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Viktige enger i reservatet

6.1 Skjøtsel av engene

6.1.1 Viktige enger i reservatet

No motor de busca Google, a pesquisa por imagens consiste, na introdução de um ou mais termos de pesquisa na respectiva caixa acessível através do link imagens. O resultado da busca é devolvido sob a forma de miniaturas de imagens que se encontram alojadas em sites cuja temática está relacionada com os termos de pesquisa.

A tabela 6 representa o número de vezes que cada sujeito utilizou a pesquisa por imagens durante a actividade. Questão Total Sujeito 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 A05 3 1 2 0 0 0 0 0 5 0 0 0 0 11 A06 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 A18 1 1 1 0 2 4 1 2 2 1 2 2 1 20 A21 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 3 A26 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0 0 0 0 2 A29 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

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A análise desta tabela parece apontar para a não existência de um padrão de pesquisa com recurso à busca por imagens. Trata-se, antes, de uma técnica pessoal, em função das preferências de um determinado sujeito relativamente a outros.

Enquanto o aluno A18 utilizou intensamente a pesquisa por imagens, praticamente em todas as questões, o aluno A05 apenas utilizou esta técnica em quatro questões. Os restantes sujeitos utilizaram esporadicamente a pesquisa por imagens ou, simplesmente, não a utilizaram em caso algum, como é o caso dos sujeitos A06 e A29.

Como previsto na metodologia para esta investigação, solicitamos uma entrevista ao grupo de sujeitos envolvidos na actividade com o objectivo de conhecer se existia alguma estratégia subjacente à opção da pesquisa por imagens. Quando questionados sobre a preferência do formato de pesquisa por imagens ou em formato Web, a generalidade dos sujeitos respondeu que preferia este último, recorrendo à pesquisa por imagens apenas quando aquele 'estivesse a correr mal'. Argumentaram que se identificavam mais com a pesquisa em formato web e porque as escassas linhas que acompanham os links pesquisados lhes permitem fazer uma certa 'selecção'.

Um dos sujeitos manifestou opinião contrária à dos restantes elementos, precisamente o sujeito A1832, que utilizou intensivamente a pesquisa por imagens durante a realização da

actividade. Para este aluno, a preferência da pesquisa por imagens prende-se, segundo ele, com a necessidade de, passamos a citar, "reter uma informação visual de algo que desconhece, como é o caso de Barcelona, e que mais cedo ou mais tarde, irá precisar. Deste modo [continua o aluno] é mais fácil associar o conhecimento da imagem do monumento/museu com a respectiva história e/ou conteúdos".

Esta intervenção do aluno A18 merece algumas considerações. Este sujeito, durante o processo de pesquisa, parece atribuir, utilizando informação visual e textual, um significado 'superior' à informação pesquisada, uma vez que esta lhe irá ser útil mais tarde, segundo o próprio. Verifica-se, portanto, uma clara intenção do sujeito na finalidade da pesquisa. Ou seja, para este aluno, a pesquisa por imagens permite-lhe criar uma imagem mental, de algo que desconhece, através do estabelecimento de 'combinações relevantes' com a informação textual e a perspectiva de utilidade futura.

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Trata-se de uma percepção selectiva através da qual o sujeito retém as imagens, consideradas por si, relevantes envolvendo a sua memória de trabalho através do desempenho na actividade. Contudo, a sua memória de longo-prazo é igualmente envolvida através da retenção da informação/imagem, sendo esta 'catalogada' como 'relevante', portanto, passível de um tratamento posterior em situações futuras. Ou seja, neste caso, verifica-se uma integração da informação pesquisada na estrutura mental do aluno

Neste sentido partilhamos as ideias de Runco e Pritzker (1999) quando afirmam que:

(...) the ability to see new relationships and make relevant combinations can be maximized only when both verbal and visual thinking skills are employed. (...) Both the visual and the verbal elements are important, but what is more important is that these elements are integrated as a concept with one reinforcing the other (Runco & Pritzker, 1999, p. 27).

No mesmo sentido alinha Prensky (2010), com o qual partilhamos igualmente as suas ideias.

... students are best motivated by a connection between what they are learning and what they like and are interested in. (Prensky, 2010, p. 162)

A informação pesquisada parece estimular uma maior actividade neuronal uma vez que é o próprio aluno a reconhecer-lhe importância, daí que esta informação não se limite à memória de trabalho, esporádica e limitada no tempo, mas seja retida na memória de longo prazo. O papel da motivação intrínseca, levando o aluno a envolver-se na actividade, parece estar na base desta transferência da informação da memória de trabalho para a memória de longo prazo. Neste sentido, partilhamos, igualmente, as ideias de Horstman (2010), quando afirma que:

Most of the time, it seems that memory is all about the past. But in fact, memory is about the present and the future, helping us move through the now. It's the process of acquiring and storing information from our experiences that we will need for navigating similar situations in the future (Horstman, 2010, p. 38).

A equação proposta por Brown et al (2008), parece assim confirmar-se uma vez que à natural curiosidade do aluno foram adicionadas as imagens (scaffolding) resultantes da pesquisa efectuada através do motor de busca, o que se traduziu na motivação para o conhecimento.

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The equation of this learning engine can be formulated as: curiosity + thematic scaffolding = infinite self-motivated learning (Brown, Senges, & Rheingold, 2008, p. 127).

Na sociedade industrial, as formas para promover a motivação intrínseca eram, normalmente, veiculadas através das pessoas mais velhas ou dos professores na escola. Na sociedade do conhecimento, os motores de busca parecem desempenhar esta função uma vez que 'alimentam' a curiosidade dos utilizadores, criando os alicerces (scaffolding) para promover a motivação intrínseca, condição essencial para criar o conhecimento.

Ainda no nosso caso, a pesquisa sob a forma de imagens assenta no facto de serem rapidamente reconhecidas, o que nos permite partilhar, igualmente, as ideias de Johnson (2010, p. 114), quando afirma que o utilizador ao reconhecer uma imagem sofre um estímulo para se lembrar da informação associada e essa mesma imagem. Trata-se, assim, de um procedimento que permite aceder à informação retida na memória de longo prazo.

A actividade de pesquisa na internet, utilizando os motores de busca, ao exigir uma constante tomada de decisões e ao apelar à informação retida pelo utilizador bem como a uma triagem da informação pesquisada, parece induzir uma actividade neuronal mais intensa. As conclusões de Small (2008), parecem sustentar estas considerações.

When they search on the Internet, they use the same areas [brain], but there was much greater activation particularly in the front part, which controls decision-making and complex reasoning (Small, 2008).

Para Jonassen (2007) a pesquisa intencional é a grande geradora da criação de conhecimento. A intenção com que se faz a pesquisa direcciona a aprendizagem.

(...) [A Web] apenas constitui um apoio à aprendizagem, se os alunos formularem uma necessidade de informação e pesquisarem de forma intencional a Web para suprirem essa necessidade (Jonassen, 2007, p. 195).

Ainda para Jonassen idem (2007), os motores de busca permitem promover o pensamento reflexivo uma vez que os sujeitos tem de avaliar e reflectir constantemente sobre aquilo que procuram e sob a forma como avaliam a informação.

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4.14.5 Propostas de correcção dos termos de pesquisa por parte do