Os média assumem uma importância suma no combate ao VIH/SIDA (UNAIDS, 2004:8), já que encerram características como a omnipresença, amplitude e velocidade na difusão das mensagens. Para além do empolamento dos acontecimentos, os média detêm a capacidade de esclarecer o público acerca das causas, canais de transmissão e consequências do vírus (UNAIDS, 2004:25). Contribuem para a formação de percepções individuais e colectivas sobre o VIH/SIDA (Pinto & Dias, 2006:255) e constituem-no como um “problema social”, tornando-o numa fonte de discussão pública
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(Pinto & Dias, 2006:256), o que pode redundar na mobilização de actores sociais e governamentais para esta questão (UNAIDS, 2004:22).
Secundando a UNAIDS (2004:25), os média devem fazer do VIH/SIDA parte essencial da sua produção, torná-lo a sua “estratégia corporativa” com vista a intensificar a circunscrição da epidemia.
A cobertura mediática assídua e a inclusão em diferentes órgãos de comunicação social e géneros jornalísticos do VIH/SIDA são fundamentais para a reflexão, debate e intercâmbio de ideias que desaguam no rompimento de concepções erróneas e potenciadoras do risco de disseminação (UNAIDS, 2004:14). Os média devem incentivar a quebrar o silêncio em torno do VIH/SIDA, incentivando a discussão sobre a vivência da sexualidade e promovendo métodos de protecção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (UNAIDS, 2004:15) e serviços de prevenção, sensibilização e tratamento (UNAIDS, 2004:17). Combater a estigmatização e práticas discriminatórias é também um compromisso que os média devem assumir prontamente, que passa por campanhas de sensibilização, concertos, concursos, documentários, programas de entretenimento. Por exemplo, a série sul-africana „Rua Sésamo‟ inclui uma personagem seropositiva, a Kami – que significa aceitação. O programa mostra os obstáculos que a personagem teve de ultrapassar para se afirmar na escola e no círculo de amigos (UNAIDS, 2004:16).
No que tange especificamente às mulheres com VIH/SIDA, os média devem incluir a dimensão de género nos seus critérios de noticiabilidade, ou seja, na selecção, enquadramento e difusão dos acontecimentos. Esta inclusão permitirá uma abordagem do VIH/SIDA nas mulheres mais completa e ausente em sensacionalismo, discriminação e estereótipos. Cultivará uma dissidência com enquadramentos androcêntricos e discursos predicatórios do patriarcado que impõem, legitimam e naturalizam posições dominantes dos homens e, por outro lado, a subalternização das mulheres. Promoverá um discurso inclusivo, heterogéneo e empreendedor de relações sociais igualitárias. Ainda, práticas de produção noticiosa feministizadas contrariarão a marginalização e desvalorização de temáticas concernentes ou que envolvem mulheres (como é o caso da feminização do VIH/SIDA), credibilizarão as mulheres enquanto fontes de informação, garantirão a presença de mulheres com backgrounds
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diversificados que, na problemática aqui estudada, tornaria as seropositivas mais noticiáveis e não somente aquelas que constituem um perigo para os/as filhos/as e homens.
A nível institucional, a imbuição de uma ideologia feminista contribuirá para um acesso e participação das mulheres na produção mediática em circunstâncias iguais à dos homens, sem os postulados androcêntricos e a interferência das conceptualizações de género nas redacções. Pois, como mostram Zara Pinto-Coelho e Silvana Mota- Ribeiro (2006:1942), o aumento da presença das mulheres nas redacções não tem correspondido à redistribuição do poder, nem à diversificação temática.
Para além dos média, importa também feministizar a academia que deve passar a incluir a crítica feminista nos currículos para aptificar profissionais idóneos, nomeadamente na área das ciências da comunicação. Além disso, os estudos feministas devem ser objecto de afincada aposta no sentido de combater a manutenção do poder e dominação nas estruturas sociais hodiernas e, no caso particular do VIH/SIDA, para mostrar que a sua crescente feminização não se trata de um acaso, mas tem por base a desigualdade de género e um sistema ideologia patriarcal.
Por último, o movimento feminista português deve investir num combate mais veemente ao VIH/SIDA, com o reforço de acções e campanhas públicas de sensibilização da sociedade portuguesa. Deve pressionar as entidades governamentais para que apostem idoneamente na educação sexual dos jovens; na optimização dos serviços de esclarecimento, prevenção e assistência médica; no empoderamento das raparigas e mulheres na vivência da sua sexualidade. Importa ainda reivindicar uma mediatização mais frequente e feministizada do VIH/SIDA e promover a defesa dos direitos e liberdades sexuais de mulheres e homens, sem a mediação das conceptualizações de género, num esforço concertado entre as inúmeras organizações não-governamentais.
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103
ANEXOS
Anexo 1:
Gaveta temática: Prostituição Publicação: Diário de Notícias
Data: 2007-02-15 Título: MP defende quebra de sigilo médico para averiguar HIV
105
Anexo 2:
Gaveta temática: Prostituição Publicação: Diário de Notícias
Data: 2007-02-15 Título: “Os clientes é que têm de se proteger”
106
Anexo 3:
Gaveta temática: Prostituição Publicação: Público Data: 2007-02-16 Título: Tribunal obriga médica a quebrar sigilo num caso de eventual infecção com HIV
108
Anexo 4:
Gaveta temática: Prostituição Publicação: Jornal de Notícias
Data: 2007-02-16 Título: Relação ordena quebra de sigilo a médica
109
Anexo 5:
Gaveta temática: Prostituição Publicação: Diário de Notícias
Data: 2007-02-16 Título: Companheiro denunciou doença da prostituta à GNR
110
Anexo 6:
Gaveta temática: Prostituição Publicação: Diário de Notícias
Data: 2007-02-16 Título: Tribunal ordena quebra de sigilo no caso de SIDA
112
Anexo 7:
Gaveta temática: Prostituição Publicação: Correio da Manhã
Data: 2007-02-16 Título: Juízes determinam quebra de sigilo
113
Anexo 8:
Gaveta temática: Prostituição Publicação: 24 HORAS Data: 2007-02-16 Título: Entre a espada e a parede
114
Anexo 9:
Gaveta temática: Incidência populacional do VIH/SIDA
Publicação: O Primeiro de Janeiro
Data: 2007-05-15 Título: Aumento nos idosos: Um em cada oito infectados com SIDA
115
Anexo 10:
Gaveta temática: Incidência populacional do VIH/SIDA
Publicação: Público Data: 2007-05-15 Título: Entre 10 a 15 por cento das pessoas com Sida têm mais de 50 anos
116
Anexo 11:
Gaveta temática: Histórias de vida
Publicação: Jornal de Notícias
Data: 2007-11-25 Título: “Tudo mudou desde o dia em que soube que tinha SIDA”
117
Anexo 12:
Gaveta temática: Direitos das mulheres
Publicação: O Primeiro de Janeiro
Data: 2008-03-26 Título: Carta de intenções contra a SIDA na CPLP
118
Anexo 13:
Gaveta temática: Gravidez Publicação: Diário de Notícias
Data: 2008-04-14 Título: Grávidas seropositivas ignoram perigos