• No results found

Thermal interaction between a group of boreholes

5. Evaluation of thermal interaction

5.2. Thermal interaction between a group of boreholes

O documento Subsídios para Organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial – Área de Altas Habilidades, Superdotação foi reeditado pela Secretaria de Educação Especial – SEESP / MEC em 1995, já que havia sido editado em 1986 pelo então, CENESP

36

(Centro Nacional de Educação Especial – 1973-1987). A segunda edição dos Subsídios incluiu recomendações do Plano Decenal de Educação para Todos, bem como resultados de pesquisas, análise de programas, conferências e seminários da área.

No documento em questão, o termo portador de necessidades educativas especiais é utilizado pelo Ministério da Educação e do Desporto – MEC para identificar as pessoas que precisam receber educação diferenciada em virtude de sua condição de portador de deficiência auditiva, visual, múltipla, mental, física (anteriormente denominado deficiente); portador de altas habilidades (superdotado), e portador de condutas típicas (portador de problemas de conduta).

Embora possua, em suas linhas gerais, os mesmos objetivos da educação comum, a Educação Especial utiliza metodologias especiais, alternativas de atendimento diferenciado e recursos humanos especializados.

Nesse documento são abordados os seguintes princípios da Educação Especial:

O primeiro deles refere-se à normalização, a qual carrega duas significações: uma referente às condições de vida (meios) e outra à forma de viver (resultados) dos portadores de necessidades especiais. O aspecto “meios” refere-se à oferta, aos portadores de necessidades especiais, das mesmas condições e oportunidades sociais, educacionais e profissionais a que outras pessoas têm acesso e, o aspecto “resultados” diz respeito às características pessoais. Portanto, normalização, significa aceitar a maneira de esses indivíduos viverem, respeitando seus direitos e deveres.

O segundo princípio refere-se à integração, a qual envolve o princípio da reciprocidade, uma vez que não se trata apenas da introdução física do portador de necessidades especiais em determinado ambiente e sim da aceitação do mesmo por parte dos demais onde está inserido.

O terceiro princípio abordado neste documento trata da individualização no sentido de proporcionar a melhor adequação do atendimento ao portador de necessidades educativas especiais, procurando sempre respeitar seu ritmo e características pessoais.

O quarto princípio a que se refere tal documento trata do princípio sociológico da interdependência, uma vez que as próprias características dos portadores de necessidades especiais, particularmente quando deficientes ou apresentam condutas típicas, exigem, além

37

do atendimento educacional, outras práticas nas áreas sócio-médico-psicológicas, sempre visando ao pleno desenvolvimento de suas potencialidades. Esse princípio visa a valorização de parcerias envolvendo educação, saúde, ação social e trabalho.

O quinto princípio que o documento aborda é denominado princípio epistemológico da construção do real que se refere à conciliação entre o que é necessário fazer para atender às aspirações e interesses dos portadores de necessidades especiais e à aplicação dos meios existentes.

O sexto princípio mencionado seria o princípio da efetividade dos modelos de atendimento educacional, propriamente dito. Tal princípio deve envolver a infra-estrutura (administrativa, recursos humanos e materiais), a hierarquia do poder (interno e externo às instituições envolvidas), além do consenso político em torno das funções sociais e educativas (ideologias educacionais) envolvidas no atendimento ao portador de necessidades educacionais especiais.

O sétimo princípio denominado princípio do ajuste econômico com a dimensão humana trata do valor atribuído à dignidade dos portadores de necessidades especiais como seres integrais. Significando que a dimensão do homem portador de necessidades especiais, que faz jus a todos os direitos como cidadão, deverá prevalecer sobre as demais relações custo/benefício que a Educação Especial envolve.

O oitavo e último princípio abordado no documento trata da legitimidade e visa à participação das pessoas portadoras de deficiências, de condutas típicas e de altas habilidades, ou de seus representantes legais, na elaboração e formulação de políticas, planos e programas de Educação Especial.

Todos esses princípios visam assegurar a inclusão do portador de necessidades educacionais especiais na sociedade e, particularmente, no contexto escolar.

Além dos oito princípios abordados no documento intitulado Subsídios para a organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial – Área de Altas Habilidades, Superdotação encontramos também algumas orientações específicas para a educação do aluno portador de altas habilidades / superdotação. Nesse sentido, cabe à Educação Especial assegurar ao portador de altas habilidades/superdotação:

38

- O direito a um atendimento especial que se fundamenta nas próprias

características da sociedade democrática brasileira;

- Os meios educacionais adequados e diferenciados, a fim de favorecer seu

desenvolvimento e participação ativa na comunidade;

- Uma maior expansão e melhoria dos padrões técnicos de atendimento,

assegurando a continuidade da assistência educacional e estimulando o aperfeiçoamento das equipes técnicas;

- A manutenção de sistemas de supervisão e coordenação que sejam eficientes e

capazes de avaliar projetos, bem como de oferecer orientação contínua e adequada;

- Uma complementação ao atendimento prestado pelo Ensino Regular, visando

à formação integral do portador de altas habilidades/superdotado (Subsídios para a Organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial – Área de Altas Habilidades/Superdotação – MEC, 1995, p. 5).

Quanto ao planejamento da Educação Especial, esse mesmo documento recomenda uma ação articulada entre órgãos públicos e privados, com vistas à superação de eventuais lacunas no sistema, para aprimoramento da prática tanto do planejamento quanto da administração, mediante realização de diferentes ações envolvendo desde uma expansão da infra-estrutura escolar, uma melhor qualificação do corpo docente, até a própria incorporação soluções técnicas e metodológicas de ponta.

No tocante à caracterização dos tipos de educandos portadores de altas habilidades/superdotação, esse documento corrobora com a Política Nacional de Educação Especial (1994) considerando como tal, aqueles educandos que apresentam notável desempenho e elevada potencialidade em qualquer dos seguintes aspectos, isolados ou combinados: capacidade intelectual geral; aptidão acadêmica específica; pensamento criativo ou produtivo; capacidade de liderança; talento especial para artes e capacidade psicomotora.

Tal caracterização vem sendo mantida pelo MEC, conforme podemos aferir ao ouvirmos as afirmações de técnicos desse órgão em eventos da área. Não temos conhecimento de outro documento mais recente que trate dos subsídios para atendimento aos portadores de altas habilidades/superdotados e que adote uma outra caracterização de superdotado, até o momento.

39

Os procedimentos de identificação do portador de altas habilidades/superdotado apresentados no documento do MEC obedecem à determinada coerência com a caracterização acima mencionada, uma vez que ressaltam a necessidade de identificação para efeito de atendimento educacional. Sendo assim, é recomendado que o processo de identificação ocorra o mais cedo possível, desde a pré-escola até os níveis mais elevados de ensino, objetivando o pleno desenvolvimento das capacidades desses educandos, bem como seu ajustamento social. É permitida a adoção e combinação de dois ou mais procedimentos ao longo de todo o processo de avaliação. O documento recomenda os seguintes procedimentos avaliativos:

- Avaliação realizada por professores, especialistas e supervisores; - Observação dos resultados escolares superiores que o aluno apresenta;

- A utilização da auto-avaliação, sobretudo para aqueles educandos já alfabetizados; - Aplicação de testes individuais, coletivos ou combinados que evidenciem a

existência de determinadas habilidades superiores em algumas áreas específicas. Salienta-se, nesse processo de identificação, a necessidade do rigor científico e adequabilidade dos procedimentos, assegurando sua aplicação por profissionais qualificados para tal. Também é recomendado que o portador de altas habilidades / superdotado seja reavaliado periodicamente, de modo a tornar possível a permanente adequação do atendimento especial que recebe.

O documento Subsídios para a Organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial – Área de Altas Habilidades, Superdotação, ao apresentar algumas alternativas de atendimento ao portador de altas habilidades/superdotados, corrobora com as Diretrizes Gerais em reforçar que “os alunos portadores de altas habilidades/superdotados, salvo em casos extraordinários, serão atendidos em escolas comuns, onde receberão atendimento especial adequado. Desta feita, os portadores de altas habilidades/superdotados freqüentarão classes comuns e o professor da turma trabalhará com grupos diversificados, aplicando-lhes programas ou atividades diferentes para cada grupo, e terá a sua disposição orientação e materiais adequados que lhes possibilitem oferecer atendimento adequado a esses alunos” (Subsídios para Organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial –

40

Área de Altas Habilidades, Superdotação – MEC, 1995, p. 17). Além disso, o documento sugere que esses alunos poderão, inclusive, exercer funções de monitoria junto a atendimentos para outros superdotados.

A questão da conclusão de curso em relação à idade dos alunos portadores de altas habilidades/superdotados é tratada neste documento enfatizando o tratamento diferenciado e o reconhecimento por parte do sistema educacional, ao esclarecer que, caso os alunos tenham concluído antes da idade esperada, parte dos estudos do Ensino Fundamental, eles poderão freqüentar simultaneamente escolas do Ensino Médio que tenham matrículas por disciplina, sem prejuízo de sua integração social.

O documento traz uma programação escolar organizada de forma específica para portadores de altas habilidades/superdotados a qual deverá ser elaborada obedecendo-se aos seguintes critérios nele apontados:

- Definição clara de objetivos para a seleção de programas, tanto no que se refere ao desenvolvimento e à expansão das habilidades do educando, quanto à ampliação de seus interesses;

- Planejamento das atividades em que se utilizem diversidade de recursos didáticos, numa abordagem integrada das disciplinas, para favorecer a transferência de aprendizagem;

- Situações de ensino capazes de favorecer o desenvolvimento das potencialidades e habilidades específicas do educando, particularmente nas áreas de tomada de decisões, de planejamento, de criatividade e de comunicação;

- Oportunidades de experiências diversificadas que visem ao alargamento dos horizontes pessoais do educando e desenvolvimento do senso de responsabilidade e independência intelectual.

Sabe-se que uma das formas de atendimento mais indicada para atendimento ao portador de altas habilidades/superdotados é a oferta de programas de enriquecimento curricular. Nesse documento, ao se caracterizar tais programas, salienta-se que os mesmos visam a aumentar e aprofundar os conhecimentos que despertem o interesse do aluno,

41

incluindo em suas possibilidades uma programação individualizada e acréscimos tanto ao currículo quanto às experiências de aprendizagem do Ensino Regular. A proposta curricular enriquecida, de acordo com esse documento, pode ser interpretada de duas formas:

- A programação de atividades de enriquecimento a serem desenvolvidas paralelamente à programação normal da série a que se destina.

- A construção de um currículo inteiramente enriquecido como conseqüência da ampliação ou do aprofundamento do conteúdo, que poderá ser usado, individualmente, com alunos que apresentam talentos específicos ou, sem quebrar a unidade do programa, em classe comum onde haja alunos portadores de altas habilidades / superdotados.

O documento apresenta a possibilidade de se realizar estudos independentes no atendimento ao portador de altas habilidades/superdotado, em Salas de Recursos, envolvendo: elaboração de fichas de conteúdo para estudo independente; estabelecimento de contratos de trabalho escolar; elaboração de projetos diversificados de realização ou desempenho não necessariamente ligados às atividades curriculares; elaboração de projetos de investigação ou de pesquisa.

Apresenta-se uma série de outras atividades de enriquecimento, tomando por base os programas existentes no Brasil e citados na literatura da área, quais sejam:

Aprendizagem Suplementar – essa atividade pode ser efetuada por meio de kits – conjuntos de material individualizado, disponíveis no comércio, para a área de ciências ou outros conteúdos instrucionais que possibilitem ao estudante um trabalho individual.

Unidades de Aprofundamento em determinada Matéria – essas unidades podem ser preparadas para os portadores de altas habilidades / superdotados usarem em classe. Dependendo de seus objetivos, essas unidades podem concorrer para o desenvolvimento dos processos de pensamento, tais como análise, síntese e avaliação.

Atividades em Laboratórios – as experiências em laboratório constituem grande incentivo e estímulo para os portadores de altas habilidades / superdotados, tanto pelo

42

manuseio do material quanto pelo aspecto da experimentação no campo das ciências. Essas atividades devem ser acompanhadas pelo professor ou pelos assistentes de laboratório.

Ensino em Equipe para Estudos Especializados de Diferentes Áreas – nesse tipo de atividade, professores com talentos ou conhecimentos específicos podem organizar sua programação diária, a fim de estabelecer intercâmbio com grupos de alunos interessados nesses estudos. Assim, os educandos com interesse ou talentos em diferentes áreas, poderão se encontrar com professores especializados.

Ensino em Pequenos Grupos – essa atividade permite a organização diária ou semanal de encontros de alunos portadores de altas habilidades / superdotados, para que se discutam tópicos específicos ou materiais de leitura. Tais encontros devem ser orientados por pessoal voluntário, professores ou consultores. Em alguns casos, alunos que freqüentam escolas do Ensino Médio podem ser utilizados como elementos de dinamização do enriquecimento.

Conferências e Demonstrações – essas atividades envolvem a participação de pessoas da comunidade, professores especializados, consultores ou convidados especiais, que poderão proporcionar experiências ricas de grupo, propiciando o desenvolvimento de novas habilidades artísticas ou de experiências mais amplas, nos diversos tópicos do currículo.

Atividades junto a Profissionais no Local de Trabalho – esse programa pode ser executado por meio de atividades em horário não escolar que posteriormente serão seguidas de reuniões nas quais os educandos contarão aos colegas as suas experiências e apresentarão os conhecimentos adquiridos.

Treino em Situação de Liderança – essa atividade visa a favorecer o aparecimento de lideranças sociais a partir de diversas situações criadas no próprio contexto escolar ou comunitário (Subsídios para Organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial – Área de Altas Habilidades, Superdotação – MEC, 1995, p. 37).

Um aspecto de suma importância, em se tratando de altas habilidades/superdotação, diz respeito ao avanço de estudos, neste documento tratado sob a nomenclatura de aceleração. O documento salienta que “os programas de aceleração prevêem a entrada precoce do aluno no sistema educacional (amparados por legislação específica) antes da idade legal, possibilitando

43

alternativas como a promoção do aluno a séries mais avançadas antes do término do ano letivo e a transposição de série, possibilitando ao aluno completar dois anos de escolaridade em um ano apenas. Também propiciam situações de aprendizagem não-seriada, como classes extraordinárias para créditos escolares suplementares, tipos específicos de avaliação e exame para obtenção de créditos e planos curriculares acelerados nas diversas áreas curriculares (devidamente autorizadas pelos Conselhos de Educação)” (Subsídios para Organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial – Área de Altas Habilidades, Superdotação – MEC, 1995, p. 38).

Contudo, não se deve esquecer que tais programas exigem um treinamento especializado para os professores e profissionais envolvidos, a compatibilização da escrituração escolar com a legislação vigente, além da adequação dos planos curriculares às características da superdotação, bem como a previsão do posterior aproveitamento dos alunos no mercado de trabalho. As estratégias para realização da aceleração podem ser aplicadas isoladamente ou em conjunto e são as seguintes:

Classes Avançadas – poderão ser empregadas estratégias diferentes das utilizadas nas classes comuns quanto aos métodos pedagógicos, aos sistemas de avaliação e ao acompanhamento do desempenho.

Entrada Precoce – as crianças que demonstrarem inteligência superior poderão, por exemplo, ser colocadas antes da idade regulamentar (com base em legislação específica) na primeira série da Educação Fundamental, seguindo programas individuais que poderão incluir parte das atividades da segunda série.

Classes Universitárias – os estudantes poderão fazer exames que os habilitem a ingressar em cursos mais avançados. Por exemplo, os do final do segundo grau poderão ingressar em cursos superiores na área de seu interesse científico ou artístico, em universidades de sua localidade ou outras (desde que atendam critérios estabelecidos em legislação pertinente) (Subsídios para Organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial – Área de Altas Habilidades, Superdotação – MEC, 1995, p. 39).

Após abordar a questão dos programas de aceleração de estudos, o documento Subsídios para Organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial – Área de

44

Altas Habilidades, Superdotação encerra-se apresentando uma relação de programas e atividades especiais que visam à formação integral do portador de altas habilidades/superdotado, cuja relação e classificação, apresentamos a seguir:

1. Programas/atividades especiais: • Seminários Especiais;

• Aproveitamento de Recursos Humanos da Comunidade; • Monitorias;

• Visitas e Excursões; • Viagens;

• Atividades Diversificadas em Programas de Férias. 2. Programas de agrupamento especial:

• Grupos Especiais; • Grupos Homogêneos;

3. Programas de atendimento específico para o desenvolvimento de talentos artísticos/desporto.

4. Programas de atendimento interescolar 5. Programas de aprendizagem diferenciada 6. Programas de orientação individual ou grupal

7. Programas de utilização de serviços ou de centros de recursos didáticos 8. Programas-protótipo

Dentro das modalidades de atendimento ao portador de altas habilidades/superdotado o documento reforça a importância de ser feito em escola comum, organizado da seguinte forma:

• Em classe comum

• Em Sala de Recursos – o atendimento poderá ser individual ou em pequenos grupos, variando de um a cinco o número de alunos de diferentes séries por

45

professor, sendo que o cronograma de atendimento irá variar de acordo com as condições e necessidades de cada educando e na dependência da equipe do professor disponível.

• Apoio do Professor Itinerante.

Ao apresentar o perfil do professor que atuará com alunos portadores de altas habilidades/superdotados, o documento salienta que este profissional deverá conhecer as características peculiares do superdotado, não havendo a exigência de que o mesmo seja um especialista ou até mesmo um professor superdotado. A principal característica desse professor deve ser a sensibilidade para promover a estimulação do aluno para as áreas de interesse deste, bem como para favorecer o seu ajustamento em sala de aula. O documento recomenda ainda uma personalidade diferenciada, apresentando alguns atributos que visem a facilitar a relação professor-aluno. São eles: autenticidade, criatividade, espontaneidade, confiança, experiência, segurança, equilíbrio emocional, coerência nas atitudes, sentido de auto-renovação, atualização constante, entusiasmo e flexibilidade, sendo um facilitador da aprendizagem do aluno.

O documento traça alguns objetivos para realização das atividades educativas com sucesso que deverão estar presentes na prática docente, que transcrevemos a seguir:

- Criar um ambiente onde os alunos possam aprender sempre, conversando entre si, questionando, trocando idéias e utilizando os recursos disponíveis;

- Enfatizar o aconselhamento a apoio aos alunos com o compromisso de procurar ouvi-los sempre;

- Apoiar novas idéias, sempre encorajando os alunos a desenvolvê-las; - Acompanhar permanentemente as experiências;

- Aceitar suas limitações, para promover uma relação de confiança com os alunos; - Ajudar o aluno diante do fracasso e incentivá-lo em seu progresso;

- Procurar conhecer bem seus alunos e estabelecer comunicação direta com eles, mostrando-se solidário e conselheiro quando necessário e

46

- Interessar-se pela família dos alunos e pelo acompanhamento dos pais (Subsídios para Organização e Funcionamento de Serviços de Educação Especial – Área de Altas Habilidades, Superdotação – MEC, 1995, p. 57).

47

CAPÍTULO III

PROGRAMA DE ATENDIMENTO AO SUPERDOTADO DA

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL

“...capacidade e talento são efetivamente a fonte de recursos mais perene com que a humanidade pode contar, pois, por ser renovável a cada geração, constitui-se em algo praticamente inesgotável.”

48