5 Andre samfunnsmessig virkninger av vindkraftverket
5.1 Virkninger av vindkraftverket for turisme og reiseliv
1. Objetivo
No Procedimento Kanban são apresentadas as principais tarefas relacionadas com a gestão dos Kanbans Eletrónicos, nomeadamente, colocação ou retirada de peças de kanban, revisão do número de kanbans no fluxo, ações de controlo rotineiro, peças com problemas de qualidade ou retrabalhos recorrentes, avaliação OTD dos fornecedores e revisão de novas peças e/ou fornecedores para sistema de Kanbans Eletrónicos.
2. Tarefas e Procedimentos
Revisão Mensal do Número de Kanbans no Fluxo:
A revisão do número dos kanbans no fluxo é realizada mensalmente, contemplando as necessidades do próximo mês, agregadas em semanas. Para a definição do número de kanbans no fluxo considera-se a necessidade máxima semanal para mês seguinte (convém estar atento se o pico é atípico). Com base neste número calcula-se a necessidade diária e multiplica-se pela cobertura/dias de inventário no fluxo definida por fornecedor. Deste modo, salvaguarda-se o pico de necessidades verificadas no mês.
No caso particular dos fornecedores PETIBOL e INTERNORPLASTE considera-se a necessidade máxima diária identificada no mês para o cálculo do número de kanbans.
A revisão do número de kanbans no fluxo é realizada por um responsável de LOG3, para todas as peças. Esta revisão terá que ser feita até 2 dias úteis após a última LAS do mês em análise. Posteriormente, o responsável deverá enviar um e-mail de aviso aos disponentes com o link para o ficheiro de revisão.
O Ficheiro “Calculo_Kanbans_mês” serve de suporte na análise e nos cálculos para definir o número de kanbans no fluxo. São utilizados 2 relatórios com informação de Input para a análise desenvolvida, em concreto a lista de peças em kanban (SAP – Transacção PK13N, vista tabular) e as necessidades semanais para cada peça (BW – “Weekly Needs”).
As instruções para utilização deste ficheiro podem ser consultadas no capítulo “5. Revisão Mensal dos Kanbans no Fluxo”, na Formação E-Kanban.
Controlo dos desvios:
Os disponentes têm dois dias úteis após o e-mail de notificação, para acertarem o número de kanbans no fluxo. O responsável pela revisão mensal deve assegurar que os disponentes corrigem as situações de desvios, isto é, deve verificar no sistema (TC: PKMC) se o número de kanbans foi atualizado segundo o previsto. No terceiro dia útil o responsável pela revisão mensal deve retirar uma listagem com as peças (TC: PKMC) e caso encontre desvios deve enviar um e-mail aos disponentes a comunicar os desvios e que devem ser corrigidos no próprio dia. Caso não se verifiquem atualizações no quarto dia útil deve escalar a LOG3.
Controlo Rotineiro:
Cada disponente tem a responsabilidade de controlar regularmente os kanbans no circuito e, consequentemente, regularizar o seu número em função de situações que podem ocorrer. São elas:
Atualizarem o número de kanbans no fluxo mensalmente (resultado da Revisão Mensal de kanbans no fluxo). Importante: no caso de ser necessário reduzir kanbans no fluxo, os kanbans que possam estar marcados para apagar devem ser tidos em conta. Por exemplo, se tiverem 3 kanbans marcados para apagar e o ficheiro sugerir 3 para diminuir no fluxo, neste caso, não necessitam de fazer mais nada. No caso de aumentar kanbans no fluxo têm que aumentar o número de kanban mas têm que desbloquear os que possam estar marcados para apagar. (Capítulo “3. Como diminuir o número de kanbans no Fluxo”).
Se forem visíveis “Kanbans Roxos” na transação PK13N (em resultado da diminuição do número de kanbans no fluxo, por exemplo), estes devem ser eliminados de imediato. O procedimento pode ser consultado no capítulo “3. Como diminuir o número de kanbans no fluxo”, na Formação E-Kanban.
Deve ser realizado um controlo regular para verificar a existência de JIT Call em atraso. Este controlo deverá ser feito duas vezes por semana, preferencialmente à segunda-feira e quinta-feira. Se existirem, os disponentes devem entrar em contacto com o fornecedor para averiguar se trata efetivamente de um atraso do fornecedor ou uma situação irregular. Na 1ª situação devem solicitar ao fornecedor para enviar o
material. Na 2ª situação (situação irregular) o disponente deve regularizar a situação enchendo e esvaziando o(s) kanban(s) ditos em atraso de forma a gerar novo pedido de JIT Call para o fornecedor. A transação PK17 permite exportar um relatório do estado de todos os kanbans no circuito.
Os disponentes devem assegurar que as peças em EOP, com problemas de Qualidade e/ou que deixam de ter Quota 100% são retiradas de kanban. O procedimento pode ser consultado no capítulo “4. Como retirar um material de kanbans”, na Formação E-Kanban. É da responsabilidade dos disponentes retirar as peças de kanban. LOG3 realiza todo o processo, à exceção da TC: SM30 (feito pelo responsável de LOG-P). LOG3 não tem acesso a esta transação por se considerar crítica e dar acesso à tabela da OTD.
De forma a manter um histórico dos pedidos emitidos para os fornecedores, os “Manifestos” enviados diariamente para os fornecedores devem ser guardados na pasta “O:\D_LOG\03_Projectos\Kanban Suppliers\Jit Calls” organizados numa base mensal. Esta tarefa é realizada diariamente por um responsável de LOG3.
Qualidade:
Peças que tenham retrabalho(s) ou outros problemas de qualidade recorrentes não devem estar em kanban, uma vez que dificultam consideravelmente a gestão dos kanbans no fluxo, potenciando situações de excesso ou défice de inventário. Neste sentido, LOG3/Disponentes devem ser informados se o controlo das peças à entrada for recorrente e/ou por um período de tempo consecutivo.
Revisão de Novas Peças para Kanban:
A identificação, e posterior colocação, de novas peças em kanban é da responsabilidade de LOG-P. Esta revisão será realizada 3 vezes por ano.
Esta revisão recorre a uma análise ABC de valor das peças para cada fornecedor. Todas as peças com classificação A são candidatas para colocação imediata em kanban, salvo se houver entraves relacionadas com as unidades de movimentação internas e a dimensão do lote fornecido. Nestas circunstâncias, deve ser realizado uma análise interna e com os fornecedores para identificar ajustes que tornem possível a colocação da peça em kanban. Estas atividades são executadas pelo responsável LOG-P.
Os disponentes e os próprios fornecedores podem, adicionalmente, fazer propostas de peças para colocar em kanban. Estas propostas devem ser remetidas para LOG-P para análise e, em caso favorável, posterior colocação.
Importante: Qualquer peça indicada para colocação em sistema de kanban Eletrónico deve ser sujeita a uma análise prévia por parte de LOG2. LOG2 analisa a repercussão em termos de espaço em armazém e movimentações de materiais em função do tamanho de kanban definido.
Revisão de novos fornecedores para kanban:
Anualmente, LOG-P realiza uma revisão de potenciais fornecedores para colocar em sistema de Kanban Eletrónico.
Controlo rotineiro do número de kanbans:
Semanalmente LOG-P deve atualizar o ficheiro de “Controlo de Kanbans”. Para tal deve utilizar relatórios do PKMC, ficheiro de revisão mensal, PK13N e LX03.