2 Teorikapittel
2.6 Sammenhengen mellom lojalitet, tilfredshet og bytteintensjon
2.6.3 Tilfredshet – Bytteintensjon
“À frente vinha um baliza ou dois, podendo ser um homem ágil ou uma mulher, adulto e uma criança ou duas crianças. Em seguida, vinha o porta-estandarte e logo atrás o bloco, como o próprio nome diz, em forma de bloco, formado como pelotão militar, porém em liberdade de movimentos e as evoluções naturais de cada brincante. Atrás vinha a pequena orquestra, com instrumentos de sopro e mais a parte de percussão que variava muito de bloco para bloco. Depois do bloco vinham os sujos ou foliões que brincavam soltos.” (BORGES, 2007)
Vimos anteriormente, que a música percussiva de origem afro-brasileira encontra-se diretamente ligada às tradições do povo cearense, estando presente nas mais variadas manifestações culturais que enveredam os folguedos populares e os grupos carnavalescos. Vimos que a maior incidência destas práticas artísticas acontece na Região caririense e na Capital Estadual Fortaleza - onde há a presença marcante de grupos tradicionais como Maracatus e Escolas de Samba. No entanto, estas não são as únicas formas de manifestação artística que utilizam a linguagem percussiva como ferramenta de expressão cultural. O Ceará é marcado profundamente por uma variedade de grupos populares tradicionais que se apropriam constantemente da música regional, mesclando-a a outros elementos de outras culturas, constituindo assim, uma musicalidade própria, com características de uma identidade cultural inédita.
Para nos debruçarmos sobre este campo do conhecimento, versaremos neste tópico sobre a presença significativa de outros grupos percussivos que também pertencem às tradições culturais cearenses, principalmente quando o assunto se trata de contextos carnavalescos. Desta forma, nos apropriaremos dos estudos relacionados aos Blocos e Afoxés, no intuito de demonstrar e compreender como o batuque cearense é multifacetado, incorporado por vários saberes e influências, e que possui uma musicalidade própria, legítima e ressignificada. A partir de então, sob a luz deste discurso, e utilizando os conhecimentos de Borges (2007);Paiva (2004); Santos, Catherine (2017) eSchrader (2013), dialogaremos sobre as características destas manifestações, entendendo como as mesmas incorporaram-se principalmente ao universo carnavalesco alencarino128, tornando-se uma das principais atividades que compõe os cortejos festivos na Avenida129.
Para que possamos discutir sobre cada uma destas manifestações artísticas, torna-se primeiramente necessário o esclarecimento sobre os seus significados, os quais contribuirão para um melhor entendimento relacionado às práticas e aos valores que existem atribuídos nestes grupos. Desta forma, passaremos a conhecer a partir de agora, um pouco sobre as peculiaridades dos “Blocos carnavalescos cearenses”.
Segundo Borges (2007) um Bloco configura-se como um grupo percussivo composto por brincantes (foliões) que dançam, cantam e tocam ao som de instrumentos tradicionais das Escolas de Samba como: Surdos, Tamborins, Repiniques, Caixas dentre outros. Se apresenta exclusivamente no período carnavalesco, tendo todos os seus integrantes trajados de maneira uniforme. Além de instrumentos percussivos, existem alguns instrumentos melódicos130: Trompetes, Trombones e Saxofones, e em alguns casos, instrumentos elétricos como: Teclados, Guitarras e Contrabaixos, os quais são acompanhados pela forte cadência percussiva dos tambores131. É chamado de Bloco, devido à forma como se desfila - (Em formato de um bloco de pessoas), ou seja, um agrupamento organizado em alas132, que dança marchando ao som da musicalidade executada. Seus ritmos preferidos são as marchinhas133 carnavalescas, porém, hoje se vê com facilidade a execução de outros estilos musicais, oriundos das influencias dos Blocos afro-baianos134, tendo como exemplo o ritmo Samba-
Reggae.
128 Alencarino: nascido nas terras do autor José de Alencar: Ceará. 129 Op. cit.
130 Melódicos: também podemos chamá-los de instrumentos de sopro.
131 Tambores: denominação que engloba todos os instrumentos percussivos de pequeno, médio e grande porte. 132 Alas: configuração de pessoas organizadas alinhadamente em uma determinada prática.
133 Marchinhas: gênero popular predominante principalmente no carnaval dos anos 20 aos anos 60 do século XX. 134 Op.cit.
Em Fortaleza-CE, acredita-se que os Blocos - ao lado dos Cordões135-sejam os pré- cursores das Escolas de Samba anteriormente citadas, sendo estes desenvolvidos a partir da década de 1930, quando o carnaval popular de Fortaleza se intensificou. Nesta época, sob a ação da sociedade civil fortalezense, o carnaval de rua e dos clubes passou a ter estes grupos percussivos - compostos por músicos, comerciantes e trabalhadores, que formavam Blocos para desfilar na nova estética carnavalesca dos anos 30. Vale relembrar que a musicalidade destes Blocos neste período, seguia as influências das orquestras militares, as quais desfilavam ao som das marchas e dos instrumentos de sopro, como hoje ainda acontece em alguns agrupamentos.
Historicamente, a criação destes grupos no Ceará aponta para uma influência exercida por outras regiões, como Rio de Janeiro e Pernambuco, Estados que durante esta época, começaram a ter destaque midiático através de suas Escolas de Samba e de seus grupos de Maracatus.
A criação de agremiações populares, como os blocos, o maracatu, a escola de samba e o cordão, demonstra as influências culturais recebidas dos principais centros econômicos e culturais do Brasil, como o Rio de Janeiro e Recife, e amplia a capacidade integradora desses festejos no País. A partir de então, a cada ano surgiam em Fortaleza novos blocos, sendo que a maioria deles teve vida efêmera. (BORGES, p.93-94)
Como bem explanado pela autora, estes Blocos que surgiam no contexto festivo fortalezense na década de 1930 apresentavam uma forma de vida efêmera, ou seja, eram desenvolvidos apenas para o “brincar carnaval”, sem apresentar portanto, características de um associação, grêmio recreativo ou sociedade carnavalesca.
No entanto, atualmente existe um vasto número destas manifestações que surgem principalmente durante esta data em torno do Ceará. Tal afirmação está embasada em diversos registros - que trazem como principais dados à identificação de diversos Blocos nos carnavais de várias cidades cearenses: Tianguá, Itapipoca, Beberibe, Acaraú, Aquiraz, Guaramiranga e Aracati, tendo ainda Fortaleza como a maior difusora destas práticas festivas no Estado.
Segundo os dados de Schrader (2011), acredita-se que na cidade de Fortaleza, no ano de 2011, existiu um número que ultrapassou cerca de 80 Blocos percussivos. Estes dados são corroborados pela citação abaixo:
Em 2011 a cidade é só alegria e diversão desde a virada do ano até o mês de março. Em janeiro, boa parte dos mais de 80 blocos carnavalescos já começa a esquentar os tamborins em suas sedes e bairros de origem. São os esquentas, prévias das troças e desfiles carnavalescos que tomam conta das ruas a partir de fevereiro e seguem
animando os finais de semana que antecedem o carnaval propriamente dito. (SECULTFOR, apud SCHRADER, 2011, p.03)
Já no ano de 2012 “[...] a Secultfor [Secretaria de Cultura de Fortaleza] deu conta da atuação de 114 blocos na cidade, sendo 60 contemplados com a verba municipal” (CRUZ, apud SANTOS, Catherine, 2017, p.34). Atualmente, o número de Blocos criados para o carnaval de Fortaleza ultrapassa esta margem numérica, o que nos possibilita a compreensão do alcance que estas práticas percussivas vêm conquistando no cenário cultural do Estado. Por esta razão, em circunstância deste elevado número de grupos desenvolvidos na Capital - os quais possuem vida efêmera e ressurgem principalmente durante esta época festiva, decidimos catalogar apenas os Blocos mais conhecidos que compõe a cena carnavalesca do Ceará, tendo Fortaleza como palco artístico e propagador destas manifestações.
Tabela 6: Principais Blocos Carnavalescos de Fortaleza - Ceará
Bloco do Prazer Bloco Galo do Jardim
Bloco Camaleões da Vila Bloco Amantes de Iracema
Bloco Os Bicho de Urêia Bloco Bem-Te-Vi
Bloco Cai no Poço Bloco Quem é de Bem Fica
Bloco As Gata Pira Bloco Periquito de Madame
Bloco A Porra da Cachorra Bloco Malandros do Morro
Bloco Iracema Bode Beat Bloco Os Índios
Bloco Garotos do Parque Bloco As Bruxas
Bloco Doido é Tu Bloco Vampiros da Princesa
Bloco Unidos da Vila Bloco Princesa no Frevo
Bloco Turma do Mamão Bloco Barão Folia
Bloco Império da Vila Bloco Amigos do Zé
Bloco Prova de Fogo Bloco Simpatia
Bloco Garotos do Benfica Bloco Bonde Batuque
Bloco Balakubaco Folia Bloco Cabeça de Touro
Bloco Barão Folia Bloco Tá Dentro Deixa
Bloco Adeus Amélia Bloco Sivozinha Folia
Bloco Vaçôra Xuja Bloco Relaxa Bebê
Bloco De Quem é esse Jegue? Bloco Tô com Juninho
Bloco Que Merda é Essa Bloco Filhos do Sertão na Folia
Bloco Fuxico do Mexe-Mexe Bloco A Turma do Barba Roxa
Bloco Caciques do Urubu Bloco Chei dos Paus
Bloco Cheiro Bloco Kururu da Lagoa
Bloco Jardim Folia Bloco Me Chama Que Eu Vou
Bloco Messê Folia Bloco Velha Guarda de Iracema
Bloco Mercado Folia Bloco Damas Cortejam
Bloco Carnavalesco Barra Folia Bloco Filhos de Fafá
Bloco Lord Bloco Me ache Folia
Bloco Fina Flor Bloco Vassouras do Babau
Bloco Peryboneco Bloco dos Bodes
Bloco do Jardim América Bloco Afro Kebra Mola
Bloco Maria da Legião Bloco Luxo da Aldeia
Bloco do Baqueta Bloco Concentra Mais Não Sai
Bloco do Isprito Bloco Bons Amigos
Bloco Unidos da Cachorra Bloco Sai na Marra
Bloco Cachorra Magra Bloco Tambores Carnavalescos
Bloco Segura o Copo Bloco Lauro Maia
Bloco Unidos do Morro Bloco Zueira
Bloco K + 1 Bloco Amigos da Folia
Bloco Pirambulando Bloco Mata Galinha
Bloco Matou a Pau...ta! Bloco Luxo da Aldeia
Bloco Carnalito Bloco Kuekão de Couro
Fonte: elaborada pelo autor.
Além da existência destas manifestações em torno do Estado do Ceará, existem outros agrupamentos semelhantes a estas formações, porém, com uma estética e uma musicalidade diferenciada, acrescidos de uma nova forma de expressão - sendo esta veiculada pela religiosidade afro-brasileira. Este é o caso dos Blocos de Afoxés: agrupamentos que em Fortaleza também participam dos desfiles carnavalescos na Avenida Domingos Olímpio136, preenchendo mais um espaço deste meio cultural cearense, tornando-se um componente indispensável para a diversificação rítmica e tradicional do Ceará. Apesar da tradição conquistada nos desfiles de rua durante a época do carnaval, estes grupos não se detêm exclusivamente a estas festividades, pois se apresentam em vários eventos artísticos pela metrópole, o que nos leva a constatar uma forma de organização - (associação) que ultrapassa a data carnavalesca, se fixando no calendário cultural durante todo o ano.
Os Blocos de Afoxés preservam o patrimônio religioso das matrizes africanas no Ceará, pelo fato de desfilarem em formato de cortejo ritualístico, reunindo grande quantidade de simpatizantes afrodescendentes e adeptos às religiões de origem afro - como a Umbanda137 e o Candomblé138. Suas apresentações são marcadas profundamente por aspectos místicos de rituais sagrados, onde ocorrem homenagens aos Orixás139, havendo constantemente cânticos, louvores, cerimônias, despachos140, oferendas e ritmos, todos expressados por um Bloco de pessoas revestidas por uma indumentária que relembra nossos ancestrais africanos.
O ritmo predominante de seus cortejos percussivos é o Ijexá141, que surge nestas apresentaçõesdevido às suas fortes influências com o Candomblé. Tal ritmo é tocado nestas
136 Op.cit.
137 Umbanda: religião de origem afro que combina o catolicismo, a tradição dos orixás africanos e os espíritos de origem indígena.
138 Candomblé: manifestação, culto ou religião de origem africana que ocorre nas casas ou terreiros onde existem altares.
139 Orixás: divindades máximas do candomblé, onde cada um representa uma força da natureza. 140 Despachos: oferenda que se faz a algum orixá para que se desfaça algum efeito maléfico.
141 Ijexá: ritmo suave, de batida cadenciada. O Ijexá é tocado principalmente com as mãos nos instrumentos de percussão (atabaques) e é o ritmo predominante dos grupos de Afoxés. Dentro do candomblé é tocado essencialmente para os Orixás: Oxum e Iemanjá.
manifestações como uma oferenda aos Orixás, constituindo-se um canal de expressividade mítica, que evoca as entidades mágicas através dos batuques dos tambores que soam simultaneamente a estas cerimônias religiosas.
O Ijexá de um Bloco de Afoxé que desfila em cortejo no Ceará, é executado pelos seguintes instrumentos percussivos: Atabaques142, Xequerês143 e Agogôs144, sendo estes predominantes e tradicionais dos chamados “Afoxés Raízes”, oriundos do Estado da Bahia. No entanto, alguns grupos vêm introduzindo no seu batuque145 outros instrumentos, como o Timbal146.
Segundo alguns pesquisadores, o termo “Afoxé” significa “Enunciado que Faz” e provém da língua Iorubá147. É também chamado por alguns praticantes como “Candomblé de
rua”, devido apresentar em sua dança - (ritmada pelo Ijexá) a mesma característica de como acontece nos terreiros148. Os cânticos religiosos destas manifestações - chamados de “mantras”- são puxados durante as apresentações por um solista de destaque no grupo, sendo repetidos várias vezes pelos participantes, inclusive pelos próprios percussionistas.
Quanto à sua gênese no Brasil, Paiva (2004, p. 111) esclarece:
Originado na Bahia, o afoxé tem origem semelhante ao maracatu. Para alguns estudiosos, o afoxé representaria o sagrado participando do profano no carnaval. Antes do desfile na rua, é realizada uma cerimônia ritualística com a finalidade de impedir que Exu interrompa as festas de carnaval. Nessa cerimônia o mestre canta louvando os santos, sendo respondido em coro pelas filhas-de-santo, para depois louvar o rei e a rainha do afoxé.
Com base na perspectiva apontada pelo autor, percebemos que o Ijexá - (Ritmo sacro dos terreiros de Candomblé) - adquire uma característica profana durante os cortejos carnavalescos dos Blocos de Afoxés, devido ser o único ritmo religioso que desfila impulsionado por uma manifestação de caráter festivo. Já nos terreiros, como saudação aos Orixás: Oxum e Iemanjá, este ritmo é executado apenas pelas mãos dos ritmistas, em contato com o instrumento Atabaque, dispensando-se o uso de baquetas de percussão. O Ijexá
142 Atabaques: instrumento percussivo de formato cônico, com uma das bocas coberta de couro de boi ou bode tensionado.
143 Xequerês: também conhecido como ‘Abê’ e ‘Agbê’. Trata-se de uma cabaça seca cortada em uma de suas extremidades, sendo envolvida por uma rede de contas que quando agitadas, conferem um som diferenciado. 144 Op.cit.
145Batuque: não nos referimos à religião afro: “Batuque” do Rio Grande do Sul, mas, a prática de batucar. 146 Timbal: tambor de formato cônico, cujo corpo pode ser de madeira ou aço. Possui membrana sintética e é percutido apenas com as mãos. Apresenta sonoridade aguda.
147Iorubá: também conhecidos como “Nagôs”, constitui um dos maiores grupos étnico-linguísticos da África Ocidental.
148 Terreiros: local onde são celebrados ritos e cultos afro-brasileiros. O nome refere-se a barracões e quintais de residências onde as celebrações de oferendas aos Orixás são realizadas.
caracteriza-se como um ritmo cadenciado, suave, que marca o compasso dançante e ritualístico destes cultos religiosos de origem afro.
O Afoxé - (Bloco percussivo), rotineiramente é confundido por leigos e até mesmo por livros didáticos como um ritmo afro-brasileiro. No entanto, trata-se de um cortejo ritualístico que é marcado profundamente por dois momentos: o Sagrado e o Profano, tendo o Ijexá como ritmo predominante em suas apresentações. Outra confusão bastante comum é de as pessoas não conhecerem o Afoxé como uma manifestação de caráter percussivo/religioso, mas sim, apenas como um instrumento musical, já que existe o Afuxe ou Afuxé149- (instrumento de sonoridade semelhante ao Xequerê, porém, diferencia-se no modo de tocar).
Analisando a literatura cearense, na tentativa de encontrar dados que comprovassem o período de surgimento destas manifestações culturais no Estado, não foi possível a obtenção de registros que evidenciassem sua época de inserção no cenário cultural. No entanto, investigando sobre a memória dos Maracatus no Ceará, fomos sendo guiados ao encontro de vestígios que ligavam estas práticas às influências principalmente do grupo de Maracatu Rei de Paus - fundado em 1950, e aos terreiros de Candomblé - existentes desde a década de 1970 no Estado. Tendo em vista estas influências e estes parcos registros encontrados, acredita-se que somente a partir dos anos 2000 tenha sido o período de efervescência destes grupos de Afoxés, criados principalmente para desfilarem junto às Escolas de Samba, aos Blocos e aos Maracatus no período carnavalesco fortalezense.
Citaremos na tabela abaixo os principais Blocos de Afoxés que compõe a cena cultural cearense:
Tabela 7: Afoxés em Fortaleza - Ceará
Afoxé Camutuê Alaxê - Acabaca Afoxé Omorisá Odé
Afoxé Filho do Sudão Afoxé Oxum Odolá
Afoxé Filhos de Oyá Afoxé Obá Sá Rewá
Afoxé Filhos de Mãe Teta Afoxé Logun Edé
Fonte: elaborada pelo autor.
A partir desta panorâmica abordada - sobre a presença de grupos carnavalescos que utilizam a percussão afro como ferramenta de expressão artística, podemos constatar que a tradição popular do Ceará é legítima e multifacetada, incorporada por várias influências e musicalidades, e que se apresenta sobre o discurso da diversificação rítmica, tendo o carnaval como mola propulsora desta grande engrenagem chamada cultura.
149 Afuxé: idiofone de raspagem. Possui contas ao redor do corpo que, ao serem “giradas” no sentido horário e anti-horário (rapidamente) com a mão do percussionista, produzem uma sonoridade diferenciada.
Imagem 7- Afoxé Acabaca Imagem 8- Bloco Unidos da Cachorra Desfile carnavalesco na Av. Dom. Olímpio (Fort.) Carnaval de Fortaleza-CE
Fonte: Sérgio Murilo Fonte: Marcos Moura