Os resultados referentes à produção de massa verde (PMV) e de massa seca (PMS) de palma forrageira cultivada sob diferentes taxas de aplicação e sistemas alternativos de tratamento de efluentes, como também em espaçamento único, encontram-se na Tabela 26.
A produção de massa verde encontrada na maioria dos trabalhos foi estimada em função de equações (Nascimento, 2008; Andrade, 2009; Almeida, 2011). Essa produção diferiu entre o espaçamento de plantio e as taxas de aplicação de efluentes adotadas (P<0,05), de forma independente. Não ocorreu interação entre os fatores estudados para essa variável.
Na Tabela 26, são observados os valores estimados da produtividade média de palma forrageira, aos 105 e 210 DAP, em função dos parâmetros avaliados no experimento, conseguindo-se obter os valores médios de peso do cladódio (MPC) e matéria verde (PMV) e matéria seca (PMS). Porém, para a consideração destes itens, levaram-se em conta somente os valores médios obtidos durante a pesquisa. As produções em matéria seca (MS) foram determinadas multiplicando-se a produção de PMV pelos teores de PMS. Determinou-se o teor de PMS por meio da secagem em estufa a 65°C até peso constante. Por tratar-se de um cultivo em escala experimental, adotou-se uma densidade de 10.000 palmas/ha, para o espaçamento único adotado (1,00 x 1,00)m (ENPARN-RN, 2010).
Verifica-se que, para a estimativa de produtividade, de acordo com os dados obtidos na referida Tabela, a densidade de plantas teve influência marcante na produção da matéria verde de palma forrageira. Nota-se que o espaçamento aqui foi irrelevante, uma vez que foi adotado o mesmo espaçamento para as três diferentes taxas de aplicação de efluentes, conforme detalha a Tabela 26:
À medida que se aumentou a taxa de aplicação de efluentes, a produtividade de massa verde também aumentou, variando de 4,86t/ha; 5,51t/ha e 5,691t/ha, aos 105 DAP, isto para as taxas de aplicação de 0,20m³/h.m; 0,30m³/h.m e 0,40m³/h.m, respectivamente. Aos 210 DAP, foi encontrada uma produção de massa seca de até 11,77 t/ha, para a taxa de aplicação de efluentes de 0,40m³/h.m. A produção de massa verde tende a ser maior, reduzindo-se o espaçamento de plantio das palmas e aumentando a taxa de aplicação do efluente (fertilizante).
Tabela 26 – Valores estimados de produção média (t/ha) de palma forrageira tipo Opuntia
ficus, durante o período experimental, aos 105 e 210 dias após o plantio, em função das
diferentes taxas de aplicação nas três etapas estudadas
105 DAP 210 DAP
Parâmetros Taxas de aplicação (m³/h.m) Parâmetros Taxas de aplicação (m³/h.m)
0,2 0,3 0,4 0,2 0,3 0,4 D (pl/ha) 10.000,00 10.000,00 10.000,00 D (pl/ha) 10.000,00 10.000,00 10.000,00 N 3,09 3,21 3,32 N 3,8 3,91 4,03 C (cm) 19,65 20,33 20,33 C (cm) 23,25 23,71 23,93 L(cm) 12,18 12,31 12,44 L(cm) 13,47 13,64 13,69 E (cm) x 0,535 1,229 1,284 1,298 E (cm) x0,535 1,648 1,650 1,667 MPC (g) 157,36 171,91 175,625 MPC (g) 276,12 285,48 292,16 PMV (t/ha) 4,86 5,51 5,69 PMV (t/ha) 10,49 11,16 11,77 PMS (t/ha) 1,701 1,928 1,991 PMS (t/ha) 3,671 3,906 4,119 Legenda: D=densidade; N=número de cladódios; C=comprimento; L= largura; E= espessura; MPC=média de peso dos cladódios; PMV=produção de massa verde; PMS=produção de massa seca; pl/ha =palmas/hectares. Fonte: Autor (2014).
Em trabalhos realizados pelo IPA (1997) nas Estações Experimentais de Arcoverde e Caruaru–PE, utilizando-se espaçamento de (1,0 m x 0,25) m, foi obtida uma produtividade de 268 e 323 t ha-1 de matéria verde em colheitas efetuadas dois anos após o plantio, resultados que diferem deste experimento por várias razões: o tempo de colheita que foi aos 720DAP, o tipo de fertilizante (adubo orgânico) e a densidade de palmas/hectare. Esse fato ocorre, também, pela maior concorrência por nutrientes no espaçamento (1,0 x 0,25) m, onde as plantas se encontram mais próximas dentro da linha de plantio, provavelmente exigindo uma maior demanda por nutrientes.
De acordo com Carneiro et al. (1989), em experimento conduzido na UFC (Universidade Federal do Ceará), foi usado um espaçamento de (1,00 mx1,00) m com quatro anos de cultivo e dois tipos de corte, em que o primeiro corte foi feito aos dois anos de plantio, obtendo-se média de produção de massa verde para a palma forrageira “cv. Gigante” de 107,8 t ha-1 . No segundo corte, obteve-se uma média de 44 t ha-1, sendo superiores ao presente trabalho. Isto deve-se à idade do palmal e à época do ano em que foi realizada a colheita.
Para Santos (1992), trabalhando com clones de palma forrageira na Estação Experimental do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), localizado no Município de São Bento do Una-PE, a produtividade média de matéria verde dos clones estudados foi de 97 t ha- 1, superior ao referido trabalho. Isto se deveu à idade de palmal, que era de vinte um meses.
Albuquerque et al. (1997), em experimento conduzido no Campo Experimental da Caatinga, localizado no Município de Petrolina-PE, pertencente à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) no Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semiárido (CPATSA), obtiveram média geral para produtividade de 10,16 t ha-1 de matéria verde, sendo superior ao presente trabalho, devendo-se isto ao manejo da cultura e à época do corte que foi realizado a cada três anos, bem como à diminuta precipitação pluvial. Estes fatos influenciaram na baixa produtividade da palma, enquanto o presente trabalho foi realizado em dois ciclos - aos 105 DAP e 210 DAP -, irrigado com efluentes domésticos sob três tipos de pré-tratamento de esgoto ( in natura, pré-tratado com tratamento primário (fossas sépticas) e pré-tratado com tratamento secundário (fossas sépticas seguidas de filtros anaeróbios ascendentes)).
Almeida (2011), trabalhando com palma, na densidade de plantio de 40.000 plantas ha-1, aos 720 dias após o plantio, estimou uma produção de massa verde de 489 Mg ha-1 , para a área não adubada, e de 625 Mg ha-1 , para a área adubada com 30 Mg ha-1 de esterco.
Nascimento (2008) estimou em 53,4 Mg ha-1 a produção de massa verde da “cv. Gigante” adubada com esterco bovino, 30 Mg ha- 1 e fósforo, 84 kg ha-1 de P, com população de 23.820 plantas ha-1, aos 330 DAP.
Peixoto (2009) descreveu uma produção de massa verde da ordem de 41,2 Mg ha- 1 e 30,9 Mg ha-1 , para áreas adubadas com 20 Mg ha-1 de esterco e não adubadas, respectivamente, ambas com população de 20.000 plantas ha-1.
Andrade (2009) estimou produção de massa verde da ordem de 211,9 Mg ha-1 aos 510 DAP, da “cv. Gigante” adubada com esterco bovino, 40 Mg ha-1, e fósforo, 42 kg ha-1 P, com população de 23.820 plantas ha-1.
Araújo (2009), trabalhando com a “cv. Gigante” e adubação química e orgânica, 30 Mg ha-1 de esterco bovino e fósforo na dose de 21 kg ha-1 de P, atingiu, aos 600 DAP, com população de 23.529 plantas ha-1, a produção de 170 mg ha-1.
Ferreira et al (2003), avaliando diversos clones de palma forrageira plantados no espaçamento de (1,0 x 0,5) m, encontrou para a “cv. Gigante” a produção de 342,8 Mg ha-1 de massa verde aos 720 DAP.
No tocante à produção média de matéria seca (PMS) de palma forrageira, esta diferiu (P<0,05) entre o espaçamento de plantio utilizado (Tabela 26) e entre as taxas de aplicação de efluentes aplicadas ao solo, de forma independente, sem ocorrência de interação entre os fatores estudados. A maior produção média de matéria seca de palma forrageira foi
1,991 t/ha aos 105DAP, para a taxa de aplicação de 0,40m³/h.m e de 4,119t/ha aos 210 DAP para a taxa de aplicação de efluentes de 0,40m³/h.m.
Dubeux Junior et al. (2006) obtiveram produção de matéria seca média de 23,8 Mg ha-1 para a palma forrageira “clone IPA-20”, com população de 40.000 plantas ha-1, em quatro localidades no Estado de Pernambuco (Arcoverde, São Bento do Una, Serra Talhada e Sertânia). Os valores médios de matéria seca encontrados por estes autores são superiores aos registrados no presente trabalho, haja vista o tempo de colheita - 720 DAP -, o espaçamento usado (1,00 x 0,25)m e o tipo de fertilizante adubo orgânico.
Cortazar et al. (2002) encontraram 19,9 Mg ha-1 de matéria seca aos 450 DAP, com população de 60.000 plantas ha-1 e adubação com biofertilizante proveniente de guano e atum, na dose de 60 Mg ha-1. Os autores utilizaram uma população de plantas três vezes maior e efetuaram a colheita de todos os cladódios, preservando apenas o cladódio-mãe, e obtiveram produção de matéria seca de 18,1 Mg ha-1. Cortazar et al. (2002) não encontraram diferença para a produção de matéria seca em função das doses de biofertilizante utilizadas, provavelmente devido ao baixo índice pluviométrico (330 mm), que teve como consequência a baixa mineralização da matéria orgânica adicionada, resultando em um baixo teor de nutrientes disponíveis para a planta.
Alves et al. (2007) não encontraram efeito de espaçamentos para a produção de matéria seca para a “cultivar Gigante”, quando na colheita os cladódios primários foram preservados, provavelmente pela baixa quantidade de plantas ha-1 (máximo de 10.000); a produção média descrita foi de 5,6 Mg ha-1, as populações utilizadas foram 5.000 e 10.000 plantas ha-1, sendo a adubação bianual com 20 Mg ha-1 de esterco; os valores de produção são bastante inferiores ao obtido no presente trabalho. De maneira geral, tem-se verificado que, com espaçamentos mais adensados, se obtêm maiores produções, mesmo com esse sistema de plantio requerendo maiores investimentos na implantação e existindo dificuldades nos tratos culturais do palmal.
6.0 – CONCLUSÕES
O sistema proposto foi eficiente na remoção da matéria orgânica, de coliformes termotolerantes e, medianamente, na remoção de nutrientes. Os resultados obtidos encontram- se dentro dos limites estabelecidos pela lei ambiental vigente para a prática de reúso de cultura com irrigação restrita. Com base nos resultados experimentais obtidos, pode-se concluir que:
em geral, os parâmetros analisados apresentam uma variabilidade que pode ser explicada de acordo com a permanência e procedência do esgoto no sistema tanque- séptico/filtro anaeróbio, sendo estes considerados típicos em comparação a outros esgotos domésticos de mesma natureza;
a temperatura média das unidades foi em torno de 29°C, estando compatível com a região litorânea brasileira. Os valores de pH se apresentaram dentro dos limites comumente encontrados no Nordeste do Brasil, como também com uma tendência normal de crescimento ao longo dos reatores;
as concentrações de DBO e DQO encontradas no esgoto afluente foram bastante elevadas, devido à falta de manutenção adequada dos tanques sépticos, não se removendo o lodo dentro do intervalo considerado pelo projeto ou estabelecido pela norma, e devido também à diversidade dessas unidades contribuintes (domiciliares, restaurantes, comercial, hospitais, oficinas, etc.). Além disto, a relação DBO/DQO mostrou-se alta, indicando a predominância de substâncias de fácil degradação em virtude de o esgoto afluente ser proveniente de unidades de tanques sépticos que já estabilizam parte da matéria orgânica biodegradável, restando a parcela não biodegradável.
em relação aos coliformes termotolerantes, observou-se uma considerável redução na concentração ao longo das unidades, ocorrendo uma significativa remoção ao longo das rampas de escoamento superficial, destacando essa técnica como eficiente na remoção de coliformes, alcançando valores na ordem de 3-4 log.
a remoção de nitrogênio total e fósforo total no escoamento superficial se dá principalmente pela remoção física, volatização de amônia em pH elevado, como também pela incorporação na massa celular da palma forrageira, removidos ao longo do comprimento das rampas de escoamento superficial, com a 3ª Etapa, com taxa de aplicação de 0,40m³/h.m, tendo sido a mais eficiente.
o modelo matemático ajustado para as curvas de avanço permite verificar-se a uniformidade da superfície de escoamento e prever-se o tempo necessário até que o filme líquido atinja a base da rampa para determinada taxa de aplicação. Os resultados obtidos para o ajuste do modelo de dimensionamento quanto à remoção de matéria orgânica, proposto por Smith (1982) para os dados obtidos neste estudo e a comparação com os ajustes obtidos por outros pesquisadores, indicam a necessidade de se considerar de forma mais clara a influência de outros parâmetros como evapotranspiração e infiltração. Uma alteração no modelo foi proposta para se tentar identificar a influência dessas variáveis, embora sua eficácia ainda não tenha podido ser comprovada, mesmo com os ajustes tenham sido satisfatórios.
a taxa de 0,40m³/h.m e inclinação de 8%, das três Etapas, foi a que apresentou melhores eficiências, sendo 93,55% e concentração de 25,67mg/L, para DBO; 56,10% e concentração de 17,65mg/L, para N-Total; 25,94% e concentração de 5,98mg/L, para P-total; 4 logs e concentração de 1,89x103NMP/100mL de coliformes termotolerantes e 22,20% e concentração final de 534,29µS/cm de condutividade elétrica. O esgoto afluente à ETE, quanto aos parâmetros de DBO, N-Total, P-total, Coliformes Termotolerantes e Condutividade Elétrica, apresentou, na 3ª Etapa, os seguintes valores: 398,12mg/L; 40,22mg/L; 8,08mg/L; 2,81x107NMP/100mL e 686,75µS/cm, respectivamente. A fossa séptica e o filtro anaeróbio, bem como o sistema de pós-tratamento apresentaram valores de DBO dentro da faixa citada pela literatura, a saber: 34,68% e concentração final de 260,02mg/L; 78,61% e concentração final de 85,14mg/L e 93,55% e concentração final de 25,67mg/L, respectivamente, para a melhor taxa de aplicação, que foi de 0,40m³/h.m e declividade de 8%.
a palma forrageira, para os parâmetros de morfometria, apresentou crescimento dentro dos limites encontrados pela literatura técnica, para o comprimento, número de
cladódios, largura, espessura, IAC e altura do cladódio, tendo a taxa de aplicação de efluentes de 0,40m³/h.m e declividade de 2% a que mostrou melhores resultados. A produtividade da palma forrageira teve valores um pouco abaixo dos limites encontrados na literatura. Isto pode ser explicado pelo período de corte que foi realizado em duas épocas: aos 105 DAP e 210 DAP.
o uso de efluentes em cultivo de palmas influenciou o aumento do número de cladódios por planta de palma forrageira, principalmente nos menores espaçamentos. Os maiores espaçamentos entre plantas, independentemente da dose de adubo ou taxas de aplicação de efluentes, proporcionaram as menores estimativas de produtividade; pela estimativa da produtividade média da palma forrageira, é viável seu cultivo na
região do Semiárido Nordestino, com uso de efluentes domésticos, desde que sejam adotadas técnicas agronômicas compatíveis.
No que refere a prática de reúso, o esgoto efluente ao sistema encontrou-se apto ao cultivo de culturas não restritas, bem como para algumas culturas irrestritas, segundo a OMS.
Para lançamentos em corpos hídricos, os efluentes tratados nas rampas de escoamentos poderão ser lançados, desde que atenda estudos de autodepuração do corpo receptor, no caso do manancial de lançamento for de vazão mínima. Todavia, atende a Resolução CONAMA 430/2011.
7.0 – RECOMENDAÇÕES
A dificuldade, notada por outros pesquisadores, em se coletarem amostras confiáveis sobre a rampa de escoamento superficial permanece especialmente para as taxas mais baixas. Sugere-se, para os próximos estudos:
o uso de locais de coleta fixos construídos de forma que possam ser limpos momentos antes da coleta;
o cultivo da palma com efluentes domésticos, porém com colheitas a partir dos 2 a 3 anos, verificando-se o comportamento morfométrico e de produtividade sob espaçamentos variados;
a identificação dos parâmetros zootécnicos de animais alimentados com palma forrageira, cultivada com esgotos domésticos.
Cultivo em paralelo da palma forrageira irrigada com efluentes domésticos e com água: comprovação de parâmetros morfométricos.
REFERENCIAS
ALBUQUERQUE, S. G.; RAO, M. R. Espaçamento da palma forrageira em consórcio com sorgo granífero e feijão – de – corda no Sertão de Pernambuco. Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia, Viçosa, v. 26, n. 4, p. 645-650,1997.
ALMEIDA, J. A palma forrageira na região semiárida do estado da Bahia: diagnóstico, crescimento e produtividade. Tese (Doutorado) – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas Cruz das Almas – BA, 2011. 95f.
ALVES, R.N.; FARIAS, I.; MENEZES, R.S.C.; LIRA, M. de A.; SANTOS, D.C. dos. Produção de forragem pela palma após 19 anos sob diferentes intensidades de corte e espaçamentos. Caatinga, v. 20, n. 4, p. 38-44, 2007.
AMORIM, Philipe Lima de. Caracterização morfológica e produtiva em variedades de palma forrageira. Dissertação (mestrado em Zootecnia) – Universidade Federal de Alagoas. Centro de Ciências Agrárias. Rio Largo/AL, 2011 54 f.
ANDRADE, R., L. Evolução do crescimento da palma forrageira (Opuntia fícus – indica Mill) em função do adensamento e adubação com farinha de osso no solo. 2009. 40f. Dissertação (Mestrado em Zootecnia– Sistemas Agrossilvipastoris), Universidade Federal de Campina Grande, Patos-PB.
ANDRADE, J. C. As palmas forrageiras em Alagoas. Maceió; Ed. Grupo Tércio Wanderley, 1990. 181 p.
ANDRADE NETO, C. O de. Sistemas simples para tratamento de esgotos sanitários: experiência brasileira. Rio de Janeiro: ABES, 1997.
ANDRADE NETO, C. O. de; ALÉM SOBRINHO, P.; CHERNICHARO, C. A. de L; NOUR, E. A., “Filtros Anaeróbios”. In: Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo, Programa PROSAB, capítulo 6, Rio de Janeiro, ABES-RJ. 1999.
APHA – AWWA – WEF. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. 21th edition. American Public Health association, American Water Works Association and Water Environment Federation, 2005.
ARAUJO, A. M. Interação entre adubação fosfatada e espaçamento no cultivo da palma forrageira (Opuntia fícus-indica (L.) Mill) no estado da Paraíba. Dissertação (Mestrado em Zootecnia – Sistema Agrosilvipastoris no Semiárido) – Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande. Patos - PB: CSTR, UFCG, 2009. 67f. ARAÚJO, A.P.; MACHADO, C.T. de T. Fósforo. In: FERNANDES, M.S. Ed. Nutrição mineral de plantas. Sociedade Brasileira de Ciências do Solo. Viçosa-MG. p.253-280. 2006. 432p.
ARAÚJO, L. de F.; OLIVEIRA, L. de S.C.; PERAZZO NETO, A.; ALSINA, O.L.S. de; SILVA, F.L.H. da. Equilíbrio higroscópico da palma forrageira: Relação com a umidade ótima para fermentação sólida. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v.9, n. 3, p. 379-384, 2005.
ARAÚJO FILHO, J. T. Efeitos da adubação fosfatada e potássica no crescimento da palma forrageira (Opuntia ficus-indica Mill.) - Clone IPA -20. Dissertação de mestrado em Zootecnia -- Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, 2000. 78f.
ARAUJO, G.C. Avaliação do Pós-tratamento de efluentes de reatores UASB através de um sistema de aplicação superficial de esgotos no solo. Dissertação de mestrado, Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, UFMG. Belo Horizonte, 1998.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7229: Projeto, Construção e Operação de Tanques sépticos – NBR 7229, Rio de Janeiro, 1993.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13969 - Tanques sépticos - Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos - Projeto, construção e operação – NBR 13969, São Paulo, 1997.
ÁVILA, R. O. de. Avaliação do desempenho de sistemas tanque séptico-filtro anaeróbio com diferentes tipos de meio suporte. Dissertação de mestrado em Ciencias em Engenharia Civil, COPPE/UFRJ. Rio de Janeiro, 2005.
BANCO DO NORDESTE. Agenda do produtor rural. Fortaleza-CE, 2005. 263p.
BARBERA, G.; INGLESE, P.; PIMIENTA-BARRIOS, E. (Eds.). Agroecologia, cultivo e usos da palma forrageira. Paraíba:SEBRAE/PB, 2001. 216 p.
BASTOS, R.K.X; BEVILACQUA, P.D. “Tratamento e utilização de esgotos sanitários”. In: Normas e critérios de qualidade para reúso da água, Programa PROSAB 4, capítulo 2, Rio de Janeiro, ABES-RJ. 2006.
BRASIL. Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Manual de Saneamento. 4° ed. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2006.
BRASIL. Ministério das Cidades. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. Investimentos federais em saneamento: relatório de aplicações entre 01 de janeiro de 2003 e 30 de setembro de 2006. Brasília, 2006.
BRASIL. Portaria Nº 357, de 19 de março de 2005. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamentos de efluentes, e dá outras providências. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2005.
BRASIL. Portaria Nº 430/2011. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamentos de efluentes, e dá outras providências. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2005
BRAILE, P.M.; CAVALCANTI, J.E.W.A. Manual de tratamento de águas residuárias industriais. São Paulo, CETESB, 1979. 764p.
BRAVO, H. Las cactáceas de México. 2. Ed. México: Universidade Nacional Autônoma do México, v.1, 1978. 20p.
BECERRIL, G.A.; VALDIVIA, C.B.P. Alteraciones fisiológicas provocadas por sequia em nopal (Opuntia ficus-indica). Revista Fitotecnia Mexicana, v. 29, n. 3, p. 231-237, 2006. BERNARDES, R.S. Estabilização de poluentes por disposição no solo. Revista DAE. V.46, n.145, p.129 – 148, jun. 1986.
BERNARDO, S.; SOARES, A. A.; MONTOVANI, E.C. Manual de irrigação. 6. ed. Viçosa/MG: Editora UFV, 2006. 625p.
BERRY, W.L.; NOBEL, P.S. Influence of soil and mineral stresses on cacti. Journal of Plant Nutrition, v. 5, n. 8, p. 679-696, 1985
CAMPOS, J. R., Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo. Rio de Janeiro, ABES. 1999.
CAMPOS, J.R.; DIAS, H.G. Potencialidades do filtro anaeróbio. Revista DAE, v. 49, n. 154,p. 73-76,1989.
CARNEIRO, M. S. S.; VIANA, O. J.; ALBUQUERQUE, J. J. L.; ALMEIDA, F. A. G. Manejo de corte em palma gigante – Opuntia ficus indica (L.) Mill – e palma doce – Nopalea cochenillifera (L.). Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia. v.18, n.6, p.526- 531, nov/dez.1989.
CAVALCANTE, N. de B.; RESENDE, G.M. de. Consumo do xiquexique (Pilocereus gounellei (A. weber ex K. Schum.) Bly. ex Rowl) por caprinos no semi-árido da Bahia. Revista Caatinga, v. 20, n. 1, p. 22-27, 2007.
CERQUEIRA, R. S. pós-tratamento de efluente de lagoa anaeróbia por escoamento superficial no solo. Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de Campinas. Campinas/SP, 2004. 172p.
CHERNICHARO, C.A.L. Reatores Anaeróbios. 2. ed. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental – UFMG, 2007.
CHERNICHARO, C.A.L. ; COTA, R.S.; ZERBINI, A. M.; VON SPERLING, M.; BRITO, L.H. Post-treatmento of anaerobic effluents in overlanflow system. Water Sci. Tech., v.44,n.4, p.229-236, 2001.
CHERNICHARO, C.A.L. Reatores Anaeróbios. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental – UFMG, 1995.
CHIACCHIO, F.P.B.; MESQUITA, A.S.; SANTOS, J.R. Palma forrageira: uma oportunidade econômica ainda desperdiçada para o Semiárido baiano. Bahia Agrícola, v.7, n.3. 2006.
CORAUCCI FILHO, B.; ALÉM SOBRINHO, P.; FIGUEIREDO, R. F., Tratamento de esgoto doméstico no solo pelo método de escoamento superficial: efeito da taxa hidráulica na eficiencia. 25º Congresso Interamericano de Ingenieria Sanitaria y Ambiental, Ciudad de Mexico, Mexico, 1996.
CORAUCCI FILHO, B.; ALÉM SOBRINHO, P.; FIGUEIREDO, R. F., (1995). Desempenho do Sistema de Tratamento de Esgoto Doméstico no Solo pelo Método do Escoamento Superficial. Efeito de Sazonalidade Devido as Estações do Ano e pela Idade do Sistema na remoção de Matéria Orgânica. 18º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, 17 a 21 de Setembro de 1995, Salvador, Bahia.