• No results found

Vekslingsmodellen styrker utviklingen av yrkeskompetansen…

In document Teori og praksis, hånd i hånd (sider 53-57)

É possível concluir que, embora o processo de intervenção tenha sido permeado

por diversas intercorrências, todos os participantes da pesquisa obtiveram êxito quanto ao uso dos

recursos de comunicação, objetivo maior do estudo aqui proposto. Após o término da pesquisa,

estes resultados foram amplamente divulgados em uma reunião com todos os funcionários da

instituição. Essa atitude teve como finalidade despertar o interesse em estender a utilização deste

recurso para outras salas e conscientizar a importância de todos os funcionários com a promoção

e desenvolvimento da comunicação dos alunos que freqüentam aquela instituição.

Acreditamos que estudos futuros possam trazer recursos e técnicas que aprimorem

o atendimento fonoaudiológico em grupo com populações que apresentam déficit intelectual

deste grau. Além disso, é de se supor que essas pesquisas possam desenvolver maneiras de

envolver toda a escola no processo de aprendizagem, capacitando esses profissionais e os

ensinando a lidarem com as adversidades tão freqüentes neste campo de atuação.

Nesse sentido, duas vertentes poderiam ser abordadas. A primeira seria

desenvolver estudos que ressaltem a importância dos parceiros de comunicação durante a

inserção de novos sistemas de comunicação. Outra abordagem seriam as pesquisas que

avaliassem de que maneira crianças verbais, deficientes intelectuais ou não, poderiam auxiliar

seus colegas não verbais e com importantes dificuldades comunicativas, ressaltando a

importância dessa situação no contexto da inclusão educacional.

REFERÊNCIAS

ANDRADE, C.R.F. et al. ABFW – testes de linguagem infantil nas áreas de fonologia,

vocabulário, fluência e pragmática. 2. ed. Barueri: Pró-Fono, 2004. 98p.

ALMEIDA, M.A. Delineamento de linha de base múltipla. São Carlos: UFSCar/PPGEEs,

2006. 8p. Apostila.

ALMEIDA, M.A. Apresentação e análise das definições de Deficiência Intelectual propostas pela

AAMR – Associação Americana de Retardo Mental de 1908 a 2002. Educação PUC-Campinas,

n.16, p. 33-48, 2004.

ALMEIDA, M.A. O ensino funcional da linguagem para indivíduos especiais. In: REUNIÃO

ANUAL DE PSICOLOGIA, 18., 1988, Ribeirão Preto. Anais... Ribeirão Preto: Sociedade de

Psicologia de Ribeirão Preto, 1988. p. 677-684.

ARMSTRONG, D. Fazendo as ausências presentes: a contribuição de W.R. Bion para entender

o fenômeno social inconsciente. México: Mexican Institute of Group and Organizational

Relations, 2007.

BARBETTA, N.L.Z. Desenvolvimento lingüístico de gêmeos: relações comunicativas intra e

extra gemelares no contexto da terapia fonoaudiológica em grupo. 2002. 131f. Dissertação

(Mestrado em Saúde da Criança e do Adolescente) – Pós-graduação da Área de Ciências

Médicas, Universidade de Campinas, Campinas, 2002.

BEFI-LOPES, D.M.; GÂNDARA, J.P.; ARAÚJO, K. Aquisição do sistema fonológico em

crianças com alterações no desenvolvimento da linguagem. Pró-fono: Revista de Atualização

Científica, v.15, n.1, p.19-30, jan./abr. 2003.

BERTRÁN, A.; BASIL, C. Rubén: uso de sinais manuais e gráficos no processo de escolarização

de uma criança com Síndrome de Down. In: ALMIRALL, C.B.; SORO-CAMATS, E.; BULTÓ,

C.R. Sistemas de sinais e ajudas técnicas para a comunicação alternativa e a escrita –

princípios teóricos e aplicações. São Paulo: Santos, 2003. p. 149-158.

BLISS, C. Semantography (Blissymbolics). Sydney: Semantography Publications, 1965.

BLOOM, L; LAHEY, M. Language development and language disorders. New York: John

Wiley & Sons, 1978.

BONDY, A.; FROST, L. The picture exchange communication system. Topics in Language

Disorders, v.19, p. 373-390, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de

Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.

CAMARATA, S.; GANDOUR, J. Rule invention in the acquisition of morphology by a

language-impaired child. Journal of Speech and Hearing Disorders, v.5, n.1, p.40-45, 1985.

CHUN, R.Y.S. Comunicação suplementar e/ou alternativa: favorecimento da linguagem de um

participante não falante. Pró-fono: Revista de Atualização Científica, v.15, n.1, p.55-64,

jan/abril, 2003.

CHUN, R.Y.S. Questões de linguagem na comunicação suplementar e/ou alternativa. In:

LACERDA, C.B.F.; PANHOCA, I. (Org.). Tempo de fonoaudiologia III. Taubaté: Cabral

Editora Universitária, 2002. p.73 – 98.

CHUN, R.Y.S.; MOREIRA, E.C. Questões da linguagem e da tecnologia na comunicação

suplementar e/ou alternativa. In: FOZ, F.B.; PICCARONE, M.L.C.D.; BURSZTYN, C.S. (org.).

A tecnologia informática na fonoaudiologia. São Paulo: Plexus, 1998. p. 97 – 113.

FERNANDES, F.D.M.; GALIARI, H.D.T.S. Oficina de linguagem em hospital-dia infantil. In:

Congresso Internacional de Fonoaudiologia e III Encontro Ibero-Americano de Fonoaudiologia,

4., 1999, São Paulo. Anais... São Paulo: Artcolor Ltda, 1999. p. 102.

FRANCO, M.J.; ROCHA, M. O aspecto pragmático da linguagem com uso da CAA: um estudo

de um caso clínico. In: NUNES, L.R.O.P.; PELOSI, M.B.; GOMES, M.R. (Org.). Um retrato da

comunicação alternativa no Brasil: relato de pesquisas e experiências. Rio de Janeiro: 4 pontos

estúdio gráfico e papéis, 2007, v.2, p. 253 – 257.

FREITAS, A. P.; CAMARGO, E.A.; MONTEIRO, M.I.B. Construção de sentidos na clínica

fonoaudiológica: estudos da dinâmica dialógica em grupo. Disponível em:

<http://www.ufpr.br/bakhtin/texts/FREITAS_CAMARGO_MONTEIRO.htm>. Acesso em: 26 out.

2003.

FREITAS, A.P.; CASTRO, G.S. A constituição de processos dialógicos em um grupo de jovens

com Deficiência Intelectual. Revista Brasileira de Educação Especial, v. 12, n.1, p.49 – 64,

2006.

GARGIULO, RM. Individuals with mental retardation or intellectual disabilities. In:

. Special

Education in Contemporary Society: an Introduction to Exceptionality. Beverly Hills: Sage

Publications Inc., 2008. p. 3 – 62.

GIARDINETO, A.R.S.B.; AIELLO, A.L.R. Programa TEACCH e Currículo Funcional Natural:

As diferenças entre a ecologia da sala de aula de crianças autistas. In: CONGRESSO

BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO

BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM EDUCAÇÃO ESPECIAL, 2., 2005, São Carlos.

Resumos... São Carlos, 2005. v.1, p. 75-75.

GONÇALVES, M.J.; CAPOVILLA, F.C.; MACEDO, E.C. Comunicação alternativa, tecnologia

e fonoaudiologia. In: FOZ, F.B.; PICCARONE, M.L.C.D.; BURSZTYN, C.S. (Org.). A

tecnologia informática na fonoaudiologia. São Paulo: Pelxus, 1998. p. 114 – n126.

HAGE, S.R.V. Em direção a uma outra perspectiva de avaliação de linguagem. In:_____.

Avaliando a linguagem na ausência da oralidade: estudos psicolingüísticos. Bauru: EDUSC,

1997. p. 39-88.

HALLAHAN, D.P.; KAUFFMAN, J.M. Exceptionality and special education. In:_______.

Exceptional learners: introduction to special education. 9.ed. USA: Alyn and Bacon, 2003. p. 4-

37.

HARDMAN, M.L.; DREW, C.J.; EGAN, M.W. Mental retardation: intellectual disabilities.

In:_______. Human exceptionality: school, community and family. USA: Allyn and Bacon,

2005. p.272 – 301.

HARDMAN, M.L.; DREW, C.J.; EGAN, M.W. Severe and multiple disabilities. In:_______.

Human exceptionality: school, community and family. USA: Allyn and Bacon, 2005. p. 335 -

359.

HERSEN, M.; BARLOW, D.H. Single case experimental designs: strategies for studying

behavior change. New York: Pergamon Press, 1977.

HORSTMEYER, D.; MACDONALD, J.D. A handbook for the teaching of pre-language and

early language skills designed for parents and professionals. Columbus: The Ohio State

University Copyright, 1975.

JANNUZZI, G.M. Cresce o engajamento da sociedade civil e política nesta educação. In: _____.

A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI. Campinas:

Autores Associados, 2004. p. 67-136.

JANNUZZI, G.M. Caminhos trilhados em busca da eqüidade. In: _____. A educação do

deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI. Campinas: Autores Associados,

2004. p. 137-193.

JOHNSON, R.M. Manual do usuário Boardmaker. Porto Alegre: Click – Recursos

Tecnológicos para Educação, Comunicação e Facilitação, 2005.

MAHARAJ, S. Pictogram ideogram communication. Regina-Canada: The George Reed

Foundation for the Handicapped, 1980.

MENDES, E.G. Bases históricas da educação especial no Brasil e a perspectiva da educação

inclusiva. São Carlos: UFSCar-PPGEEs, 2006. Apostila.

NUNES, L.R.O.P. Linguagem e comunicação alternativa: uma introdução. In:_____.

Favorecendo o desenvolvimento da comunicação em crianças e jovens com necessidades

educacionais especiais. Rio de Janeiro: Dunya, 2003. p.3-13.

NUNES, L.R.O.P. Métodos naturalísticos para o ensino da linguagem funcional em indivíduos

com necessidades especiais. In: ALENCAR, E.S (Org.). Novas contribuições da psicologia aos

processos de ensino e aprendizagem. São Paulo: Cortez Editora, 1992. p. 71 – 96.

NUNES, D.R.P.; NUNES, L.R.O.P. Efeitos dos procedimentos naturalísticos no processo de

aquisição de linguagem através de sistema pictográfico em criança autista. In: NUNES, LROP

(Org.). Favorecendo o desenvolvimento da comunicação em crianças e jovens com

necessidades educacionais especiais. Rio de Janeiro: Dunya, 2003. p.125-141.

NUNES, L.R.O.P.; PAULA, K.M.P. A comunicação alternativa no contexto do ensino

naturalístico. In: NUNES, L.R.O.P. (Org.). Favorecendo o desenvolvimento da comunicação

em crianças e jovens com necessidades educacionais especiais. Rio de Janeiro: Dunya, 2003.

PANHAN, H. Comunicação suplementar e alternativa nos distúrbios neurológicos adquiridos. In:

ORTIZ, K.Z. (Org.). Distúrbios neurológicos adquiridos: fala e deglutição. Barueri: Manole,

2006. p. 223 – 257.

PAULA, K.M.P.; ENUMO, S.R.F.; TURINI, F.A. A implementação de um sistema de

comunicação alternativa para criança com deficiência mental severa. In: NUNES, L.R.O.P.;

PELOSI, M.B.; GOMES, M.R. Um retrato da comunicação alternativa no Brasi: relatos de

pesquisas e experiências. Rio de Janeiro: 4 Pontos Estúdio Gráfico e Papéis, 2007. v. 1, p. 143-

147.

PIZA, M. H.M. O uso dos métodos alternativos PECS-Adaptado e PCS para aumentar

habilidades comunicativas em paralíticos cerebrais, não verbais. 2002. 102f. Dissertação

(Mestrado em Educação Especial) – Programa de Pós-Graduação em Educação Especial,

Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2002.

REILY, L. Sobre como o sistema Bliss de comunicação foi introduzido no Brasil. In: NUNES,

L.R.O.P.; PELOSI, M.B.; GOMES, M.R. (Org.). Um retrato da comunicação alternativa no

Brasil: relato de pesquisas e experiências. Rio de Janeiro: 4 Pontos Estúdio Gráfico e Papéis,

2007. v.2, p. 19-45.

RESS, N. Pragmatics of language: applications to normal disordered language development. In:

SCHIEFELBUSCH, R.L. Bases of language intervention. Baltimore: University Park, 1978.

p.191-268.

ROGERS-WARREN, A.; WARREN, S. Mands for verbalization. Facilitating the display of

newly-trained language in children. Behavior Modification, v. 4, n. 3, p. 361-382, 1980.

Disponível em: <http://bmo.sagepub.com/cgi/content/abstract/4/3/361> . Acesso em: 9 Jan. 2007.

SAMESHIMA, F. S.; DELIBERATO, D. Habilidades comunicativas utilizadas por um grupo de

alunos não-falantes durante atividade de jogo. In: NUNES, L.R.O.P.; PELOSI, M.B.; GOMES,

M.R. (Org.). Um retrato da comunicação alternativa no Brasil: relatos de pesquisas e

experiências. Rio de Janeiro: 4 Pontos Estúdio Gráfico e Papéis, 2007. v.1, p.118-122.

SANTOS, P.L.; RODRIGUES, M.L.V. O ensino da psicologia na graduação de fonoaudiologia.

Medicina, v.40, n.1, p. 78-81, jan./mar. 2007.

SCHIEFELBUSCH, R.; LLOYD, L. Language perspectives II: acquisition, retardation and

intervetion. Austin: PRO-ED, 1988.

SCHIRMER, C.R.; FONTOURA, D.R.; NUNES, M.L. Distúrbios da aquisição da linguagem e

da aprendizagem. Jornal de Pediatria. (Rio J.), v. 80, n. 2, 2004. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0021-

75572004000300012&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 10 Out. 2007. doi: 10.1590/S0021-

75572004000300012.

WALTER, C.C.F. Os efeitos da adaptação do PECS associado ao curriculum funcional em

pessoas com autismo infantil. 2000. 100f. Dissertação (Mestrado em Educação Especial) –

Programa de Pós-Graduação em Educação Especial, Universidade Federal de São Carlos, São

Carlos, 2000.

WARREN, S.F.; KAISER, A.P. Research in early language intervention. In: ODEN, S.;

KARNES, M. Early intervention for infant and children with handcaps. Baltimore: Paul

Brooks, 1988. p.89-108.

WARREN, S.F.; ROGERS-WARREN, A.K. Current perspectives in language remediation.

Education and Treatment of Children, v. 5, 1985, p. 133-153.

ZIMMERMANN, D. et al. Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

ZORZI, J. L. Distúrbios de linguagem em crianças pequenas. In: LOPES FILHO, O. C. (Org.).

ANEXO B - Teste Ambiental para Avaliação de Habilidades Pré-Linguísticas

(Horstemeier & Mac Donald, 1975)1

Nome: ________________________________________ DN:__/__/_____ (_________)

Nome da Mãe: __________________________________ Nome do Pai: ____________________________ Data: ___________________

Seção Não Verbal

Seção Verbal 1.Imitação de

Sons C I NR Comentários

Muuu Muuu

Au au au au Estalos com a língua

Miau miau

La la laaaaa

Uaaaa Uaaaaa

1 * Tradução e adaptação de Maria Amélia Almeida, 1997 1.Brinquedo/Objeto

Funcional C I NR Comentários Lápis de cera / sulfite

Prato / colher Jarra / copo Pasta / escova Figura/ encaixe Papel/ lixo 2.Motor - Imitação C I NR Comentários Balance a cabeça Saltitar Elevar a cabeça Levantar as mãos Agachar Andar rápido

4.Identificação de Figuras C I NR Comentários

meia/cerveja; meia/vassoura camiseta/guaraná; camiseta/cerveja carro/guaraná; carro/sapato sapato/peixe; sapato/vassoura peixe/bolacha; peixe/ guaraná guaraná/meia; guaraná/vassoura 3.Identificação de Objetos C I NR Comentários Carro Mesa Caneta Tênis Copo Cesto de lixo 5.Execução de Tarefas C I NR Comentários Ande Abra a porta Corra Imite um gato

Pegue uma caneta

Olhe para cima

2.Imitação de Palavras Simples C I NR Comentários Sapato Ovo Guaraná Mamãe Pão Suco

5.Ação Verbal C I NR Comentários Sentado Correndo Pulando Bebendo Comendo Deitado 7.Produção de Frases com 2 palavras C I NR Comentários O carro anda O copo caiu Penteou o cabelo Escovou os dentes Joga a guaraná Me dá guaraná Folha de Resultados

Seção Não-Verbal Passou Não Passou Brinquedo funcional Imitação física Identificação de objetos Identificação de figuras Execução de ação 3.Produção de Nomes C I NR Comentários Faca Guaraná Televisão Carro Copo Coca-cola 4.Imitação de Verbos C I NR Comentários Pular Andar Sentar Correr Beber Pentear 6.Iniciando Conversação C I NR Comentários O carro anda O copo caiu Penteou o cabelo Escovou os dentes Joga a guaraná Me dá guaraná

Seção Verbal Passou Não

Passou Imitação de som

Imitação de palavras simples Produção de nomes Imitação de verbos Ação verbal

Iniciando conversação social Produção de frases com 2 palavras

ANEXO C - Folha de Registro

Sessão nº _____ Etapa:______ Data: ___/____/________

Participante: ____________________________________ Sala:_________ Tentativas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 3 Pontos 2 1 F ig.1: 0 % Obs. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 3 Pontos 2 1 Fig.2: 0 % Obs. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 3 Pontos 2 1 Fig.3: 0 % Obs. Total de Pontos Total de Tentativas Total Geral (%) Legenda: 3-Independência 2-Auxílio Verbal 1-Auxílio Físico 0- Sem Êxito

ANEXO E - Termo de Autorização para Execução de Pesquisa

Eu, ___________________________________________, presidente da APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais da cidade de São José do Rio Preto – SP, autorizo a pesquisadora ______________________________________, RG_____________, a realizar um estudo intitulado: “Eficácia de um programa de comunicação alternativa aplicado a grupos de escolares com deficiência intelectual”, referente ao seu projeto de Mestrado em Educação Especial pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

O estudo em questão tem por objetivo adequar o trabalho fonoaudiológico nas APAE´s em relação à demanda de pacientes, através da intervenção em grupo, por meio dos sistemas de Comunicação Alternativa/Ampliada, para desenvolver as habilidades de comunicação. Para tal, passará pelos seguintes procedimentos:

• O participante passará por quatro fases de intervenção, as quais facilitarão o uso das fichas e das pranchas de comunicação. Nessas fases, a criança aprenderá a realizar intercâmbio de fichas, aumentar sua espontaneidade, discriminar figuras, formar sentenças e aumentar seu vocabulário. Durante todo o processo as sessões serão filmadas para posterior análise.

• À APAE – SJ Rio Preto fica reservado o direito de recusar-se a autorizar a realização da pesquisa e retirar seu consentimento em qualquer fase da mesma sem penalização ou prejuízo algum.

• No decorrer da pesquisa caberá a pesquisadora informar todos os procedimentos a serem realizados naquela Instituição e ao término da pesquisa, a mesma apresentará os resultados à Diretoria da APAE e a outros membros da Instituição interessados em tomar conhecimento do trabalho.

______________________________ Presidente da APAE Pesquisadora

ANEXO F – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para Participação em Pesquisa

Eu, ___________________________________________, atesto que meu filho (a)

____________________________________________________, participará como voluntário (a) de um

estudo intitulado: “Eficácia de um programa de comunicação alternativa aplicado a grupos de escolares

com deficiência intelectual”. Que tem por objetivo adequar o trabalho fonoaudiológico nas APAE´s em

relação à demanda de pacientes, através da intervenção em grupo, por meio dos sistemas de Comunicação

Alternativa/Ampliada, para desenvolver as habilidades de comunicação. Para tal, passará pelos seguintes

procedimentos:

• O participante passará por quatro fases de intervenção, as quais facilitarão o uso das fichas e das

pranchas de comunicação. Nessas fases, a criança aprenderá a realizar intercâmbio de fichas,

aumentar sua espontaneidade, discriminar figuras, formar sentenças e aumentar seu vocabulário.

Durante todo o processo as sessões serão filmadas para posterior análise.

• O participante da pesquisa, bem como os familiares ficará isento de quaisquer desconfortos ou

riscos em relação ao desenvolvimento da pesquisa.

• Anteriormente ao processo de intervenção, a pesquisadora se comprometerá em realizar uma

reunião com os envolvidos na pesquisa (pais/responsáveis, professores e diretoria da instituição

onde será desenvolvido o projeto – APAE Rio Preto), a fim de esclarecer as etapas do processo de

intervenção. A pesquisadora ficará à disposição no decorrer de toda a pesquisa para esclarecer

eventuais dúvidas dos envolvidos na pesquisa.

• É direito de o participante recusar-se a participar da pesquisa ou retirar seu consentimento em

qualquer fase da pesquisa sem penalização alguma e sem prejuízo ao seu cuidado.

• É direito de o participante ter garantido o sigilo que assegure a sua privacidade em relação aos

dados confidenciais envolvidos na pesquisa.

______________________________

Responsável pela Criança Pesquisadora

Pesquisadora: Cândice da Silva e Lima – Fonoaudióloga (CRFª 11.272)

Fone: (17) 3014-21-50 / 9722-2066 / 3231-0652

ANEXO G - Questionário sobre Comunicação Alternativa/Ampliada (pré-teste e pós-teste)

1.O que você entende ser a Linguagem? Qual a sua importância para o desenvolvimento infantil? 2.De que maneira você acredita que pessoas com severas dificuldades para falar poderiam se comunicar? 3.O que você entende por Sistema de Comunicação Alternativa/Ampliada?

4.Em qual ambiente você acredita que poderíamos trabalhar a comunicação da criança? (sala de aula, sala de terapia, em casa, no momento do lanche)

5.O que você sabe sobre Proposta Naturalística? 6.Coloque Falso (F) ou Verdadeiro (V):

( ) Técnica do Mando-Modelo constitui de instigações verbais, ou seja, perguntas que exijam respostas objetivas do tipo não/sim, instruções para verbalizar e modelar.

( ) Espera Estruturada, técnica que constitui em esperar até a idade em que a criança tenha adquirido as habilidades comunicativas básicas para então iniciar o trabalho de Comunicação Alternativa/Ampliada.

( ) A proposta Naturalística tem como principal objetivo desenvolver a Competência Comunicativa.

( ) A Comunicação Alternativa/Ampliada impede que a pessoa desenvolva a fala, nos casos em que tenha condição para isso, pois passa a se comunicar apenas por figuras.

ANEXO H - Diário de Campo – Anotações das Atividades Desenvolvidas Durante a Semana

SEGUNDA-FEIRA Sala 1: ed. Física, AVD, modelagem, músicas com chocalho, recreio, aula de música,

atividade lúdica, almoço.

Sala 2: psicomotricidade, AVD, recreio (lanche). Sala 3: ed. Física, aula de música, recreio (lanche).

TERÇA-FEIRA Sala 1: computação, atendimento fono, história com cartazes, recreio,

psicomotricidade, boliche, materiais pedagógicos, almoço.

Sala 2: ed. física (natação), AVD, recreio (lanche).

Sala 3: informática, atendimento psicologia, recreio (lanche), atendimento TO.

QUARTA-FEIRA Sala 1: ed. física, AVD, atendimento psicologia, recreio, trabalhos manuais, roda

cantada, atividade lúdica, almoço.

Sala 2: tanque de areia, AVD, aula de música, recreio (lanche), escovação. Sala 3: atendimento Fono, ed. física (natação), recreio (lanche).

QUINTA-FEIRA Sala 1: AVD, trabalhos manuais, modelagem, história, recreio, esquema corporal,

conversa informal, almoço.

Sala 2: Ed. física (lateralidade), AVD, recreio (lanche), escovação, informática. Sala 3: ___

SEXTA-FEIRA Sala 1: AVD, conversa informal, música dom gestos, recreio, psicmotricidade,

modelagem, almoço.

Sala 2: tanque de areia, AVD, recreio (lanche), escovação. Sala 3: recreação.

ANEXO I - Quadro qualitativo do desempenho nas fases de intervenção da Sala do Grupo 1

(adaptado de Walter, 2000)

Fases Sess ões Figuras utiliz ada s Par ticipan t es / % de ace rtos Arranjo

Ambiental Desenvolvimento da Situação

Cça- Alvo1 0% N. 0% LB 1 Lápis J. 0% Sentados em carteiras dispostas em circulo. A figura disposta sobre a mesa e o item desejado na mão da pesquisadora

A professora foi orientada a deixar que os alunos pedissem o objeto desejado da maneira como desejassem; a educadora não deveria enfatizar as figuras e a utilidade destas. Ao entrarem na sala, os participantes foram recebidos pela pesquisadora que disse à eles qual seria a atividade desenvolvida sendo que eles expressaram interesse e expectativa por meio de verbalizações, gestos e vocalizações. Em todas as tentativas as três crianças do grupo não obtiveram êxito em relação as solicitações do lápis. Para solicitar um lápis, a Criança-alvo dirigiu o olhar para a pesquisadora e estendeu a mão. Ele demonstrou inquietação ao perceber que a figura ficava sobre sua mesa, sendo que por diversas vezes tentou devolvê-la para a pesquisadora, ficando nítido que não a estava utilizando como forma de comunicação. J. fazia suas solicitações simplesmente retirando das mãos da pesquisadora a caixa de lápis.

N. fazia suas solicitações verbalmente (chamando

pela pesquisadora): “tia dá” e estendendo as mãos. A Criança-alvo1, utilizou vocalizações, em certos momentos, para solicitar atenção da pesquisadora. A Educadora foi bem participativa durante esta sessão. Ela perguntava às crianças sobre qual objeto era necessário para se pintar um desenho.

Cça- Alvo1 0% N. 0% LB 2 Massinha de modelar J. 0% Sentado no chão em círculo com os demais colegas de sala. A figura posta

na frente do participante e o item desejado na

mão do experimentador

Durante a atividade, o grupo permaneceu disperso, demonstrando pouco interesse. Em todas as tentativas nenhuma das crianças do grupo utilizaram as figuras com intenção comunicativa. A Criança- alvo1, só demonstrou maior interesse na atividade ao final da sessão. Ele fazia suas solicitações por meio de vocalizações. N. foi a menos participativa do grupo e J. a que mais interagiu, solicitando a massa de modelar verbalmente, porém em alguns momentos retirou o pote contendo as massas da mão da pesquisadora. Durante a sessão a Educadora cantou algumas músicas infantis, tentando atrair a atenção do grupo, mas não obteve sucesso. Neste dia, a atitude dela em relação ao comportamento frente as figuras pictográficas foi melhor. A Educadora não chamou tanto a atenção das crianças para as figuras e sim, apenas incentivou que elas pedissem o que desejavam deixando a critério das crianças a forma de realizar tais solicitações.

Cça- Alvo1 0% N. (faltou) LB 3 Folha e giz de cera J. 0% Idem ao anterior

Em todas as tentativas nenhuma das crianças do grupo utilizaram as figuras com intenção comunicativa. Logo no início da sessão, pesquisadora mostrou um lápis à Criança-alvo e explicou que se ele quisesse teria que pedir. Então, ele esticou o braço em direção ao objeto e depois em direção a caixa que continha outros lápis e verbalizou: [´da oyta]. A técnica do MANDO foi empregada durante a sessão (ex. “me peça o que vc

In document Teori og praksis, hånd i hånd (sider 53-57)