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Utfordringer i møte med det norske samfunnet

3. Litterær analyse av kulturell identitet i Skam og Tante Ulrikkes vei

3.4. Utfordringer i møte med det norske samfunnet

Barreiro et al. (2001) destacam que o uso da tecnologia na educação tem se apresentado como uma alternativa no processo de ensino-aprendizagem. Para que esta promova as mudanças esperadas no processo educativo, deve ser usada não como máquinas para ensinar ou aprender, mas como ferramenta pedagógica para criar um ambiente interativo que proporcione ao aprendiz, diante da situação problema, investigar, levantar hipóteses, testá-las e refinar suas ideias iniciais, construindo seu próprio conhecimento. Embora haja muitos outros elementos que se unem para constituir o complexo processo que é a educação – como, por exemplo, conhecimento, compreensão e valores – uma coisa é certa: educação implica em aprendizagem. Sem aprendizagem não há educação.

Para muitos, aprender está para ensinar, da mesma forma que ouvir está para falar e ler para escrever. Aprendizagem não se traduz, simplesmente, na contrapartida do ensino. O processo

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de aprendizagem é extremamente complexo e pode acontecer em função de inúmeros fatores, dos quais o ensino é apenas um deles. O processo de aprendizagem abrange: trabalho; lazer; leitura; ensino; conversa; observação; investigação, entre outros. Por outro lado, o processo de ensino, embora não tão complexo quanto os processos de educação e aprendizagem, também envolve vários elementos: professor; tecnologia; conteúdos; currículo; disciplinas; sala de aula; entre outros.

Algumas teorias dos processos de desenvolvimento e aprendizagem destacadas por Barreiro

et al. (2001) foram:

(a) Teorias Comportamentalistas: todo conhecimento provém da experiência.

(b) Racionalismo cartesiano: o desenvolvimento intelectual é determinado pelo sujeito e não pelo meio, ou seja, de dentro para fora. O indivíduo nasce inteligente e com o passar do tempo organiza a inteligência pelas percepções do meio ambiente.

(c) Empirismo: o desenvolvimento intelectual é determinado pelo meio ambiente, ou seja, pela força do meio e não depende do sujeito; é de fora para dentro.

(d) Positivismo: tem como ideal de objetividade a utilização de uma metodologia experimental com vistas à elaboração de leis gerais.

(e) Behaviorismo: comportamento ou reações observáveis de um organismo através de respostas e estímulos do meio ambiente. O comportamento não é só condicionado em estímulo e resposta, como também é formado a partir dos estímulos do meio, que se torna determinante dos processos de desenvolvimento e da aprendizagem; qualquer atitude pode ser prevista desde que estabeleça relações funcionais com o meio; o ser humano é fruto de uma modelagem, resultante de associações entre estímulos e respostas ocorridas ao longo de sua existência.

(f) Teoria Humanista – Criticismo Kantiano: A teoria Humanista coloca os seguintes questionamentos: “Qual é o verdadeiro valor dos nossos conhecimentos?”; “O que é conhecimento?” O conhecimento é constituído de matérias (ex. coisas) e forma (ex. nós

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todos). Para conhecer as coisas, tem-se que organizá-las a partir da forma, a priori do tempo e do espaço. O tempo e o espaço não existem como realidade externa, são antes formas que o sujeito põe nas coisas.

(g) Teoria Construtivista – Piaget: a teoria Construtivista permite ao indivíduo interpretar o mundo em que vive; não é uma prática, não é um método, não é uma técnica de ensino, não é uma forma de aprendizagem, não é um projeto escolar. A teoria Construtivista é uma teoria que permite reinterpretar todas as coisas, jogando-as dentro do movimento da história e do universo; o sujeito humano e o objeto são projetos a serem construídos, não têm existência prévia: eles se constituem mutuamente na interação, eles se constroem.

A teoria construtivista estabelece uma relação entre os componentes do processo ensino- aprendizagem e uma estreita interação entre as características do aprendiz com o contexto de aprendizagem na construção do conhecimento. Nessa perspectiva, ela mantém um caminho pedagógico autônomo – característico da metodologia de ensino a distância - para que o indivíduo possa aprender, respondendo às exigências sociais apoiada em uma realidade imediata de aprendizagem que favorece a transferência dos conhecimentos diante de situações que o exijam.

O conhecimento é o resultado, tanto da relação recíproca do sujeito com seu meio, quanto às articulações e desarticulações do sujeito com seu objeto; dessas interações surgem construções cognitivistas sucessivas, capazes de produzir novas estruturas em um processo contínuo e incessante. A aprendizagem ocorre quando a informação é processada pelos esquemas mentais e agregadas a esses esquemas; o conhecimento construído vai sendo incorporado aos esquemas mentais que são colocados para funcionar diante de situações desafiadoras e problematizadoras (Barreiro et al., 2001).

Barreiro et al. (2001) concluem que, ao propor qualquer projeto educacional que vise à formação pessoal, é necessário refletir sobre a interação dos conteúdos com novas tecnologias e no caminho percorrido pelo aprendiz para se apropriar das informações e construir seu conhecimento.

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Lau (2014) destaca que diversas pesquisas foram feitas sobre teorias clássicas de aprendizagem dentro de três principais classes de cognição, construtivismo e behaviorismo e suas aplicações no aprendizado com base na computação. O autor destaca que nos estudos mais recentes com base nas teorias de aprendizagem que podem não ser ligados às teorias clássicas, foram realizadas pesquisas sobre diversas teorias de aprendizagem aplicadas ao aprendizado com base na computação. Tais parâmetros e resultados foram resumidos na Figura 2.1.

Figura 2.1 – Pesquisa metodológica literária sobre teoria de carga cognitiva - TCC

Fonte: Lau (2014)

Lau (2014) examinou a literatura com relação à aplicação de teorias de aprendizagem com base na aprendizagem auxiliada por computadores (computer-assisted learning – CAL) para desenvolver um série de princípios para balizarem o módulo de ensino com base em computadores (computer-based teaching module – CBTM). De acordo com o autor, pesquisas futuras permitirão educadores a tirarem vantagem deste formato de ensino na educação da medicina.

Ke (2010) realizou um estudo de caso examinando a natureza e interações do ensino, cognição e presença social criada por instrutores on line e estudantes adultos em diversos

Teoria Clássica: Cognitiva Teoria Clássica: Construtivista Teoria Clássica: Behaviorismo Teorias Modernas

“E-learning” ou “aprendizagem com base na rede (Internet)” e “teoria de aprendizagem” (Extensão do período:

1990-2012)

“E-learning” ou “aprendizagem com base na rede” e “teoria cognitiva”

(não há extensão do período)

Resultados não encontrados “E-learning” ou “aprendizagem com

base na rede” e “teoria construtivista” (não há extensão do período)

“E-learning” ou “aprendizagem com base na rede (Internet)” e “teoria construtivista” (não há extensão do

período) 17 resultados - 9 sobre TCC - 8 sobre valor da cognição / cognição social 12 resultados - 6 sobre ensino com

base em habilidades - 6 sobre aquisição do

conhecimento via elaboração

139 resultados - a maioria são revisões do

cognitivismo e construtivismo; - outros são descobertas; conectivismo, direcionados

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contextos de cursos. O estudo indicou elementos de ensino (exemplos: mistura de discussões em grupo e em sala; interatividade, facilidade de acesso, respostas rápidas, entre outros) que são pré-requisitos para o sucesso de uma educação superior para alunos adultos.

Utilizando os resultados das pesquisas sobre mecanismos básicos do aprendizado apresentados por Barreiro et. al. (2001), Ke (2010) e Lau (2014), pode-se notar uma grande variedade de ambientes onde a educação pode ocorrer. Portanto, esta pesquisa explora um ambiente informal de e-learning (um website) amparado por uma visão sistêmica proposta para a construção civil no Brasil conforme apresentado na Seção 3 deste trabalho. Vale ressaltar que este trabalho busca também uma integração de diferentes fontes para auxiliar a aprendizagem construtivista de forma indutiva.