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De 25 vanligste artene anførtj hekkefugler

Antes do surgimento dos carateres, os primeiros provérbios orais serviam como enciclopédia humana, referindo-se a diversos aspetos da vida quotidiana. Através dos mesmos, a civilização humana tem sido transmitida ao longo da história. Após a formação dos carateres, os provérbios e idiomatismos passaram a dispor de um meio efetivo de registo e transmissão. Segundo os testemunhos históricos, os primeiros

12在很大程度上,构成民族的也正是语言。”语言不仅本身是一种民俗事象,而且还记载、传承着其他民俗

事象。民俗语言是反映历史文化和民情风俗的语言,透过语言可以看到千奇百怪的民俗事象。同样,各种 民俗也都包含在语言中。

provérbios registados apresentam-se em carateres cuneiformes da Suméria, considerada como a civilização mais antiga da humanidade. Os registos dos provérbios do chinês datam das eras 夏 Xià e 商 Shāng, há mais de 3000 anos. Com o progresso do ser humano, o desenvolvimento social e a necessidade de comunicação, oral e escrita, a língua sofre transformações constantes, que também são inevitáveis no que toca aos provérbios.

A formação dos provérbios e idiomatismos depende das condições objetivas externas ao ser humano. Antigamente, adotava-se a forma do provérbio para transmitir de geração em geração os conhecimentos resultantes das experiências de vida, trabalho, meio ambiente e condições naturais no seio da comunidade. Os provérbios e idiomatismos iniciais relacionavam-se principalmente com os conhecimentos adquiridos através da experiência quotidiana, no caso do chinês, a maioria tinha a ver com o tema da agricultura, já que a civilização chinesa a tinha a atividade agrícola como principal. Quanto ao português, muitos dos provérbios e idiomatismos iniciais tinham a ver com o ambiente marítimo e com o tema da navegação. Apesar de os provérbios e idiomatismos chineses e portugueses apresentarem temas diferentes, revelam igualmente temas iguais com base na vida rural e na experiência quotidiana ou ainda nas condições climáticas e naturais. Com o desenvolvimento das forças produtivas, a vida social torna-se cada vez mais complicada e a divisão de tarefas é cada vez mais especializada, assim, quando não se pode atender às necessidades da vida quotidiana dependendo somente dos elementos de comunicação soltos, habituais, surge uma forma com maior capacidade de assumir as mesmas funções, o provérbio. Desde então, os provérbios passam a dar resposta às necessidades comunicativas da comunidade. Todavia, se as necessidades de comunicação em comunidade constituem as condições externas que promovem a produção dos provérbios, os fatores internos não vão ser ignorados.

funções internas das palavras, cujo objetivo é a adaptação às necessidades de comunicação. Em geral, a formação dos provérbios tem três fases:

Na fase inicial, enquanto o povo tentava procurar uma forma de exprimir os conhecimentos oriundos da sua experiência, desejando transmiti-los à geração seguinte, começou a escolher e juntar temporariamente as palavras para atender às suas necessidades; assim, os provérbios iniciais correspondiam às locuções de junção temporária, ambos conjuntos de palavras específicas com uma estrutura determinada, funcionando para atender às necessidades de expressão.

Na segunda fase, de desenvolvimento, com a expansão constante do âmbito cognitivo humano e a elevação da capacidade cognitiva, o ser humano começou a recorrer aos conceitos concretos já conhecidos na sua experiência para conhecer e compreender os abstratos e desconhecidos, assim, surge o pensamento metafórico, cujo princípio é a substituição de objetos, com base na aproximação de duas realidades com alguma afinidade, para melhor explicação.

A terceira fase é a fase madura. Nas duas primeiras fases da formação, os provérbios ainda não têm bem definido as suas estruturas e funções. Nesta fase desenvolvida, os provérbios consolidam-se nas suas estruturas próprias, distinguindo-se de outras combinações lexicais; em comparação com as expressões simples, os provérbios têm mecanismos linguísticos próprios, que lhe conferem harmonia para uma memorização fácil. Além disso, os provérbios passam a ser usados como um conjunto que não pode ser dividido em partes, começando a ser guardados como unidades estruturais com maior fixidez e grande resistência à mudança.

Para melhor ilustrar estas reflexões, tomemos dois exemplos, o primeiro do universo português e o segundo relativo ao chinês.

“O sol nasce para todos”: é um provérbio de origem bíblica, fundando-se no Evangelho de São Mateus, capítulo V, versículo 45. Em latim: Solem suum oriri facit

super bonos et super malos (Deus faz o seu sol nascer sobre os bons e sobre os maus).

Este provérbio português pode-nos ajudar a compreender as três fases da formação dos provérbios. Tomando a sua origem em referência, observa-se que o objetivo inicial é transmitir uma verdade da nossa vida, que quando o sol nasce, é para todos nós, o que corresponde à experiência acumulada na vida quotidiana. Após a primeira fase inicial de juntar as palavras para transmitir a verdade, acompanhando os conhecimentos cognitivos e o surgimento do pensamento metafórico humano, o seu significado começa a ter maior diversidade; quando passa à terceira fase, já ganhou um maior número de significados, tais como todos nós termos os mesmos direitos, de todos nós merecermos um lugar especial neste mundo.

一朝被蛇咬,十年怕井绳 Yìzhāo bèi shé yăo, shínián pà jĭngshéng, um dia foi atacado por uma serpente, há dez anos tem medo de cordas/relativamente próximo de "gato escaldado de água fria tem medo": é do senso comum, com base na experiência quotidiana, que a serpente e a corda feita de cânhamo são semelhantes, assim, quando a expressão se formou, na primeira fase, o seu objetivo era exprimir o significado literal; nas duas últimas fases, em situações atuais, o provérbio estende-se a mais variados contextos: por exemplo, se for ferido ou preso numa situação, não tem coragem para enfrentar outras que se lhe assemelhem, mesmo que, na verdade, sejam diferentes.