• No results found

Utvalgte råoljepriser

In document [publikasjonen i pdf] (sider 112-120)

85 XVI. Priser

93. Utvalgte råoljepriser

Conclusões 69

Este estudo procurou identificar características da população que retornou espontaneamente a um Serviço de Saúde Auditiva, o CeAC, para acompanhamento em determinado período de coleta.

Na identificação dos motivos de retorno para o CeAC, mais de 90% o fez para realizar procedimentos de acompanhamento;

Não foi realizada análise estatística da distribuição por idade no diagnóstico, idade em que iniciou o uso do AASI, idade auditiva e no dia do acompanhamento, pois entendemos que o fato de os pacientes não terem retornado no período estudado não significa que não estivessem realizando acompanhamentos periódicos. Considerando o universo de crianças diagnosticadas no serviço, descrito por Silva (2010), a distribuição daquelas que procuraram o serviço no período estudado parece refletir a mesma distribuição das que foram diagnosticadas no serviço;

 Quanto à região de moradia, os pacientes acompanhados no CeAC residem em diversas regiões do Município de São Paulo, predominando as regiões Sul e Norte, de referência do Serviço;

 Das 118 crianças que realizaram acompanhamento no periodo estudado, 72 (61%) apresentavam perda profunda; 22 (18,6%), perda severa; 19 (16,1%), perda moderada; 2 (1,7%), perda leve e 3 (2,5%) apresentavam perda unilateral. Houve, portanto, uma maioria de perdas profundas, mesma distribuição que ocorre no CeAC;

 A maioria da população que solicitou acompanhamento no serviço, 95 pacientes (80,5%), usava o AASI em tempo integral. A adesão ao acompanhamento parece estar relacionada à adesão ao uso consistente do AASI, sugerindo que o processo de orientação neste aspecto tem sido realizado com sucesso.

 Das 118 crianças que realizaram acompanhamento no periodo estudado, 85 (72%) estavam em terapia e 33 (28%) não a frequentavam. Dos 85 que estavam em terapia, 48 (56,5%) a realizavam em UBS; 21 (24,7%),

Conclusões 70

em ONGs; 11 (12,9%), em clínicas particulares e 5 (5,9%), em convênios particulares. O fato de mais da metade dos sujeitos realizar terapia em UBS parece sugerir um fortalecimento do sistema de contrarreferência da região na qual o serviço está incluído.

 Os resultados ainda apontam para uma diminuição na adesão ao acompanhamento conforme a idade auditiva e a idade cronológica, o que sugere a necessidade de maior ênfase nestes aspectos desde o processo de adaptação do AASI e nos retornos periódicos, para manter a assiduidade nos comparecimentos.

 Não houve diferença significativa entre as distribuições de acompanhamentos/ano e regiões de moradia, grau de perda, tipos de escola nem e nem no que se refere ao fato de o paciente estar ou não fazendo terapia.

 A dificuldade encontrada em identificar tendências quanto aos fatores relacionados à adesão ao acompanhamento pode significar que as evidências poderiam ser encontradas em estudos da população que não comparece regularmente ao serviço, através de busca ativa.

Referências Bibliográficas 72

ALMEIDA, S.M.T.; REIS, R.A. Políticas Públicas de Fonoaudiologia. In: FERNANDES, F.D.M.; MENDES, B.C.A.; NAVAS, A.L.P.G.P. Tratado de Fonoaudiologia. 2

ª

ed. São Paulo: Roca, 2009. p.640-55.

BARATA, L.R.B.; TANAKA, Y.O.; MENDES, J.D.V. Por um processo de descentralização que consolide os princípios do Sistema Único de Saúde. Epidemiologia e Serviços de Saúde. 2004; 13(1): 15-24.

BENUTE, G.R.G.; SANTOS, N.R.; SANTOS, R.M.R.; RONSON, F.C.; QUAYLE, J.; LUCIA, M.C.S. A Importância do psicólogo na criação e implantação dos programas educativos e de promoção em saúde. Revista Brasileira de Educação Médica 2001; 25(1): p.49-53.

BERWICK, D.M. A User ́s Manual For The IOM ́s Quality Chasm Report. Health Affairs 2002; 21(3):p.80-90.

BEVILACQUA, M.C.; MELO, T.M.; MORETTIN, M.; LOPES, A.C. A avaliação de serviços em Audiologia: concepções e perspectivas. Rev. Soc. Bras. Fonoaudiologia 2009; 14(3): 421-6.

BOSCOLO, C.C.; MOMENSOHN-SANTOS, T.M. A deficiência auditiva e a família: sentimentos e expectativas de um grupo de pais de crianças com deficiência da audição. Distúrbios da Comunicação 2005; 17(1): p.69-75. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988: atualizada até a Emenda Constitucional n° 39, de 2001. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em:

http://www.senado.gov.br/bdtextual/const88/con1988br.pdf, acesso em: 20/08/11.

BRASIL. Lei n° 8.080 de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o

funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 19 set. 1990.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n° 2073/GM, de 28 de setembro de 2004. Instituiu a Política Nacional de Saúde Auditiva. Disponível em http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/GM/GM-2073.htm, acesso em 15/07/11.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria/SAS 587, de 7 de outubro de 2004. Disponível em http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/PT- 587.htm, acesso em 23/01/2011.

Referências Bibliográficas 73

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria/SAS 589, de 8 de outubro de 2004. Disponível em http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/PT- 589.htm, acesso em 23/01/2011.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria/SAS 793, de 24 de Abril de 2012. Disponível em http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/PT- 589.htm, acesso em 28/04/2012.

CAMPOS, G.W.S.; DOMITTI, A.C. Apoio matricial e equipe de referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde. Cad. Saúde Pública. 2007; 23(2): p.399-407.

DAHER, C.V.; PISANESCHI, E. A Política Nacional de Atenção à Saúde Auditiva: à atenção especializada às pessoas com deficiência auditiva no SUS. In: BEVILACQUA, M.C.; MARTINEZ, M.A.N.; BALEN, A.S.; PUPO AC, REIS ACMB, FROTA S. (Org). Saúde Auditiva no Brasil: Políticas, Serviços e Sistemas. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2010. p.15-30.

DAYRELL, M.C.P.; JANUÁRIO, G.C. O papel do gestor nos serviços de saúde auditiva e o desafio do acompanhamento em saúde auditiva. In: BEVILACQUA, M.C.; MARTINEZ, M.A.N.; BALEN, A.S.; PUPO, A.C.; REIS, A.C.M.B.; FROTA, S. (Org). Saúde Auditiva no Brasil: Políticas, Serviços e Sistemas. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2010. p.157-77.

DONABEDIAN, A. The seven pillars of quality. Arch. Pathol. Lab. Méd. 1990; 114(11): 1115-8.

FELISBERTO, E. Da teoria à formulação de uma Política Nacional de

Avaliação em Saúde: reabrindo o debate. Ciênc. Saúde Coletiva 2006; 11(3): p.553-563.

FISHER, L.D. VAN BELLE, G. (1993). Biostatistics. John Wiley & Sons, New York.

FORTES, P.C. Satisfação de pais de crianças deficientes auditivas quanto ao desenvolvimento auditivo e de linguagem: construindo indicadores de

qualidade em um serviço de saúde auditiva [dissertação]. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; 2009.

FREITAS, C.D.; COSTA, M.J. Processo de adaptação de próteses auditivas em usuários atendidos em uma instituição pública federal - parte I: resultados e implicações com o uso da amplificação. Rev Bras Otorrinolaringol 2007; 73(6):744-51.

GATEHOUSE, S. The impact of measurement goals on the design specification for outcome measures. Ear Hear 2000; 21(4 Suppl): 100S-105S.

Referências Bibliográficas 74

MANZONI, C.R.C.T.; ALMEIDA, S.M.V.T. Organização da Rede de Atenção à Saúde Auditiva. In: BEVILACQUA, M.C.; MARTINEZ, M.A.N.; BALEN, A.S.; PUPO, A.C.; REIS, A.C.M.B.; FROTA, S. (Org). Saúde Auditiva no Brasil: Políticas, Serviços e Sistemas. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2010: p.65-118.

MIGUEL, H.J, Reabilitação Auditiva na Criança: A questão da adesão ao tratamento e ao uso do aparelho de amplificação sonora individual

[dissertação]. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; 2010. MILLER, N.H.; HILL, M.; KOTTKE, OCKENE, I.S. The multilevel compliance challenge: recommendations for a call to action. A statement for health care professionals.Circulation 1997;95:1085-1090.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria Nacional de Assistência. ABC do SUS: Doutrinas e Princípios. Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 1990. Disponível em: http://www.rebidia.org.br/noticias/saude/planloc.html, acesso em: 25/05/2012.

MOELLER, M.P.; HOOVER, B.; PETERSON, B.; STELMACHOWICZ, P. Consistency of hearing AID use in infants with early-identified hearing loss. Am J Audiol 2009; 18(1): p.14-23.

MORETTIN, M. Avaliação dos benefícios e satisfação dos usuários de

Aparelho de Amplificação Sonora Individual nos serviços de audiologia do SUS [dissertação]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2008.

MOTTI, T.F.G. A rotina de um centro de referência em deficiência auditiva: perspectiva de pais e profissionais [tese]. São Carlos: Universidade de São Carlos, 2000.

OLIVEIRA, R.G. A experiência de famílias no convívio com a criança surda. Acta Sci,Health Sci;v 26,n 1,p 183-191,2004.

PERIN, A.M.G.; STRELEC, M.A.A.M.; MION JÚNIOR, D. O desafio do controle da hipertensão arterial e a adesão ao tratamento. In: PERIN, A.M.G.

Hipertensão arterial: uma proposta para o cuidar. São Paulo:Ed.Manole; 2004. p.275-289.

RIBEIRO, B.M. O acompanhamento em um Serviço de Saúde Auditiva: Indicadores de habilidades auditivas e de linguagem em crianças menores de três anos [dissertação]. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; 2008.

Referências Bibliográficas 75

ROSLYNG-JENSEN, A.M.A. O acompanhamento fonoaudiológico de crianças surdas e deficientes auditivas no contexto familiar. In: FONSECA, V.R.J.M. Surdez e Deficiência Auditiva: uma trajetória da infância a idade adulta. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2001. p.125-44.

SANTA CATARINA Secretaria de Saúde do Estado de Santa Catarina. Saúde e Cidadania: Auditoria, controle e programação de serviços de saúde.

Florianópolis: Estado de Santa Catarina; 2007. Disponível em:

HTTP://WWW.saude.sc.gov.br/gestores/sala_de_leitura/saúde_e_cidadania/e de_05/07_06.htm. Acessado em 25/05/2012.

SCHNEIDER, D.G.; MANSCHEIN, M.M.; AUSEN, M.A.B.; MARTINS, J.J, ALBUQUERQUE, G.L. Acolhimento ao paciente e família na unidade coronariana. Texto Contexto Enferm. 2008; 17(1): p.81-9.

SCHOLZE, A.S.; PAGNOSSIM, D.F.; FIALHO, I.M. Acolhimento em Audiologia. In: BALEN, A.S.; PAGNOSSIM, D.F.; FIALHO, I.M.; ZIMMERMANN, K.J., ROGGIA, S.M. (Org). Saúde Auditiva da teoria à prática. São Paulo: Santos, 2010. p.123-133.

SILMAN, S.; IÓRIO, M.C.M.; MIZHAHI, M.M.; PARRA, V.M. Próteses auditivas: um estudo sobre seu benefício na qualidade de vida de indivíduos portadores de perda auditiva sensorioneural. Distúrb. Comum. 2004; 16(2): p.153-165. SILVA, V.V.C.; PADOVANI, C.A.; BONFIM, F.R. Conhecimento de pais de crianças surdas sobre a reabilitação auditiva: uma experiência em Salvador. Rev. Baiana Saúde Pública 2007; 31(1). p.7-18.

SILVA, A.T. Processo de Estabelecimento de um Serviço de Alta

Complexidade na Saúde Auditiva (2004-2009): Caracterização Demográfica, Audiológica e Organizacional. [dissertação]. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; 2010.

SILVEIRA, L.M.C.; RIBEIRO, V.M.B. Grupo de adesão ao tratamento: espaço de “ensinagem” para profissionais de saúde e pacientes. Interface - Comunic, Saúde, Educ; 2005; 9 (16): p.91-104

SININGER, Y.S.; GRIMES, A.; CHRISTENSEN, E. Auditory Development in Early Amplified Children: Factors influencing auditory-based communication outcomes in children with hearing loss. Ear & Hearing, 2010; 31(2): 166-85.

Referências Bibliográficas 76

SOLLA, J.J.S.P. Acolhimento no sistema municipal de saúde. Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. 2005; 5(4): p.493-503.

TEIXEIRA, C.F. Estudo avaliativo da política de atenção a saúde auditiva: estudo de caso em Pernambuco. [tese de doutorado]. Centro de pesquisa Ageu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz, Recife: 2007.

Anexos 78

Anexos 79

ANEXO 2. Termo de Consentimento Livre e Esclarecido

Nome do participante: __________________________________________________________ Data: _____/_____/_____ Nome do responsável:___________________________________

Pesquisadora: Edlayne Faustino Borges.

Centro Audição na Criança - Rua Estado de Israel, 860 - Vila Mariana.

Orientadora: Profa. Dra. Beatriz Cavalcanti de Albuquerque Caiuby Novaes.

ESCALRECIMENTOS SOBRE O ESTUDO A SER REALIZADO:

1. Título: ACOMPANHAMENTO DE CRIANÇAS EM UM SERVIÇO DE SAÚDE AUDITIVA:

ANALISE DE MOTIVOS E CONDUTAS EM RETORNOS ESPONTÂNEOS.

2. Objetivo: Identificar os motivos pelos quais crianças usuárias de AASI retornam ao serviço de saúde auditiva, assim como as condutas realizadas.

3. Procedimentos: O responsável irá responder um formulário com perguntas sobre o uso do

aparelho e desenvolvimento da criança, conforme rotina do serviço de acompanhamento.

4. Riscos e desconfortos: Não existem riscos médicos e morais, nem desconfortos

associados ao desenvolvimento desta pesquisa.

5. Benefícios: Não existem benefícios financeiros em participar do estudo. Os resultados

desse estudo podem ajudar os profissionais da área a refletirem sobre a importância dos procedimentos, rotinas e método clínico utilizado no atendimento fonoaudiológico de crianças pequenas deficientes auditivas.

6. Direito dos participantes: O responsável que permitir o uso dos dados referentes ao seu

filho tem plena consciência de que pode retirar a qualquer momento o meu filho deste estudo.

7. Confidencialidade: O pesquisador garante que todos os dados obtidos durante a pesquisa

serão utilizados apenas pela pesquisadora e orientadora. O responsável compreende que os resultados deste estudo poderão ser publicados em revistas científicas ou apresentados em congressos, mas que sua identidade não será revelada em hipótese nenhuma.

8. Dúvidas: Se tiver dúvidas, o responsável poderá telefonar para Edlayne Faustino Borges, a

Anexos 80

DECLARAÇÃO DO RESPONSÁVEL:

Eu, _________________________________________________consinto a participação de meu filho nesta pesquisa. Compreendo sobre o que, como e por que este estudo está sendo realizado.

Receberei uma cópia deste formulário de consentimento.

São Paulo, ____ de _______________ de 2011.

Assinatura do responsável: _________________________________

Anexos 81

ANEXO 3. Ficha para Acompanhamentos de crianças

SISTEMA

Nome Completo:

DN: ____/____/____ Idade:__________

Ligação recebida em: ____/____/____ Secretário(a):______________ Tentativas:______________ Agendado para: ____/____/_____ Horário: ______________

No. prontuário: IESP

DERDIC

CeAC

Motivo da solicitação de retorno(entrevista):

Ultimo retorno na Instituição: ____/_____/_____

Tel. para contato: _____________

PRONTUÁRIO

Serviço ORL e Audiologia: Data da Audiometria:

______/_______/_______

AASI: Data inicio AASI

(molde):

______/_______/_______ Já fez acompanhamento?

SIM:______________ Quantos: _________ NÃO:___________

Data da última APAC: ______/_______/_______

Serviço Social: Data último retorno:

______/_______/_______

PROVÁVEL PROCEDIMENTO:

MOLDE AUDIO AJUSTE AASI

SERV SOCIAL

OUTROS:___________________

CARACTERÍSTICAS AUDIOLÓGICAS E AASI/IC

Limiares auditivos: OD 500Hz_____ 1 kHz_____ 2 kHz______ 4 kHz______ dB OE 500Hz_____ 1 kHz_____ 2 kHz______ 4 kHz______ dB Tipo de perda

auditiva: OD Normal( ) Condutiva( ) Neurossensorial( ) Mista( ) OE Normal( ) Condutiva( ) Neurossensorial( ) Mista( )

Acom panham ent o de Crianças ( ATÉ 7 ANOS)

Anexos 82

Modelo do AASI: ___________________Marca do AASI:_______________Categoria:_____ Adaptação: ( ) monoaural ( )

binaural ( ) retro ( ) ITC / CIC ( ) adaptação aberta

É usuário de IC? ( ) não ( ) sim - ( ) OD ( ) OE ( ) bilateral

CONSULTA

Data:____/____/______ Profissional: __________________________ Motivo do retorno ao serviço:

( ) Paciente sem queixa, acompanhamento de rotina

( ) Relacionado ao ORL (alergia, otalgia, otorréia, prurido, etc) ( ) Problemas relacionados ao molde auricular

( ) Dificuldade no manuseio, caixa e/ou limpeza

( ) Qualidade sonora (som forte, fraco, agudo, microfonia, sensação de oclusão, etc) ( ) AASI danificado ou mudo

( ) Precisa de exames para SPTrans ou similar - laudo ( ) Procura Terapia

( ) Procura Escola

( ) Outro – Qual? ___________________________________________________________

Quantas horas por dia usa o AASI?

( ) Não Usa

( ) Menos de 1 hora ( ) Entre 2 e 4 horas ( ) Entre 4 e 6 horas ( ) 8 horas ou mais

Já fez revisão do AASI? Sim:_____ Não ______ Data: ____/____/____ Não lembra ( ) PROCEDIMENTOS REALIZADOS:

( ) Inspeção geral AASI e Molde

( ) Verificação do AASI e ganho funcional

( ) Reposição ou ajuste no molde - OD___ OE___ ( ) Reposição de AASI

( ) Avaliação audiológica

( ) Novo ajuste do AASI - OD___ OE___

( ) Orientação quanto ao uso do AASI (manuseio, limpeza, etc)

Anexos 83

ENCAMINHAMENTO INTERNO

( ) Retorno para entrega de Molde Data:___/___/___ Profissional:__________ ( ) Avaliação Audiológica Data:___/___/___ Profissional:__________ ( ) Reavaliação Data:___/___/___ Profissional:__________ ( ) Ajuste do AASI Data:___/___/___ Profissional:__________ ( ) Reposição Data:___/___/___ Profissional:__________ ( ) Serviço Social Data:___/___/___ Profissional:__________ ( ) Psicologia Data:___/___/___ Profissional:__________ ( ) Neurologista Data:___/___/___ Profissional:__________ ( ) Retorno ORL Data:___/___/___ Profissional:__________ ( ) Outros Data:___/___/___ Profissional:__________

ENCAMINHAMENTO EXTERNO

( ) ASSISTÊNCIA TÉCNICA Empresa:______________________

( ) TERAPIA LOCAL:_______________ CONTATO:_________________ ( ) ESCOLA LOCAL:_______________ CONTATO:_________________ ( ) IMPLANTE COCLEAR LOCAL:_______________ CONTATO:_________________ ( ) OUTROS:________________________________________________________________

Faz terapia?_____ Local: ______________________ Quantas vezes:_______ Estuda em escola regular? _____________ Escola especial/LIBRAS? _______

In document [publikasjonen i pdf] (sider 112-120)