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PART 3: ASPECTS OF GOVERNANCE IN LIVING FORESTS

6. EXPERTISE

6.2 W HAT K IND OF E XPERTISE ?

Em relação à qualificação profissional, tempo de duração da formação, qualidade do ensino e outros questionamentos referentes ao tema, buscou-se perceber o nível de expectativa e satisfação proporcionados pelo curso de Secretariado Executivo, e por outras instâncias de aprimoramento profissional, tanto em relação ao idioma inglês, quanto ao curso, em si, de forma mais ampla.

O primeiro questionamento procurou avaliar o grau de satisfação das respondentes quanto à sua formação e qualificação: 100% (8) das participantes graduadas disseram sentir- se qualificadas, pois buscaram e buscam, ainda, participar de cursos, palestras, seminários etc. Com relação às não graduadas, 75% (6) sentem-se qualificadas, mas dividiram-se em suas justificativas: 13% (1) informou que continuará buscando crescer na profissão; 13% (1) faz a ressalva de que precisa de formação melhor na língua inglesa; 13% (1) credita sua formação a experiências profissionais anteriores; 25% (2) dão credito à UFC, à prática (experiência) profissional e aos demais cursos concluídos e por fazer.

Duas respondentes não graduadas (25%) não se julgam qualificadas: uma delas não trabalha na área21, mas não acredita que o conteúdo do curso seja suficiente para qualificá-la. A outra acredita que o ―ramo é muito segmentado‖ e, por isso, não se julga totalmente qualificada. Como não foi possível, até a entrega deste trabalho, entrar em contato com a participante e compreender qual o significado da expressão ―ramo muito segmentado‖, fez-se uma análise com a compreensão de que a expressão faz referência ao enorme leque de

21

Esse fato, em um primeiro momento, me impeliu a rejeitar o questionário em questão, mas mantive-o por entender que, apesar de importante, esse fato não invalidaria a maioria das respostas, principalmente, porque muitas delas tratam de impressões e expectativas pessoais sobre a formação e, não apenas, sobre a função exercida. Entretanto, atentando unicamente à resposta, obviamente ela não possui condições de realizar uma avaliação fundamentada em experiência.

funções e atribuições impostas ou requeridas do profissional de Secretariado Executivo (vide Tabela 1, p. 22).

Tabela 5 - Nível de qualificação auto imposto.

Nível de qualificação auto imposto

Qualificada? Justificativa Grad % Ngrad %

SIM

Buscou, e busca, aprimoramentos extra

acadêmicos 8 100% 1 13% Faz a ressalva de que deveria se qualificar

melhor, principalmente com relação à língua

inglesa. 0 0% 1 13%

Acredita que sua graduação a qualifica (ainda não concluiu) a contento, e que suas

experiências fazem a diferença.

0 0% 1 13%

Devido às experiências adquiridas em estágios e por ter cursado um curso técnico

em Secretariado 0 0% 1 13%

Acredita que a UFC e a prática, e outros

cursos, a qualificarão de forma satisfatória 0 0% 2 25%

Totalização> 8 100% 6 75%

NÃO

Não trabalha na área e não acredita que o

conteúdo do curso seja suficiente 0 0% 1 13%

Acredita que o ramo é muito "segmentado em suas atuações" e, por isso, não se julga

totalmente capacitada 0 0% 1 13%

Totalização> 0 0% 2 25%

TOTAL GERAL 8 100% 8 100%

Fonte: A autora.

Gráfico 2 - Qualificação auto imposta: Graduadas e Não Graduadas.

Fonte: A autora.

Graduadas e não graduadas responderam se possuíam outra formação acadêmica da seguinte forma: nenhuma das não graduadas havia concluído qualquer outro curso de nível

100%

Graduadas Qualificação

autoimposta

Qualificada Não qualificada

75%

25%

Não Graduadas

Qualificação autoimposta

acadêmico; uma (13%) possui bacharelado em Administração e; outra (13%) possui especialização, embora não tenha informado em que área.

Tabela 6 - Etapas na formação profissional.

Outras formações acadêmicas - Graduadas

Graduação Grad % Ngrad %

Superior Incompleto 0 0% 0 0% Bacharelado 1 13% 0 0% Especialização/MBA/Pós* 1 13% 0 0% Mestrado 0 0% 0 0% Doutorado 0 0% 0 0% Totalização 2 25% 0 0% Bacharelado em Administração

*Não informou a especialização.

Fonte: A autora.

Gráfico 3 - Outras formações acadêmicas.

Fonte: A autora.

Perguntadas sobre a necessidade do uso da língua inglesa em sua área de atuação, quatro (50%) das graduadas responderam afirmativamente, com as seguintes considerações: uma (13%) informou que usa diariamente nas comunicações escritas e pessoais, além do trato com formulários e sites; outra (13%) escreve textos e assessora estagiária estrangeira; e duas (25%) recebem e-mails em inglês e tratam com estrangeiros. Entre as não graduadas, sete (88%) reportaram a necessidade do idioma inglês, sendo que duas delas (25%) não informaram o uso da língua em seu dia a dia, apesar de reconhecerem a necessidade (em termos gerais); uma (13%) usa o idioma diariamente nas comunicações escritas e pessoais; e quatro (50%) recebem e-mails em inglês e tratam com estrangeiros.

Questionadas sobre o grau de importância da língua inglesa em suas profissões, cinco (63%) das graduadas consideram imprescindível o conhecimento da língua inglesa na

13%

13%

74%

Graduadas - Outras formações acadêmicas

profissão, devido a atividades rotineiras em inglês, por gerar a possibilidade de aumento salarial, e até mesmo quando não fazem uso do idioma, as respondentes reconhecem a sua importância. Uma participante (13%) considera muito importante ter conhecimento de língua inglesa, pois possibilita aumento salarial, melhor colocação no mercado e maior crescimento profissional. Duas pessoas (25%) consideraram importante, pois, entre outras situações, o conhecimento de inglês agrega valor e reconhecimento à função secretarial.

Entre as participantes não graduadas, apenas uma (13%) informou que o conhecimento da língua inglesa tem importância considerável em sua função, apesar de não utilizá-lo com frequência. Quatro (50%) acreditam ser muito importante saber o idioma, pois, isso pode gerar aumento salarial e melhor colocação no mercado. Uma das respondentes que considerou o conhecimento da língua inglesa ―muito importante‖ informou que não utiliza o inglês em seu trabalho, e outra, deste total, cita que a lei que regulamenta a profissão prevê a atribuição de tradução de textos aos profissionais de Secretariado Executivo22. Uma pessoa (13%) considerou ―importante‖, mas não justificou; e outra (13%) acredita ser de ―importância considerável‖ conhecer o inglês, pois o usa com ―certa frequência‖.

Nenhuma das respondentes - graduadas e não graduadas - considerou como de ―pouca importância‖ ou ―sem importância‖ o conhecimento da língua inglesa em sua profissão.

Tabela 7 - Necessidade da língua inglesa no trabalho/Grau de importância.

Necessidade do idioma inglês em sua área de atuação - SIM

Justificativa GRAD % NGRAD %

Diariamente, comunicações escritas e pessoais e trato com formulários e sites 1 13% 1 13%

Escreve textos e assessora estagiária estrangeira 1 13% 0 0%

Recebe e-mails em inglês e trata com estrangeiros 2 25% 4 50%

Relata a exigência do mercado; não informa se o utiliza no trabalho 0 0% 1 13% Informa que é uma forma de "abrir portas"; não informa se o utiliza no trabalho 0 0% 1 13%

Totalização 4 50% 7 88%

Necessidade do idioma inglês em sua área de atuação - NÃO

Justificativa GRAD % NGRAD %

Funcionária pública/existe órgão específico de assessoria em outros idiomas 1 13% 0 0% Faz a ressalva de que se houvesse outra candidata com conhecimento do

idioma, esta teria sido contratada em seu lugar. 1 13% 0 0%

Mas faz a ressalva de que seria um grande diferencial 1 13% 0 0%

Não existe demanda em seu departamento/empresa 1 13% 1 13%

Totalização 4 50% 1 13%

TOTAL GERAL 8 100% 8 100%

Imprescindível 5 63% 2 25%

Muito importante 1 13% 4 50%

Importante 2 25% 1 13%

Importância Considerável 0 0% 1 13%

8 100% 8 100%

Fonte: A autora.

Gráfico 4 - Utilização do inglês na função que exerce: Graduadas e Não Graduadas.

Fonte: A autora.

As participantes graduadas, com relação ao nível pessoal de conhecimento do idioma inglês, informaram o seguinte: três (38%) delas estão no nível básico (entendem frases e palavras simples, possuem escrita razoável; não concluíram cursos; faz muito tempo que não estudam a língua), sendo que uma delas não respondeu. Ainda com relação às graduadas, quatro (50%) se consideram em nível intermediários, pelo nível do curso que fazem, por autoanálise e por falta de ―prática‖.

As participantes não graduadas encontram-se: quatro (50%) no nível básico, pelas mesmas razões das graduadas que estão nesse nível; três (38%) no nível intermediário, baseadas em suas próprias avaliações e por certificações de cursos intermediários, e uma (13%) no nível avançado do conhecimento da língua inglesa, devido a estudá-la desde criança, apesar de não se sentir fluente. Nenhuma das respondentes (graduadas e não graduadas) se classificou como fluente no idioma inglês.

Em relação à pergunta cujo enunciado é: ―Você já estudou/estuda inglês atualmente?‖ (questão 14) e ―onde aconteceu/acontece este estudo?‖, todas as respondentes (graduadas e não graduadas) informaram que já estudaram ou continuam estudando a língua.

Com relação aos locais: quatro (50%) graduadas responderam que fizeram/fazem cursos em instituições particulares; três (38%) das graduadas reportaram participação em cursos particulares e/ou oferecidos pela empresa em que trabalham; uma (13%) das

50%

50%

Utilização do inglês na função

que exerce

Graduadas

sim não

87%

13%

Utilização do inglês na função

que exerce

Não Graduadas

respondentes reportou que participou de curso de inglês de nível intermediário da Casa de Cultura Britânica da UFC, mas, ao ser questionada sobre o local onde faz o curso informou ser em local diferente; para efeito de análise dos dados, esta resposta será considerada como ―outros‖, pois é possível que a mesma não tenha considerado o curso da CCB, como oferecido pela UFC, pelo fato de não tê-lo cursado durante o período de sua formação acadêmica na instituição.

Quanto às não graduadas: duas (25%) participam do curso oferecido pela faculdade; três (38%) fizeram cursos particulares; uma (13%) fez curso particular e pela faculdade e; uma das participantes não respondeu.

Tabela 8 - Nível de conhecimento pessoal da língua inglesa/Onde cursou?.

Nível de conhecimento pessoal da língua inglesa

Grau Grad. % Ngrad. %

Básico 3 38% 4 50% Intermediário 4 50% 3 38% Avançado 1 13% 1 13% Fluente 0 0% 0 0% Totalização 8 100% 8 100% Onde Cursou? T ot al iz ão Faculdade 4 50% 2 25% Particular 0 0% 4 50% Empresa 3 38% 1 13% Outros 1 13% 1 13% TOTAL GERAL 8 100% 8 100% Fonte: A autora.

Gráfico 5 - Nível de conhecimento pessoal da língua inglesa.

Fonte: A autora. 37% 50% 13% 0%

Nível de conhecimento do

idioma inglês Graduadas

Básico Intermediário Avançado Fluente 50% 37% 13% 0%

Nível de conhecimento do

idioma inglês NGraduadas

Básico Intermediário

Quanto ao conhecimento da existência de cursos de inglês específicos para secretárias executivas, duas graduadas (25%) informaram que existem cursos particulares que oferecem este tipo de curso - mesmo número de não graduadas. Seis (75%) das graduadas não sabem da existência de cursos específicos - entre as não graduadas esse número cai para quatro (50%). Apenas uma não graduada informou não conhecer nenhum curso específico. Uma das respondentes informou que não sabia da existência de curso específico, porém informou que havia participado de um curso oferecido pela empresa; neste caso, apesar da informação ―positiva‖ anterior, considerou-se a resposta negativa dada.

Tabela 9 - Existem cursos de inglês específicos para secretárias executivas?

Sabe da existência de curso de inglês específico para a

profissional secretária executiva?

Tem

conhecimento? Local Grad. % Ngrad. %

SIM

Curso oferecido pela faculdade 0 0% 0 0%

Curso particular 2 25% 2 25%

Curso oferecido pela empresa 0 0% 0 0%

Curso oferecido pela faculdade e Casa

de Cultura Inglesa 0 0% 1 13% Totalização> 2 25% 3 38% NÃO - 0 0% 1 13% NÃO SABE DIZER - 6 75% 4 50% TOTAL GERAL 8 100% 8 100% Fonte: A autora.

Gráfico 6 - Conhece curso de inglês exclusivo para secretárias: Graduadas e Não Graduadas.

Fonte: A autora.

25%

0% 75%

Graduadas

Conhece curso de inglês

específico para secretárias?

sim não não sabe

37%

13% 50%

Não Graduadas conhece

curso de inglês específico

para secretárias?

Quanto às dificuldades encontradas para o aprendizado do idioma inglês observamos que, entre as graduadas, cinco (63%) consideram que o custo dos cursos é muito elevado; sete (88%) relatam falta de tempo; três (38%) reclamam da falta de incentivo e reconhecimento profissional, e, apenas uma (13%) reconhece que não se dedica e não prioriza o estudo do inglês.

Entre as não graduadas, oito (100%) reclamam do valor dos cursos; quatro (50%) reportam falta de tempo; duas (25%) reclamam de metodologias ultrapassadas - não informaram de que instituição se trata; quatro (50%) reconheceram dificuldades de articulação fonética; duas (25%) relatam que há falta de incentivo e reconhecimento; e uma (13%) reclamou da falta de cursos específicos para a profissão.

Tabela 10 - Principais barreiras para o aprendizado do inglês.

Principais barreiras para o aprendizado do inglês

Barreiras Grad % Ngrad %

Preço muito alto 5 63% 8 100%

Falta de tempo 7 88% 4 50%

Metodologias ultrapassadas 0 0% 2 25%

Dificuldade da língua (articulação fonética) 0 0% 4 50%

Falta de incentivo e reconhecimento para o profissional

com esse conhecimento 3 38% 2 25%

Dedicação e priorização do estudo do idioma inglês 1 13% 0 0%

Falta de cursos específicos para a profissão 0 0% 1 13%

Fonte: A autora.

Gráfico 7 - Barreiras para o aprendizado do inglês: Graduadas e Não Graduadas.

Fonte: A autora. 31% 44% 19% 6%

Graduadas

Barreiras para o aprendizado

do inglês

Preço elevado Falta de tempo

Falta Incentivo Falta de Dedicação

38% 19% 9% 19% 10% 5%

Não Graduadas

Barreiras para o aprendizado

do inglês

Preço elevado Falta de Tempo Metodologia inadeq/ultrap. Problemas de Articulação Falta incentivo Falta de Cursos específicos

Com relação ao ensino de inglês no curso de secretariado (questões 16 e 20), seis (75%) das graduadas relataram que foi abaixo das expectativas (carga horária insuficiente; conteúdo fragmentado/não voltado para as necessidades da profissão; didática e metodologia ultrapassados); e duas (25%) das graduadas que consideraram o curso satisfatório usaram justificativas fora do contexto, como: ―aliado ao meu curso de espanhol‖.

Todas (100%) as não graduadas se dizem insatisfeitas com o ensino de inglês do curso de Secretariado Executivo, pois, segundo elas: a carga horária é muito baixa; não é voltado para as necessidades da profissão; a didática, metodologia e livros estão ultrapassados e há o desinteresse de alguns professores.

Tabela 11 - Grau de satisfação com as disciplinas de inglês ofertadas no curso de Secretariado.

O ensino de inglês do seu curso a qualificou devidamente para exercer

suas funções de secretária executiva?

Qualificou? Justificativa Grad % Ngrad %

SIM* Justificativa fora do contexto 2 25% 0 0%

NÃO

Carga horária insuficiente 1 13% 1 13%

Conteúdo fragmentado/Não voltado para as necessidades da

profissão 3 38% 3 38%

Didática e metodologia ultrapassadas 2 25% 3 38%

Curso não atende expectativas do mercado; aluno não consegue desenvolver habilidades de fala, escrita e compreensão

0 0% 1 13%

Livros ultrapassados 0 0% 1 13%

Desinteresse de alguns professores 0 0% 1 13%

Não seguiu a grade curricular 0 0% 1 13%

Não justificou 1 13% 0 0%

* Respostas fora do contexto da pergunta não foram levadas em consideração nesta tabela. Fonte: A autora.

Gráfico 8 - Graduadas: Ensino do inglês em seu curso lhe qualificou?

Fonte: A autora.

Gráfico 9 - Não graduadas: Ensino do inglês em seu curso lhe qualificou?

Fonte: A autora.

As graduadas, questionadas sobre as lacunas deixadas pelos cursos de inglês, assim responderam: três (38%) disseram que a carga horária é insuficiente; três (38%) relataram a necessidade de conteúdo voltado par negócios e finanças; cinco (63%) acham que o idioma inglês deveria ser utilizado de forma mais intensiva, em sala de aula; cinco (63%) acreditam que seria interessante ter várias disciplinas oferecidas totalmente em inglês; uma (13%) crê que os alunos deveriam ser separados por nível de conhecimento; outra (13%) acredita que as turmas devem ter o número de alunos reduzidos para melhor aproveitamento e; uma (13%) pede professores de inglês com prática e conhecimento em Secretariado.

13%

38% 25%

13%

Graduadas: Ensino do inglês no curso de

Secretariado qualificou-a?

Baixa carga horária Não voltado ao secretariado

Didática e metodologia ultrapassadas Não justificou

13% 38% 38% 13% 13% 13% 13%

Não Graduadas: Ensino do inglês no curso de

Secretariado qualificou-a/qualificará?

Baixa carga horária Não voltado ao secretariado

Didática/metodologia ultrap. Não atende: mercado/aluno

Livros ultrapassados Professores desinteressados

Tabela 12 - Lacunas das disciplinas de inglês no curso de Secretariado.

Lacunas que as disciplinas de inglês do curso de

Secretariado Executivo deveriam preencher

Barreiras Grad % Ngrad %

Maior carga horária 3 38% 4 50%

Conteúdo voltado especificamente para a sua área

(voltado para negócios, finanças etc.) 3 38% 8 100%

Uso do idioma inglês, em sala de aula, de forma mais

intensiva 5 63% 7 88%

Disciplinas no idioma inglês desde o primeiro

semestre (Escolas/Faculdades) 5 63% 6 75%

Nivelamento dos alunos por nível de conhecimento 1 13% 1 13%

Turma com número reduzido de alunos 1 13% 0 0%

Professores qualificados na área secretarial 1 13% 0 0%

Fonte: A autora.

Gráfico 10 - O que melhorar nas disciplinas de inglês?: Graduadas.

Fonte: A autora.

Gráfico 11 - O que melhorar nas disciplinas de inglês?: Não graduadas.

A autora. 16% 16% 27% 26% 5% 5% 5%

Graduadas

O que melhorar nas disciplinas de inglês do

Secretariado Executivo

Carga horária maior Conteúdo da área

Uso intensivo do inglês Disciplinas em inglês

15% 31% 27% 23% 4%

Não Graduadas

O que melhorar nas disciplinas de inglês do

Secretariado Executivo

Carga horária maior Conteúdo da área

Questionadas se alguma vez perderam uma oportunidade de emprego por falta do conhecimento do inglês, as graduadas responderam assim: duas (25%) já perderam uma vaga, pois a candidata deveria ter inglês fluente; e seis (75%) não relataram nenhuma experiência neste sentido. As não graduadas deram as seguintes respostas: quatro (50%) já perderam oportunidade de emprego pela falta de fluência no idioma inglês; e outras quatro (50%), não relatam perda de oportunidade de emprego por esta razão.

Tabela 13 - Oportunidade de emprego perdida por falta do idioma inglês.

Perdeu oportunidade de emprego por falta de conhecimento do idioma inglês

Resposta Motivo Grad % Ngrad %

SIM Vaga era para pessoa fluente em inglês 2 25% 4 50%

NÃO 6 75% 4 50%

TOTAL GERAL 8 100% 8 100%

Fonte: A autora.

Gráfico 12 - Oportunidade de emprego perdida por falta do idioma inglês: Graduadas e Não graduadas.

Fonte: A autora.

Das graduadas, quando questionadas sobre os benefícios profissionais que o conhecimento da língua inglesa poderia lhes trazer, seis (75%) citaram a melhora do salário; três (38%) relataram mais prestígio e importância na empresa; quatro (50%) mencionaram que traria crescimento na empresa; duas (25%) disseram que permitiria o aumento ou criação de um círculo mundial de contatos; quatro (50%) informaram que possibilitaria um melhor emprego; uma (13%) citou o fortalecimento do currículo; e outra (13%) afirmou que facilitaria ou permitira oportunidades de emprego no exterior. Das respondentes não graduadas, quatro (50%) disseram que permitiria melhora salarial; uma (13%) informou que o conhecimento do idioma resultaria em mais prestígio e importância dentro da empresa; três (38%) citaram o acesso a novas culturas/negócios; uma (13%) acredita que permitiria a

25%

75%

Graduadas: perdeu emprego

por falta de domínio do

inglês?

SIM NÃO

50% 50%

Não Graduadas: perdeu

emprego por falta de

domínio do inglês?

criação/aumento de um círculo mundial de contatos; duas (25%) acreditam que conseguiriam um emprego melhor; três (38%) poderiam ter algum tipo de oportunidade no exterior; duas (25%) informaram o fortalecimento do currículo; e uma (13%) declarou que se realizaria profissionalmente.

Uma respondente, apesar de afirmar não ter a necessidade do conhecimento da língua inglesa em seu trabalho, faz a seguinte ressalva: ―Os benefícios só são visíveis na iniciativa privada [ela considera que no serviço público esse conhecimento não faz diferença23], mas, com certeza, o profissional que domina o inglês tem mais chance de crescer e ser mais bem remunerado‖.

Com relação aos problemas decorrentes do não conhecimento da língua inglesa, as graduadas deram as seguintes respostas: oito (100%) relataram salários mais baixos; duas (25%) informaram que teriam dificuldade para ingressar no mercado de trabalho; e cinco (63%) informam que teriam dificuldades para crescer na empresa. Das não graduadas, oito (100%) também informam que teriam salários mais baixos; seis (75%) teriam dificuldades para ingressar no mercado de trabalho; e sete (88%) relatam que teriam dificuldades para crescer dentro da empresa.

Tabela 14 - Benefícios profissionais relacionados ao conhecimento do inglês.

Benefícios profissionais e problemas relacionados à falta de

conhecimento do idioma inglês

Benefícios (fluência) Grad % Ngrad %

Melhora salarial 6 75% 4 50%

Mais prestígio e importância na empresa 3 38% 1 13%

Crescimento na empresa 4 50% 0 0%

Acesso a novas culturas/negócios 1 13% 3 38%

Círculo mundial de contatos 2 25% 1 13%

Melhor emprego 4 50% 2 25%

Oportunidades no exterior 1 13% 3 38%

Fortalecimento do currículo 1 13% 2 25%

Realização profissional 0 0% 1 13%

Problemas (falta de conhecimento) Grad % Ngrad %

Salários mais baixos 8 100% 8 100%

Dificuldade para ingressar no mercado de trabalho 2 25% 6 75%

Dificuldades para crescer dentro da empresa 5 63% 7 88%

Fonte: A autora.

23 Comentário da autora.

Gráfico 13 - Graduadas: Benefícios do conhecimento do idioma inglês.

A autora.

Gráfico 14 - Graduadas: problemas da falta de conhecimento do inglês.

A autora.

Gráfico 15 - Não Graduadas: Benefícios do conhecimento do idioma inglês.

A autora. 27% 14% 18% 4% 9% 18% 5% 5%

Graduadas: benefícios do conhecimento do

inglês

Melhora salarial

Mais prestígio e importância na empresa Crescimento na empresa

Acesso a novas culturas/negócios Círculo mundial de contatos Melhor emprego Oportunidades no exterior Fortalecimento do currículo Realização profissional 54% 13% 33%

Graduadas: problemas devido à falta de

conhecimento do inglês

Salários mais baixos

Dificuldade para ingresar no mercado de trabalho Dificuldades para crescer dentro da empresa

23% 6% 17% 6% 12% 18% 12% 6%

Não Graduadas: benefícios do conhecimento do

inglês

Melhora salarial

Mais prestígio e importância na empresa Acesso a novas culturas/negócios Círculo mundial de contatos Melhor emprego

Oportunidades no exterior Fortalecimento do currículo Realização profissional

Gráfico 16 - Não Graduadas: problemas da falta de conhecimento do inglês.

A autora.

Respondendo ao questionamento ―Você pretende investir ou continuar investindo no aprimoramento do conhecimento da língua inglesa?‖, todas as participantes graduadas e não graduadas, responderam que pretendem continuar investindo. As graduadas deram as seguintes respostas: três (38%) pretendem participar de palestras/seminários no idioma inglês; seis (75%) pretendem fazer cursos de aperfeiçoamento; e quatro (50%) pretendem participar de intercâmbio em país de língua inglesa.

As não graduadas responderam assim: duas (25%) pretendem participar de palestras/seminários em inglês; oito (100%) pretendem fazer cursos de aperfeiçoamento; quatro (50%) pretendem fazer cursos de imersão; e quatro (50%) querem participar de intercâmbios em países de língua inglesa.

Tabela 15 - Intenção e forma de investir no estudo do idioma inglês.

Pretende continuar investindo no conhecimento do inglês? Como

pretende realizar este investimento?

Investirá? Forma Grad % Ngrad %

SIM

Participando de palestras/seminários em inglês 3 38% 2 25%

Fazendo cursos de aprimoramento 6 75% 8 100%

Fazendo cursos de imersão* 0 0% 4 50%

Participando de intercâmbio em país de língua inglesa 4 50% 4 50%

NÃO 0 0% 0 0%

Fonte: A autora.

38%

29% 33%

Graduadas: problemas devido à falta de

conhecimento do inglês

Salários mais baixos

Dificuldade para ingresar no mercado de trabalho Dificuldades para crescer dentro da empresa

Gráfico 17 - Graduadas: Intenção de continuar investindo no aprendizado do inglês.

A autora.

Gráfico 18 - Não Graduada: Intenção de continuar investindo no aprendizado do inglês.

Fonte: A autora.

23%

46% 31%

Graduadas

Investimento no aprendizado do inglês através

de:

Palestras/Seminários Cursos Intercâmbio

11%

45% 22%

22%

Não Graduadas

Investimento no aprendizado do inglês através

de: