Tornando mais clara a compreensão dos propósitos desta pesquisa, seguem alguns termos para melhor esclarecimento e definição.
• Associação Brasileira de Gerenciamento de Projetos (ABGP): surgiu a partir da iniciativa de três profissionais que vêm desenvolvendo, ao longo dos últimos anos, estudos, pesquisas e consultorias em gerenciamento de projetos. A ABGP foi registrada oficialmente em 22/11/2001 e apresentada às comunidades empresarial, tecnológica e científica durante o Seminário Internacional de Logística e Gerência de Projetos, realizado em Curitiba, de 29 a 30/11/2001 (fonte: Wikipédia);
• Avaliação 360º (também conhecida como feedback 360º, Avaliação Multivisão e Feedback com Múltiplas Fontes): é um método de avaliação utilizado na área de gestão estratégica de pessoas e, que tem por objetivo, apoiar o desenvolvimento e o desempenho gerencial. Contribui para o desenvolvimento de competências e comportamentos de liderança demandados pela organização que o utiliza. Trata-se de um processo no qual os participantes do programa recebem simultaneamente feedbacks estruturados de seus superiores, pares, subordinados e outros stakeholders (envolvidos). O participante executa também uma auto avaliação. Estes feedbacks são fornecidos por meio de um questionário específico que descreve os comportamentos de liderança. considerados essenciais pela organização, a fim de viabilizar os seus objetivos estratégicos. Os resultados destes feedbacks são confidenciais e a pessoa que os recebe não sabe quem a avaliou. Somente o avaliado terá acesso ao resultado integral da avaliação. Trata-se de um instrumento individual, onde avaliado utiliza os feedbacks recebidos para guiar o seu desenvolvimento profissional, principalmente no que se refere a competências e comportamentos de liderança (fonte: Wikipédia).
• Benchmarking: é um processo sistemático e contínuo de avaliação dos produtos, serviços e processos de trabalho das organizações que são reconhecidas como representantes das melhores práticas. Tem por finalidade comparar desempenhos e identificar oportunidades de melhoria na organização que está realizando ou monitorando o benchmarking. O
benchmarking é um dos mais úteis instrumentos de gestão na melhoria do
desempenho das empresas e na conquista da superioridade em relação à concorrência. Baseia-se na aprendizagem das melhores experiências de empresas similares e ajuda a explicar todo o processo que envolve um excelente desempenho empresarial. Habitualmente, um processo de
benchmarking começa quando se constata que a empresa está por diminuir
sua rentabilidade. Quando a aprendizagem resultante de um processo de
benchmarking é aplicada de forma correta, facilita a melhoria do
desempenho em situações críticas no seio de uma empresa (fonte: Wikipédia);
• Chief Executive Officer (CEO): Também chamado de diretor executivo ou diretor geral é a pessoa com a mais alta responsabilidade ou autoridade em uma organização. Apesar de ser possível haver mais de um CEO em uma empresa, geralmente o posto é ocupado por um indivíduo somente, temendo-se que tal compromisso crie conflito dentro da organização sobre quem tem o poder de decisão. Todos os demais executivos prestam contas ao CEO. Com a crescente globalização da economia e dos negócios, o termo vem sendo empregado também em países de língua não inglesa (fonte: Wikipédia);
• Chief Project Officer (CPO): Posição na empresa que fornece supervisão de projeto em praticamente todas as áreas da organização, o que inclui gerenciamento de projetos de nível corporativo e supervisão da distribuição e alocação em todos os projetos. As mais importantes responsabilidades de um CPO são: direção e entrada estratégica; gestão de portfólio; priorização de recursos; interface comercial; desenvolvimento de padrões de gerenciamento de projeto; políticas; diretrizes; procedimentos; revisão e análise de projeto; orçamento; e desenvolvimento de competência. (fonte: Bigelow, 2003);
• Capability Maturity Model (CMM): pode ser definido como sendo uma soma de melhores práticas para diagnóstico e avaliação de maturidade do desenvolvimento de softwares em uma organização. Não deve ser entendido como uma metodologia, pois não diz exatamente como fazer, mas sim o que deve ser feito. Descreve os principais elementos de um processo de desenvolvimento de software a partir dos estágios de
maturidade por onde passam as organizações. A avaliação proposta pelo modelo é contínua, identificando problemas e ações corretivas, dentro de uma estratégia de melhoria dos processos. Esse caminho de melhoria é definido por cinco níveis de maturidade: Inicial, Repetível, Definido, Gerenciado, Otimizado (fonte: Wikipédia);
• Capability Maturity Model Integration (CMMI) é um modelo de referência que contém práticas (genéricas ou específicas), necessárias à maturidade nas seguintes disciplinas específicas: Systems Engineering, Software Engineering, Integrated Product, Process Development e Supplier Sourcing.
Desenvolvido pelo SEI (Software Engineering Institute) da Universidade
Carnegie Mellon, o CMMI é uma evolução do CMM e procura estabelecer
um modelo único para o processo de melhoria corporativo, integrando diferentes modelos e disciplinas. O CMMI foi baseado nas melhores práticas para desenvolvimento e manutenção de produtos. Há uma ênfase tanto em engenharia de sistemas quanto em engenharia de software, além de uma integração necessária para o desenvolvimento e a manutenção (fonte: Wikipédia);
• Coaching: é um processo que possui início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente), de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coach apoia o cliente na busca de realização das metas de curto, médio e longo prazo, por meio da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas e do reconhecimento e superação de suas fragilidades (fonte: Wikipédia);
• Estrutura Analítica do Projeto (EAP): Em gerência de projetos, uma Estrutura Analítica de Projetos (EAP), do Inglês, Work Breakdown Structure (WBS) é uma ferramenta de decomposição do trabalho do projeto em partes manejáveis. É estruturada em árvore exaustiva, hierárquica (da mais genérica para a mais específica), orientada às entregas que precisam ser realizadas para completar um projeto (fonte: Wikipédia);
• Governança corporativa: É o conjunto de processos, costumes, políticas, leis, regulamentos e instituições que regulam a maneira como uma empresa é dirigida, administrada ou controlada. O termo inclui também o estudo sobre as relações entre os diversos atores envolvidos (stakeholders) e os objetivos pelos quais a empresa se orienta(fonte: Wikipédia).
• International Project Management Association (IPMA): é uma organização da Suíça sem fins lucrativos, para a promoção internacional de gerenciamento de projetos. IPMA é uma federação com cerca de cinquenta associações de gerenciamento de projeto nacionais e internacionais com mais de quarenta mil membros em 2009. A associação foi iniciada em 1965 em Viena por um grupo europeu de gestores, inicialmente estabelecida sob o nome International Management Systems Association (IMSA). O primeiro congresso internacional foi realizado em Viena (1967) e contou com a presença de profissionais de trinta países diferentes. Em 1979, a associação foi renomeada para International Project Management
Association (fonte: Wikipédia);
• OPM3 - Organizational Project Management Maturity Model: é uma boa
prática reconhecida mundialmente para avaliar e desenvolver capacidades na área de gestão de portfólio, gerenciamento de programas, e gerenciamento de projetos, publicada pelo Project Management Institute (PMI). Fornece um método para que as organizações entendam seus processos organizacionais de gerenciamento de projetos e possam medir suas capacidades na preparação de melhorias. Este conjunto de boas práticas ajuda organizações a desenvolver o caminho que a companhia seguirá a fim de promover desempenho (fonte: Wikipédia);
• Painelistas: Respondentes; participantes do painel. No contexto da pesquisa está relacionado aos especialistas que responderão a pesquisa do método Delphi (fonte: Dicionário Aurélio);
• PMI-Rio: Project Management Institute – Seção do Rio de Janeiro;
• Project Management Body of Knowledge (PMBOK): O PMBOK é um guia de boas práticas que identifica um conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos. É amplamente reconhecido como boa prática, sendo, em razão disso, utilizado como base pelo Project Management Institute (PMI). Uma boa prática não significa que o conhecimento e as práticas devem ser aplicados uniformemente a todos os projetos, sem considerar se são ou não apropriados. É baseado em processos e subprocessos para descrever, de forma organizada, o trabalho a ser realizado durante o projeto. Essa abordagem se assemelha à empregada
por outras normas como a ISO 9000 e o CMMI. Os processos descritos se relacionam durante a condução do trabalho e a descrição de cada um deles é feita em termos de entradas (documentos, planos, entre outros), ferramentas e técnicas (processamento das entradas) e saídas (documentos, produtos, entre outros) fonte: Wikipédia.
• Project Management Institute (PMI®): é uma entidade mundial sem fins lucrativos, voltada ao gerenciamento de projetos. Estabelecido em 1969 e com sede na Filadélfia, Pensilvânia e Estados Unidos, o Project
Management Institute foi fundado por cinco voluntários. Hoje, o PMI é
considerado uma comunidade global, com mais de duzentos mil profissionais associados, representando cento e oitenta e cinco países. Existem profissionais afiliados a todas as indústrias, incluindo aeroespacial, automotiva, negócios, construção, engenharia, serviços financeiros, tecnologia da informação, farmacêutico, saúde e telecomunicações (fonte: Wikipédia).
• Return on Investiment (ROI): Em finanças, return on investiment (em português, retorno sobre investimento), também chamado taxa de retorno (em inglês, rate of return ou ROR), taxa de lucro ou simplesmente retorno é a relação entre o dinheiro ganho ou perdido por intermédio de um investimento e o montante de dinheiro investido (fonte: Wikipédia).
• Stakeholder: em português, envolvidos ou parte interessada ou interveniente é o termo usado em diversas áreas como administração e projetos e referencia as partes interessadas, que devem estar de acordo com as práticas de governança corporativa executadas pela empresa. O termo foi usado pela primeira vez pelo filósofo Robert Edward Freeman. Segundo ele, os stakeholders são elementos essenciais ao planejamento estratégico de negócios. De maneira mais ampla, compreende todos os envolvidos em um processo, que pode ser de caráter temporário como um projeto ou duradouro como um negócio de uma empresa ou a Missão de uma organização (fonte: Wikipédia).
• Tutoria (Mentoring): A tutoria, também chamada de mentoring, é um método bastante utilizado para efetivar uma interação pedagógica. Os tutores acompanham e comunicam-se com seus alunos de forma sistemática, planejando, dentre outras atividades, o seu desenvolvimento, avaliando a
eficiência de suas orientações de modo a resolver problemas que possam ocorrer durante o processo. Uma de suas aplicações pode ocorrer em instituições educacionais onde exista a tendência de desistência do aluno frente aos desafios encontrados. Neste caso, o contato com o aluno começa pelo conhecimento de toda a estrutura do curso, sendo necessário que o acompanhamento ocorra com frequência regular, de forma rápida e eficaz (fonte: Wikipédia).