6 Muligheter for kystbasert verdiskaping i Telemark; utvikling av eksisterende og
6.2 Verdiskaping basert på akvakultur
Pré-projeto de Pesquisa
Domi Piratapuia Tema: A ausência do aluno em sala de aula
Justificativa: através de pesquisas temos visto grande número de ausência de alunos em sala de aula no Brasil e inclusive no Estado e no nosso município.
Portanto, para um país de está tentando acabar com o analfabetismo, é muito negativo em matéria de educação e seu crescimento em relação aos outros países. O meu interesse é descobrir o motivo que leva a ausência do aluno em sala de aula. É preciso que alguém descubra as causas e solucione este caso.
É muito importante que eu faça alguma coisa, para acabar com ausência dos alunos e com isso, com o meu trabalho, será grande a contribuição para crescimento da educação do meu país, em particular o meu município.
Delimitação do problema: como resolver os vários fatores que causam ausência do aluno em sala de aula durante o ano letivo. Por que os alunos não deixam de ir para escola?
Objetivos: descobrir os fatores causadores que levam o aluno a se ausentar da sala de aula; procurar juntos aos alunos faltosos as causas que os levaram a ausentar da sala de aula; solucionar em parte ou totalmente as ausências dos alunos em sala de aula na escola, combatendo as causas.
Continuação
Pré-projeto de Pesquisa
Bali Tariana Tema: A Falta de Interesse pela Leitura nas Séries Iniciais
Justificativa: com a falta de interesse na leitura detectada nas séries iniciais, encontra-se uma
situação muito crítica no desempenho do corpo discente. Deixando a comunidade educativa e até mesmo os pais dos alunos aflitos. E com meios a propiciar, o aluno será capaz de se interessar, assimilar e ter capacidade de desenvolver a interpretação de texto. (sic)
No mundo globalizado e capitalista, com novas tecnologias que vem avançando no nosso Brasil, deixa os alunos cada vez mais acomodados e distantes dos livros. Atingindo a escola e, sem que os professores percebam, acabam influenciando indiretamente nas suas práticas pedagógicas. Com isso verificamos que São Gabriel da Cachoeira está no mesmo caminho. Onde alunos quando estão em casa só querem jogar videogame ou no computador jogando carta (baralho). E na escola no momento do intervalo em vez de um livro seja de historinha ou não, ficam correndo, gritando, empurrando e brincando de figurinhas. Chega o momento da leitura coletiva ou individual na sala de aula, muitas vezes o corpo discente não conseguem ler ou interpretar um texto. (sic)
Na maioria das vezes os pais não tem tempo para acompanhar e outrso realmente não tem grau escolar necessário para acompanhar seus filhos nas tarefas da escola. O corpo docente muitas vezes não se preocupar de motivar através de meios a leitura. (sic)
Assim diante dessa situação bastante preocupante me identifiquei com o tema abordado acima e gostaria que os alunos obtivessem o prazer de ler. Para uma boa desenvoltura na leitura, na interpretação de frases, textos, na redação e principalmente na dissertação. Com certeza isso é influenciado pela leitura. Que futuramente ajudará no vestibular e até mesmo nos concursos. (sic)
Portanto, devido a carência e deficiência na leitura faz-se necessário incentivar os alunos nos manuseio e cuidados com os livros, gerando neles o hábito de ler e, consequentemente, melhorando a qualidade de ensino.
Delimitação do Problema: Por que os alunos não gostam de ler? Objetivos:
- Identificar os meios pedagógicos que incentivem os alunos a gostarem de ler; - Entender o por que da falta de interesse dos alunos na leitura;
Após a construção do pré-projeto, e dada às dificuldades de ensino e de aprendizagem da sala de aula, decidi que nós faríamos as outras etapas do projeto durante o processo formativo, que desenvolveria nos dois anos de curso. Rompi com a ideia de que a pesquisa só se realiza mediante um projeto bem elaborado. A elaboração do projeto seria feita durante a pesquisa e o estágio, seguindo a lógica dos viventes, inserindo os mesmos diretamente no campo de pesquisa. Isso foi facilitado pela proposta do curso Normal Superior que integra Docência e Pesquisa. Lembremos que o Estágio Supervisionado I, II, III e IV é integrado às disciplinas Prática da Pesquisa Pedagógica I e II. Com isso, iniciamos o Estágio I, usando da seguinte estratégia:
1. Seminários teóricos: a fim de facilitar a reflexão teórica dos alunos, foram feitos seis seminários enfocando as áreas de interesses de pesquisa. Os alunos foram orientados a fazerem suas apresentações de forma criativa e diferente. Além disso, eles teriam que fazer conexões com seus projetos. As equipes se reuniram em torno dos textos e em seguida apresentavam-no para turma. As técnicas de apresentação foram variáveis: jogral, entrevistas feita no formato de jornal, além de um documentário feito em vídeo. Os seminários duraram 40horas. 20 horas foram destinadas ao estudo e as outras 20 destinadas às apresentações.
Essa etapa foi muito conflituosa, pois os aprendentes tinham dificuldades de expressar as ideias dos autores, além de não conseguirem, no primeiro momento, estruturar o texto de forma coerente. Dividiram os textos em partes, sem pensar na sequência das ideias. Alguns apresentavam partes sem nenhuma ligação. E ao serem corrigidos, ficavam chateados, pois os outros professores nunca haviam reclamado. Diziam que os ensinaram a falar com suas próprias palavras ou como eles haviam entendido.
E foi exatamente nesse ponto, o da compreensão, que os problemas se intensificaram. Suas compreensões eram diferentes da compreensão dos autores. Eles faziam a tradução de forma equivocada, liam de forma equivocada e interpretavam o texto de forma desconexa, dando exemplos concretos sem falar do que se tratavam.
O exemplo a seguir explicita esse processo. Uma equipe ficou responsável pela leitura do texto de Maria Tereza Esteban: a ambiguidade do processo de avaliação escolar, que faz parte do livro da mesma autora, “O que sabe quem erra? Reflexões sobre a avaliação e fracasso escolar”, publicado pela DP&A editora em 2001. Começaram o seminário sem apresentar a autora, apenas dizendo o título do capítulo. Cada componente do grupo possuía uma parte do texto na mão. O primeiro integrante inicia falando da importância de avaliar os alunos, do papel do professor nessa avaliação e dos cuidados que devemos ter com esse processo. Não há nenhuma menção ao texto. O segundo começa: “tal compreensão aumenta a complexidade da avaliação”, citando uma parte do texto. Em seguida o mesmo aluno diz: “temos que nos preocupar com a avaliação, para melhorar a qualidade da educação.” A não ser pela citação, ele não faz nenhuma recorrência ao texto. O demais integrantes fazem o mesmo papel. Citam uma pequena passagem do texto, retirada ao acaso, sem nenhuma coerência com as ideias da autora.
Minha intervenção ao seminário se deu justamente pelas citações sem conexão com a inteireza da obra. Pedi que refizessem a estratégia, e que lessem o texto. O mesmo problema se deu com as demais equipes. Então, fizemos uma experiência coletiva de leitura de texto e preparação de seminário. Tal como foi feita com a experiência da pergunta-ação, só que procurando respostas no próprio texto. O resultado foi positivo, as equipes conseguiram apresentar os textos de forma organizada, colocando as principais ideias dos autores, usando da criatividade e de uma didática melhor estruturada.
2. Etnografia da Escola: na etapa do estágio de observação, pedi para os aprendentes que adquirissem um caderno para servir de anotações sobre a escola. Seria o diário de campo. Essa etapa teve 40horas, com duas semanas de duração. O caderno serviu para o registro de todos os acontecimentos, fatos, práticas ocorridas e observadas durante suas permanências nas escolas, além de estar presente em todas as etapas do Estágio.
3. Elaboração do Diagnóstico Escolar: essa foi a terceira etapa do Estágio I, feita em duas semanas, com 40horas de duração. Nela, os aprendentes elaboram o diagnóstico escolar. A base dessa construção foi às anotações de campo. Para facilitar o trabalho dos aprendentes, foi entregue um esquema de trabalho que serviu de guia para a construção do diagnóstico.
Esse processo de construção será melhor analisado na próxima jornada, na qual analisarei o processo de iniciação dos aprendentes ao campo escolar, suas impressões sobre a escola, a sala de aula, os professores em suas práticas e os aprendentes em seus processos de aprendizagem.