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Tiltak som er igangsatt innen mangfold

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Senter for fiskerifaglig utviklingssamarbeid (CDCF)

3. Tiltak som er igangsatt innen mangfold

No que se refere aos modelos de maturidade para a gestão da cadeia de suprimentos, foram encontrados seis modelos na revisão da literatura.

Tendo em vista que não existe um modelo abrangente e entre os existentes algumas dimensões são semelhantes e outras divergentes, buscou-se indentificar todas as dimensões consideradas para a avaliação da maturidade da gestão da cadeia de suprimentos, elaborando-se, portanto, um modelo baseado em todos aqueles identificados na revisão bibliográfica.

A criação desse modelo, justifica-se pelo fato de que, ao adotar um ou outro modelo já existente, algumas dimensões poderiam deixar de serem analisadas no estudo em questão. O Quadro 9 mostra as dimensões identificadas a partir dos modelos de maturidade apresentados no capítulo 2.2.1.

Observa-se no Quadro 9 que o o modelo de Lockamy e McCormack (2004) é o que possui maior número de dimensões identificadas entre todos os modelos estudados. No entanto as dimensões destacadas com um hífen, são dimensões que esses mesmos autores não levaram em consideração, sendo estas consideradas por outros autores na literatura.

A identificação destas dimensões apresentadas no Quadro 9, foi realizada mediante a análise detalhada dos modelos de maturidade propostos pelos autores citados durante a revisão bibliográfica, verificando-se em suas propostas, a consideração ou não de cada dimensão.

Fonte: O Autor

Quadro 9 – Dimensões consideradas nos modelos de maturidade para gestão da cadeia de suprimentos presentes na literatura

Stevens (1989) Ayers e Malmberg (2002) Lockamy e McCormack (2004) PMG (2007) Daozhi et al. (2006) Oliveira (2009) Nível de Estoques X _ Fronteiras Organizacionais X X X

Foco nos Clientes X X X

Satisfação dos Clientes X X

Custos da Cadeia (Nível e Redução) X X X X

Existência e Horizonte de Planejamento X X X X X

Visibilidade e Orientação pela Demanda X _ X

Foco Estratégico X X X X X

Parceria e Colaboração Mútua X X X X X X

Responsividade da Cadeia X _ X X X

Filosofia em Gestão da Cadeia de

Suprimentos X _

Gestão de Projetos em Cadeia de

Suprimentos X _

Formalização e Estruturação de

Processos X X X X

Integração de Processos ao Longo da

Cadeia X X X X X

Gerenciamento de Riscos _ X

Tecnologia de Informação e Sistemas

de Controle X X X X X

Compartilhamento de Informações com

clientes e fornecedores X X X X X X

Compartilhamento de Ganhos entre os

membros da Cadeia X X

Compartilhamento de Recursos entre os

membros da Cadeia _ X

Regulamentação e Incentivos de

Créditos no Ambiente da Cadeia _ X

Medição de Desempenho X X X

Tipos de Recursos _ X

Competitividade entre Cadeias de

Diante do apresentado, considerando a importância dessas outras dimensões, tomar-se-á, nesta tese, o modelo de Lockamy e McCormak (2004) incluindo as dimensões não consideradas por eles, mas que foram consideradas por outros autores. São elas:

Nível de estoques (STEVENS, 1989);

Visibilidade e orientação pela demanda (STEVENS, 1989; OLIVEIRA, 2009);

Responsividade da cadeia (STEVENS, 1989; PMG, 2007; OLIVEIRA, 2009);

Consciência em gestão da cadeia de suprimentos (AYERS E MALMBERG, 2002);

Gestão de projetos em cadeia de suprimentos (AYERS E MALMBERG, 2002);

Gestão de riscos (DAOZHI ET AL., 2006)

Compartilhamento de recursos entre os membros da cadeia (DAOZHI ET AL., 2006)

Regulamentação e incentivos de créditos no ambiente da cadeia (DAOZHI ET AL., 2006)

Tipos de Recursos na cadeia (DAOZHI ET AL., 2006)

Com isso o modelo a ser utilizado, com a inclusão dessas dimensões destacadas em negrito, é apresentado no Quadro 10. Tal modelo será utilizado para a adequação dos SMD’s para a gestão da cadeia de suprimentos em cada um de seus níveis de maturidade considerados.

De acordo com o propósito desta tese, essa adequação ocorrerá tanto em termos do escopo de medição dos SMD’s, como também, em termos dos outros estágios evolutivos de sua maturidade

Fonte: O Autor

Quadro 10 – Modelo de Lockamy e McCormack (2004) adaptado, incluindo novas dimensões

Ad-hoc

1-Cadeia de suprimentos desestruturada e sem práticas desenvolvidas 2-Não existe medição para os processos 3-Processos ainda verticalizados 4-Custos da cadeia são considerados altos 5-Baixa satisfação dos clientes 6-Existência

de acúmulo de estoques 7-Previsibilidade da demanda praticamente inexistente 8-Baixa consciência em gestão da cadeia de suprimentos

pela equipe de gerenciamento 9-Pobre competência em gestão de projetos na gestão da cadeia de suprimentos

Definido

1-Processos básicos da cadeia de suprimentos são documentados e definidos 2-Início de uma definição de metas para a medição, porém ainda imprecisas 3-

Processos ainda verticalizados com permanência de uma estrutura organizacional tradicional 4-Custos da cadeia ainda são considerados altos 5-

Sensível melhora na satisfação dos clientes, porém ainda considerada baixa

6- Embora menor, cadeia ainda de pende de estoques intermediários 7- Métodos de previsão de demanda começam a serem implementados utilizando-se de ferramentas estatísticas 8-Início de uma consciência em

gestão da cadeia de suprimentos pela equipe de gerenciamento 9 - Início de linhas de crédito e regulamentação para a cadeia 10- compartilhamento de recursos entre os membros inexistente 11- Recursos empregados são inferiores as outras cadeias 12 - Inexistência

de gerenciamento de riscos

Conectado

1-Cadeia de suprimentos como foco estratégico 2-Medição de desempenho começa a ser mais previsível e geralmente os objetivos são alcançados 3- Cooperação entre as funções 4-Processos e estrutura organizacionais iniciam

uma horizontalização acabando com as fronteiras organizacionais 5-Redução dos custos da cadeia 6-Melhora na satisfação dos clientes perante o mercado

7-Incorporação da perspectiva de gestão da cadeia de suprimentos pelo gestores 8-Muitos projetos na gestão da cadeia de suprimentos são implementados com suscesso 9 - Início de oferta de linhas de crédito e

regulamentações para a cadeia 10 - Compartilhamento de recursos ainda inexistente 12 - recursos empregados na cadeia são similares aos

de outras cadeias 13 - início de uma gestão de riscos

Integrado

1-Cooperação nos processo entre distribuidores, fornecedores e a empresa central 2-Processos bem definidos e estruturados para a gestão da cadeia 3- Planejamento com os clientes e fornecedores 4- Medição do desempenho com bastante previsibilidade e objetivos alcançados com confiabilidade na gestão da cadeia de suprimentos 5- Significante redução de custos 6- Implementação de

sistemas de gestão de informações 7- Satisfação do cliente torna-se uma vantagem competitiva 8-Existe uma gestão de projetos padronizada na

gestão da cadeia 9 - Linhas de crédito e regulamentação aumentam para a melhoria do desempenho da cadeia 10 - início de um compartilhamento de recursos entre os membros 11 - recursos empregados são melhores que de outras cadeias e início de emprego de

recursos competitivos 14 - gestão de riscos é constante porém ainda não eficaz

Estendido

1-Competição baseada na cadeia de suprimentos 2- Processos integrados ao longo da cadeia 3-Total medição do desempenho dos processos ao longo da

cadeia 4-Cadeia totalmente focada no cliente 5-Compartilhamento de informações entre os membros da cadeia 6-Compartilhamento dos ganhos entre

os membros da cadeia 7-Excelência na gestão de projetos na cadeia de

suprimentos 8- Cadeia atuando de forma responsiva perante as variações do mercado e aos requisitos dos clientes 9 - ampla oferta de

linhas e créditos e regulamentação abrangente para a cadeia 10 - compartilhamento de recursos entre os membros atinge seu maior potencial 11- recursos competitivos geram vantagem competitiva sobre

3.2 ADEQUAÇÃO DOS SMD’s PARA A GESTÃO DA CADEIA DE

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