4.2 D ET POLITISKE SENTRUMET
4.2.16 Velgernes velsignelse
Chama-me no momento de aflição, e salvar-te-ei, e então darás graças (p.96). “Pode Deus pôr uma mesa no descampado?”(p. 97).
“salvar-te-ei” (p. 98).
Ele é glorificado como Príncipe e Salvador, para dar o arrependimento e para dar o perdão (p.98).
Eu nunca, nunca te abandonarei, nem te esquecerei (p. 114). Entre mim e ti há um grande abismo (p. 128).
“Crê no Senhor e anima-te, Ele dar-te-á forças; crê, repito, no Senhor”(p. 155). Livro de Jonas:
1
Veio a palavra do Senhor a Jonas, filho de Amitai, dizendo:2 Dispõe-te, vai à grande cidade de Nínive e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até mim.
3 Jonas se dispôs, mas para fugir da presença do Senhor, para Társis; e tendo descido a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem e embarcou nele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do Senhor.
4 Mas o Senhor lançou sobre o mar um forte vento, e fez-se no mar uma grande tempestade, e o navio estava a ponto de se despedaçar.
5 Então, os marinheiros, cheios de medo, clamavam cada um ao seu deus e lançavam ao mar a carga que estava no navio, para o aliviarem do peso dela. Jonas, porém, havia descido ao porão e se deitado; e dormia profundamente.
6 Chegou-se a ele o mestre do navio e lhe disse: Que se passa contigo? Agarrado no sono? Levanta-te, invoca o teu deus; talvez, assim, esse deus se lembre de nós para que não pereçamos.
7 E diziam uns aos outros: Vinde e lancemos sortes, para que saibamos por causa de quem sobreveio este mal. E lançaram sortes, e a sorte caiu sobre Jonas.
8 Então, lhe disseram: Declara-nos, agora, por causa de quem nos sobreveio este mal. Que ocupação é a tua? Donde vens? Qual a tua terra? E de que povo és tu?
9 Ele lhes respondeu: Sou hebreu e temo ao Senhor, o Deus do céu, que fez o mar e a Terra. 10 Então, os homens ficaram possuídos de grande temor e lhe disseram: Que é isto que fizeste! Pois sabiam os homens que ele fugia da presença do Senhor, porque lho havia declarado (p. 886).
Vozes:
Sonhei [...] que vi um homem descer numa nuvem grande e negra, no meio de uma chama muito viva [...] seu aspecto era o mais aterrorizador que imaginar se possa [...] e o ar parecia [...] como se tivesse sido cheio de línguas de fogo. [...] falou-me, e eu ouvi uma voz tão terrível [...] tudo o que posso dizer ter percebido foi: “Vendo que tudo isto não te indicou o arrependimento, então deves morrer!” (p. 90).
A minha consciência atacou-me nesta pergunta - Porquê [sic] me tinha Deus feito isto? Que tinha eu feito para ser assim tratado? - , como se tivesse blasfemado, e pareceu-me que me falou como se fosse uma voz exterior: “MISERÁVEL!, perguntas o que fizeste? Olha para trás, nessa vida mal gasta, e pergunta o que não fizeste; pergunta: ‘Porque [sic] não fui ainda destruído? Porque é que não me afoguei em Yarmouth, não pereci na luta quando o barco foi tomado pelos piratas de Sallee, devorado pelas feras na costa da África ou afogado aqui, quando toda a tripulação morreu, menos tu? E perguntas: ‘Que fiz eu?’ ” (p. 95).
[...] fui acordado por uma voz chamando-me pelo meu nome várias vezes: “Robin, Robin, Robin Crusoé, pobre Robin Crusoé, onde estás, Robin Crusoé? Onde estás? Onde estiveste?” (p. 141).
[...] pensei ter sonhado com alguém a falar comigo, mas, como a voz continuava a repetir: “Robin Crusoé, Robin Crusoé”[...] (p. 141).
Mas, mal abri os olhos, vi o meu papagaio Poll empoleirado no topo da cerca, imediatamente percebi que era ele que me tinha falado [...] (p, 141).
“Pobre Robin Crusoé, onde estás? Onde estiveste? Como chegaste aqui?” e outras coisas semelhantes que eu lhe ensinei (p. 141).
Tinha a certeza de que não podia ser ninguém além do honesto Poll [...] e continuou a falar- me: “Pobre Robin Crusoé! Como vieste? Onde estiveste?” tal como se estivesse transbordante de alegria por me voltar a ver [...] ( p. 142).
Quando estamos numa encruzilhada [...] uma voz interior dirige-nos num sentido quando pensávamos em ir no outro ( p. 170).
Interlocutores
[...] estava em cima de uma das arcas um animal semelhante a um gato selvagem, o qual, quando me aproximei dele, fugiu para perto e ficou quieto; ficou muito quieto e indiferente, e olhava-me directamente [sic] para a cara, como se pensasse em travar conhecimento comigo.[...] lhe dei um bocadinho de biscoito, embora não tivesse muito, [...] ele aproximou- se, cheirou-o, comeu-o e procurou (como que agradado) mais, mas eu agradeci-lhe [...] (p.59). À vista deste dinheiro, sorri para mim mesmo. ‘Porcaria’, disse em voz alta. ‘que utilidade tens? Embora valioso, para mim não vales o trabalho de me baixar para te apanhar; uma destas facas vale mais do que todas estas moedas; não tenho forma de te dar uso, por isso fica aí, se bem que valioso, e vai para o fundo como animal cuja vida não vale a pena salvar’ (p. 61/62).
Vi uma grande quantidade de papagaios e pensei que deveria apanhar um e criá-lo, para o domesticar e ensinar-lhe a falar-me. [...] trouxe-o para casa, mas foi muito antes de o conseguir fazer falar; contudo, por fim, consegui fazê-lo chamar-me pelo nome, duma forma perceptível (p. 110).
[...] deste tempo, muito foi gasto no terrível trabalho de fazer uma gaiola para o meu Poll, que começava a ser um simples doméstico e a ficar muito bem relacionado comigo (p. 112). [...] enquanto estava a trabalhar me distraía falando com o meu papagaio e ensinando-o a falar, depressa conseguindo que ele conhecesse o seu nome e por fim o dissesse, bem explícito, POLL, que foi a primeira palavra que ouvi nesta ilha dita por alguém que não eu (p. 120).
Quando me aproximei, apareceu um cão, que, ao ver-me chegar, latiu e ladrou. Assim que o chamei, atirou-se à água, para vir ter comigo (p. 184).
Imaginação
Gastava horas inteiras imaginando, em cores vivas, como teria de agir se não tivesse trazido nada do barco [...] que teria vivido [...] como um simples selvagem [...] como uma fera (p. 130).
Imaginava-me agora como um dos antigos gigantes [...] viviam em cavernas e buracos nas rochas (p. 174).
[...] imaginava-me capaz de dirigir um, não, dois ou três selvagens, se os tivesse, de forma a torná-los inteiramente meus escravos [...] (p. 192).