Kapitel 4. Grunnleggende humanistiske verdier
4.6. Personalitet – fellesskap og kultur
4.6.3 Åndsvitenskapelig pedagogikk og hermeneutikk
Na disciplina de Geografia a atividade de Coavaliação realizou-se três vezes, sendo executada a primeira vez no segundo período (14.02.2013) e as restantes duas vezes no terceiro período letivo (09.05.2013 e 04.06.2013). Como se pode comprovar, se compararmos estas datas com as datas de realização dos exercícios de Coavaliação na disciplina de História, verifica-se que esta ocorreu de forma intercalada, contribuindo para uma sólida adaptação, evolução e transformação da nossa amostra. Relativamente ao primeiro exercício realizado em Geografia verificamos que os resultados do terceiro teste de avaliação se traduzem em dezoito positivas e cinco negativas, dado que o aluno 8 não realizou o teste de avaliação, como se pode comprovar através do Anexo 5D, páginas 124 e 125 deste relatório. Sobre a Coavaliação que os alunos realizaram neste exercício (Anexo 5E, página 126 deste relatório), verificamos que há uma grande aproximação dos resultados dos alunos e do professor, existindo um discente (aluno 17) que acerta na totalidade das classificações que realizou, dois discentes (alunos 5 e 16) que apenas erraram por um ponto percentual e, um discente (aluno 21) que errou por dois pontos percentuais. Apenas os alunos 14, 18 e 27 evidenciaram uma grande disparidade entre os resultados da Coavaliação e as avaliações atribuídas pelos docentes. É importante esclarecer que no momento em que este exercício se realizou os discentes já tinham efetuado esta atividade duas vezes, na disciplina de História, o que pode explicar este sucesso inicial na aplicação da metodologia em Geografia. Importa referir que os alunos 1 e 11 não realizaram a Coavaliação porque estavam ausentes nessa aula e, também, o aluno 8 não elaborou a atividade pois não realizou teste de avaliação, estando neste caso dispensado. Uma vez mais relembramos que esta dispensa apenas se aplica ao exercício de classificação do teste, pois nos restantes procedimentos o aluno era chamado a participar.
Relativamente ao segundo exercício de Coavaliação que realizamos na disciplina de Geografia, os alunos alcançaram, na totalidade, quatro positivas e dezanove negativas, dado que, uma vez mais, o aluno 8 não realizou o teste de avaliação (cf. Anexo 6D, páginas 141 e 142 deste relatório). Desde já é necessário clarificar que esta
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abrupta descida no desempenho dos alunos, expressa por estes resultados, está relacionada com o conteúdo temático que testamos, nomeadamente A Radiação Solar, e a dificuldade que este representa para os alunos do curso de Línguas e Humanidades. No que concerne aos resultados da Coavaliação (Anexo 6E, página 143 deste relatório) é notório que mantemos uma aproximação substantiva dos resultados de uma grande maioria dos alunos envolvidos. O aluno 11 avaliou o seu teste atingindo um resultado condizente com a avaliação atribuída pelos professores. Também os alunos 5, 21 e 25 estiveram muito próximos da classificação final. Apenas os alunos 10 e14 apresentaram um cálculo final bastante díspar da avaliação obtida.
O facto de cada vez serem menos os discentes a apresentarem um cálculo com uma diferença considerável leva-nos a concluir que a metodologia deste exercício era eficaz e que os alunos a tinham incorporado para dela retirar partido. Esta exteriorização que conduz ao sucesso do exercício revela interiorização por parte dos discentes que, na globalidade, já eram capazes de avaliar as suas aprendizagens e aprender com os seus próprios erros. Segundo Álvarez Méndez (2002: 84), “uma vez identificadas as causas e entendidas as razões trata-se de deitar mãos à obra para ultrapassar a situação que dificulta ou impede a aprendizagem”, aspeto conseguido pela Coavaliação, dado que esta se reveste de uma atividade contínua de conhecimento. Foi na constatação desta realidade que verificamos a valência da metacognição na atividade de Coavaliação, dado que ela propiciava aos alunos aprendizagens sobre a sua própria aprendizagem e constituía um apoio ao trabalho que se desenvolvia nas disciplinas de História e de Geografia. Este exercício capacitou os discentes com uma maior autonomia de gestão do processo de ensino-aprendizagem, permitindo ultrapassar dificuldades e diagnosticar mais-valias no conhecimento que construíam.
No que diz respeito ao último exercício de Coavaliação realizado em Geografia, como se pode comprovar no Anexo 7D, páginas 158 e 159 deste relatório, as classificações finais traduziram-se em dez positivas e catorze negativas. No exercício de Coavaliação correspondente (Anexo 7E, página 160 deste relatório) apenas os alunos 14, 18 e 25 registaram uma diferença elevada, quando comparados os resultados que atribuíram com os resultados avaliativos dos docentes. Os restantes alunos da Turma W estiveram muito próximos da classificação obtida neste teste de avaliação, como se pode comprovar nos alunos 15 e 23 que apenas se afastaram do cálculo dos professores por um ponto percentual.
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Na disciplina de Geografia foram os alunos 5 e 21 aqueles que, com maior frequência, demonstraram maior sucesso na prática de Coavaliação. Por antítese, enumeramos os alunos 10 e 14 dado que não manifestaram qualquer evolução com esta metodologia.
Após termos apresentado e analisado todos os exercícios que compunham a atividade de Coavaliação desenvolvida em História e em Geografia pudemos traçar a evolução dos discentes da Turma W, bem como a eficácia e a utilidade desta prática pedagógica. Com um desempenho bastante favorável, quer na Coavaliação, quer nos progressos registados do processo de ensino-aprendizagem de ambas as disciplinas destacamos os alunos 1, 5, 9, 11, 17 e 21. Novamente focamos as nossas atenções para os alunos 10, 14 e 27 que não conseguiram incorporar as vantagens desta metodologia. No seguimento do que já aqui referimos, a falta de exteriorização desta prática pedagógica por parte destes alunos, pode ser indício da falta de interiorização, comprovada nas sucessivas discrepâncias que os seus exercícios manifestavam. Da observação direta resultante destes exercícios de Coavaliação, corroborada pelos dados que aqui expusemos, constatamos uma maior utilidade e eficácia, bem como uma melhoria mais significativa ao nível do desempenho dos alunos na disciplina de História. No sentido de verificarmos se esta nossa constatação era correta, dado que ela foi assumindo uma posição preponderante ao longo da atividade de Coavaliação, decidimos submeter a nossa amostra a um inquérito por questionário. Para além de pretendermos esclarecer este aspeto, através deste instrumento de recolha de dados pudemos recolher informações sobre a Coavaliação, enquanto metodologia de trabalho aplicada ao longo do ano letivo nas disciplinas de História e de Geografia.