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Ulike begreper og glidende skala

In document Menneskehandel i arbeidslivet (sider 48-53)

 Condições padrão:

P = 1 atm; T = 25oC; [H+] = 1 M.

Quanto mais positivo o potencial

de redução de uma reação, quando comparada com outra

reação, maior é a tendência desta reação ocorrer neste sentido.

Potencial padrão de eletrodo

Seja EMo e EM+ o potencial do metal num ponto remoto da solução.

Assim, a diferença de potencial dentro da dupla camada será: EM = EMo – EM+

 A medida do valor absoluto dessa diferença de potencial é inviável,

pois qualquer que seja o sistema de medida adotado, o mesmo implicará a imersão dentro da solução de um terminal metálico que irá dar origem a um outro eletrodo. O que se faz é medir uma diferença de potencial relativa com relação a um eletrodo de referência.

 Convencionou-se, assim, definir um eletrodo de referência padrão

(universal), de potencial “zero” (0,000 V), com relação ao qual todas as medidas de potencial que seriam referidas, porém, não necessariamente medidas. Trata-se do eletrodo padrão de hidrogênio, que consiste de uma barra de platina platinizada imersa em uma solução ácida padrão (1 mol/L), mantida a 25oC e através da qual se

Houve necessidade da escolha de um eletrodo de referência, pois

não era possível a determinação do potencial isolado de uma meia- célula.

O eletrodo padrão de hidrogênio (EPH) foi escolhido como eletrodo

de referência universal, ao qual foi atribuído o potencial de 0,000 V em qualquer temperatura.

Potencial padrão de eletrodo

 Eletrodo gasoso, onde uma placa de platina

platinizada atua como suporte para o gás hidrogênio, fornecido sob pressão de 1 atm

A solução desta meia-célula é formada por H2SO4 A outra meia-célula é formada por um eletrodo

metálico (ex. Zn0), imerso em solução de seus íons

 E° = 0,000 V tanto para reação de redução como

 O potencial do eletrodo em teste, é denominado potencial padrão de

redução do respectivo eletrodo (E°Mn+/M).

Este potencial será positivo sempre que este eletrodo possuir maior

tendência para redução que o eletrodo de hidrogênio, ou seja, a reação global da célula é:

Mn+

(aq) + n/2 H2(g) M(s) + n H+(aq) EPH = anodo

Caso o eletrodo de hidrogênio tenha maior tendência para redução

que o eletrodo em teste, tem-se a reação global é:

M(s) + n H+

(aq) Mn+(aq) + n/2 H2(g) EPH = catodo

O potencial global da célula é definido pela fórmula:

Assim, para o primeiro caso, tem-se:

E°célula = E°Mn+/M – 0,000 E°

célula = E°Mn+/M = positivo

E°célula = positivos reação espontânea

Para o segundo caso:

E°célula = 0,000 – E°Mn+/M E°

célula = E°Mn+/M = negativo

E°célula = negativos reação não-espontânea

Potencial padrão de eletrodo

 A espontaneidade de uma reação está relacionada com a energia livre.  As seguintes relações devem ser avaliadas para se determinar se uma

reação eletroquímica será ou não espontânea. G° = - nFE°

G° < 0 – reação espontânea, quando E° > 0 G° > 0 – reação não espontânea, quando E°<0 G° = 0 – reação em equilíbrio, quando E°=0

Quanto mais positivo o valor de E° da célula, mais negativo torna-se o valor de ΔG°. Isto é, quanto mais afastadas as semi-reações estiverem na escala de potencial, mais fortemente a reação será favorecida no sentido de formação dos produtos.

A espontaneidade de reação e o potencial

Potencial de Eletrodo fora das Condições Padrão

Pode-se ter a célula eletroquímica em temperaturas diferentes de 25°C e/ou concentrações diferentes da unidade para as espécies químicas envolvidas nas reações eletródicas;

Nestes casos, o potencial da célula ou da semi(meia)-célula será definido pela equação de Nernst, que é:

Ecélula = potencial da célula nas condições experimentais

E°célula = potencial da célula nas condições padrão

R = constante dos gases ideais = 8,314 J mol L-1 K-1

T = temperatura absoluta = Kelvin

F = constante de Faraday = 96485 C (um Faraday é a quantidade de carga elétrica transportada por um mol de elétrons)

n = número de elétrons envolvidos na reação redox equilibrada

Q = quociente da reação (expressão que relaciona as concentrações dos produtos e dos reagentes elevadas a potência apropriada, conforme definido pelos coeficientes estequiométricos na equação global balanceada.

A espontaneidade de reação e o potencial

Tem-se que:

Potencial do eletrodo fora das condições padrão

Ecélula = E°célula - (RT/nF) x ln Q qualquer temperatura ou

 Ag/AgCl, KCl saturado 0,222 V  Depósito Ag/AgCl

 Solução de KCl (3,0 M)  Fio de platina

 Extremidade porosa (troca de íons)

Depósito Ag/AgCl Solução de KCl (3,0 M) Fio de platina Extremidade porosa (troca de íons) Eletrodo de referência i próxima de zero Potencial fixo

Medida de corrente é realizada entre o eletrodo de trabalho e o auxiliar

Metal condutor e inerte

Placa ou fio de Platina Contato Tubo de vidro Vidro fundido Resina epóxi Fio de cobre Ponto de solda Terminação de platina Eletrodo auxiliar

Quando um íon se move de um lugar para outro, o transporte de massa no interior do eletrólito é descrito por três diferentes processos:

Difusão: movimento espontâneo dos íons sob influência do gradiente de

concentração, ou seja, de regiões de maior concentração para regiões de menor concentração, tendendo a anular o gradiente de concentração.

Migração: movimento das partículas carregadas que estão sob influência

de um campo elétrico externo.

Convecção: transporte de massa devido ao gradiente de densidade do

fluido (convecção natural), ou devido a movimentos de vibração e rotação dos eletrodos (convecção forçada)

Transporte de massa

O movimento dos íons entre catodo e anodo, é de fundamental importância na dinâmica dos sistemas eletroquímicos, pois é desejável que manter controle sobre os sistemas estudados!!!!

Os processos de difusão e convecção podem ocorrer para todas as espécies presentes no eletrólito, entretanto a migração ocorre apenas para partículas eletricamente carregadas .

Transporte de massa

Durante o processo de redução dos íons no catodo (considerando íons

positivos e a célula eletrolítica) há uma diminuição na concentração na interface, levando ao surgimento do gradiente de concentração, que por sua vez, é responsável pelo processo de difusão dos íons da região mais concentrada para a região menos concentrada.

O fluxo das espécies pode ser obtido pela primeira lei de Fick para a

difusão, e pode ser escrita como:

Onde:

𝐽(𝑥) é o fluxo das espécies (𝑚𝑜𝑙 𝑠−1𝑐𝑚−2) 𝐷 é o coeficiente de difusão (𝑐𝑚2𝑠−1)

𝜕𝐶 ( 𝑥) / 𝜕𝑥 é o gradiente de concentração (𝑚𝑜𝑙 𝑐𝑚−4)

Transporte de massa

 A lei de Fick descreve bem o fluxo das espécies quando o gradiente de

concentração é o parâmetro de maior relevância na equação do fluxo das espécies.

 Entretanto, na presença de um sobrepotencial aplicado externamente é

necessário considerar também o efeito da migração iônica, pois há fluxo de espécies devido à presença do campo elétrico. Isso leva a adição de um termo extra na lei de Fick, que pode ser reescrita como:

Onde o termo tN (i/nF) representa a contribuição da migração iônica no fluxo total e tN = é o número de transporte

i = é a densidade de corrente (A 𝑐𝑚-2) F = constante de Faraday (C mol-1) n = é o nox da espécie considerada

Eletrólito suporte

 Para que o efeito da migração iônica seja diminuído ou quase

anulado, faz-se necessário utilizar um sal inerte, ácido ou base, escolhido de maneira apropriada para a faixa de sobrepotencial em que se deseja trabalhar

O sal é adicionado ao eletrólito em altas concentrações fazendo

com que o número de transporte tenda a zero para as espécies eletroativas, pois o número de transporte representa a fração de corrente transportada por cada íon

Este número deve ser o menor possível para que o processo seja

basicamente controlado por difusão

Transporte de massa

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