1.3 The Tate construction
1.3.2 The Tate construction
Estabelecem os jovens adultos relação entre as estratégias de resolução de conflitos e o conhecimento do par amoroso?
No olhar dos jovens adultos, do presente estudo, a relação entre as estratégias de resolução de conflitos e o conhecimento do par amoroso parece constituir um factor pouco pensado como influente nas suas relações. É, no entanto, possível encontrar associações entre o conhecimento do par amoroso e das estratégias de resolução de conflitos na literatura. Gottman (2001) postula que “os casais que dispõem de mapas de amor detalhados do mundo dos seus parceiros estão muito mais bem preparados para enfrentar acontecimentos ‘stressantes’ e situações de conflito” (Gottman, 2001, p.62) e que é importante os casais conhecerem o par amoroso e as suas opiniões próprias para conseguirem manter a satisfação no casamento. Sendo que “quando escolhemos um parceiro a longo prazo… inevitavelmente estamos a escolher um conjunto específico de problemas insolúveis para os próximos, dez, vinte, cinquenta anos” (Dan While, Citado por., Gottman, 2001, p.139).
Na tentativa de perceber de que forma estas variáveis se inter-relacionavam, no presente estudo, tentou verificar-se se a forma como os participantes classificavam o apoio pecebido pelo conhecimento do par amoroso se coadunava com o apoio percebido pelas estratégias de resolução de conflitos. Verificou-se que o conhecimento do par amoroso é classificado maioritariamente como conferindo muito apoio à relação (oito participantes – 66.6%), enquanto as estratégias de gestão da negatividade são maioritariamente classificadas como dando algum apoio às relações (seis participantes – 50%). Mais uma vez, apesar de as estratégias de coping serem classificadas por quatro participantes como retirando apoio à relação, é importante lembrar que a maioria dos participantes conferiu-lhe uma avaliação específica positiva. Mostrando assim, que mesmo não relacionando directamente o conhecimento do par amoroso com as estratégias de resolução de conflitos, os participantes do presente estudo, percepcionam ambas as categorias como uma fonte de apoio positiva e importante para as suas
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Para visualizar o gráfico que expressa a relação entre as variáveis contempladas nesta análise consultar o Apêndice XI.
32 relações amorosas, ainda que as estratégias de resolução de conflitos não sejam uma fonte de apoio imediato como o conhecimento do par amoroso.
CONCLUSÃO
Neste capítulo final, iremos reflectir sobre os resultados obtidos no estudo, limitações e propostas para futuras investigações.
O presente estudo procurou demonstrar a complexidade inerente ao desenvolvimento das relações amorosas do jovem adulto. Através dos seus pensamentos, sentimentos e pontos de vista, foi possível perceber que factores consideram como apoio para as suas relações.
Ao longo de toda a análise de dados, foi possível perceber que os participantes consideravam a comunicação como ponto central de todo o apoio concedido pelas variáveis. De acordo com o 1º axioma de comunicação humana (Watzlawick, 1981) – todo o comportamento é comunicação - os factos partilhados pelos casais, da amostra, vão de encontro à permissa deste axioma. De facto, quando apresentavam as suas escolhas, demonstravam a necessidade de explicarem ao seu parceiro amoroso o porquê daquela escolha, reflectindo muitas vezes em conjunto sobre a forma como aquela categoria poderia ou não dar apoio à relação. De acordo com Feeney, Noller e Ward (1997) “a comunicação é um processo fundamental, dado que é através dela que as relações nascem e se desenvolvem” (Narciso, 2001, p.127). Note-se que “a comunicação pré-conjugal é um forte preditor da satisfação conjugal num período de 3 a 5 anos após o casamento” (Walsh, Baucom, Tyler & Sayers, 1993, citado por Narciso, 2001, p.128).
Como conclusão principal deste estudo apontamos a percepção de apoio que o conhecimento do par amoroso concede às relações amorosas, tendo sido a única categoria classificada maioritariamente como facultando muito apoio às relações amorosas. Sabemos que, do conhecimento do par amoroso, emerge não apenas o amor mas “a força de espírito para vencer as tempestades conjugais” (Gottman, 2001, p.62) e que quando há respeito mútuo, existe abertura para os pontos de vista de cada um. Segundo a perspectiva de Franck-Lynch (1986, citado por Relvas 2004), a formação do
nós implica um equilíbrio entre as necessidades de cada um dos membros do casal.
É de notar que, ao longo do discurso, os participantes distinguiam a classificação de muito apoio à relação de algum apoio à relação, justificando que ao classificarem
33 como algum apoio, ainda tinham espaço para crescer individualmente e na relação dentro das áreas avaliadas.
Importa referir que aquando da análise da avaliação específica da auto-estima, do auto-conceito, das estratégias de coping e das estratégias de gestão da negatividade, esta última ganha destaque bem como o auto-conceito pela avalição unicamente positiva. Enquanto a auto-estima e as estratégias de coping foram minoritariamente avaliadas como providenciando nenhum apoio á relação ou como retirando apoio á relação, respectivamente.
Assim ao adoptar esta reflexão, percebemos que, para os jovens adultos, conhecer o parceiro amoroso é de facto uma fonte de apoio de primeira instância aquando de uma situação de conflito, enquanto a sua auto-estima e as estratégias para gerir a negatividade são uma fonte de apoio a que não recorrem de imediato, o seu auto- conceito um apoio a que sabem que podem recorrer, mas que não recorrem regularmente e as estratégias de coping como um resultado difícil de compreender.
Limitações
A principal limitação deste estudo prende-se com o número reduzido de participantes, o que implica que não se consiga determinar se os resultados obtidos resultam de particularidades dos casais que participaram no estudo, uma vez que se tem uma amostra por conveniência, ou se realmente, lançam pistas sobre o tema.
Outro ponto que se deve considerar é a entrevista ser realizada simultaneamente a ambos os membros do casal. Deve ter-se em consideração esta limitação devido ao facto dos sujeitos poderem preferir não partilhar alguns aspectos perante a presença do seu parceiro.
Também o facto de se tratar de um estudo de origem qualitativa, por si só, já confere algumas limitações, nomeadamente, a limitação da subjectividade da codificação do investigador, apesar de ser realizada por mais do que um. Também a entrevista semi-estruturada e a própria tarefa realizada pelos participantes, estão sujeitas ao impacto do investigador na emergência de dados e à interpretação de cada indivíduo.
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Pistas para futuras investigações
Como propostas para investigações futuras considera-se importante a realização de estudos que superem algumas das limitações anteriormente referidas, ou que desenvolvam alternativas às opções tomadas neste estudo. Sugere-se, ainda, que se realizem estudos longitudinais que permitam a conjugação de diferentes abordagens e métodos que contemplem diferentes culturas, de modo a alcançar-se uma visão mais global, coerente e integrada da temática em questão.
Seria importante fazer um estudo com um número maior de participantes de forma a perceber se as diferenças encontradas no apoio percebido dos diferentes factores, seriam sustentadas por esse estudo. E ainda perceber se existem diferenças, entre mulheres e homens, na percepção do apoio percebido de cada uma das variáveis.
Tendo em conta a ideia defendida neste estudo, que consiste na necessidade de compreender que recursos os casais pensam ter disponiveis como apoio à sua relação, propõe-se a realização de estudos comparativos que contemplem resultados obtidos ao nível da satisfação do casal, após a frequência de programas educacionais pré-conjugais. Por fim, ambiciona-se que o presente estudo, ainda que emerso na complexidade da temática dos relacionamentos amorosos, contribua para aumentar o conhecimento nesta área.
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41 UNIVERSIDADE DE LISBOA
FACULDADE DE PSICOLOGIA
AUTO-ESTIMA, CONHECIMENTO DO PAR AMOROSO E
ESTRATÉGIAS DE COPING: PERCEPÇÃO DOS JOVENS ADULTOS SOBRE O APOIO À RELAÇÃO AMOROSA
ANEXOS E APÊNDICES
Nídia Nair dos Santos Botelho
MESTRADO INTEGRADO EM PSICOLOGIA
(Secção de Psicologia Clínica e da Saúde/ Núcleo de Psicologia Clínica Sistémica)
42 UNIVERSIDADE DE LISBOA
FACULDADE DE PSICOLOGIA
AUTO-ESTIMA, CONHECIMENTO DO PAR AMOROSO E
ESTRATÉGIAS DE COPING: PERCEPÇÃO DOS JOVENS ADULTOS SOBRE O APOIO À RELAÇÃO AMOROSA
ANEXOS E APÊNDICES
Nídia Nair dos Santos Botelho
Dissertação Orientada pela Professora Doutora Maria Teresa Ribeiro Co-orientada pela Mestre Ana Lídia Pego
MESTRADO INTEGRADO EM PSICOLOGIA
(Secção de Psicologia Clínica e da Saúde/ Núcleo de Psicologia Clínica Sistémica)
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Anexos
Anexo A: Tópicos gerais orientadores da construção do guião de entrevista semi- estruturada e dos materiais utilizados
Anexo B: Mapa dos Recursos do Casal