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Work Life Inclusion/exclusion

In document MASTER'S THESIS (sider 56-61)

Uma das áreas de investigação com mais longa tradição na área da qualidade do trabalho e do emprego é a análise do impacto das condições e dos conteúdos do trabalho sobre a saúde dos trabalhadores.

Pese embora os IECT não prevejam medidas objectivas neste campo, ainda assim incluem uma série de indicadores que registam o que os trabalhadores pensam sobre a influência do trabalho na sua saúde (quer actual quer futura), mas também a sua avaliação

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Com o teste à diferença de média a confirmar diferenças de rendimentos entre os vários grupos de idade (p<0,001) - os trabalhadores mais jovens registam rendimentos mensais inferiores aos dos restantes grupos etários (menos 242 euros face aos trabalhadores entre os 30-49 anos e menos 241 face ao grupo dos mais velhos), para um nível de confiança de 95% (cf. figura V.13A, anexo 4).

sobre as suas condições de trabalho e a exposição a riscos que podem colocar em causa a sua saúde e bem estar.151

Do ponto de vista analítico, o facto do nível de saúde e bem-estar assentar na avaliação dos próprios trabalhadores pode revelar algumas limitações ou até mesmo o risco de uma interpretação forçada dos dados, devendo estes ser interpretados com cautela por duas ordens de razão:

a) Nos IECT apenas são entrevistados os indivíduos empregados e, por isso, os resultados podem revelar um menor impacto na saúde devido a um processo de auto-selecção (as pessoas que continuam a trabalhar são precisamente aquelas que se encontram em melhor estado do ponto de vista da sua saúde);

b) O estado de saúde dos trabalhadores pode alterar a própria perceção do impacto que o trabalho provoca sobre a saúde, ou seja, trabalhadores saudáveis podem ser levados a minimizar os efeitos do trabalho sobre a sua saúde. Já entre os indivíduos que tiveram de lidar recentemente com problemas de saúde a probabilidade de afirmar que a sua saúde é afetada pelo seu trabalho é, como refere um estudo do Eurofound (2008), 6,3 vezes maior. Estes aspectos são particularmente relevantes quando se compara esta questão entre os diferentes grupos etários, uma vez que a saúde tende a deteriorar-se com a idade, devendo, sobretudo os dados relativos aos trabalhadores mais velhos, ser interpretados com cautela.

Assim, e tendo em conta estas ressalvas, constatamos na análise do impacto do trabalho sobre a saúde dos trabalhadores, que mais de ¼ dos trabalhadores inquiridos considera que o seu trabalho afecta negativamente a sua saúde. Este é sobretudo o caso dos trabalhadores mais velhos, apesar da diferença face aos trabalhadores do grupo intermédio ser mínima (apenas 1 p.p.).

151

A concepção adoptada é a de que o bem-estar é um conceito sumativo que caracteriza a qualidade de vida de trabalho, incluindo aspectos como a segurança e saúde no trabalho (SST) (Schulte e Vanio, 2010).

Figura V.14 - Impacto do trabalho na saúde por grupos de idade

8% 9% 10% 9%

24% 29% 30% 29%

68% 62% 60% 62%

Menos 30 30-49 50 mais Total

Sim, de forma positiva Sim, de forma negativa Não

Fonte: IECT, 2010

Em termos de variação entre grupos etários, ela é particularmente significativa entre os trabalhadores mais velhos e os trabalhadores mais jovens, demonstrando que a proporção dos trabalhadores que acreditam que o trabalho afecta o seu estado de saúde difere em função da idade.

Contudo, mais interessante do que perceber se o trabalho tem impacto sobre a saúde dos diferentes grupos de idades, é perceber que tipo de impacto ele produz. Uma leitura mais atenta da figura V.14 permite-nos ainda perceber que quando comparamos a situação dos trabalhadores mais jovens com a dos restantes grupos etários o impacto do trabalho assume uma variação percentual positiva, passando-se exactamente o inverso quando se analisa a situação dos trabalhadores mais velhos. Dito de outro modo, enquanto para os trabalhadores mais jovens o trabalho assume um maior impacto favorável do que para os restantes grupos etários, já para os trabalhadores mais velhos este assume proporções mais negativas do que as registadas para os restantes grupos.

Esta situação pode, no caso dos trabalhadores mais velhos, assumir contornos preocupantes em termos da determinação da sua participação no mercado de trabalho. Como demonstrado por Nicoletti e Peracchi (2001) com base no European Community Household Panel (ECHP), os dados sobre os trabalhadores com mais de 50 anos revelam que a existência de más condições de saúde (decorrentes, não só mas também, do impacto negativo do trabalho sobre a saúde) pode reduzir significativamente a probabilidade destes permanecerem no emprego, aumentando a probabilidade de terem de deixar o mercado de trabalho no período de um ano.

Já se analisarmos apenas os casos em que o trabalho é considerado pelos trabalhadores como uma ameaça (impacto negativo) para a sua saúde, constata-se que a variação entre países é substancial em todas as idades, com os trabalhadores do sul e do leste europeu a assumirem-se como os que mais se sentem negativamente afectados.

Sendo este sentimento partilhados pelos diferentes grupos etários, é todavia entre os trabalhadores mais velhos do sul da Europa que este impacto assume os valores mais elevados entre os vários grupos de idade. Inversamente, é nos países anglo-saxónicos que os trabalhadores antevêem no trabalho o menor impacto para a saúde (apenas 13% se sentem negativamente afectados).

Figura V.15 - Impacto negativo do trabalho na saúde por grupos de países e de idade

23% 13% 26% 31% 39% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45%

Países nórdicos Países anglo- saxónicos

Europa central Sul da Europa Europa de Leste Total Menos 30 30-49 50 mais

Fonte: IECT, 2010

Analisando a evolução deste indicador ao longo da última década (2000-2010), enquanto preditor da própria evolução das condições de trabalho e do seu impacto sobre a saúde dos trabalhadores, verificamos (cf. figura V.16) que a influência negativa do trabalho sobre a saúde diminuiu para o conjunto dos 27,152 apesar de ser sobretudo entre os trabalhadores mais jovens e o grupo entre os 30 e os 49 anos que se registam as maiores quebras (cerca de 6 p.p. face aos 3 p.p. registados para o grupo dos trabalhadores mais velhos).153

152

Sendo esta diminuição particularmente significativa na segunda metade desta década (2005-2010).

153

A excepção é dos trabalhadores mais velhos do sul da europa que registam os valores mais elevados a par dos do grupo intermédio.

Apenas os países nórdicos parecem contrariar esta tendência, apresentando ao longo da década um aumento do número de trabalhadores que consideram que o trabalho afecta (negativamente) a sua saúde, sendo este aumento maior no caso dos trabalhadores mais velhos (cerca de 9 p.p.). Ainda que esta evolução traduza, segundo opinião dos trabalhadores nórdicos, uma deterioração das condições de trabalho e um agravamento significativo do estado de saúde e bem-estar, a interpretação das variações ocorridas ao longo da década para este conjunto de países deve ser relativizada, não apenas porque, como vimos acima, em 2010 estes apresentavam-se como os trabalhadores europeus para quem o trabalho tinha um menor impacto sobre a saúde, como ainda pelo facto de, em 2000, os países nórdicos apresentarem os valores mais baixos (logo, mais positivos) para este indicador.

Figura V.16 - Evolução do impacto negativo do trabalho sobre a saúde

0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% M e n o s d e 3 0 3 0 -4 9 5 0 e m ais M e n o s d e 3 0 3 0 -4 9 5 0 e m ais M e n o s d e 3 0 3 0 -4 9 5 0 e m ais M e n o s d e 3 0 3 0 -4 9 5 0 e m ais M e n o s d e 3 0 3 0 -4 9 5 0 e m ais M e n o s d e 3 0 3 0 -4 9 5 0 e m ais

Países Nórdicos Anglo-Saxónicos Europa Central Sul da Europa Europa de Leste UE27 2000-2001 - 3rd EWCS 2005 - 4th EWCS 2010 - 5th EWCS

Fonte: IECT, 2010

Assumindo o princípio de que as condições de vida e de trabalho podem acelerar a degradação natural de saúde das pessoas (Ilmarinen, 2005), analisámos ainda a questão da exposição dos trabalhadores a um conjunto de riscos ocupacionais, bem como algumas das principais características do trabalho realizado.

Para tal foi criado um índice de risco que consistiu na agregação de nove tipos de riscos identificados pelo IECT, relacionados com o ruído, temperatura, vapores/fumo e contacto com produtos químicos e infecciosos, numa escala que vai de 1 (contacto permanente) a 7 (sem contacto).

Como se pode verificar no quadro V.1, em 2010 o nível de exposição dos trabalhadores aos vários riscos ocupacionais era bastante baixo, sendo todavia os trabalhadores mais velhos os que se encontravam mais protegidos.

Quadro V.1 - Diferença de médias entre grupos de idade face exposição a riscos laborais

Fonte: IECT, 2010

Já se observarmos as diferenças entre países (figura V.17) verificamos que não existem, de acordo com as percepções dos trabalhadores, variações significativas no que concerne à sua exposição a condições de trabalho adversas, com todos os países a registarem valores globais acima do nível 6. Apenas é de referir a situação dos trabalhadores mais velhos dos países do sul da Europa que, ao contrário da tendência geral dos restantes países (onde o risco é inversamente proporcional à idade),154 registam os níveis de exposição a riscos ocupacionais mais elevados entre os três segmentos. Contudo, as diferenças são mínimas.

Figura V.17 - Exposição a riscos laborais por grupos de países e de idade

Fonte: IECT, 2010

Quanto às principais características do trabalho, foi feito o apuramento das médias relativas a um conjunto de 9 características, numa escala que vai desde 1 (presença permanente) a 7 (ausência total).

154

Com excepção dos países do leste onde o valor mais elevado se regista entre os trabalhadores dos 30-49 anos.

Mean Std. Deviation Mean Std. Deviation Menos 30 6,124 0,977 6,193 0,940 30-49 6,162 0,972 6,215 0,937 50 mais 6,254 0,914 6,253 0,916

2005 2010

Como se pode ver no quadro V.2, a existência de situações stressantes, de desgaste físico ou psicológico, constitui uma presença na maior parte das situações laborais. As características com maior predominância são aquelas que implicam estar sentados e em contacto com pessoas ou que implicam a execução de movimentos repetitivos (presentes em cerca de metade do tempo – nível 4) ou para quem, embora em menor grau, exerce tarefas com recurso às novas tecnologias. As tarefas que exigem esforço físico ou posições ergonómicas desgastantes registam ainda presença numa parte significativa do tempo de trabalho (nível 5).

Quadro V.2 - Diferença de médias entre grupos de idade face a características do trabalho

Fonte: IECT, 2010

Em termos etários, as diferenças face à prevalência de determinados tipos de características não aparentam ser muito significativas, apesar de ser entre os mais jovens que se registam as médias mais baixas (logo, com maior presença no trabalho). Contudo, se observarmos as diferenças entre os países por grupos etários, estas tornam-se mais evidentes (figura V.18).

Características do trabalho Menos 30 30-49 50 mais Total

Posições cansativas ou dolorosas 5,01 4,97 5,04 5,00

Levantar ou transportar pessoas 6,59 6,55 6,59 6,57

Transportar ou carregar cargas pesadas 5,55 5,69 5,84 5,70

Estar sentado 3,42 3,81 3,97 3,78

Movimentos repetitivos 3,88 3,98 4,18 4,02

Lidar com pessoas que não são funcionários no seu local de trabalho 3,46 3,77 4,02 3,78

Lidar com clientes ou pacientes irritados 5,57 5,68 5,91 5,72

Trabalhar com computador 4,62 4,46 4,80 4,59

Figura V.18 - Principais características do trabalho por grupos de países e de idade

Fonte: IECT, 2010

As posições ergonómicas mais desgastantes marcam presença sobretudo no trabalho quotidiano dos trabalhadores do sul e centro da Europa, com destaque para os mais velhos que, ao contrário dos trabalhadores dos países anglo-saxónicos e do norte europeu, registam os valores mais altos em termos de presença (logo, com as médias mais baixas). Já as tarefas

que exigem esforço físico ou movimentos repetitivos registam uma menor variação entre os países, estando, ainda assim, mais presentes nas tarefas realizadas pelos trabalhadores mais jovens. A maior variação entre os grupos de países regista-se, no entanto, nas actividades que implicam lidar com as pessoas (com maior presença nos vários segmentos dos países anglo- saxónicos) ou o recurso ao uso das novas tecnologias (presente sobretudo no caso dos trabalhadores dos segmentos mais velhos dos países nórdicos e anglo-saxónicos).155

Sabemos que uma avaliação do impacto das condições de trabalho sobre a saúde e o bem-estar dos trabalhadores não depende unicamente de uma fraca exposição a riscos ocupacionais ou do desempenho de tarefas não desgastantes (física e psicologicamente) ou livres de stresse, sendo ainda importante ter em conta o número de horas de trabalho, horários de trabalho, entre outros factores. Contudo, a avaliação feita pelos trabalhadores sobre os indicadores apresentados até ao momento parece constituir um bom parâmetro para aferir a melhoria progressiva que se tem vindo a registar ao longo dos últimos anos nesta matéria.156

De facto, se tivermos em conta a satisfação global dos trabalhadores com as suas condições de trabalho, constatamos que na sua grande maioria (83%) eles revelam-se satisfeitos ou muito satisfeitos, num consenso partilhado pelos diferentes grupos de idade.

Figura V.19 - Satisfação com condições de trabalho por grupos de idade

24,6% 23,7% 24,5% 24,1%

59,1% 59,0% 58,5% 58,8%

13,2%3% 14,0%3% 14,3%3% 14,2%3%

Menos 30 30-49 50 mais Total

Muito satisfeito Satisfeito Não muito satisfeito De todo satisfeito

Fonte: IECT, 2010

155

Os trabalhadores mais velhos dos países do sul e do leste da europa encontram-se praticamente afastados de tarefas que implicam o recurso às novas tecnologias.

156

E que são confirmadas pelos dados constantes na figura V.16 e no quadro V.2, relativamente a alguns indicadores.

Ainda assim, são os países anglo-saxónicos e do norte da Europa os que registam o maior nível de satisfação com as suas condições de trabalho (com mais de 90% dos trabalhadores a afirmarem-se globalmente satisfeitos), numa tradução consentânea com a avaliação que haviam já feito relativamente aos outros indicadores apresentados.

Figura V. 20 - Trabalhadores satisfeitos com as condições de trabalho por grupos de países e de idade

91% 92% 85% 80% 75% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%

Países nórdicos Países anglo- saxónicos

Europa central Sul da Europa Europa de Leste Total Menos 30 30-49 50 mais

Fonte: IECT, 2010

Uma outra forma de medir o impacto das condições de trabalho sobre o estado geral de saúde dos trabalhadores é o número de dias de ausência do trabalho por motivos de saúde. Tendo sido perguntado aos trabalhadores europeus quantos dias tinham faltado ao trabalho no último ano por motivos de saúde, os resultados apurados (por países e idades) parecem consistentes com os apresentados até ao momento. Contudo, aqui são necessárias novas cautelas. O facto do comportamento do absentismo revelar algumas similitudes com a forma como os trabalhadores avaliam o impacto das condições de trabalho sobre a sua saúde, não quer dizer que um decorra necessariamente do outro. Com efeito, as razões para a ausência ao trabalho por motivo de saúde podem ser diversas e nada ter a ver com o exercício da actividade laboral. Tal é suficientemente ilustrativo no caso dos países do sul e da Europa de leste que, embora sejam os que se consideram menos satisfeitos com as condições de trabalho e para quem a saúde é mais afectada pelo trabalho, são dos que registam um menor número de dias de ausência ao trabalho.

Igualmente digno de registo, é a opinião de que, independentemente das causas de doença, são sobretudo os trabalhadores mais velhos (com excepção dos anglo-saxónicos) os que registam os maiores níveis de absentismo por motivos de saúde.

Figura V.21 - Número de dias de ausência ao trabalho por motivos de saúde

Fonte: IECT, 2010

Sobre a possibilidade de continuar a realizar o mesmo tipo de trabalho aos 60 anos, pese embora a maioria dos trabalhadores considere que o seu trabalho ainda será sustentável quando chegarem a essa idade (56%), são sobretudo os trabalhadores mais velhos que equacionam essa possibilidade, por contraposição aos seus colegas mais novos, que revelam valores significativamente abaixo (69% vs 45%).

Sendo estas percepções influenciadas pela idade (até pela maior proximidade dos mais velhos a esta idade, o que lhes permite antever com maior clareza as condições efectivas para poderem continuar a realizar o mesmo tipo de trabalho)157, vários estudos demonstram que estas percepções são influenciadas não tanto pela idade158 mas, sobretudo, pelas características do próprio trabalho, tipos de contrato, horários de trabalho e capacidade de conciliação entre trabalho e vida familiar – veja-se a título de exemplo os trabalhos apresentados pela Eurofound (2008, 2012).

157

Contudo, outra razão pode ainda ser equacionada e que tem a ver com a recusa, mais ou menos inconsciente, de uma situação que pode estar a aproximar-se, ou ainda, que outros venham a dizer que já chegou, funcionando a admissão da sua incapacidade para continuar a realizar o mesmo tipo de trabalho como uma forma de “condenação antecipatória” de exclusão do trabalho por motivos de idade sob o pretexto da menor saúde.

158

Pese embora o teste à diferença de médias (Anova) confirme que existem diferenças significativas entre as idades nesta matéria (p<0,001) (cf. figura V.22A, anexo 4).

Figura V.22 - Realização do mesmo tipo de trabalho aos 60 anos por grupos de idade 45% 53,5% 69% 56% 31,5% 30,5% 19% 28% 23,5% 16% 12% 16%

Menos 30 30-49 50 mais Total

Penso que sim Penso que não Não quero continuar

Fonte: IECT, 2010

Se compararmos as percepções dos trabalhadores que admitem a possibilidade de continuar com o mesmo tipo de trabalho aos 60 anos segundo os diferentes países constatamos, uma vez mais, que são os trabalhadores nórdicos e dos países anglo-saxónicos que assumem a liderança nesta matéria. Já nos países do sul e do leste apenas cerca de metade dos trabalhadores admite esta possibilidade.

De referir ainda que embora sejam globalmente os trabalhadores mais velhos os que antevêem a possibilidade de continuação, o seu peso varia substancialmente entre os países, com os trabalhadores mais velhos dos países nórdicos e anglo-saxónicos a registarem valores bem acima (acerca de 20%) do que nos restantes agrupamentos de países.

Figura V.23 - Trabalhadores que admitem a realização do mesmo tipo de trabalho aos 60 anos por grupos de países e de idade

72% 67% 54% 52% 50% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%

Países nórdicos Países anglo- saxónicos

Europa central Sul da Europa Europa de Leste Total Menos 30 30-49 50 mais

In document MASTER'S THESIS (sider 56-61)