“Den nye utsikten”
Post 8 Ischnomera caerulea
7.2 Veien videre
Para a compreensão dos dados colhidos nos pré-teste, utilizou-se de cálculos por meio de planilhas eletrônicas do Excel. Para a mensuração, foram mantidos os critérios de pontuação atribuída às 10 (dez) questões dispostas no instrumento. Conforme apresentado abaixo no quadro 7.
Quadro 7 – Assuntos abordados em cada questão e suas respectivas pontuações
QUESTÃO ASSUNTO ENVOLVIDO PONTUAÇÃO
01 Conhecimento acerca dos períodos da vida humana; 1,0 02 Associações dos períodos da vida com as ordens de acontecimentos; 1,0
03 Adolescência; 1,0
04 Puberdade; 1,0
05 Mudanças do corpo das meninas e meninos; 1,0
06 Células reprodutivas; 1,0
07 Sistema genital feminino; 1,0
08 Sistema genital masculino; 1,0
09 Útero; 1,0
10 Formas de nascimento. 1,0
Fonte: Elaboração da autora (2011)
Conforme já citado na seção 3.2 do Capítulo 3, as questões de números 1, 2, 3, 4, 6, 7, 8, 9 e 10 tinham 5 (cinco) alternativas para cada questão, sendo apenas uma correta. Essas questões foram pontuadas com 1,0 (um), no caso de acerto, e com 0,0 (zero), no caso de erro. As questões 3 e 4 também serviram para a realização de uma enquete. A questão de número 5(cinco) foi de associação de colunas, em que existiam 4 (quatro) possibilidades. Dessa forma, a questão foi subdividida em 0,25 (vinte e cinco décimos) de ponto para cada associação correta e 0,0 (zero) para cada errada.
Para o cálculo do desempenho das turmas no pré-teste, estabeleceram-se quatro faixas a serem mensuradas. Complementar a essas faixas, criou-se um histograma das notas e suas frequências. O resultado dessa mensuração inicial pode ser observado abaixo nos gráficos 11, 12, 13 e 14.
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Gráfico 11 – Cálculo das notas por faixas obtidas no pré-teste da turma controle TURMA A
Fonte: Elaboração da autora (2011)
Gráfico 12 – Histograma das notas obtidas no pré-teste da turma controle TURMA A
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Gráfico 13 – Cálculo das notas por faixas obtidas no pré-teste da turma experimental TURMA B
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Gráfico 14 – Histograma das notas obtidas no pré-teste da turma experimental TURMA B
Fonte: Elaboração da autora (2011)
Como pode ser verificado, nos gráficos 11, 12, 13 e 14, na turma A, 69,24% (18 alunos) tiveram desempenho bom ou excelente (maior ou igual a 7,0) e 14,29% (4 alunos) tiveram desempenho considerado péssimo (menor ou igual que 5,5), enquanto que na turma B o percentual de bom e excelente foi de 57,14% (16 alunos) e 25% (7 alunos) apresentaram péssimo desempenho.
Analisando, ainda, as informações e gráficos sobre o desvio padrão das notas de ambas as turmas, percebe-se que, em relação às notas, a turma A é um pouco menos homogênea do que a turma B, já que seu desvio padrão foi maior. Os gráficos 15 e 16 demonstram esse resultado.
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Gráfico 15 – Cálculo do desvio padrão do pré-teste nas turmas controle TURMA A
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Gráfico 16 – Cálculo do desvio padrão do pré-teste nas turmas experimental TURMA B
Fonte: Elaboração da autora (2011)
Na análise foi possível identificar a questão mais acertada pelas turmas, conseguintemente a mais errada também. Provavelmente, os resultados da enquete justificam a questão que recebeu mais acerto em ambas as turmas.
Gráfico 17 – Identificação da questão mais acertada no pré-teste da turma controle TURMA A
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Gráfico 18 – Identificação da questão mais acertada no pré-teste da turma experimental TURMA B
Fonte: Elaboração da autora (2011)
Para realizar uma análise mais detalhada desse resultado, foi feita uma comparação entre a avaliação das questões do pré-teste elaborada pelos avaliadores com os resultados apresentados pelos alunos das turmas controle (A) e experimental (B). Para isso, foram considerados os quatro níveis de dificuldades avaliados: básico, intermediário, difícil e avançado.
O gráfico 19 mostra os níveis de dificuldades apontados em cada questão e a porcentagem de avaliadores e o gráfico 20 mostra a moda dos níveis de dificuldade de cada questão.
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Gráfico 19 – Gráficos dos níveis de dificuldade das questões avaliadas
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Gráfico 20 – Moda dos níveis de dificuldade de cada questão
Fonte: Elaboração da autora (2011)
Para a análise das dimensões do conhecimento e dos processos cognitivos, a planilha do Excel também foi utilizada. O quadro 8 mostra os processos cognitivos por nível de conhecimento envolvido, indicado por cada avaliador. O gráfico 21 demonstra a porcentagem de avaliadores que marcaram pelo menos uma questão envolvendo as duas dimensões.
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Quadro 8 – Dimensões do conhecimento e dos processos cognitivos indicados pelos avaliadores
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Gráfico 21 – Porcentagem de avaliadores que marcaram pelo menos uma questão envolvendo as duas dimensões
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Conforme a ‘moda’ dos níveis de dificuldade (ver gráfico 20), calculada na validação, não houve questão de nível básico. Entretanto, pelo desempenho da turma controle, pode-se observar que as questões Q2, Q5 e Q9 demonstram terem sido desse nível, e para a turma experimental, pelo seu desempenho, as questões Q2, Q5, Q9 e Q10 demonstram terem sido de nível básico.
Com relação às questões avaliadas como sendo de nível intermediário – Q1, Q2, Q3, Q4, Q7, Q8 e Q10 – observa-se, pelo desempenho das turmas, que apenas as questões Q2 e Q4 não aparentaram se enquadrar nesse nível para a turma controle, e para a turma experimental, as questões Q2, Q4, Q8 e Q10 não se configuraram como de nível intermediário. Além disso, mesmo não tendo sido classificada dessa forma, a questão Q6 se apresentou desse nível para as duas turmas.
Pela validação, as questões Q5 e Q6 foram classificadas como sendo de nível difícil. Contudo, os resultados obtidos, pela maioria dos alunos da turma controle, indicam a questão Q4 como desse nível, e nenhuma questão desse tipo para a turma experimental.
Por fim, os avaliadores definiram a questão Q9 como de nível avançado. Mas, os resultados obtidos, pelos alunos da turma controle e também pelos alunos da turma experimental, apontam que a questão foi de nível básico.
Por meio da análise de todos os dados do pré-teste, foi possível identificar que a turma do 5º ano A detinha um conhecimento prévio acerca do conteúdo Reprodução Humana melhor do que a turma do 5º ano B.
4.2 PÓS-TESTE
Como pode ser observado abaixo, no quadro 9, um total de 32,14% dos alunos da turma controle ficaram abaixo da média estabelecida - 7,0 (sete). Comparado esse resultado com o do pré-teste, nota-se que, praticamente, não houve alteração do número de alunos que ficaram abaixo da média, mas que houve um significativo melhoramento no valor das médias.
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Quadro 9 – Planilha de cálculo das notas obtidas no pós-teste da turma controle
Fonte: Elaboração da autora (2011)
No quadro 10 apresentado abaixo, pode ser observada que, apenas 10,71% dos alunos da turma experimental ficaram com média abaixo de 7,0 (sete). No pré-teste, esse número foi de 42,86%. Portanto, pode-se afirmar que houve um melhoramento de 32,15% das médias.
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Quadro 10 – Planilha de cálculo das notas obtidas no pós-teste da turma experimental
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