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5   Analyser  og  diskusjon

5.3   Diskusjoner  backstage  på  personalmøter

5.3.1   Uenighet  innad  i  personalgruppen

Diretrizes Nacionais Curriculares se configuram como

uma definição adequada quando se pensa em orientações para a formação de discentes no ensino superior de um país e de suas várias áreas de formação. Contudo, as várias áreas de formação pouco conseguem se pensar dentro de uma perspectiva pedagógica e se pensam dentro de uma dicotomia primária de noções teóricas versus noções de práticas de formação em processos de ensino e aprendizagem que levam as diretrizes a manifestar perspectivas engessadas na concepção estruturas/grades curriculares. O que é um equívoco, pois tais estruturas curriculares devem partir de uma concepção de curso em função de uma realidade e de uma proposta pedagógica a ser empreendida em um dado contexto cultural.

Nesse sentido, pensando as teorias do currículo na perspectiva dos Estudos Culturais, que valorizam as identidades nas relações entre saberes, poder e identidades, como trata (SILVA, 2010, p.145-150), considera-se premente pensar a formação do sujeito publicitário nas seguintes perspectivas de diretrizes:

a) A concepção curricular dada pelas diretrizes em PP deve orientar as formações para atuação profissional

de mercado e da produção de conhecimento de fenômenos da comunicação referentes às manifestações do Sistema Publicitário em suas mediações culturais e de sua midiatização nas sociedades de consumo, portanto, devem demarca e privilegiar as relações comunicação e consumo como eixo central;

b) Essa orientação curricular também deve considerar a divergência cultural, social, econômica, étnica do contexto brasileiro, manifestando projetos pedagógicos e estruturas curriculares que sinalizem a vocação formadora dos cursos para alguns, ou todos, os aspectos da formação em contextos de diversidade social/cultural, a saber: Ética, direitos humanos; Meio ambiente e sustentabilidade; Inclusão social para superação diferenças étnicas e de gêneros; Inclusão social e desenvolvimento de Know why e know how em tecnologias para a área de saber nas várias regiões;

c) Por fim, as diretrizes devem conter parâmetros mínimos nacionais, que considerem as diferenças regionais do país, mas que sirvam a um padrão mínimo comum para condições de oferta desses cursos no que diz respeito à carga horária mínima, tipo de formação mínima do conjunto de docentes do curso (titulações), para pensar também os aparatos que materializam propostas pedagógicas em seu aspecto humano (professores e discentes) e material (como as estruturas curriculares com suas disciplinas, espaços de práticas pedagógicas, laboratórios, destinados à operacionalização dos processos de ensino e aprendizagem).

Com tal perspectiva, acredita-se poder contribuir para um processo distinto de reformulação de diretrizes curriculares, sem cair na dicotomia teoria versus prática dada na dualidade de estruturas curriculares que sinalizam poucos avanços.

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O ENSINO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL NO CENTRO-