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4.1 Are there significant variations in infectious patterns between virus and host at the strain level and does

4.1.1 Variations in infectious patterns

Para Dunnicliff (1988), uma das questões mais preocupantes da área geotécnica, no caso das escavações subterrâneas, é a da análise da estabilidade. Esta, geralmente, é controlada pela presença e orientação das descontinuidades geológicas, às quais, quando se trata de escavações a maiores profundidades, somam-se as tensões atuantes no maciço rochoso.

Portanto, a implantação de um programa de instrumentação e monitoramento em realces implica em dificuldades diversas. Spearing (1995) as enumera, baseando-se em sua experiência nas minas de ouro da África do Sul. Dentre essas dificuldades, cita aquelas que dizem respeito tanto ao acesso permanente aos locais do monitoramento quanto à disponibilidade de recursos operacionais para a instalação dos equipamentos.

Hutchinson e Diederichs (1996), baseados principalmente em Dunnicliff (1988), tratam dessa questão com bastante propriedade. De suas considerações, dar-se-á aqui um resumo. No que se refere aos instrumentos para monitoramento da tensão e da deformação dentro do maciço rochoso, além dos dispositivos de reflectometria de domínio de tempo (TDR), reportam-se aos extensômetros, aos monitores de movimento do maciço, às células de variação de tensão e aos medidores de deformação. Aludem também a instrumentos mais especializados, comercialmente conhecidos como SMART

Cables (Stretch Measurement for Assessment of Reinforcement Tension – Cables),

desenvolvidos para monitorar a deformação e a carga ao longo de cabos de aço usados principalmente em escavações mineiras.

No entanto, em locais fisicamente inacessíveis a inspeções visuais, esses autores aconselham o uso da câmera para inspeção de furos e o medidor remoto de varredura a laser. A primeira é inserida em um furo, e seu cabeçote pode ser girado para visualizar e filmar as paredes desse furo. Seu registro fornece informações sobre a localização de

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Na análise que será realizada no Capítulo 4 serão especialmente enfatizados a instrumentação e o monitoramento em realces suportados com cabo de aço. Essa análise leva em consideração o desempenho desse suporte, que também pode ser avaliado de forma visual e por meio da utilização de instrumentos de campo, tais como medidores de movimento relativo do maciço.

estruturas já existentes ou sobre danos ao longo do furo. O movimento identificado por meio das leituras no maciço rochoso pode ser melhor compreendido quando as informações da câmera para verificação das paredes do furo estão disponíveis, o que permite uma avaliação mais apropriada do cenário estudado. Quanto ao dispositivo remoto de varredura a laser, ele é montado em um braço telescópico que pode ser estendido no realce ou inserido em um furo. Uma vez que esteja no realce, é girado para, de forma precisa, pesquisá-lo em sua totalidade. Os dados colhidos são registrados diretamente em um computador, de onde são descarregados em um programa de desenho convencional para sua visualização e interpretação. A adaptação e a utilização desse dispositivo em várias minas estão bem documentadas por Miller et al. (1992).

As observações visuais do estado do maciço rochoso, a delimitação real da área escavada e as pontas dos cabos de aço expostas pela solicitação do maciço rochoso também são pontos importantes a serem considerados quando se quer um entendimento do comportamento do maciço rochoso e do desempenho dos cabos de aço, tal como pode ser visto na Figura 2.28.

Figura 2.28 Aspecto de danos em cabos de aço devido a carga exercida (modificado de MacSporran et al., 1992).

Bawden et al. (2000) também discorrem sobre a tecnologia de instrumentação com uso de cabos de aço, apresentando ainda estudos de casos que ilustram o seu impacto

positivo sobre as operações de mina, tanto do ponto de vista econômico quanto de segurança. Quando tratam de instrumentos para avaliação desse suporte, referem-se ao

SMART Cable, aperfeiçoado no Canadá, que é considerado muito adequado ao objetivo

de avaliar a deformação e o cálculo de cargas no cabo de aço. Esse instrumento é descrito como constituído por seis pequenos extensômetros de fio, acondicionados no interior do cabo de aço de trança simples para evitar a interferência com a graute/cimento, como ocorre normalmente com os dispositivos fixados externamente (Bawden et al., 2002). Os seis nódulos onde estão fixados os fios do extensômetro são colocados a intervalos previamente especificados pelo futuro usuário, ao longo do comprimento do cabo. Os deslocamentos desses fios são medidos por meio de potenciômetros. As diferenças nos movimentos entre os nódulos adjacentes indicam a deformação média entre os nódulos, a partir da qual a carga média naquele intervalo é calculada. As leituras feitas em campo com um potenciômetro, lançadas em planilhas eletrônicas, preparadas para conversões em movimentos (em mm) e carga (em toneladas/m), indicam a solicitação sofrida pelo cabo de aço.

De acordo com os autores supracitados, outro instrumento usado para medir a extensão e a magnitude do deslocamento na parede de um realce é o MPBX – Multi point

borehole extensometer, um extensômetro que usa o mesmo princípio de medição do

SMART Cable. Ele permite que sejam feitas medidas através da diferença de potencial

entre os nódulos, os quais são convertidos em movimentos relativos do maciço rochoso. Em outras palavras, as medidas indicam os deslocamentos ocorridos no maciço nos intervalos identificados. O comprimento desses extensômetros pode atingir até 50m ao longo de furos realizados através de sondagem.

Um programa de monitoramento completo exige ainda cuidadosas observações de campo, incluindo fotografias e anotações detalhadas, que podem fornecer informações extremamente úteis sobre as deformações e falhas do maciço rochoso e sobre o desempenho dos cabos de aço. A seleção dos instrumentos para tal programa em dado local será gerenciada de forma a considerar, além de seus objetivos, o orçamento, a experiência anterior, o custo relativo e a aplicabilidade dos instrumentos, a geometria do corpo de minério e o acesso subterrâneo.