5.1 Comparison between Accra Akan radio and Kumasi Akan radio talk-shows
5.1.2 Type of CS occurrence
Eficiência Social
Eficiência dos Recursos Humanos Rotação do Pessoal
Associados por Funcionários Associados por Técnicos Faturamento por Funcionário Faturamento por Associado Crescimento no Quadro Social Participação em Assembleias Participação Social
Capital Social por Associado
Associados Ativos / Associados Totais Representatividade
Menegário (2000, p.54-56), ainda cita outro exemplo de indicador social, que permite verificar o comprometimento dos sócios da cooperativa, o qual busca informações que indiquem outros aspectos, como “o grau de satisfação dos clientes e os serviços prestados pela cooperativa”. A criação desse indicador considera a “frequência em que o empreendimento enfrenta em seu ciclo operacional, como por exemplo, a jornada de trabalho acordada entre os sócios da cooperativa, o cumprimento de prazos com os clientes”.
A agricultura sempre foi o guia da economia brasileira. As políticas públicas para a agricultura, até meados da primeira metade da década 1990, “eram quase
que exclusivamente para o setor patronal, restringindo significativamente o acesso a recursos financeiros para a produção do segmento identificado, hoje como agricultura familiar” (SINGER, 2004, p. 89).
A partir dos anos 1990 pode-se observar um crescente interesse pela agricultura familiar no Brasil, que se materializou em políticas públicas. Dentro destas políticas encontra-se o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, conhecido como PRONAF, lançado em 1996 pelo Decreto nº. 1.946, de 28/06/96, é uma das políticas públicas do Governo Federal para apoiar os agricultores familiares, sendo a primeira política pública diferenciada para estes. A coordenação do Programa é do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). (apud MATTEI, 2006, p. 23).
O objetivo do PRONAF é fortalecer a atividade e o pequeno agricultor familiar, de forma a integrá-lo à cadeia de agronegócios, proporcionando aumento de renda e agregando valor ao produto e a propriedade a partir da modernização do sistema produtivo, valorização e profissionalização dos produtores e familiares. Para isso, oferece linhas de financiamento rural adequadas à sua realidade.
Compreender as relações do PRONAF com o desenvolvimento e fortalecimento da agricultura familiar, permite verificar se o modelo de desenvolvimento agrícola tem se voltado ao padrão produtivista ou tem se colocado como um modelo alternativo. (MATTEI, 2006, p. 23).
Sabe-se que o PRONAF, embora sendo resultado de reivindicações dos sindicatos rurais e dos agricultores de pequenas propriedades também representa uma iniciativa do Governo Federal em estimular o desenvolvimento destes, viabilizando a concessão de créditos com taxas e prazos adequados e buscando promover a geração de trabalho e renda através do apoio a práticas que valorizem as potencialidades locais nas atividades rurais. (MATTEI, 2006).
2.11.1 A lei X agricultura familiar
O despertar da cidadania é um dos mais libertários momentos da vida de crianças, jovens e adultos. É quando a noção de direitos e deveres transcende meros interesses individuais para traduzir “uma nova visão de mundo, que reflete a responsabilidade de cada pessoa na construção de valores coletivos plenos, plurais
e democráticos” que assegurem o “bem-estar humano e o respeito a todas as formas de vida em suas mais variadas manifestações”. Entre esses valores coletivos se consagram o direito a um meio ambiente saudável e o dever ético, moral e político de preservá-lo para as presentes e futuras gerações. (CATTANI, 2003, p. 19).
A consolidação desse princípio como ato de cidadania, condição essencial para construirmos uma sociedade sustentável no país, impõe uma tarefa educacional – inadiável e primordial – que aproxime a informação do consumidor, “desde a sua mais tenra idade, estimulando-o a se manifestar como força capaz de liderar mudanças, que se fazem urgentes e necessárias, nos padrões de desenvolvimento do país”. Infelizmente ainda sobrevive entre nós o mito da abundância e da inesgotabilidade dos recursos naturais” (CATTANI, 2003, p. 47-48).
O consumismo adquiriu uma perigosa e equivocada condição de valor social, “cuja dimensão assume contornos preocupantes em uma sociedade que ainda não aprendeu a relacionar suas atitudes individuais ou coletivas de consumo à produção, à degradação ambiental e à consequente perda da qualidade de vida das pessoas” (FARINA, 2003, p. 65).
Com esta dissertação mantive vivo um compromisso de gestão integrada de políticas institucionais que consolida a implementação de uma política de governo. Ela visa ao fortalecimento das responsabilidades da sociedade com o exercício pleno da cidadania, compreendida nas esferas de decisões de consumo dos indivíduos, “no contexto de seus estilos de vida, de suas relações com a natureza, com os seus semelhantes, com a sua escola, com o seu lugarejo, com o seu município, com o seu estado e país e com toda a mega diversidade que ele encerra” (FARINA, 2003, p. 70).
Atuando e fazendo educação juntos, disponibilizam-se informações e conceitos que têm alcance e utilidade no dia-a-dia e na vida das pessoas, que permitem aos usuários desta cooperativa “uma oportunidade de reflexão sobre qualidade de vida e a cadeia complexa de relacionamentos culturais, socioambientais e econômicos envolvidos na perspectiva do consumo”. (BIALOSKORSKI NETO, 1997, p.15).
É preciso, assim, fortalecer a capacidade das pessoas de atuarem, individual ou coletivamente, na construção de um novo padrão de consumo, ambiental e socialmente responsável “onde o consumo excessivo e perdulário de uns não
usurpe o direito ou prejudique as justas necessidades de consumir o mínimo indispensável à qualidade de vida de outros segmentos menos privilegiados da sociedade” (BIALOSKORSKI NETO, 1997, p. 30-31).
Um dos componentes da economia do meio ambiente é o estudo da valoração dos recursos naturais e de seus métodos. “[...] Esta questão se deve principalmente ao fato de que nos processos produtivos ‘viga mestra do processo econômico’ ocorrem externalidades negativas, principalmente ambientais”. (BIALOSKORSKI NETO, 1997, p. 33).
O desenvolvimento sustentável, nos dias atuais, “age diretamente nas decisões administrativas e econômicas dos agentes da sociedade, baseado nisto o presente estudo apresenta uma análise teórica de valoração econômica ambiental” (BIALOSKORSKI NETO, 1997, p. 34).
Nos últimos anos a busca pelo desenvolvimento econômico sustentável determinou o surgimento de novas concepções dentro das ciências de gestão. Prova disso é o aparecimento da economia do meio ambiente, que, mesmo sendo recente, já apresenta toda uma série de estudos e análises que visam dar subsídio à tomada de decisões dos agentes econômicos.