4 Vegetasjonstyper
4.7 Uproduktiv og ubebygd areal
gem de padr˜oes. Assim, essa pesquisa tamb´em ´e importante para fazer as referˆencias corretas a outros padr˜oes ou linguagens de padr˜oes, fornecendo outras alternativas de soluc¸˜ao caso a proposta pelo padr˜ao n˜ao seja adequada. O analista tamb´em pode procurar por padr˜oes de an´alise e projeto que melhorem as soluc¸˜oes propostas, complementando a linguagem de padr˜oes com referˆencias aos padr˜oes ou adotando os padr˜oes como parte da linguagem.
A documentac¸˜ao de cada um dos padr˜oes ´e uma tarefa que demanda tempo, sendo necess´ario, na maioria das vezes, efetuar diversas iterac¸˜oes at´e conseguir-se um resultado satisfat´orio. A co- munidade de padr˜oes de software recomenda que toda linguagem de padr˜oes seja submetida a uma sess˜ao do escritor (em inglˆes,writers’ workshop), por exemplo por meio da submiss˜ao da mesma
para uma Conferˆencia PLoP (ver primeira nota de rodap´e na sec¸˜ao 2.2). Al´em de oferecer um per´ıodo de melhoria do padr˜ao alguns meses antes da Conferˆencia, por meio da interac¸˜ao com um “pastor” (do inglˆesshepherd) especialmente designado para avaliar o artigo, durante a Conferˆencia
o padr˜ao (ou conjunto de padr˜oes) ´e discutido individualmente em sess˜ao de cerca de uma hora, o que contribui bastante para sua melhoria.
3.3.5
Validac¸ ˜ao da Linguagem de Padr ˜oes
A validac¸˜ao (passo 1.5) finaliza o processo de criac¸˜ao de uma linguagem de padr˜oes. Ela pode ser feita por interm´edio de sua aplicac¸˜ao a diferentes sistemas do dom´ınio estudado, seguindo o processo de uso proposto na sec¸˜ao 3.4. Basicamente, essa atividade ´e constitu´ıda pelo estudo do documento de requisitos da aplicac¸˜ao a ser modelada, estudo e aplicac¸˜ao da linguagem de padr˜oes com base no documento de requisitos e avaliac¸˜ao do modelo de classes, confrontando os requisitos desejados com os modelos de classes da aplicac¸˜ao. Quanto mais aplicac¸˜oes forem modeladas com a linguagem de padr˜oes, melhor ser´a sua validac¸˜ao, al´em de contribuir para a melhoria da pr´opria linguagem, pois novas caracter´ısticas podem ser a ela incorporadas.
3.4
Processo de Uso de uma Linguagem de Padr ˜oes
Em geral, linguagens de padr˜oes de an´alise s˜ao auto-explicativas, j´a que possuem todos os elemen- tos necess´arios para serem utilizadas por desenvolvedores inexperientes. No entanto, mostra-se, a seguir, alguns passos que devem ser seguidos ao utilizar uma linguagem de padr˜oes para assegurar que seja tirado o m´aximo proveito das vantagens que elas oferecem.
1. Estude a linguagem de padr˜oes detalhadamente, para conhecer qual o dom´ınio por ela tra- tado, quais os padr˜oes dispon´ıveis e quando e como aplic´a-los.
3.4 Processo de Uso de uma Linguagem de Padr˜oes 44 2. Produza o documento de requisitos do sistema espec´ıfico, seguindo as recomendac¸˜oes da Engenharia de Software. Tal documento deve descrever toda a funcionalidade desejada para o sistema a ser desenvolvido. Esse passo ´e livre, n˜ao sendo tratado em detalhes aqui.
3. Leia com atenc¸˜ao o documento produzido no passo 2, para ter um conhecimento amplo dos requisitos do sistema, necess´ario para decidir se a linguagem de padr˜oes de an´alise e o respectivo framework, caso exista, podem ser utilizados na construc¸˜ao de tal sistema. 4. Use a linguagem de padr˜oes de an´alise para modelar o sistema espec´ıfico, empregando as
informac¸˜oes presentes nos diversos elementos de cada padr˜ao para decidir se ele ´e aplic´avel ou n˜ao.
5. Para cada padr˜ao aplic´avel esboce o diagrama de classes referente `a porc¸˜ao do sistema que utilizar´a tal padr˜ao, usando cores ou s´ımbolos diferentes para destacar poss´ıveis atributos, m´etodos ou operac¸˜oes acrescentados aos do padr˜ao. Esse diagrama de classes cresce de maneira gradual, `a medida que novos padr˜oes s˜ao aplicados.
6. Para cada padr˜ao aplic´avel fac¸a uma marcac¸˜ao no documento de requisitos para indicar quais dos requisitos foram atendidos pela aplicac¸˜ao de tal padr˜ao.
7. Para cada padr˜ao aplic´avel utilize textos explicativos, por exemplo em forma de “bal˜oes”, para indicar os pap´eis desempenhados por cada classe em tal padr˜ao.
8. Para cada padr˜ao aplic´avel anote o nome do padr˜ao utilizado e seu variante ou sub-padr˜ao (se houver).
9. Se o padr˜ao possuir um elemento “pr´oximos padr˜oes” (ou equivalente), ent˜ao este indica os poss´ıveis padr˜oes a investigar ap´os ter aplicado (ou n˜ao) o padr˜ao atual. Isso define diversos caminhos a seguir, que devem ser anotados pelo desenvolvedor e investigados um a um. 10. Confira o documento de requisitos em busca de requisitos n˜ao atendidos ou atendidos parci-
almente pela linguagem de padr˜oes. Complemente o diagrama de classes com tais requisi- tos, por meio da adic¸˜ao de novos atributos, classes, relacionamentos, m´etodos ou operac¸˜oes, usando cor diferente e fazendo uma anotac¸˜ao no documento de requisitos que identifique a n˜ao cobertura do requisito pela linguagem de padr˜oes.
11. Elabore uma tabela contendo o “Hist´orico de Padr˜oes e Variantes Utilizados”, com quatro colunas: a primeira mostra o n´umero e o nome do padr˜ao utilizado, a segunda mostra o variante ou sub-padr˜ao utilizado (use a palavra Default se tiver utilizado o padr˜ao tal qual
3.5 A Linguagem de Padr˜oes para Gest˜ao de Recursos de Neg´ocios 45