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4.1 Før fusjon

4.1.1 Verdsettelse

Os validadores de acessibilidade foram desenvolvidos como instrumentos de validação automática com o objetivo de verificar se o conteúdo informacional de uma página na web está ou não acessível em relação as diretrizes de acessibilidade (SOUSA; LAZZARIN, 2014). O W3C (2014b) define as ferramentas de avaliação de acessibilidade na web como programas de

softwares ou serviços online que ajudam a determinar se seu conteúdo cumpre as normas de

acessibilidade no mundo. Os que utilizam o WCAG 2.0 como principal forma de avaliação são: (a) DaSilva; (b) AccessMonitor; (c) TAW e (d) Examinator.

a) DaSilva: Uma das iniciativas da Acessibilidade Brasil foi o desenvolvimento de um validador de acessibilidade chamado DaSilva, uma plataforma web criada para avaliar a acessibilidade de websites com base nos princípios estabelecidos pelo W3C que elaboraram o WCAG 1.0 e o WCAG 2.0 (DASILVA, 2014a). A avaliação é realizada inserindo-se o link da página web que será analisada. Um relatório é emitido, permitindo uma descrição completa através das possíveis falhas apresentadas e recomendações acerca de melhorias na página avaliada. O validador realiza uma avaliação automática de acordo com os padrões de acessibilidade. O relatório gerado pelo DaSilva apresenta de forma detalhada os eventuais erros encontrados na página avaliada, bem como avisos, elencando quais são os pontos de verificação que precisam de correção, o número de ocorrências dos erros e avisos, além de expor onde estão localizados os erros no código fonte analisado. A figura 11 apresenta a página de navegação do Validador – DaSilva.

Figura 11 - Página inicial do DaSilva – Validador automático de acessibilidade na web

Fonte: DaSilva (2014b, online)

b) AccessMonitor: O AccessMonitor é um validador automático desenvolvido pela Unidade de Acesso da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (ACCESSMONITOR, 2013). No AccessMonitor, o relatório é dividido em duas partes. Na primeira parte é fornecido um sumário com os resultados compilados, demonstrando o índice obtido pela

página e a comparação com os níveis “A”; “AA” e “AAA” e apresentação do índice AccessMonitor que varia de 1 a 10, sendo o valor máximo alcançado representando a adaptação total de acessibilidade recomendada pelo WCAG 2.0. De acordo com o AccessMonitor (2013, online) o índice “é uma unidade de valoração utilizada em todos os testes do validador e cujo resultado final sintetiza e quantifica o nível de acessibilidade alcançado”. A segunda parte, apresenta o detalhamento dos testes realizados informando onde foram encontrados os eventuais erros. A figura 12 apresenta a página inicial do AccessMonitor, onde é necessária a inserção do link para validação do sistema.

Figura 12 - Página inicial do AccessMonitor – Validador automático de acessibilidade na web

Fonte: AccessMonitor (2013, online)

c) TAW: É uma ferramenta desenvolvida pelo Centro Tecnológico Especializado em Tecnologias de Internet (CTIC) com a finalidade de analisar a acessibilidade em websites, alcançando de forma integral e global todos os elementos e páginas que fazem parte do link avaliado (TAW, online). O relatório apresentado pelo TAW é apresentado de quatro formas: (1) resumo – contém as informações condensadas por meio de problemas encontrados, advertências e itens não verificados; (2) panorama do website – apresenta onde estão localizados os erros e advertências encontrados na página

verificada; (3) detalhamento – destaca de forma aprofundada os erros e advertências baseados nos quatro princípios do WGAC 2.0; (4) lista de erros e advertências – apresenta as principais informações encontradas em forma de lista. É um sistema completo, simples e intuitivo.

Figura 13 - Página inicial do TAW – Validador automático de acessibilidade na web

Fonte:TAW (2014, online)

d) Examinator: É um serviço online para avaliar automaticamente a acessibilidade de um website, fazendo referência a algumas diretrizes de acessibilidade recomendadas para

conteúdo WCAG 2.0. O Examinator fornece um índice de 1 a 10 como indicador de acessibilidade e fornece um relatório detalhado dos testes realizados (EXAMINATOR, 2015, online). O relatório inclui uma escala que vai de muito mal, mal, regular, bem e excelente, destacando todos os eventuais erros encontrados e principais elementos e atributos que precisam de correção. O fato de utilizar algumas recomendações do WCAG 2.0 representa um fator limitante para ferramenta online. A figura 14 ilustra a página inicial do Examinator com informações sobre o sistema e local para inserção do

Figura 14 - Página inicial do Examinator – Validador automático de acessibilidade na web

Fonte: EXAMINATOR (2015, online)

Ressalta-se que todos validadores de acessibilidade apresentados neste capítulo se baseiam em normas internacionais de acessibilidade e são plataformas confiáveis para uma verificação completa na internet. Entretanto, cada validador automático utiliza uma metodologia diferente de avaliação baseada nos padrões estabelecidos pelo WGAC 2.0. Deve- se, portanto, aproveitar todas as informações emitidas nos relatórios dos validadores automáticos de acessibilidade e confrontá-las com a finalidade de realizar uma análise ampliada do website avaliado.

5 COMÉRCIO ELETRÔNICO NO BRASIL

Do ponto de vista econômico, a internet constitui-se como uma ferramenta poderosa no processo de comunicação global entre pessoas e instituições. Seu potencial reflete no crescimento do comércio eletrônico que articula o desenvolvimento, produção, distribuição e vendas de bens físicos ou serviços intangíveis como software, música ou filme. O comércio eletrônico surge como uma nova forma de transações capaz de promover o desenvolvimento econômico, eliminar as barreiras geográficas ao comércio e transformar completamente os sistemas econômicos (TIGRE, 1999).

Albertin (1998) relata que o comércio eletrônico está se tornando presente no cotidiano das pessoas, caracterizado pelas facilidades como: (a) onipresença; (b) facilidade de acesso à informação; (c) baixo custo de transação. Os fatores apresentados tornam os negócios realizados na web mais simples para o consumidor que realiza sua compra em qualquer lugar que estiver, com benefícios de realizar pesquisas sobre preço, produto ou formas de pagamento, além de ter um custo baixo, sem a necessidade de deslocamento até a loja física.

O presente capítulo apresenta os principais conceitos e características relacionadas ao comércio eletrônico, sua realidade no Brasil através do último levantamento realizado pelo E- bit (2015), os principais websites que comercializam bens de consumo no Brasil, além do destaque às iniciativas de acessibilidade implementadas por empresas no país.