Del II - Analyse - Faktabeskrivelser, vurderinger og anbefalinger
9.2 Vurderinger
Os resultados obtidos para o pH e a 30ºC encontram-se descritos
Tal como foi possível observar, verific
1) Quer a 15ºC, quer a 30ºC medida que a fermentação dois últimos pontos de
2) O pHin das células recolhidas nas primeiras fases de fermentação é semelhante para ambas as temperaturas;
3) A 15ºC existiram dois comportamentos nitidamente distintos con fermentação nas quais as células foram recolhidas, sendo o pH
mais ácido para as células recolhidas em plena fase estacionária do que o observado para células recolhidas até à entrada
4) A 30ºC não foi possível observar os dois comportamentos mencionados para o caso das células cultivadas
processo fermentativo
moderada do que a 15ºC. Para além disso, o valor de pH de final de fermentação a 30ºC foi
de crescimento a 15ºC.
Figura 22: Determinação do pH intracelular para as diferentes fases de crescimento de
ISA 1000 em mosto estéril, a 15ºC, utilizando [7
tempo de incorporação do [7-14C] ácido benzóico no ensaio.
osto estéril
Os resultados obtidos para o pHin de células recolhidas ao longo de fermentação a 15ºC se descritos na Tabela 9 e nas Figuras 22 e 23.
possível observar, verificou-se que:
Quer a 15ºC, quer a 30ºC ocorreu uma nítida acidificação do meio intracelular à medida que a fermentação foi decorrendo, com maior expressão
dois últimos pontos de amostragem a 15ºC;
das células recolhidas nas primeiras fases de fermentação é semelhante para ambas as temperaturas;
dois comportamentos nitidamente distintos con fermentação nas quais as células foram recolhidas, sendo o pHin
mais ácido para as células recolhidas em plena fase estacionária do que o observado para células recolhidas até à entrada desta fase.
não foi possível observar os dois comportamentos mencionados para o caso das células cultivadas a 15ºC, uma vez que a acidificação intracelular
processo fermentativo de células cultivadas a 30ºC decorreu de uma forma mais moderada do que a 15ºC. Para além disso, o valor de pHin observado para as células de final de fermentação a 30ºC foi superior ao atingido pelas células na mesma fase de crescimento a 15ºC.
Determinação do pH intracelular para as diferentes fases de crescimento de
ISA 1000 em mosto estéril, a 15ºC, utilizando [7-14C] ácido benzóico. Em abcissa representa
C] ácido benzóico no ensaio.
de células recolhidas ao longo de fermentação a 15ºC
uma nítida acidificação do meio intracelular à principalmente nos
das células recolhidas nas primeiras fases de fermentação é semelhante para
dois comportamentos nitidamente distintos conforme as fases de in significativamente mais ácido para as células recolhidas em plena fase estacionária do que o observado
não foi possível observar os dois comportamentos mencionados para o caso a 15ºC, uma vez que a acidificação intracelular ao longo do células cultivadas a 30ºC decorreu de uma forma mais observado para as células superior ao atingido pelas células na mesma fase
Determinação do pH intracelular para as diferentes fases de crescimento de S. cerevisiae bcissa representa-se o
Figura 23: pH intracelular para as diferentes fases de crescimento de
mosto estéril, a 30ºC, utilizando [7
incorporação do [7-14C] ácido benzóico no ensaio.
Tabela 9: Valores de pH intracelular de
diferentes fases de crescimento em mosto estéril, a 15ºC e a 30ºC.
Fase Início de aceleração Meio da exponencial Final de exponencial Início de estacionária Meio da estacionária Final de fermentação
Em meio mineral, o efeito d de S. cerevisiae, cultivada a 25ºC,
estudo, estes autores observaram a ocorrência de
citoplasmático após a adição de etanol a uma suspensão de células desenergizadas.
As temperaturas elevadas, em paralelo com outras formas de stresse (ex: etanol), identificadas por Piper (1993)
membranar a H+, provocando um decréscimo do pH se observou ao longo das fermentações a 15ºC e a 30ºC
aumento do influxo de H+, muitas das vezes associado à perturbação provocada pelo etanol na membrana plasmática [Gurtovenko & Anwar, 2009]
ATPase membranar, resultando num aumento da expulsão de protões para o exterior das células, como tentativa destas
pH intracelular para as diferentes fases de crescimento de S. cerevisiae
mosto estéril, a 30ºC, utilizando [7-14C] ácido benzóico. Em abcissa representa
C] ácido benzóico no ensaio.
Valores de pH intracelular de S. cerevisiae ISA 1000 obtidos nos ensaios, para as diferentes fases de crescimento em mosto estéril, a 15ºC e a 30ºC.
Fase de crescimento Temperaturas
15ºC 30ºC Início de aceleração 6,44 - xponencial 6,30 6,42 Final de exponencial 6,09 6,22 Início de estacionária 6,09 5,95 Meio da estacionária 5,16 5,94 Final de fermentação 5,02 5,84
efeito do etanol no pH intracelular de uma estirpe mutante respiratória , cultivada a 25ºC, foi estudado por Loureiro-Dias e Santos (1990). Neste observaram a ocorrência de uma forte acidificação do compartimento o após a adição de etanol a uma suspensão de células
As temperaturas elevadas, em paralelo com outras formas de stresse (ex: etanol), por Piper (1993) como indutoras de um aumento da permeabilidade
, provocando um decréscimo do pHin [Piper, 1993]. O declínio do pH das fermentações a 15ºC e a 30ºC, em consonância com
muitas das vezes associado à perturbação provocada pelo etanol membrana plasmática [Gurtovenko & Anwar, 2009], pode estimular a actividade da H ATPase membranar, resultando num aumento da expulsão de protões para o exterior das
stas reagirem face à descida do pHin [Piper, 1993]
cerevisiae ISA 1000 em
sa representa-se o tempo de
ISA 1000 obtidos nos ensaios, para as
Temperaturas 30ºC - 6,42 6,22 5,95 94 5,84
o etanol no pH intracelular de uma estirpe mutante respiratória Dias e Santos (1990). Neste uma forte acidificação do compartimento o após a adição de etanol a uma suspensão de células energizadas e
As temperaturas elevadas, em paralelo com outras formas de stresse (ex: etanol), foram um aumento da permeabilidade declínio do pHin que em consonância com o possível muitas das vezes associado à perturbação provocada pelo etanol a actividade da H+- ATPase membranar, resultando num aumento da expulsão de protões para o exterior das
Com o objectivo de se tentar perceber de que forma é que as células incubadas a 15ºC exibiram no final de fermentação um pHin tão baixo (pHin≈5) e mesmo assim se mantiveram metabolicamente activas, procedeu-se à avaliação das velocidades de efluxo e de influxo de H+ através da membrana plasmática.