Através dos Gráficos IV.5 e 6 é notado (1) a presença de H2O2 remanescente do
tratamento no RR, enquanto no RR5 este não é observado; (2) que os cromatogramas corroboram com os resultados obtidos por RMN1H da degradação do RR pela reação de Fenton (Gráfico IV.3) com relação a não degradação do citrato; (3) que o dicloroisocianurato não sofre degradação, que é uma observação muito importante, pois assim verificamos que não há formação de compostos orgânicos clorados mais perigosos; (4) a formação de intermediários aromáticos (hidroquinona e catecol), o que não foi possível observar pelo RMN1H (Gráfico IV.3 e 4) devido à baixa sensibilidade do método quando comparado a CLAE e (5) que quando comparamos a integração dos picos de fenol dos resíduos in natura e tratados verificamos (5.1) que este continua no RR tratado, porém em menor quantidade do que no RR in natura, enquanto que no
a
b b
RMN1H não há sinal de aromático (Gráfico IV.3), significando que não há fenol, assim mais uma vez a baixa sensibilidade desta técnica impede a verificação da verdadeira identidade do tratado e (5.2) nos RR5 tratados o fenol não foi identificado pela técnica.
Gráfico IV.6 – Cromatograma do (a) RR in natura* e (b) RR tratado por H2O2/solar
(120 minutos)**
Fonte: Elaborada pelo autor * Fator diluição: 357,14 vezes **Fator diluição: 147,06 vezes
Legenda 1- citrato, 2- dicloroisocianurato, 3- fenol, 4- peróxido de hidrogênio, 5- hidroquinona e 6- catecol 1 2 3 a b
Gráfico IV.7 - Cromatograma do RR5 (a) in natura*, (b) tratado por H2O2/solar (120
minutos) e (c) tratado por H2O2/solar (300 minutos)
Fonte: Elaborada pelo autor *Fator diluição: 12,19 vezes
Legenda: 1- fenol, 2- citrato, 3- dicloroisocianurato, 4- peróxido de hidrogênio, 5- hidroquinona e 6- catecol
O Anexo I mostra os cromatogramas dos compostos padrões.
3.4 Fitotoxidade
Os resultados de germinação relativa para as sementes de alface são apresentados no Gráfico IV.7. Nas amostras que continham RR in natura ([fenol] = 3380 mg L-1) e tratado H2O2/solar ([fenol] = 1450 mg L-1) não houve germinação, esta
observação era esperada pois a quantidade de fenol em ambos é elevada. a
b
Nas amostras que continham RR5 in natura ([fenol] = 122 mg L-1), tratado por H2O2/solar com 120 minutos ([fenol] = 5,39 mg L-1) e com 300 minutos ([fenol] = 0,31
mg L-1) germinaram 33,33%, 83,33% e 0% das sementes, respectivamente. Com relação ao RR5 in natura e tratado com 120 minutos podemos dizer que o tratamento além de ter sido eficiente na remoção do fenol, apesar de a quantidade fenol remanescente ainda não estar de acordo com a legislação de descarte, apresenta diminuição de toxidade.
Enquanto que o RR5 tratado com 300 minutos não houve germinação, ou seja, apesar do tratamento ter sido bastante eficiente com relação a remoção de fenol tornando o material residual apto para descarte segundo a legislação, com relação a concentração de fenol, o resíduo apresentou elevada toxidade para as sementes de alface. Esta observação não pode ser atribuída à H2O2 residual, hidroquinona e catecol,
uma vez que os cromatogramas (Gráfico IV.6) não acusaram presença de H2O2 e a
quantidade dos aromáticos citados é muito pequena já que a mineralização do tratamento foi quase completa, assim podemos dizer que a elevação da toxidade foi possivelmente devido aos ácidos orgânicos formados no decorrer do tratamento tornando o pH do meio mais ácido (pH ≤ 2,5) e consequentemente tóxico à alface (DIAS, 2012). Para diminuir este efeito é necessário ajustar o pH, até porque a Resolução CONAMA 430/2011 define como padrão de lançamento de efluentes que este deve ter pH ente 5 e 9 para poder ser descartado de forma adequada.
Gráfico IV.8 – Germinação relativa ao controle negativo
Fonte: Elaborada pelo autor
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 C- C+ RR RR 120 RR 300 RR5 RR5 120 RR5 300 G e rm in aç ã o r e lat iv a (% ) Amostra
Nas amostras onde houveram germinação foi possível calcular os percentuais de inibição através dos dados apresentados no Gráfico IV.8 que mostra o desenvolvimento das raízes e hipocótilos da alface. O RR5 in natura houve inibição de 93,39% e 90,09% no crescimento da raiz e hipocótilo, respectivamente, enquanto que no RR5 tratado com 120 minutos a raiz não desenvolveu e hipocótilo teve 85,69% de inibição no crescimento, isso mostra que apesar deste ter apresentado menor toxidade com relação a germinação (efeito letal) apresentou maior toxidade com relação ao desenvolvimento da raízes e hipocótilo (efeitos sub-letais) quando comparado com RR5 in natura, isto também se deve à diminuição do pH do meio (3,2 ≤ pH ≥ 2,5) oriundo dos ácidos orgânicos gerados no tratamento.
Gráfico IV.9 – Crescimento da raiz e do hipocótilo
Fonte: Elaborada pelo autor
0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 C- C+ RR RR 120 RR 300 RR5 RR5 120 RR5 300 C re sc im e n to ( cm ) Amostra Raiz Hipocótilo
4 CONCLUSÃO
As análises por RMN1H dos resíduos in natura e tratados pela reação Fenton no caso do RR e por H2O2/solar no caso RR5, mostraram que há apenas compostos simples
remanescentes dos tratamentos e com relação ao RR5 a mineralização foi praticamente completa.
Por CLAE foi verificado que há presença de intermediários aromáticos (hidroquinona e catecol) no RR e RR5 tratados por H2O2/solar, que não apareceram no
RMN1H devido à baixa sensibilidade da técnica quando comparado a CLAE. Observou- se também que há fenol remanescente no tratamento do RR, o que não foi observado pelo RMN1H, entretanto no tratamento do RR5 as técnicas corroboram quanto a não haver fenol remanescente no tratamento.
Os testes de fitotoxicidade mostraram que tanto o RR in natura quanto o tratado por H2O2/solar com 120 minutos não apresentaram taxa germinação devido à alta
concentração de fenol. No caso do RR5 houve germinação de 33,33%, 83,33% para o RR5 in natura e tratado por H2O2/solar com 120 minutos, respectivamente, enquanto o
RR5 tratado por H2O2/solar com 300 minutos não apresentou taxa de germinação,
mostrando que houve aumento da toxicidade, com o decorrer do tratamento, apesar da diminuição significativa da concentração de fenol. Foi verificado também que houve inibição de crescimento do hipocótilo e raiz de 93,39% e 90,09%, respectivamente, para o RR5 in natura e 85,69% e 100%, respectivamente, para o RR5 tratado por H2O2/solar
com 120 minutos. Esse aumento da toxidade com relação a germinação e ao desenvolvimento do hipocótilo e raiz está relacionado com a diminuição do pH do meio (pH ≤ 3) devido a formação de compostos orgânicos ácidos formados no decorrer do tratamento.
CONCLUSÃO
Pelo estudo da otimização da análise de NH3,4 do método do fenato foi possível
reduzir em 96,21% a concentração de fenol no resíduo, de 3380 mg L-1 para 122 mg L-1. A curva de calibração do método otimizado apresentou LD e LQ menores do que o valor máximo permitido pela Resolução CONAMA 357/2005 para NH3,4 de águas
doces e uma grande faixa de tempo de estabilidade do complexo azul de indofenol. A comparação dos métodos original e otimizado pelo teste t mostra que a análise recomendada pelo Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater
(APHA, 2012) pode ser substituída pela otimizada.
Nenhum dos tratamentos estudados para o RR mostrou-se eficiente na remoção de fenol de maneira a possibilitar o descarte do resíduo de forma adequada segundo a Resolução CONAMA 430/2011.
Com a utilização do mini reator solar B para o tratamento RR5 por H2O2/solar, a
remoção de fenol foi de 99,66% e concentração de fenol remanescente de 0,31 mg L-1, logo, o resíduo apresenta-se apto para o descarte do resíduo de forma adequada segundo a Resolução CONAMA 430/2011.
As análises por RMN1H dos resíduos in natura e tratados pela reação Fenton no caso do RR e por H2O2/solar no caso RR5, mostraram que há apenas compostos simples
remanescentes dos tratamentos.
Por CLAE foi verificado que há presença de intermediários aromáticos (hidroquinona e catecol).
Os testes de fitotoxicidade mostraram que tanto o RR in natura quanto o tratado por H2O2/solar com 120 minutos não apresentaram taxa germinação devido à alta
concentração de fenol. No caso do RR5 houve germinação de 33,33%, 83,33% e 0% para o RR5 in natura e tratado por H2O2/solar com 120 e 300 minutos, respectivamente.
Foi verificado também que houve inibição de crescimento do hipocótilo e raiz de 93,39% e 90,09%, respectivamente, para o RR5 in natura e 85,69% e 100%, respectivamente, para o RR5 tratado por H2O2/solar com 120 minutos. Esse aumento da
toxidade com relação a germinação e ao desenvolvimento do hipocótilo e raiz está relacionado com a diminuição do pH do meio (pH ≤ 3) devido a formação de compostos orgânicos ácidos formados no decorrer do tratamento.
REFERÊNCIAS
APHA, AWWA, WPCF, Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater, 22th Ed., 2012.
AKYOL, A.; TANER, O.; BAYRAMOGLU, M. Journal of Water Process Engineering Treatment of hydroquinone by photochemical oxidation and electrocoagulation combined process. Journal of Water Process Engineering, v. 8, p. 45–54, 2015.
AMINOT, A., CHAUSSEPIED, M. Manuel des analyses chimiques en milieu marin. Centre National pour L'Éxploitation des Océans. 1983, 325 p.
BABUPONNUSAMI, A.; MUTHUKUMAR, K. A review on Fenton and improvements to the Fenton process for wastewater treatment. Journal of Environmental Chemical Engineering, v. 2, n. 1, p. 557–572, 2014.
BAHNEMANN, D. Photocatalytic water treatment: solar energy applications. Solar Energy, v. 77, n. 5, p. 445–459, 2004.
BALANOSKY, E. et al. Oxidative degradation of textile waste water. Modeling reactor performance. Water Research, v. 34, n. 2, p. 582–596, 2000.
BANDARA, J. et al. Dynamics of oxidant addition as a parameter in the modelling of dye mineralization (orange II) via advanced oxidation technologies. Water Science and
Technology, v. 35, n. 4, p. 87–93, 1997.
BAUER, R.; FALLMANN, H. The Photo-Fenton Oxidation - a Cheap and Efficient Wastewater Treatment Method. Research on Chemical Intermediates, v. 23, n. 4, p. 341– 354, 1997.
BERGMAN, M. E. H.; ROLLIN, J. Product and by-product formation in laboratory studies on desenfection electrolysis of water using boron-doped diamond anodes. Catalysis Today, v. 124, p. 198-2003, 2007.
BOCZKAJ, G.; FERNANDES, A. Wastewater treatment by means of advanced
oxidation processes at basic pH conditions: A review. Chemical Engineering Journal, v. 320, p. 608–633, 2017.
BOLLETER, W. T.; BUSHMAN, C. J.; TIDWELL, P. W. Spectrophotometric Determination of Ammonia as Indophenol. Analytical Chemistry, v. 33, n. 4, p. 592–594, 1961.
BOYD, C. E.. Water Quality: An Introduction. Massachusetts: Kluwer Academicpublishers, 2000.
BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental: O desafio do desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
BRITTO, J. M.; RANGEL, M. D. C. Processos avançados de oxidação de compostos fenólicos em efluentes industriais. Quimica Nova, v. 31, n. 1, p. 114–122, 2008.
BUSCA, G. et al. Technologies for the removal of phenol from fluid streams: A short review of recent developments. Journal of Hazardous Materials, v. 160, n. 2–3, p. 265– 288, 2008.
CHAMARRO, E.; MARCO, A.; ESPLUGAS, S. Use of Fenton reagent to improve organic chemical biodegradability. Water Research, v. 35, n. 4, p. 1047–1051, 2001.
CHEN, R.; PIGNATELLO, J. J. Role of quinone intermediates as electron shuttles in 88 Fenton and photoassisted fenton oxidations of aromatic compounds. Environmental
Science and Technology, v. 31, n. 8, p. 2399–2406, 1997.
CHEMICALIZE, 2015. Disponível em:
<http://www.chemicalize.org/structure/#!mol=indophenol&source=fp>. Acesso em: 15 Set. 2015.
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DO ESTADO DO CEARÁ. Qualidade das águas dos açudes monitorados pela COGERH – campanha de maio/2016, COGERH. Disponível em: <http://www.hidro.ce.gov.br/acude/eutrofizacao?data_ini=5- 2016>. Acesso em: 31 dez. 2016.
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução nº 316, de 20 de novembro de 2002. Dispõe sobre procedimentos e critérios para o funcionamento de
sistemas de tratamento térmico de resíduos. Disponível em:
<http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=338>. Acesso em: 31 dez. 2016.
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução nº 357, de 18 de março de 2005. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de
efluentes, e dá outras providências. Disponível em:
<http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=459>. Acesso em: 31 dez. 2016.
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução nº 396, de 07 de abril de 2008. Dispõe sobre a classificação e diretrizes ambientais para o enquadramento das águas subterrâneas e dá outras providências. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=562>. Acesso em: 31 dez. 2016.
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução nº 430, de 13 de maio de 2011. Dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a Resolução no 357, de 17 de março de 2005, do Conselho Nacional
do Meio Ambiente-CONAMA. Disponível em:
<http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=646>. Acesso em: 14 set. 2015.
COSTA, C. R.; OLIVI, P. A Toxidade em ambientes aquáticos: Discussão e métodos de avaliação. Química Nova, v. 31, n. 7, p. 1820–1830, 2008.
DENCE, C.; REEVE, D. Intoduction to the principles and practice of pulp blcaching. Atlante: Tappi Press, 1996.
DEVLIN, H.; J HARRIS, I. Mechanism of the Oxidation of Aqueous Phenol with Dissolved Oxygen. Journal of Industrial and Engineering Chemistry, v. 23, n. 4, p. 387– 392, 1984.
DIAS, J. S., Nutrientes: do que as plantas precisam. Unifertil: Universal de Fertilizantes S.A., 2012.
DUTKA, B. J. Methods microbiological for toxicological analysis of water, wastewater and sediments. National Water Research Institute, Burlington, Ontario, Canadá, p.127, 1989.
EDALATMANESH, M.; DHIB, R.; MEHRVAR, M. Kinetic modeling of aqueous phenol degradation by UV/H2O2 process. International Journal of Chemical Kinetics, v.40, p. 34-43, 2008.
FAWCETT, J. K.; SCOTT, J. E. a Rapid and Precise Method for the Determination of Urea. Journal of Clinical Pathology, v. 13, n. 2, p. 156–159, 1960.
FILHO, E. G. A.; ALEXANDRE, L. M.; FERREIRA, A. G. Advancements in waste water characterization through NMR spectroscopy : review. Magnetic Ressonance Chemistry, v. 53, p. 648–657, 2015.
FREIRE, L. F. A. Estudo do sistema Fenton-solar aplicado à remoção de fenol. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2012.
GLEBKO, L. L.; ULKINA, J. L.; VASKOVSKY, V. E. Spectrophotometrical method for determination of nitrogen in biological preparations based on tymol-hypobromite reaction.
Analytical biochemistry, v. 20, p 16-23, 1967.
GÖB, S. et al. Optimal experimental design and artificial neutral networks applied to the photochemically enhanced Fenton reaction. Water Science and Technology, v. 44, p.339- 345, 2001.
GRANER, C. A. F.; ZUCCARI, M. L.; PINHO, S. Z.. Determinação da demanda química de oxigênio em águas por espectrofotometria simultânea dos íons crômio(III) e dicromato.
Eclética Química, [s.l.], v. 23, p.31-44, 1998.
GULYAS, H. Secondary organic enciromental pollutants which are generated during purification process. Workshop Pollution precention technologies for developing countries. Maio de 1992 apud TEIXEIRA, C. P. A. B, JARDIM, W. F.; Processos Oxidativos Avançados – Caderno Temático – Volume 3. Laboratório de Química Ambiental, Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas, Campinas, São Paulo, 2004.
HARFMANN, R. G.; CROUCH, S. R. Kineti study of Berthelot reaction steps in the absence and presence of coupling reagents. Talanta, v. 36, n.1-2, p261-269, 1989.
HARWOOD, J. E.; KÜHN, A. L. A Colorimetric method for ammonia in natural waters.
Water Research, v. 4, p. 805–811, 1970.
HASSEMER,M. E. N. Oxidação fotoquímica – UV/H2O2 – para degradação de poluentes em efluentes da indústria têxtil. Tede de Doutorado, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2006.
HORN, D. B.; SQUIRE, C. R. The estimation of ammonia using the indophenol blue reaction. Clinica Chimica Acta, v. 14, p. 185–194, 1966.
HUANG, C. P.; DONG, C.; TANG, Z. Advanced chemical oxidation: Its present role and potential future in hazardous waste treatment. Waste Management, v. 13, n. 5–7, p. 361– 377, 1993.
HUNSBERGER, J.F. Standard reduction potentials, in: R.C. Weast (Ed.), Handbook of Chemistry and Physics, 58th ed., D141-144, CRC Press, Ohio, 1977. apud TITUS, Marc et al. Degradation of chlorophenols by means of advanced oxidation processes: a general review. Applied Catalysis B: Environmental, v. 47, n. 4, p.219-256, 2004.
KAN, Robert O. Organic photochemistry. [s.i.]: Mcgraw-hill, 1966.
KAPANEN, A., Itavaara, M. Ecotoxicity tests for compost applications. Ecotoxicology and
Environmental Safety, v. 49, p. 1-16, 2001.
KAVITHA, V.; PALANIVELU, K. The role of ferrous ion in Fenton and photo-Fenton processes for the degradation of phenol. Chemosphere, v. 55, n. 9, p. 1235–1243, 2004. KIM, S.; GEISSEN, S.; VOGELPOHL, A. Landfill leachate treatment by a photoassisted fenton reaction. Water Science and Technology, v. 35, n. 4, p. 239–248, 1997.
KOROLEFF, F. Direct determination of ammonia in natural waters as indophenol blue. n. 1963, p. 1–4, 1969.
KUO, W. G. Decolorizing dye wastewater with Fenton’s reagent. Water Research, v. 26, n. 7, p. 881–886, 1992.
KURNIAWAN, T. A.; LO, W. H.; CHAN, G. Y. S. Radicals-catalyzed oxidation reactions for degradation of recalcitrant compounds from landfill leachate. Chemical Engineering
Journal, v. 125, n. 1, p. 35–57, 2006.
LEEUWEN, S. P. J. VAN; BOER, J. DE. Advances in the gas chromatographic determination of persistent organic pollutants in the aquatic environment. Journal of
Chromatography A, v. 1186, p. 161–182, 2008.
LEGRINI, O.; OLIVEROS, E.; BRAUN, A. Photochemical processes for water treatment.
Chemical Reviews, v. 93, n. 2, p. 671–698, 1993.
LEITE, L. L. B. Aplicação da espectroscopia de Ressonância Magnética Nucelar quantitativa de Hidrogênio (RMNq-1H) na área farmacêutica e afins. Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2013.
LIDDICOAT, M. I.; TIBBITTS, S.; BUTLER, E. I. The determination of ammonia in natural waters. Water Research, v. 10, p. 567–568, 1976.
LIN, S. H.; LO, C. C. Fenton process for treatment of desizing wastewater. Water
Research, v. 31, n. 8, p. 2050–2056, 1997.
LU, M. C.; CHEN, J. N.; CHANG, C. P. Effect of inorganic ions on the oxidation of dichlorvos insecticide with Fenton’s reagent. Chemosphere, v. 35, n. 10, p. 2285–2293, 1997.
MACIEL, R.ν SANT’ANNA, G. L.ν DEZOTTI, M. Phenol removal from high salinity effluents using Fenton’s reagent and photo-Fenton reactions. Chemosphere, v. 57, n. 7, 91
p. 711–719, 2004.
MALATO, S. et al. Low-concentrating CPC collectors for photocatalytic water detoxification: Comparison with a medium concentrating solar collector. Water Science
and Technology, v. 35, n. 4, p. 157–164, 1997.
MALATO, S. et al. Decontamination and disinfection of water by solar photocatalysis: Recent overview and trends. Catalysis Today, v. 147, n. 1, p. 1–59, 2009.
MANSILLA, H. et al. Homogeneous and heterogeneous advanced oxidation of a bleaching effluent from the pulp and paper industry. Water Science And Technology, [s.l.], v. 35, n. 4, p.273-278, 1997.
MELO, S. A. S. et al. Degradação de fármacos residuais por processos oxidativos avançados. Química Nova, v. 32, n. 1, p. 188–197, 2009.
MIJANGOS, F.; VARONA, F.; VILLOTA, N. Changes in solution color during phenol oxidation by fenton reagent. Environmental Science and Technology, v. 40, n. 17, p. 5538–5543, 2006.
MIRALLES-CUEVAS, S. et al. Strategies for reducing cost by using solar photo- Fenton treatment combined with nanofiltration to remove microcontaminants in real municipal effluents: Toxicity and economic assessment. Chemical Engineering Journal, v. 318, p. 161–170, 2017.
MOLINS-LEGUA, C. et al. A guide for selecting the most appropriate method for ammonium determination in water analysis. TrAC - Trends in Analytical Chemistry, v. 25, n. 3, p. 282–290, 2006.
MORAIS, J.L.; Estudo da potencialidade de processos oxidativos avançados, isolados e integrados com processos biológicos tradicionais, para tratamento de chorume de aterro sanitário. Tese de doutorado, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2005.
MORIMOTO, L. H.; ALMEIDA, P. M. A.; RIZK, M. C. Aplicação de luz UV solar associada com peróxido de hidrogênio no tratamento da vinhaça. Anap, [s.l.], v. 9, n. 11, p.321-330, 10 nov. 2013. ANAP - Associação Amigos de Natureza de Alta Paulista.
http://dx.doi.org/10.17271/198008279112013680. Disponível em:
<https://www.amigosdanatureza.org.br/publicacoes/index.php/forum_ambiental/article/vie w/680>. Acesso em: 07 abr. 2016.
MOTA, A. L. N. Desenvolvimento de um Reator Fotoquímico Aplicável no Tratamento de Efluentes Fenólicos Presentes na Indústria do Petróleo. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2005.
NASCIMENTO, I. A.; PEREIRA, S. A.; LEITE, M. B. N. L. Biomarcadores como instrumentos preventivos de poluição. In: Zagatto, P. A.; Bertoletti, E. Ecotoxicologia
Aquática: Princípios e Aplicações, São Carlos: Rima, 2008. p. 413-429.
NEYENS, E.ν BAEYENS, J. A review of classic Fenton’s peroxidation as an advanced oxidation technique. Journal of Hazardous Materials, v. 98, n. 1–3, p. 33–50, 2003. NGO, T. T. et al. Interference in Determination of Ammonia with the Hypoehlorite- Alkaline Phenol Method of Berthelot. Analytical Chemistry, v. 54, n. 1, p. 46–49, 1981. NOGUEIRA, R. F. P. et al. Fundamentos e aplicações ambientais dos processos Fenton e foto-Fenton. Quimica Nova, v. 30, n. 2, p. 400–408, 2007.
NOGUEIRA, R. F. P.; GUIMARÃES, J. R. Photodegradation of dichloroacetic acid and 2,4-dichlorophenol by ferrioxalate/H2O2 system. Water Research, v. 34, n. 3, p. 895–901, 2000.
O’DONOVAN, A. J. Inhibition of the indophenol reaction in the spectrophotometric determination of ammonia. Clinica Chimica Acta, v. 32, p. 59–61, 1978.
PALÁCIO, S. M. et al. Estudo da toxicidade de efluente têxtil tratado por foto-Fenton artificial utilizdno as espécies Lactuca Sativa e Artemia salina. ENGEVISTA, v. 14, n. 2, p. 127–134, 2012.
PEIXE. T. S.; NASCIMENTO, E. S.; DELLAROSA, H.V. Determinação de fenol urinário por cromatografia gasosa em trabalhadores que utilizam resinas fenólicas em fundições.
Revista Brasileira de Ciências farmacêuticas, v. 42, n. 2, 2006.
PEREIRA, E. B. et al. Atlas brasileiro de energia solar. São José dos Campos: INPE, 2006.
PIGNATELLO, J. J. Dark and photoassisted iron(3+)-catalyzed degradation of chlorophenoxy herbicides by hydrogen peroxide. Environ. Sci. Technol., v. 26, n. 5, p. 944–951, 1992.
PIGNATELLO, J. J.; SUN, Y. Complete oxidation of metolachlor and methyl parathion in water by the photoassisted Fenton reaction. Water Research, v. 29, n. 8, p. 1837–1844, 1995.
PIVELI, R. P. Curso Qualidade das Águas e Poluição: Aspectos Físico-Químicos, Notas de
Aula, EEUSP, 2001. Disponível em:
<https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=3&cad=rja&ua ct=8&ved=0ahUKEwjq7O2ttrzOAhXDC5AKHYfqA88QFgguMAI&url=http%3A%2F%2 Fwww.pha.poli.usp.br%2FLeArq.aspx%3Fid_arq%3D737&usg=AFQjCNHlgPvvODB0ev Lb_NdB2NqG3qBJaA&sig2=n04-xkqvYyJgGR4g60wyFg>. Acesso em: 12 ago. 2016.
POHLING, R. Reações químicas na análise de água. Fortaleza: Arte Visual, 2009. 334 p.
POLEZI, M. Aplicação de Processo Oxidativo Avançado (H2O2/UV) no efluente de uma ETE para fins de reuso. Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2003.
QUEIROZ, E. F.; HOSTERTTMANN, K. A Importância das técnicas acopladas ( CL / UV , CL / EM , CL / RMN ) para procura de princípios ativos. Revista Fitos, v. 2, n. 3, p. 39– 53, 2006.
RAGASSON, M. K. Aplicação do Reagente Fenton no tratamento de lixiviado de aterros sanitários. Especialize, [s.i.], v. 6, p.1-22, 2013. Disponível em: <http://www.ipog.edu.br/revista-especialize-online/>. Acesso em: 07 abr. 2016.
RAJESHWAR K.; IBANEZ J. G.Environmental Electrochemistry: fundamentals and applications in pollution abatement. San Diego: Academic Press, 1997. 776 p.
RAMOS, B. Aplicações de modelagem molecular em Engenharia Química: Investigação do mecanismo de degradação do fenol em processos oxidativos avançados. Dissertção de Mestrado, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
RAPPOPORT, Z.; FRANKEL, M. CRC Handbook of Tables for Organic Compound Identification. 3rd Edition (ISBN 0-8493-0303-6), 1984, CRC Press/Taylor and Francis, Boca Raton, FL.
RIBANI, M. et al. Validação em Métodos Cromatográficos e Eletroforéticos. Química Nova, v. 27, n. 5, p. 771–780, 2004.
RIBEIRO, K. Estudo experimental e modelagem matemática de reator solar híbrido para degradação de fenol em solução aquosa pelo processo foto-Fenton. Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
RILLEY, J. P. The spectrophotometric determinaation of ammonia in natural waters with particular reference to sea-water. Analytica Chimica Acta, v. 9, p. 575–589, 1953.
RUFFIER, P.J., BOYLE, W. C., KLEINSCMIDT, J. Short-term acute bioassays to evaluate ammonia toxicity and effluents standards. Jounal of the Water Pollution Control Federation, v. 53, p. 367-377, 1981. apud BOYD, C. E.. Water Quality: An Introduction. Massachusetts: Kluwer Academicpublishers, 2000.
RUSSELL, A. J. Amounts of reaction. Journal of Biological Chemistry, v. 156, p. 457– 461, 1944.
SALAZAR, R.F. S; Aplicação de processo oxidativo avançado (POA) como pré-tratamento