização dos filhos quando possuem uma escolaridade mais elevada. Marie Duru-Bellat & Agnès Van Zanten (1999, p. 177) referem que 40% dos pais trabalhadores não qualificados sentem-se incapazes de acompanhar os seus filhos após o ensino primário. As mesmas autoras reforçam que as mães dos meios populares tendem a tomar o lugar do aluno quando este tem dificuldades na concretização das tarefas escolares em casa ,ou, somente lhes concedem tempo para que as concretizem, mesmo que estes não sejam capazes de as realizar sozinhos. Isto em contraponto com as mães dos meios sociais mais elevados, que se preocupam com a dificuldade de aprendizagem, garantindo um apoio que permita a superação das tarefas através da aquisição do conhecimento, além dos recursos e condições para que as tarefas sejam concretizadas e, possuem os meios de ajudar a aceder ao saber. Assim, podemos perceber que a escolaridade da família será uma condição associada ao sucesso dos alunos, algo que não é tão condicionante quanto ao segmento profissional da família.

Ao procurarmos relacionar a escolaridade da família e a expectativa de escolaridade a concluir que aquela tem para o seu educando, confirmamos a importância dessa associação. Decidimos agrupar as respostas de ‘Indiferente’ e ‘Secundário’, por considerarmos que para aqueles que responderam ‘Secundário’ quando os seus educandos já estão a frequentar este nível de ensino é assumir que as expectativas estão praticamente consumadas. O mesmo acontece com os encarregados de educação que responderam ‘Indiferente’, pois as expectativas são as mesmas que o ‘Secundário’ no que se refere à sua consumação.

Quadro 13- Escolaridade da família * Expectativa da escolaridade a concluir pelo aluno

Expectativa da escolaridade a concluir Total Indiferente e

Secundário

Licenciatura Mestrado Doutoramento

Escolaridade da família

Ensino Básico 24 33 40 37 134

17,9% 24,6% 29,9% 27,6% 100,0%

Ensino Secundário e Superior 3 21 27 47 98

3,1% 21,4% 27,6% 48,0% 100,0%

Total 27 54 67 84 232

11,6% 23,3% 28,9% 36,2% 100,0%

Quadro 13.1- Teste Qui-Quadrado

Value Df Asymp. Sig. (2-sided)

Pearson Chi-Square 17,549a 3 ,001

Likelihood Ratio 19,405 3 ,000

Linear-by-Linear Association 15,222 1 ,000

N of Valid Cases 232

a. 0 cells (,0%) have expected count less than 5. The minimum expected count is 11,41.

Há uma associação significativa entre a escolaridade da família e a expectativa de escolaridade a concluir pelo aluno, X²(1) = 17,549, p = .001. Nas famílias com níveis de escolaridade até ao fim do ensino básico, é-lhes

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‘Indiferente’ ou esperam que os seus educandos concluam o ‘Secundário’, com uma percentagem de 17,9%, enquanto que as famílias mais escolarizadas, neste mesmo item, apresentam uma percentagem de 3,1%. Quando a expectativa de conclusão de escolaridade do jovem é o ‘Doutoramento’, verificamos que as famílias com escolaridade superior apresentam uma percentagem de 48% e o outro grupo das famílias apresenta, somente, 27,6%.

Quando cruzamos a variável segmento profissional da família com a variável expectativa de escolaridade a concluir pelo aluno verificamos que os dados encontrados são muito próximos dos anteriores.

Quadro 14- Segmento profissional da família * Expectativa da escolaridade a concluir pelo aluno

Expectativa da escolaridade a concluir Total Indiferente e

secundário

Licenciatura Mestrado Doutoramento Segmento

profissional da família

2 trabalhadores nas profissões dos grupos 5,6,7,8 e 9

21 35 38 35 129

16,3% 27,1% 29,5% 27,1% 100,0%

Pelo menos 1 trabalhador nas profissões dos grupos 0,1,2,3 e 4

4 16 28 47 95

4,2% 16,8% 29,5% 49,5% 100,0%

Total 25 51 66 82 224

11,2% 22,8% 29,5% 36,6% 100,0%

Quadro 14.1- Teste Qui-Quadrado

Value Df Asymp. Sig. (2-sided)

Pearson Chi-Square 17,144a 3 ,001

Likelihood Ratio 18,029 3 ,000

Linear-by-Linear Association 16,992 1 ,000

N of Valid Cases 224

a. 0 cells (,0%) have expected count less than 5. The minimum expected count is 10,60.

Há uma associação significativa entre o segmento profissional da família e a expectativa de escolaridade a concluir pelo aluno, X²(1) = 17,144, p = .001. Para os inquiridos das famílias classificadas nos segmentos profissionais mais baixos, uma percentagem de 16,3% responde que lhe é ‘Indiferente’ ou espera que o seu educando conclua o ‘Secundário’, enquanto que as famílias dos segmentos profissionais mais altos, neste mesmo item, apresentam uma percentagem de 4,2%. Quando a expectativa de conclusão de escolaridade é o ‘Doutoramento’, verificamos que as famílias dos segmentos profissionais de nível mais elevado apresentam uma percentagem de 49,5% e o outro grupo das famílias apresenta, somente, 27,1%.

Quando observamos os dados gerais, verificamos que 11,2% consideram que lhes é ‘Indiferente’ ou podem concluir somente o ensino ‘Secundário’. Estes valores não correspondem com os dados obtidos por Ana Matias Diogo em que, questionados os alunos, os que pretendiam aceder a um curso superior representavam 38,45% (2008, p. 132).

Atendendo a estes dados, podemos concluir que as mais elevadas expectativas de escolarização dos educandos aparecem mais frequentemente associadas a famílias com os mais elevados níveis de escolaridade e classificadas nos mais elevados segmentos profissionais. Aquelas expectativas poderão motivar um maior investimento

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para promover um maior e melhor percurso escolar. O recurso ao mercado das explicações118 para melhor responder à

arena concorrencial com que os alunos se deparam durante o ensino secundário, pode ser uma das vias adotadas. No entanto, não é de menosprezar o investimento que é feito noutras atividades extracurriculares que se estendem desde os institutos de inglês às diversas atividades desportivas119. Mesmo reconhecendo que estas atividades não exercem

uma ação tão direta sobre o percurso escolar como as explicações, é ainda assim de salientar a possibilidade destes alunos acumularem experiências e conhecimentos que acabam por ser um recurso diferenciador, não em situação de exame, mas de sala de aula em que podem demonstrar um domínio da vida social que aumente a sua confiança na abordagem de um maior número de assuntos diferentes dos técnico-académicos.

Analisámos, deste modo, o cruzamento das variáveis escolaridade e segmento profissional das famílias com a frequência de atividades extracurriculares.

Quadro 15- Escolaridade da família * Frequenta ou frequentou atividades extracurriculares

Frequenta ou frequentou atividades extracurriculares Total Não Sim Escolaridade da família Ensino Básico 127 12 139 91,4% 8,6% 100,0%

Ensino Secundário e Superior 76 26 102

74,5% 25,5% 100,0%

Total 203 38 241

84,2% 15,8% 100,0%

Quadro 15.1- Teste Qui-Quadrado

Value Df Asymp. Sig. (2-sided) Exact Sig. (2-sided) Exact Sig. (1-sided)

Pearson Chi-Square 12,587a 1 ,000

Continuity Correctionb 11,350 1 ,001

Likelihood Ratio 12,530 1 ,000

Fisher's Exact Test ,001 ,000

Linear-by-Linear Association 12,535 1 ,000

N of Valid Cases 241

a. 0 cells (,0%) have expected count less than 5. The minimum expected count is 16,08. b. Computed only for a 2x2 table

Há uma associação significativa entre a escolaridade da família e a frequência de atividades extracurriculares, X²(1) = 12,587, p = .000. As famílias com níveis de escolaridade que não excedem a conclusão do ensino básico, apresentam uma percentagem de 8,6% de alunos que frequentam ou frequentaram atividades extracurriculares, enquanto que as famílias mais escolarizadas, neste mesmo item, apresentam uma percentagem de 25,5%.

118 Este fenómeno será exposto com maior profundidade num capítulo seguinte.

119 Não apresentamos estes dados discriminados devido ao baixo número de ocorrências que dispersaria demasiado os dados impossibilitando o seu tratamento estatístico. No

entanto, estas atividades merecem uma atenção aprofundada e distinta da que fazemos neste trabalho pois têm conquistado um espaço de referência, fora e dentro da escola. A escola a “tempo inteiro” no 1º ciclo é exemplo dessa conquista em espaço escolar. Sobre este assunto consultar PALHARES, J. (2009), Reflexões sobre o não-escolar na escola e para além dela. Revista Portuguesa de Educação v.22 n.2 Braga.

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Quadro 16- Segmento profissional da família * Frequenta ou frequentou atividades extracurriculares

Frequenta ou frequentou atividades extracurriculares

Total

Não Sim

Segmento profissional da família

2 trabalhadores nas profissões dos grupos 5,6,7,8 e 9 118 13 131

90,1% 9,9% 100,0%

Pelo menos 1 trabalhador nas profissões dos grupos 0,1,2,3 e 4 76 25 101

75,2% 24,8% 100,0%

Total 194 38 232

83,6% 16,4% 100,0%

Quadro 16.1- Teste Qui-Quadrado

Value Df Asymp. Sig. (2-sided) Exact Sig. (2-sided) Exact Sig. (1-sided)

Pearson Chi-Square 9,156a 1 ,002

Continuity Correctionb 8,105 1 ,004

Likelihood Ratio 9,130 1 ,003

Fisher's Exact Test ,004 ,002

Linear-by-Linear Association 9,117 1 ,003

N of Valid Cases 232

a. 0 cells (,0%) have expected count less than 5. The minimum expected count is 16,54. b. Computed only for a 2x2 table

Há uma associação significativa entre o segmento profissional da família e a frequência de atividades extracurriculares pelos jovens, X²(1) = 9,156, p = .002. As famílias pertencentes aos segmentos profissionais mais baixos, apresentam uma percentagem de 9,9% de alunos que frequentam atividades extracurriculares, enquanto que as famílias dos segmentos profissionais mais elevados, neste mesmo item, apresentam uma percentagem de 24,8%.

As famílias com habilitações académicas mais altas e as dos segmentos profissionais mais elevados, são as que mais investem nas atividades extracurriculares dos jovens alunos, quer por lhes atribuírem importância, quer porque detêm os recursos económicos necessários para permitir aos seus educandos a sua frequência. Sem que estas atividades tenham a intenção de substituir a escola, ou intervenham diretamente nos resultados obtidos pelos alunos, são ainda assim atividades distintivas dependentes dos recursos das famílias, que favorecerão os que dispõem de mais recursos económicos e culturais (cf. Duru-Bellat & Van Zanten, 1999, p. 178).

Cada vez mais, as famílias, parecem procurar recursos particulares de escolarização dos filhos. Sem que deixem de frequentar as escolas públicas, tem surgido uma certa forma de privatização da educação através dos recursos a que os mais priveligiados podem aceder. Estes recursos são também de “«pacification» des relations familiales en évacuant partiellement les tensions que soulève le suivi des enfants qui rencontrent des difficultés par la délégation d’une partie de celui-ci à des agents extérieurs” (Duru-Bellat & Van Zanten, 1999, p. 178). Esta busca dos recursos é maior, quanto mais escolaridade tiverem as famílias, assim como quanto mais elevado for o seu segmento profissional. Esta procura é maior no ensino secundário, em que o contexto competitivo atinge o máximo da sua expressão no ensino (agora) obrigatório120.

120 A frequência obrigatória da escola para crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos foi consagrada em Decreto-lei n.º 176/2012, de 2 de agosto de

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