• No results found

Utkast til ny modellavtale fra 2008 og 2015

In document Internasjonal investeringsrett (sider 29-40)

5. NORGE OG INTERNASJONAL INVESTERINGSRETT

5.2 Utkast til ny modellavtale fra 2008 og 2015

Os conteúdos linguísticos desempenham um papel muito importante no ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira, constituindo uma base crucial para o desenvolvimento de diversas competências em relação à língua-alvo. Vejamos o que a este respeito se pode ler no QECRL:

O desenvolvimento das competências linguísticas é um aspeto central e indispensável da aprendizagem de uma língua. Como é que se poderá facilitar esse desenvolvimento no que respeita ao vocabulário, à gramática, à pronúncia e à ortografia? (QECRL, 2001: 208)

0.00% 20.00% 40.00% 60.00% 80.00% 100.00% 120.00% U de Comu nica ção d a Ch ina U de L íngua s Est rangei ras de J ilin… U de E studos Inte rnacion ais d e Tianj in U de Líng uas Estra ngeira s de Dali an U de Estudo s Inter nacio nais de Beij ing 11.11% 8.33% 66.67% 50.00% 64.29% 55.00% 41.67% 28.57% 35.71% 15.00% 25.00% 25.00% 22.22% 21.43% 30.00% COMUNICAR EM PORTUGUÊS

A.Sim, gosto sempre, e não tenho dificuldade de comunicar em português.  B.Sim, gosto sempre, mas tenho dificuldade de comunicar em português.  C.Sim, mas nem sempre posso expressar claramente em português.

D.Sim, mas nem sempre, porque tenho muita dificuldade de comunicar em português. E.Não, não gosto nada.

71

A competência linguística é definida como o conhecimento de recursos formais, a partir dos quais se podem elaborar e formular mensagens corretas e significativas, bem como a capacidade para os usar (QECRL, 2001: 157). Ou seja, para comunicar, é necessário possuir competência linguística, que deve ser desenvolvida durante o processo de ensino -aprendizagem, a partir de contextos concretos de comunicação e através das suas componentes principais: vocabulário, gramática, pronúncia e ortografia.

Temos que ter em conta que as duas línguas, o chinês e o português, têm origens muito distintas. O chinês pertence à família das línguas sino-tibetanas e o português às línguas românicas, tal como o francês, o espanhol e o italiano, entre outras línguas europeias. A aprendizagem dos conteúdos linguísticos é mais importante para os alunos de PLE de língua materna chinesa do que para os que possuam uma língua materna de raiz românica. Por um lado, a língua chinesa e a língua portuguesa são fonética e gramaticalmente muito diferentes e, por outro, o português é complexo e difícil, tanto ao nível da pronúncia como da gramática. Portanto, o seu ensino-aprendizagem requer bastante paciência e os conteúdos linguísticos têm de ser apresentados aos chineses de forma clara e acessível.

Tavares aponta vários critérios úteis para avaliar os conteúdos linguísticos de um manual:

Em relação aos conteúdos linguísticos, faremos uma análise em relação a quatro aspectos que lhes estão subjacentes:

• fonética e ortografia - verificaremos se este aspecto é tomado em consideração e o modo como estes conteúdos são trabalhados ao longo do manual: discriminação de sons, acentuação, sílabas tónicas, entoação, regras ortográficas e sua relação com regras fonéticas, etc.;

72 • gramática - a forma como é apresentada, o papel que os aspectos gramaticais têm dentro do processo de ensino/aprendizagem apresentado e seguido no manual, a contextualização das explicações e das actividades gramaticais;

• léxico - a selecção dos conteúdos lexicais e a sua relação com os temas explorados, a sua relevância e a sua adaptação ao público-alvo, a existência de exercícios que permitam a sua memorização e utilização;

• progressão - a existência de princípios de progressão que dependem dos critérios que determinaram a organização dos conteúdos, a progressão deverá ser adequada ao grau de dificuldades exigida na aquisição dos vários aspectos estudados. (TAVARES, 2008: 80-81)

Quanto à “progressão”, existem, de acordo com o QECRL, vários critérios referenciais. Em primeiro lugar, a complexidade inerente à gramática não deve ser o único princípio de progressão, existindo vários outros fatores a considerar, tais como a produtividade comunicativa das categorias gramaticais, o contraste entre a língua materna e a língua-alvo, o discurso oral, o texto escrito autêntico e a ordem “natural” de aquisição da língua materna (QECRL, 2001: 210-211). Dada a dificuldade sentida pelos alunos chineses na aprendizagem de PLE já referida e a importância da gramática como base indispensável, adaptamos o critério da complexidade inerente à gramática para analisar a progressão dos conteúdos de cada manual. Os conteúdos de maior simplicidade gramatical ou de complexidade relativa são mais facilmente apreendidos pelos aprendentes chineses.

Os conteúdos gramaticais são introduzidos de forma gradual, nos cinco manuais analisados, através de textos e diálogos feitos em função da gramática e do léxico a serem apreendidos. O manual Português XXI 1 inclui mais conteúdos

73

gramaticais do que os restantes. Por exemplo no que diz respeito ao sistema verbal, este manual propõe aos aprendentes que aprendam a expressar ações realizadas no momento da enunciação (presente do indicativo), ações com duração continuada no momento da enunciação (estar a + infinitivo) e ações concluídas no passado (pretérito perfeito simples); também introduz o imperativo como modo a utilizar para dar ordens ou fazer pedidos), o pretérito imperfeito de cortesia e a perífrase verbal para expressar o futuro próximo (ir + infinitivo).

O Aprender português 1 não se refere ao Imperativo; o manual Novo Português

Sem Fronteiras 1 não considera o Pretérito Imperfeito; o Curso Português para os Chineses 1 não faz referência ao Pretérito Perfeito Simplese nem ao Pretérito

Imperfeito; e o Português para o Ensino Universitário 1 não menciona o Imperativo. De uma forma geral, no entanto, consideramos que a progressão dos conteúdos gramáticos proposta nestes cinco manuais é adequada aos aprendentes no nível de iniciação (A1/A2 do QECRL).

Analisamos também os conteúdos fonéticos, lexicais e gramaticais nestes cinco manuais.

O manual Aprender Português 1 tem pequenos exercícios áudio no final de cada unidade, mas não dá muita importância à fonética. Todas as unidades incluem exercícios de produção escrita, mas não focam as regras ortográficas nem a sua relação com as regras fonéticas. A gramática é apresentada de maneira simples, normalmente após um diálogo ou um texto que serve de base à explicação, a que se seguem exercícios. O vocabulário surge no final de cada unidade, com as palavras organizadas por contexto de utilização (ex. despedidas, serviços de um hotel, serviços de saúde etc.), com o cuidado de sublinhar a concordância entre o verbo, o nome e a preposição. Na Ilustração 3 reproduz-se uma imagem das prposta relativas aos exercícios áudio, outra relativa à síntese gramatical e uma outra relativa à síntese do vocabulário da unidade.

74

Ilustração 3 - Exemplo dos Conteúdos Linguísticos do Aprender Português 120

No manual Novo Português Sem Fronteiras 1 não existem atividades centradas na fonética. Há exercícios de produção escrita (“vamos lá escrever”), mas não se destaca a importância da ortografia. Todas as unidades contêm áreas gramaticais/estruturas na primeira página, introduzidas por meio de um diálogo. Depois, a gramática é apresentada e explicada, com alguns exemplos e exercícios para a sua aplicação. No final de cada unidade, apresenta-se o vocabulário (verbos, nomes, adjetivos e expressões), que permite aos aprendentes desenvolverem o

20

OLIVEIRA, Carla; COELHO, Luísa; BALLMANN, Maria José e CASTELEIRO, João Malaca (2012). Aprender Português 1, Lisboa: Texto Editores, Lda, pp. 30, 34 e 35.

75

léxico. Podem observar-se essas áreas gramaticais/estruturas e a lista de vocabulário na Ilustração 4.

Ilustração 4 - Exemplo dos Conteúdos Linguísticos do Novo Português Sem Fronteiras 121

O manual Português XXI 1 propõe exercícios de audição e de repetição especialmente concebidos para treino da fonética, no final de cada unidade, mas não sistematiza as regras fonéticas. Quanto à ortografia, existem exercícios de produção escrita ao longo de toda a unidade, mas sem enunciar as regras ortográficas ou a sua relação com as regras fonéticas. O manual apresenta de maneira muito simplificada os conteúdos gramaticais apenas no apêndice existente no final de cada unidade, apesar de destacar alguns pontos gramaticais e comunicativos importantes no início de cada unidade. Também não apresenta qualquer lista de vocabulário ou explicação sobre verbos e locuções relacionados com o tema proposto, o que aumenta o trabalho do professor. Pode observar-se um exemplo do tratamento dado aos

21

COIMBRA, Isabel e COIMBRA, Olga Mata (2009). Novo Português Sem Fronteiras 1, Lisboa: Lidel – Edições Técnicas, Lda. pp. 8 e 13.

76

pontos gramaticais e comunicativos importantes, do apêndice gramatical e dos exercícios de fonética na Ilustração 5.

Ilustração 5 - Exemplo dos Conteúdos Linguísticos do Português XXI 122

O Curso de Português para Chineses 1 tem uma estrutura diferente dos manuais portugueses. Na primeira página de cada unidade, apresenta-se uma síntese dos conteúdos linguísticos. Inicia-se o tema com um diálogo, apresentando-se de seguida o vocabulário relacionado e mais um diálogo ou texto

22

77

com o respetivo vocabulário, a que se seguem cinco partes: “texto”, “léxico e estrutura”, “fonética” (desde a unidade 1 à 8), “gramática” e “exercícios”. O manual presta particular atenção à fonética e à ortografia, com grande apoio áudio, e explica claramente as regras de acentuação das sílabas e da divisão silábica, as regras ortográficas e a sua relação com as regras fonéticas. O vocabulário é traduzido de português para chinês e, na parte relativa ao “léxico e estrutura”, explica como usar as palavras para evitar confusões e erros comuns, põe em relevo as diferenças de significado entre palavras similares ortográfica e/ou foneticamente, chama a atenção para concordância entre verbo e preposição, entre outros. Na parte dedicada à gramática apresentam-se todos os conteúdos gramaticais introduzidos pelo diálogo ou pelo texto de cada unidade, sendo que todas as explicações são feitas na língua de origem, o chinês. A Ilustração 6 exemplifica os conteúdos linguísticos que se podem encontrar no manual.

78

Ilustração 6 - Exemplo dos Conteúdos Linguísticos do Curso de Português para Chineses 123

O manual Português para o Ensino Universitário 1 tem também uma estrutura singular. A síntese dos conteúdos linguísticos surge no começo de cada unidade, a que se segue vários diálogos ou textos, acompanhados com vocabulário e expressões usuais e, às vezes, vocabulário adicional e informações suplementares que contêm léxico ligado ao tema não existentes no texto. Depois apresenta-se a

23

XU, Yixing e ZHANG, Weiqi (2012). Curso de Português para Chineses 1, Shanghai: Imprensa de Educação de Línguas Estrangeiras de Shanghai, pp. 12, 93, 105 e 125.

79

fonética, a gramática e os exercícios. A parte de fonética conta com abundantes exemplos áudio e inclui as regras fonéticas sobre sons, acentuação, sílabas e hiatos, etc. Também enuncia regras ortográficas e a sua relação com as regras fonéticas, por exemplo, as regras relativas à translineação.

Sublinhe-se que os manuais chineses não são elaborados segundo o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, mas o professor explica os conteúdos mais importantes do novo acordo na aula. O léxico é traduzido para chinês, o que facilita ao aprendente a compreensão do texto, apesar de não existir qualquer explicação sobre o uso de vocábulos.

A gramática é apresentada de forma bem organizada, em chinês. Uma boa competência gramatical é indispensável no ensino-aprendizagem de PLE, especialmente para os aprendentes chineses, uma vez que constitui uma condição prévia para desenvolver as capacidades de compreensão e produção escrita e oral, de tradução e interpretação, bem assim como as competências comunicativas. Para tal, pensamos que é mais conveniente apresentar os conteúdos gramaticais na língua materna dos aprendentes, pelo menos no nível inicial. A vantagem é visível, pois o aprendente evita a perda de informações em língua desconhecida e sente-se mais confiante. A Ilustração 7 exemplifica o tratamento dado aos conteúdos linguísticos deste manual.

80

Ilustração 7 - Exemplo dos Conteúdos Linguísticos de Português para o Ensino Universitário 124

24

YE, Zhiliang (2010). Português para Ensino Universitário 1, Beijing: Imprensa de Ensino e Pesquisa de Línguas Estrangeiras, pp. 18, 30, 31 e 139.

81

Os Gráficos 7 e 8 esquematizam as respostas dos alunos acerca do contributo dado pelo manual para a aquisição de conhecimentos de fonética, para o desenvolvimento do léxico e para a aquisição de conhecimentos sobre a estrutura gramatical. Repete-se a questão em relação ao desenvolvimento de competências de compreensão e produção escrita, de compreensão e produção oral, de tradução e de interpretação.

Gráfico 7 - Contributo Dado pelo Manual para a Aquisição de Conhecimentos de Fonética, o

Desenvolvimento do Léxico e a Aquisição de Conhecimentos sobre a Estrutura Gramatical

Fonte: Elaboração própria.

Para avaliar o contributo dado pelo manual para a aquisição de conhecimentos de fonética, o desenvolvimento do léxico e a aquisição de conhecimentos sobre a estrutura gramatical, somamos as percentagens das escolhas de tipo A e B (muito adequado e adequado), que revelam o contributo positivo dado pelo manual para os aspetos referidos acima.

0.00% 10.00% 20.00% 30.00% 40.00% 50.00% 60.00% 70.00% 80.00% 90.00% 100.00% Aprender Portugu ês 1 Nov o Port uguê s sem F ronteira s 1 Portugu ês X XI 1 Curso de Por tuguê s pa ra Chine ses 1 Portu guês p ara Ensino Un iversit ário 1 Nome de Manu al Apren der P ortugu ês 1 Nov o Por tuguê s se m Front eira s 1 Portug uês X XI 1 Curs o de Portugu ês par a Chine ses 1 Portu guês p ara Ensino Un iversit ário 1 Nome de Manu al Aprende r Por tuguê s 1 Novo Port ugu ês sem Frontei ras 1 Portug uês X XI 1 Curso de Por tuguê s pa ra Chine ses 1 Portu guês p ara E nsino Un iversit ário 1 26.47% 8.33% 11.11% 7.14% 35.29% 29.41% 16.67% 44.44% 14.29% 50.00% 8.82%16.67% 33.33% 14.29% 58.82% 55.88% 75.00% 55.56%64.29% 47.06% 44.12% 50.00% 33.33% 57.14% 41.18% 23.53% 58.33% 11.11%50.00% 29.41% 17.65%16.67% 33.33% 14.29% 17.65% 17.65%33.33% 22.22% 2.94% 67.65% 25.00% 55.56% 35.71% 11.76% 14.29% 8.82% 28.57% 5.88%

FONÉTICA LÉXICO GRAMÁTICA

82

Na área de fonética, 28 alunos que usam o manual Aprender Português 1 acham que este contribui positivamente para a aquisição de conhecimentos de fonética (82,35% do total de alunos inquiridos); 10 alunos que usam o manual Novo

Português Sem Fronteiras 1 (83,33%), seis alunos que usam o manual Português XXI 1 (66,67%), 10 alunos que usam o manual Curso Português para os Chineses 1

(71,43%) e 28 alunos que usam Português para o Ensino Universitário 1 (82,35%) pensam que os respetivos manuais contribuem muito adequada ou adequadamente para a aquisição de conhecimentos de fonética. De acordo com as percentagens apresentadas acima, Novo Português Sem Fronteiras 1 é o manual que mais alunos dizem contribuir para a aquisição de conhecimentos de fonética, o que não corresponde à nossa análise nem à resposta do professor.

A nossa análise demonstra que o manual não inclui atividades centradas na fonética e a resposta do professor inquirido também aponta um contributo do manual desadequado para a aquisição de conhecimentos de fonética. Face a isto, pensamos que uma explicação para estas as respostas por parte dos inquiridos alunos possa residir no facto de eles terem outros materiais complementares de fonética e os utilizarem também na aula de português elementar, não tendo na sua resposta considerado apenas o contributo do manual em específico.

Em relação ao léxico, 25 alunos que usam o manual Aprender Português 1 acham que este contribui muito adequada ou adequadamente para o desenvolvimento do léxico (73,53%). De igual modo, oito alunos que usam o manual

Novo Português Sem Fronteiras 1 (66,67%), sete dos alunos que usam Português XXI 1 (77,77%), 10 alunos que usam o Curso Português para os Chineses 1 (71,43%) e 31

alunos que usam Português para o Ensino Universitário 1 (91,18%) pensam que os respetivos manuais contribuem muito adequada ou adequadamente para o desenvolvimento do léxico.

83

consideram que o mesmo contribui muito adequada ou adequadamente para a aquisição de conhecimentos sobre as estruturas gramaticais (32,35%). De forma semelhante responderam nove alunos que usam o manual Novo Português Sem

Fronteiras 1 (75%), quatro alunos que usam o manual Português XXI 1 (44,44%),

nove alunos que usam o Curso de Português para Chineses 1 (64,29%) e 30 alunos que usam Português para o Ensino Universitário 1 (88,23%).

Comparando os dados nas três áreas conclui-se que, em geral, o manual

Português para o Ensino Universitário 1 contribui mais para a aquisição de

conhecimentos linguísticos do que outros manuais analisados nesta dissertação, pelo menos é essa a perceção dos alunos inquiridos. Os dados revelam uma clara superioridade nas áreas de léxico e de gramática e uma ligeira desvantagem (de 0.98%) em relação ao Novo Português Sem Fronteiras 1 na área de fonética.

Gráfico 8 - Contributo Dado pelo Manual para o Desenvolvimento de Competências de

Compreensão e Produção Escrita, de Compreensão e Produção Oral e de Tradução e Interpretação

Fonte: Elaboração própria.

0.00% 10.00% 20.00% 30.00% 40.00% 50.00% 60.00% 70.00% 80.00% 90.00% 100.00% Aprende r Por tuguê s 1 Novo Por tugu ês se m Fr onte iras 1 Portug uês X XI 1 Curs o de Portug uês para Ch ineses 1 Portug uês para E nsino Universit ário 1 Nome de Manu al Aprende r Por tuguê s 1 Novo Por tugu ês se m Fro nteiras 1 Portugu ês XX I 1 Curs o de Port uguê s para Ch ineses 1 Port uguê s para En sino Univers itário 1 Nome de M anual Apre nder Portugu ês 1 Novo Por tugu ês se m Fro nteir as 1 Portugu ês X XI 1 Curs o de Portugu ês par a Ch ineses 1 Port ugu ês para En sino Unive rsitá rio 1 29.41% 22.22% 38.24% 26.47% 22.22% 11.76% 8.82% 11.11%21.43%23.53% 32.35% 58.33% 66.67% 57.14% 41.18% 50.00% 66.67% 66.67% 28.57% 38.24% 20.59%41.67% 44.44% 57.14%52.94% 35.29%41.67% 11.11% 42.86% 20.59% 23.53% 33.33% 11.11% 71.43% 47.06% 67.65% 33.33% 33.33% 21.43%23.53% 2.94% 2.94% 2.94% 25.00% 11.11%

COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ESCRITA COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL TRADUÇÃO E INTERPRETAÇÃO

D.Desadequado C.Pouco adequado B. Adequado A. Muito adequado

84

Os conteúdos linguísticos visam contribuir para desenvolver as quatro capacidades de compreensão e de produção e as capacidades de tradução e interpretação incluídas no programa de ensino-aprendizagem de línguas da China continental, oferecendo a base para o desenvolvimento das competências comunicativas. O Gráfico 8 sistematiza a perceção dos inquiridos acerca do contributo do manual para o desenvolvimento de competências de compreensão e produção escrita, de compreensão e produção oral e de tradução e interpretação. Também neste caso somamos as percentagens das escolhas A e B (muito adequado e adequado) para fazer a análise.

No que se refere às competências de compreensão e produção escrita, o manual Português XXI 1 parece contribuir de forma mais adequada do que os outros quatro manuais para o desenvolvimento destas competências: a percentagem atribuída ao Português XXI 1 (88,89%) é muito mais alta do que as atribuídas aos restantes manuais (61,76%; 58,33%; 57,14% e 79,41%).

No que toca às competências de compreensão e produção oral, o manual

Português XXI 1 regista igualmente uma vantagem notável, com a percentagem de

88,89%. O manual Aprender Português 1 surge em segundo lugar, com 76,47%. Estes dois manuais foram concebidos com base na abordagem comunicativa pelo que, em teoria, terão melhores condições para promover o desenvolvimento de competências de compreensão e produção oral.

Sobre as competências de tradução e interpretação, os manuais chineses Curso

de Português para Chineses 1 e Português para o Ensino Universitário 1, com

percentagens de 78,57% e de 76,47%, contribuirão muito mais adequadamente do que os manuais portugueses para o desenvolvimento destas competências que não fazem parte do QECRL (ou seja, o desenvolvimento destas competências não consta dos objetivos do programa de ensino-aprendizagem de línguas na Europa).

85

In document Internasjonal investeringsrett (sider 29-40)