3. Utstyr og Metoder
3.1 Innsamling av akustisk data og kjernemateriale
3.1.5 Prøvetaking – fallkjerneprøvetaker
Para atingir os objetivos deste trabalho de investigação foi realizado um estudo observacional descritivo e retrospetivo.
3.2.2. População do estudo
Neste estudo considerou-se como população os indivíduos que recorreram pelo menos a uma consulta na Consulta de Medicina Dentária das Clínicas Pedagógicas da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa no ano letivo de 2013/2014.
3.2.3. Recolha de dados
O presente estudo epidemiológico, aprovado pela direção da Faculdade de Ciências de Saúde da Universidade Fernando Pessoa, consistiu na aplicação de um inquérito “ Relação entre doenças sistémicas, distúrbios imunológicos e prevalência de periodontite apical” (como instrumento de recolha de dados quantitativos). Obteve-se uma amostra de 190 indivíduos, com idade superior a 18 anos, selecionados de forma aleatória e que se dirigiram à Clinica Pedagógica de Medicina Dentária da Universidade Fernando Pessoa no ano letivo de 2013/2014.
Efetuou-se a análise dos inquéritos dirigida inicialmente ao estudo da prevalência de periodontite apical, avaliando a presença ou ausência de alergias e, no caso de existirem, definiu-se os tipos de alergias presentes.
Foram cumpridas todas as normas exigidas para a aplicação dos inquéritos, como o anonimato dos participantes, o carácter voluntário da participação e apresentação dos objetivos e implicações da investigação. Num total foram distribuídos 190 inquéritos, sendo a taxa de retorno de 100%.
Os dados resultantes do estudo foram armazenados no programa Microsoft excel.
3.3. Metodologia estatística
Tratou-se de um estudo observacional descritivo, retrospetivo, que teve como objetivo a descrição, caracterização e análise das variáveis selecionadas. Os resultados obtidos neste estudo foram compilados numa folha de cálculo do programa informático
programa informático Statistical Package for the Social Sciences (IBM SPSS Statistics) versão 22.0.
A regra de decisão utilizada consiste em detetar evidência estatística significativa para valores de probabilidade (valor prova do teste) inferiores a 0,05.
IV. RESULTADOS
Sexo
A figura 5 apresenta a distribuição percentual dos pacientes pela variável sexo. Do número total de 190 indivíduos temos 119 (63%) do sexo feminino e 71 (37%) do sexo masculino.
Figura 5. Distribuição percentual dos pacientes pela variável sexo. 37% (n = 71)
63% (n = 119)
Masculino Feminino
A probabilidade de ter uma doença alérgica (OR) é cerca de 1.890 (IC 95%: 0.95-3.75) vezes superior nos indivíduos do sexo feminino do que no sexo masculino (Figura 6).
Figura 6. Distribuição segundo sexo e alergias.
Idade
A idade dos pacientes variou entre um mínimo de 18 e um máximo de 89 anos de idade. A média observada foi de 46.8 anos de idade (desvio-padrão = 17.1) e a mediana foi de 48.5. A distribuição das idades está representada na tabela 1.
FAIXA ETÁRIA N.º Indivíduos %
18‐28 39 21% 29‐38 25 13% 39‐48 31 16% 49‐58 38 20% +58 57 30% TOTAL 190 100% 66,4% 78,9% 33,6% 21,1% 0 20 40 60 80 100 120 Feminino Masculino Ausente Presente
Tabela 1. Distribuição da faixa etária da amostra de pacientes (n=190).
A figura 7 apresenta a distribuição dos doentes com ausência/presença de alergia segundo o escalão etário. No escalão etário mais jovem até aos 28 anos e no escalão etário +49 anos de idade verifica-se uma maior percentagem de alergias, por isso realizou-se o teste de correlação de Pearson cujo valor é cerca de 0.302, ou seja, não existe correlação linear entre as variáveis estudadas.
Figura 7. Distribuição dos doentes com ausência/presença de alergia segundo o escalão
etário.
Prevalência de alergias
Dos 190 pacientes considerados neste estudo 55 (29%) tinham alergias – figura 8.
Figura 8. Distribuição do número de indivíduos com alergias. 0 5 10 15 20 25 30 35 18‐28 29‐38 37‐48 49‐58 >58 Ausente Presente 71% (n = 135) 29% (n = 55) Amostra Têm alergias
Dos pacientes portadores de alergias, verificou-se que a maioria tinha alergias respiratórias (60%), seguidas as alergias medicamentosas (16%) – figura 9. Dos 60% de alergias respiratórias, 36.4% corresponde a rinite alérgica, 18.2% a asma alérgica e 5.4% à associação de rinite e asma – figura 10. Dos 16% de alergias medicamentosas, 10.6% corresponde a alergia às penicilinas e 5.3% a outros – figura 11.
Figura 9. Distribuição percentual dos tipos de alergias.
Figura 10.Distribuição percentual dos tipos de alergias respiratórias. 60% 16% 9% 4% 11% Respiratórias Medicamentosas Cutâneas Alimentares Doença alérgica com alergénios + 36,40% 18,20% 5,40%
Figura 11. Distribuição percentual dos tipos de alergias medicamentosas.
V. DISCUSSÃO DE RESULTADOS
Neste estudo a prevalência de alergias foi de 29%, encontrando-se dentro dos valores esperados (Arêde, 2014) (mais de 25%). Dentro dos limites deste estudo, verificou-se uma maior prevalência de alergias no sexo feminino sendo a probabilidade de cerca de 1.89 vezes superior no sexo feminino do que no sexo masculino. Estes resultados vão de encontro com a predisposição do hospedeiro em que as mulheres apresentam uma maior predisposição comparativamente com os homens devido à exposição precoce de jóias (Barata, 2007).
Em relação à faixa etária observou-se que indivíduos até aos 28 anos e indivíduos com idade superior a 49 anos de idade apresentam uma maior percentagem de alergias. De acordo com o teste de correlação de Pearson verificou-se que não existe uma correlação linear entre as variáveis estudadas.
Na avaliação dos tipos de alergias mais frequentes na população estudada concluiu-se que a maior percentagem de alergias são as do tipo respiratória (60%). É de salientar que a as alergias medicamentosas apresentam 16% sendo que 10.6% corresponde a alergias à penicilina, assim, a penicilina é o medicamento mais relatado na população em estudo estando de encontro com o estudos realizado (Gomes et al.,2014 ; Branellec et al., 2008 ; Solensky et al., 2010).
Os resultados dos estudos realizados até agora não são conclusivos, mas indicam que em indivíduos atópicos a probabilidade de poder ocorrer uma situação de alergia sistêmica/anafilática num consultório médico dentário é maior do que em indivíduos
10,60%
5,30%
VI. LIMITAÇÕES DO ESTUDO
A seleção da amostra, apesar de aleatória, baseou-se numa população específica que era constituída pelos indivíduos que recorreram a pelo menos uma consulta na Consulta de Medicina Dentária das Clínicas Pedagógicas da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa, com idade igual ou superior a 18 anos. Assim, os resultados encontrados referem-se apenas a esta população e não devem ser generalizadas para outras populações.
VII. CONCLUSÕES
Pode-se concluir que a prevalência de alergias na população em estudo é semelhante à de outros Países Europeus. A prevalência de alergias é cerca de 25%, sendo superior no sexo feminino (Arêde, 2014 e Barata, 2007).
As alergias mais frequentes foram, as respiratórias, as medicamentosas, as cutâneas e as alimentares. Sendo o pó, o pólen e os pelos dos animais os alergénios mais comuns.
A análise dos resultados deste estudo pode conduzir a uma reflexão acerca do aumento da prevalência de alergias pelo que é crucial que todos os médicos dentistas tenham um cuidado extra ao abordarem os seus pacientes no sentido de diagnosticar qualquer uma das mais variadas alergias abordadas no presente trabalho.
VIII. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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