E ARTH T OWER AT A ICHI E XPO 2005
W ELL -B EING
Objectivo Geral:
Desenvolver competências na área da reabilitação junto de pessoas idosas, com alterações da mobilidade devido a fractura do fémur.
O EEER detém um nível elevado de
conhecimentos e experiência acrescida que lhe permitem conceber, implementar e monitorizar planos de enfermagem de reabilitação
diferenciados, baseados nos problemas reais e potenciais das pessoas (OE, 2010, p.2) O desenvolvimento de competências requer uma aprendizagem experiencial, no contexto particular da situação, de forma global. (Benner,2001) As competências do 2º ciclo do processo de Bolonha apelam à ”(…) reflexão sobre as práticas; elaboração de estudos e projectos de promoção de saúde, prevenção da doença e de reabilitação (…) ” (D’ESPINEY, 2004, p.11).
Ensinos clínicos
♦ ♦ ♦Unidade de pneumologia ! " # $ #CONSIDERAÇÕES FINAIS
É necessário diminuir a distância entre o meio hospitalar e o meio sócio@familiar, para que a continuidade da
reabilitação dos utentes idosos com alterações da mobilidade devido a fractura do fémur seja entendida como uma prioridade, dando ou restituindo à pessoa o máximo de capacidades de acordo com o seu potencial, promovendo a autonomia, preservando a auto=estima e optimizando a participação na vida social.
CONTINUIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO A PESSOAS IDOSAS COM ALTERAÇÕES DA MOBILIDADE POR
FRACTURA DO FÉMUR
”
UC OPÇÃO II Dulce Rodrigues
Orientador: Professora Adelaide P. Reina Lisboa 2011
Ensino clinico na ECCI
Maximizar a autonomia de pessoas idosas, com alterações da mobilidade devido a fractura do fémur, promovendo
uma articulação de cuidados entre hospital e comunidade, que favoreça a
continuidade dos cuidados de reabilitação.
●Desempenho de funções num serviço de
internamento e consulta de ortopedia.
● Percepção /inquietação por parte da equipa da necessidade de investir nesta área.
O PORQUÊ DESTE TEMA
A REALIDADE MUNDIAL E NACIONAL
●1990, ocorreram 1,7 milhões de fracturas da extremidade proximal do fémur em todo o mundo.
● 2050, devido ao aumento da esperança de vida, calcula@se que atinja os 6,26 milhões .(DGS 2003)
● Em Portugal entre1993 e 1997, foram internados, por ano, nos hospitais públicos em média, 7000 doentes com idade superior a 50 anos, devido a este problema de saúde.(DGS 2003)
● Em 2020 espera@se que em Portugal cerca de10.684 indivíduos sofram fracturas do colo do fémur, com tendência para aumentar nos próximos anos. (Alves S. 2004)
As fracturas do fémur são uma das grandes responsáveis pelas alterações da
mobilidade nas pessoas idosas. (DGS 2003)
Utentes idosos com mobilidade reduzida devido a fractura do fémur
A REALIDADE MUNDIAL E NACIONAL
● Os índices de morbilidade associados a estas fracturas são elevados, apenas 50% dos doentes retomam a sua função anterior. (DGS 2003)
● As fracturas do fémur, encontram@se entre as mais frequentes na população idosa com especial incidência na faixa etária dos 85 anos, conduzindo à hospitalização.
(Queiroz 1998)
● Provocam muitas sequelas limitativas,
causando situações incapacitantes e com perda de autonomia. (Queiroz 1998)
●50% dos doentes que sofreram esta
fractura necessitam de ajuda para marcha; 30% ficam funcionalmente dependentes de ajuda de uma terceira pessoa para a realização de trabalhos domésticos e só 20% recuperam a mobilidade anterior ao acidente.”(Queiroz 1998, p.14)
Utentes idosos com mobilidade reduzida devido a fractura do fémur
● Em 2010 27% dos utentes internados pela urgência no serviço de ortopedia (…) eram pessoas com mais de 65 anos portadoras de fractura do fémur.
(D. Informático do CRO)
● Demora média de
internamento no serviço é de 5 dias. (GEPI do (…), 2010)
● A preparação para a alta é muito agilizada; direcciona@se para o regresso a casa sem contemplar a concepção de um programa de reabilitação que promova a recuperação funcional máxima do utente, de acordo com o seu potencial.
● Um grande número de utentes e famílias chegam à consulta pós alta com muitas questões relacionadas com a continuidade dos cuidados, deixando antever a necessidade de investir nesta área de cuidados.
Utentes idosos com mobilidade reduzida devido a fractura do fémur
A REALIDADE DO CENTRO DE RESPONSABILIDADE (CRO) CHTV
O QUE DIZEM OS ESTUDOS DE INVESTIGAÇÃO ?
▪ Mudanças dramáticas na vida ▪ Perda de confiança
▪ Perda do entusiasmo pela vida ▪ Mais dependentes dos outros ▪ A fractura parece causar “fissuras” existenciais(Ziden, 2008)
▪ Perda de autonomia na realização das AVD´s
▪ Ameaça à independência e capacidade funcional
▪ Programa centrado nas AVD’s no domicilio, contribui para uma mais rápida recuperação ▪ Deve ser iniciado após a alta hospitalar ▪ Incluir visitas domiciliárias (Ziden, 2010)
▪ A reabilitação em casa/comunidade: . pode melhorar o resultado final da recuperação
.encurtar a estadia hospitalar . melhora a locomoção
.maior adaptação às actividades quotidianas . maior auto@eficásia
. diminui o risco de quedas . aumenta a auto@confiança
. é um recurso económico que não se pode menosprezar (Ziden et al 2008).
A mobilização física no pós@ operatório dos utentes com fractura do colo do fémur, promove e maximiza a autonomia nos idosos.(Host, H. et al, (2007)
F
UNDAMENTAÇÃO TEÓRICAA CONTINUIDADE DE CUIDADOS PERMITE
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A ABORDAGEM DOS
PROBLEMAS DEVE CENTRAR@SE NA PESSOA E NO AMBIENTE,
para assim abrir
+ ,
-
C
OMPETÊNCIAS/
OBJECTIVO GERALObjectivo Geral:
Desenvolver competências na área da reabilitação junto de pessoas idosas, com alterações da mobilidade devido a fractura do fémur.
O EEER detém um nível elevado de
conhecimentos e experiência acrescida que lhe permitem conceber, implementar e monitorizar planos de enfermagem de reabilitação
diferenciados, baseados nos problemas reais e potenciais das pessoas (OE, 2010, p.2) O desenvolvimento de competências requer uma aprendizagem experiencial, no contexto particular da situação, de forma global. (Benner,2001) As competências do 2º ciclo do processo de Bolonha apelam à ”(…) reflexão sobre as práticas; elaboração de estudos e projectos de promoção de saúde, prevenção da doença e de reabilitação (…) ” (D’ESPINEY, 2004, p.11).
Ensinos clínicos
♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ! " # $ %↑ &'( )**+ )**,- . / $ 0 # 1 0 2 3 " 4 # 5 / # 2 1CONSIDERAÇÕES FINAIS
É necessário diminuir a distância entre o meio hospitalar e o meio sócio@familiar, para que a continuidade da
reabilitação dos utentes idosos com alterações da mobilidade devido a fractura do fémur seja entendida como uma prioridade, dando ou restituindo à pessoa o máximo de capacidades de acordo com o seu potencial, promovendo a autonomia, preservando a auto=estima e optimizando a participação na vida social.