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A V AILABLE CHECKLISTS FOR PHYTOPLANKTON IN THE ICES AREA

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Os resultados mostraram que os tratamentos pouco diferiram em relação à maioria das variáveis, pois não houve diferenças significativas, as parcelas inoculadas com o preparado de nódulos foram idênticas às testemunhas, tanto para o experimento realizado no Crato como para o experimento realizado em Madalena. As variáveis que exibiram interação entre as cultivares e as fontes de N foram apenas MSPA e MSR em Crato-CE (Tabela 2). Nesse experimento, o cv. Setentão com o tratamento nitrogenado exibiu o maior valor de MSPA (27,48 g pl-1). O segundo maior valor foi observado com o tratamento inoculado com preparado

de nódulos, com 24,52 g pl-¹. No segundo local (Madalena-CE) os resultados para essas

variáveis seguiram comportamento idêntico, entretanto, com médias inferiores (Tabela 4). A MSPA do experimento conduzido em Crato exibiu diferenças entre as cultivares comparadas dentro do tratamento adubado com N e também no tratamento inoculado com o preparado de nódulos, sendo que o cv. Setentão foi superior ao Sempre Verde (Tabela 2). Quando comparamos as fontes de N não houve diferenças dentro do cultivar Setentão e BRS Guariba, mas apenas para o cultivar Sempre Verde.

No experimento realizado em Madalena, observa-se a ausência de diferenças significativas entre os cultivares e entre as fontes de N (Tabela 3), embora o inoculante comercial tenha exibido superioridade aos demais tratamentos ao ser aplicado no cv. Sempre Verde. O mesmo foi observado com o cv. Setentão, quando recebeu adubação com nitrogênio (TN), e no caso do cv. BRS Guariba houve um incremento de 42% na parcela com aplicação de preparado de nódulos em comparação a T0, atingindo o valor de 9,52 g planta-¹. Nesse

sentido, observa-se que as médias para essa variável dentro do ambiente de Madalena foram inferiores, indicando menor crescimento das plantas, provavelmente em respostas aos índices pluviométricos observados nos dois locais. A média de chuvas para a cidade de Crato foi de 440 mm durante o período de condução do experimento, enquanto em Madalena foram observadas médias pluviométricas menores, em torno de 280 mm (FUNDAÇÃO CEARENSE DE METEOROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS, 2017).

A MSR no experimento do Crato (Tabela 3), assim com a variável MSPA, exibiram pouca variação, com diferenças mais notórias dentro do cv. Setentão, onde o tratamento nitrogenado foi superior ao inoculante comercial, com médias de 4,21 e 3,25 g de raiz por planta, respectivamente. O preparado de nódulos teve um valor intermediário (3,5 g de raiz),

sendo observadas diferenças entre os cultivares de feijão dentro do tratamento com N, ficando o cultivar Setentão acima dos cultivares BRS Guariba e Sempre Verde. Já em relação ao experimento de Madalena houve variação significativa apenas entre os cultivares no tratamento com preparado de nódulos, sendo que a maior MSR foi observada no cv. BRS Guariba (1,98 g de raiz), significativamente superior ao cultivar Sempre verde com 1,34 g de raiz (Tabela 4). Tabela 3 - Média das variáveis produtivas avaliadas para três cultivares de feijão-caupi sob diferentes fontes de N em Crato - CE.

MSPA (g) MSR (g)

TRAT SVERDE SETENTÃO BRS GUA TRAT SVERDE SETENTÃO BRS GUA

T0 25,06 Aa 21,01 Aa 22,00 Aa T0 3,66 Aa 3,32 Aab 3,61 Aa

TN 20,91 Bab 27,47 Aa 22,88 ABa TN 3,27 Ba 4,21 Aa 3,79 ABa

IC 17,38 Ab 21,72 Aa 21,44 Aa IC 3,00 Aa 3,25 Ab 3,51 Aa TPN 17,77 Bb 24,25 Aa 23,41 ABa TPN 3,18 Aa 3,50 Aab 3,54 Aa CV 16,04 CV 14,13 NVP (Unid.) PGV (g) T0 11,75 Aa 10,50 Aa 9,38 Aa T0 2,70 Aa 2,51 Aa 2,59 Aa TN 11,63 Aa 14,25 Aa 10,38 Aa TN 2,58 Aa 2,84 Aa 2,97 Aa IC 11,63 Aa 12,38 Aa 7,75 Aa IC 2,79 Aa 2,67 Aa 2,66 Aa TPN 11,50 ABa 12,63 Aa 7,75 Ba TPN 2,60 Aa 2,58 Aa 2,36 Aa CV 24,00 CV 14,08 COMPV (cm) P100 (g) T0 20,23 Aa 17,50 Ba 17,60 Ba T0 20,62 Aa 19,55 Aa 18,58 Aa TN 20,10 Aa 17,33 Ba 18,88 ABa TN 20,27 ABa 22,12 Aa 19,29 Ba IC 20,25 Aa 17,38 Ba 18,00 Ba IC 21,60 Aa 20,78 Aa 18,05 Ba TPN 19,80 Aa 16,95 Ba 17,78 Ba TPN 20,38 Aa 20,64 Aa 17,13 Ba CV 4,85 CV 7,77 NGV (Unid.) PV (g) T0 13,10 Aa 12,75 Aa 13,95 Aa T0 3,33 Aa 3,61 Aa 3,29 Aa TN 12,75 Aa 12,90 Aa 15,40 Aa TN 5,26 Aa 3,83 Aa 3,89 Aa IC 12,90 Aa 12,80 Aa 14,75 Aa IC 3,54 Aa 3,67 Aa 3,44 Aa TPN 12,75 Aa 12,60 Aa 13,50 Aa TPN 3,22 Aa 3,44 Aa 3,19 Aa CV 11,93 CV 51,51

Médias seguidas pela mesma letra maiúscula na linha e pela mesma letra minúscula na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Legenda: massa seca da parte aérea (MSPA), massa seca de raiz (MSR), número de vagens por planta (NVP), peso de grãos por vagem (PGV), comprimento de vagem (COMPV), peso de 100 sementes (P100), número de grãos por vagem (NGV) e peso de vagem (PV).

Em relação ao NVP para o experimento no Crato só foram encontradas diferenças significativas entre os cultivares que receberam o extrato de nódulos, sendo que o Setentão exibiu média de 12,63 unidades sendo superior a BRS Guariba. Entretanto o maior valor

observado para essa variável foi 14,25 referente ao cv. Setentão adubada com N mineral (Tabela 3), não sendo observadas diferenças estatísticas. Quando analisamos os resultados de Madalena, observa-se ausência de diferenças significativas ficando as médias situadas no intervalo de 7,88 (cv. Setentão e extrato de nódulos) até 13,25 (adubação nitrogenada e o cv. Sempre Verde) (Tabela 4). Tais valores ficaram próximos aos observados por Matos Filho et al. (2009) que obtiveram valores entre 8,43 e 12,13 cm referentes a diversas progênies e linhagens de feijão- caupi.

Tabela 4 - Média das variáveis produtivas avaliadas para três cultivares de feijão-caupi sob diferentes fontes de N em Madalena - CE.

MSPA (g) MSR (g)

TRAT SVERDE SETENTÃO BRS GUA TRAT SVERDE SETENTÃO BRS GUA

T0 5,68 Aa 6,71 Aa 6,69 Aa T0 1,19 Aa 1,28 Aa 1,45 Aa TN 6,90 Aa 10,31 Aa 7,82 Aa TN 1,49 Aa 1,82 Aa 1,40 Aa IC 10,06 Aa 6,59 Aa 7,35 Aa IC 1,65 Aa 1,33 Aa 1,45 Aa TPN 6,39 Aa 7,07 Aa 9,52 Aa TPN 1,34 Ba 1,51 ABa 1,98 Aa CV 30,46 CV 23,46 NVP PGV (g) T0 9,38 Aa 11,88 Aa 9,50 Aa T0 2,68 Aa 2,99 Aa 2,57 Aa TN 13,25 Aa 12,63 Aa 10,88 Aa TN 2,69 Aa 2,64 Aa 2,72 Aa IC 12,25 Aa 11,75 Aa 10,38 Aa IC 2,67 Aa 2,68 Aa 2,44 Aa TPN 11,88 Aa 7,88 Aa 12,75 Aa TPN 2,54 Aa 2,63 Aa 2,56 Aa CV 49,01 CV 10,63 COMPV (cm) P100 (g) T0 20,40 Aa 16,98 Ba 17,88 Ba T0 21,56 Aa 22,71 Aa 17,39 Ba TN 20,63 Aa 16,88 Ba 18,05 Ba TN 21,58 Aa 20,60 Aa 18,53 Aa IC 19,85 Aa 17,05 Ba 18,03 Ba IC 21,41 Aa 20,89 ABa 17,55 Ba TPN 20,18 Aa 16,80 Ba 18,10 Ba TPN 20,37 Aa 20,01 ABa 16,94 Ba CV 4,12 CV 16,05 NGV PV (g) T0 12,45 Ba 13,30 ABa 14,80 Aa T0 3,37 Aa 3,53 Aa 3,26 Aa TN 12,45 Ba 12,85 Ba 14,70 Aa TN 3,34 Aa 3,45 Aa 3,49 Aa IC 12,45 Aa 12,85 Aa 13,90 Aa IC 3,33 Aa 3,59 Aa 3,14 Aa TPN 12,45 Ba 13,05 Ba 15,10 Aa TPN 3,20 Aa 3,43 Aa 3,23 Aa CV 7,73 CV 9,02

Médias seguidas pela mesma letra maiúscula na linha e pela mesma letra minúscula na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Legenda: massa seca da parte aérea (MSPA), massa seca de raiz (MSR), número de vagens por planta (NVP), peso de grãos por vagem (PGV), comprimento de vagem (COMPV), peso de 100 sementes (P100), número de grãos por vagem (NGV) e peso de vagem (PV).

A variável COMPV foi bastante influenciada pelo cultivar, onde o Sempre Verde foi superior às demais em ambos os locais, mostrando que essa resposta está muito ligada a escolha do cultivar. O tamanho médio das vagens para o cv. Sempre verde foi de aproximadamente 20 cm, estando inserido dentro do padrão comercial (SILVA; NEVES, 2011).

Embora o cv. Sempre Verde tenha exibido vagens de tamanho maior, esta variável não apresentou uma correlação positiva com NGV, mais sim um efeito contrário, com média inferior a 13 grãos por vagem. O cultivar BRS Guariba, por sua vez, indicou ter maiores valores para essa variável em ambos os locais, variando de 13,5 a 15,4 grãos em Crato (Tabela 3) e 13,9 a 15,1 grãos em Madalena (Tabela 4). Essa diferença observada, principalmente entre Sempre Verde e BRS Guariba pode ser constatada quando observamos o P100 em que o cv. BRS Guariba apresenta médias inferiores se comparado às demais cultivares, em ambos os locais de avaliação.

Em relação à produção de grãos, a média de produtividade dos dois ambientes foi de 579 kg ha-¹ no Crato e de 526 kg ha-¹ em Madalena, enquanto que comparando as fontes de

nitrogênio e as cultivares, não foi constatado diferenças estatísticas. Independente disso, os dois maiores valores obtidos para o experimento do Crato foram de 628,9 kg ha-¹ (Figura 5A) quando

inoculado com o preparado de nódulos e 644,6 kg ha-¹ (Figura 5C) referente a cv. Setentão

nesse mesmo local. As baixas médias de produtividade (inferiores a outros trabalhos como Zilli et al. 2009) se devem a menor população de plantas adotadas no atual experimento, de aproximadamente 41.600 plantas enquanto que alguns trabalhos como de Silva et al. (2016) e Souza et al. (2017) são adotados mais de 100.000 plantas ha-¹ atingindo índices de produção de

1.200 e 1.400 kg ha-¹ respectivamente, sob irrigação que naturalmente resultaria em maior

produtividade.

Ainda assim as médias dos experimentos são superiores a nacional que foi 506 kg ha-¹ na safra 2016/2017 (COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO, 2018). Outro

fator que contribuiu para a baixa produtividade foi o regime hídrico, com volume abaixo da média (800 mm anuais) para o estado do Ceará e a irregularidade das chuvas, com períodos sem chuva superiores a sete dias.

Figura 5 – Produtividade obtida para experimento em Crato – CE e Madalena – CE, considerando as fontes de N e as cultivares. (A) Fontes de N em Crato-CE; (B) Fontes de N em Madalena – CE; (C) cultivares de feijão-caupi em Crato – CE; (D) cultivares de feijão-caupi em Madalena – CE.

Fonte: Elaborado pelo autor.

Legenda: T0 – testemunha absoluta, isenta de inoculante e de adubo com N; TN – testemunha nitrogenada; IC – inoculante comercial; TPN – preparado de nódulos; SVERDE – cultivar Sempre Verde; cultivar Setentão; BRS GUA – cultivar BRS Guariba.

O preparado de nódulos mostrou pouco efeito sobre as condições apresentadas, tanto em relação ao tratamento com inoculante comercial quanto em relação a testemunha absoluta, em ambos os locais. O inoculante comercial também não foi capaz de proporcionar grande incremento sobre as variáveis, sempre mantendo sua média muito próxima ao preparado de nódulos e ao tratamento nitrogenado, mas sem haver diferenças estatísticas da testemunha absoluta. No trabalho de Rocha (2013) foram observados ganhos de 32% com o extrato de nódulos sobre o controle absoluto avaliando plantas de feijão-caupi com 28 dias, em casa de vegetação. Porém, aos 35 dias, os ganhos foram de apenas 15%. Isso mostra como as respostas podem mudar de acordo com as condições como idade da planta e, principalmente, quando os

200 300 400 500 600 700 T0 TN INOCC ENOD PRO D k g ha (A) 200 300 400 500 600 T0 TN INOCC ENOD PRO D k g ha (B) 200 300 400 500 600 700

SVERDE SETENTAO BRS GUA

PRO D k g ha (C) 200 300 400 500 600

SVERDE SETENTAO BRS GUA

PRO D k g ha (D)

tratamentos e cultivares são avaliados em condições de cultivo em campo, pois existe a ação da comunidade microbiana do solo que interagem entre si promovendo o crescimento vegetal e aumentando a fertilidade do solo através da solubilização de fosfatos e também da fixação biológica de nitrogênio (COSTA; MELO 2012; RYAN et al., 2007). Além do mais, em ambos os locais havia histórico de cultivo do feijão-caupi, reforçando a ideia de comunidade microbiana de fixadores N bem estabelecida.

Em adição a isso, os aumentos da concentração de células bacterianas na superfície da semente incrementam a população de rizóbios que ocupam os sítios de nodulação na raiz da planta (SILVA JÚNIOR et al., 2014), enquanto que a baixa densidade de células de rizóbios aliadas a baixa especificidade do feijão-caupi pode ser uma das justificativas para a baixa resposta da planta a inoculação. Com relação ao extrato de nódulos, a quantidade de células que são aplicadas na superfície das sementes ainda pode ser pouca, necessitando aumentar a concentração do inoculante, e por consequência, elevando a necessidade de nódulos e de área para o cultivo prévio do feijão-caupi para o preparo do inoculante, podendo inviabilizar a utilização do preparado de nódulos.

Ao analisar os custos de produção e a rentabilidade dos cultivos foi observado ganhos com a adoção da inoculação no ensaio conduzido no Crato-CE enquanto que em Madalena, as médias permaneceram quase estáveis, com leve tendência a redução. Considerando que o preço médio da saca de sementes de 60 kg no Ceará é 160 reais (CEASA, 2018), a receita bruta obtida com a venda do feijão-caupi inoculado com o extrato de nódulos é de R$ 1.674,00 ha-¹ (Tabela 5). Esse valor é 16% superior a receita do cultivo sem inoculante

e sem N. O ganho referente ao extrato de nódulos foi de R$ 232,00 ha-¹, com o mínimo de custo

ao produtor.

Nas pequenas propriedades que os agricultores realizam os cultivos, os custos de produção são basicamente oriundos da aquisição de sementes, preparo do solo, tratos culturais e eventualmente algum controle fitossanitário. No caso de maiores propriedades, com emprego de mão de obra com remuneração formal, os custos sobem de forma acentuada, podendo chegar a mais de R$ 2500,00 por hectare em decorrência da mecanização, emprego de grandes quantidades de fertilizantes e defensivos agrícolas (RICHETTI; MELO, 2013).

Tabela 5 – Análise econômica de custos e receitas para produção do feijão-caupi entre as diferentes fontes de N. CRATO T0 TN IC TPN PROD (kg.ha-¹) 541 615 530 628 CUSTOS (R$.ha-1) R$ 994,56 R$ 1.077,36 R$ 1.004,56 R$ 994,56 RECEITAS (R$.ha-1) R$ 1.442,67 R$ 1.640,00 R$ 1.413,33 R$ 1.674,67 LUCRO (R$.ha-1) R$ 448,11 R$ 562,64 R$ 408,77 R$ 680,11 B/C 1,45 1,52 1,41 1,68 MADALENA PROD (kg.ha-¹) 526 538 527 514 CUSTOS (R$.ha-1) R$ 994,56 R$ 1.077,36 R$ 1.004,56 R$ 994,56 RECEITAS (R$.ha-1) R$ 1.402,67 R$ 1.434,67 R$ 1.405,33 R$ 1.370,67 LUCRO (R$.ha-1) R$ 408,11 R$ 357,31 R$ 400,77 R$ 376,11 B/C 1,41 1,33 1,40 1,38

Fonte: Elaborado pelo autor.

Legenda: T0 – testemunha absoluta isenta de inoculante e de adubo com N; TN – testemunha nitrogenada; IC – inoculante comercial; TPN – preparado de nódulos; SVERDE – cultivar Sempre Verde; SETENTAO - cultivar Setentão; BRS GUA – cultivar BRS Guariba; B/C – relação benefício/custo.

Em todas as situações apresentadas, a relação benefício/custo (B/C) foi superior a 1 (um), mostrando haver lucratividade para os cultivos. No caso do experimento conduzido no Crato, o preparado de nódulos teve a melhor relação B/C, com 1,68. Isto significa que para cada R$ 1,00 gasto foi ganho R$ 1,68. Vale ressaltar que essa taxa de rentabilidade, numa condição real pode variar em função dos custos e da produção atingida em cada local.

No segundo local (Madalena), as médias são ligeiramente inferiores resultando em uma relação B/C menor que no experimento anterior, sendo que o maior valor foi 1,41, referente a testemunha absoluta, valor quase igual ao inoculante comercial (1,40).

O preparado de nódulos como inoculante de baixo custo tem capacidade de promover ganhos de produção, embora sejam menores que os adubos químicos. Todavia, são recursos muitas vezes inviáveis para agricultores que plantam para subsistência, então, por pequeno que seja o ganho promovido pelo preparado de nódulos, ainda é bastante significativo, tendo em vista que o custo para preparo é pequeno, demandando um espaço na área de cultivo e uma pequena quantidade de sementes para a produção dos nódulos.

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