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The financial conjuncture among Rogaland municipalities

9.2 Financial performance across municipalities in Rogaland county

9.2.2 The financial conjuncture among Rogaland municipalities

Com esta dimensão pretende-se descobrir qual a atitude dos sujeitos face à Matemática e se a aplicação das provas de aferição de Matemática a todos os alunos do 4º ano os fez sentir necessidade de formação. Neste sentido, foi possível distinguir duas categorias: atitude face à Matemática e influência das provas na necessidade de formação.

Categoria: Atitude face à Matemática

Esta categoria encontra-se dividida em três subcategorias (quadro 11): preferência/importância, frequência de formações e dificuldades.

Em relação à primeira subcategoria, “Preferência/importância”, todos os sujeitos são unânimes em afirmar que gostam de trabalhar a área Matemática. Três deles consideram- na, ainda, uma área prioritária.

No que respeita à segunda subcategoria, “Frequência de formações”, seis sujeitos já frequentaram ou estão a frequentar a formação do Programa de Formação Contínua para o 1º Ciclo; outros referem já ter feito algumas formações que não especificaram e um sujeito ainda não frequentou nenhuma formação no âmbito desta área. Um dos sujeitos já foi corrector das provas de aferição de Matemática, tendo tido formação nesse sentido.

Na última subcategoria, “Dificuldades”, quatro sujeitos referem a geometria como o conteúdo onde sentem maiores dificuldades; três não sentem dificuldades significativas embora um deles saliente que gostaria de conhecer materiais novos; um sujeito afirma que gostaria de conhecer materiais novos e estratégias de transmissão dos conteúdos; um sujeito refere a numeração decimal e a resolução de problemas e um dos sujeitos também refere a passagem de assuntos concretos para os abstractos como uma das suas dificuldades.

Quadro 11: Atitude face à Matemática

Subcategorias Unidades de sentido

Preferência/Importância “A Matemática é divertida. É uma das minhas áreas

preferidas e, por isso, gosto de trabalhar Matemática.” (P1) “Sempre foi uma área prioritária” (P2)

“é uma área a que dedico grande tempo e importância.” (P3) “Ah, positiva! Eu sempre gostei muito de matemática” (P4)

“é um instrumento que ajuda a saber pensar, estruturar o pensamento e encaro-a como uma área muito importante” (P5)

Preferência/Importância (cont.)

Matemática, gosto especialmente” (P6)

“eu gosto de trabalhar a Matemática, é uma área que eu gosto muito de trabalhar” (P7)

“Sempre dei muita atenção ao ensino da Matemática (…). Eu sempre gostei de dar porque parecem mostrar também um gosto por esta actividade.” (P8)

“Eu gosto bastante da área da Matemática, só tenho pena que os alunos não tenham o mesmo gosto por ela e que sintam tantas dificuldades.” (P9)

“Eu sempre gostei muito da Matemática e gosto da Matemática” (P10)

Frequência de formações

“Duas ou três acções de formação (…) Neste momento estou a fazer a formação proposta pelo Ministério no âmbito do plano de formação da Matemática para professores de 1º Ciclo.” (P1)

“Frequentei dois anos uma formação no Instituto Politécnico da Guarda em horário pós-laboral, cerca de 70 horas por ano com aulas assistidas.” (P2)

“Já fiz muitas, mas ultimamente até não tenho feito.” (P3) “Já ando no segundo ano do programa de formação contínua de Matemática.” (P4)

“Nenhuma.” (P5)

“Nos últimos dois anos frequentei a formação Contínua para professores do 1º Ciclo (…) também já fiz algumas formações de 1 dia, especialmente dedicadas à resolução de problemas.” (P6)

“penso que já fiz uma ou duas.” (P7)

“Não tenho feito grandes formações e já fui avaliadora das provas de aferição e fiz aquela formaçãozinha para as corrigir.” (P8)

“Eu frequentei dois anos a formação, o Programa de Formação Contínua para o 1º Ciclo, em Matemática e já tenho feito outras formações (…) uma em que se trabalhou o calculador multibásico” (P9)

“frequentei durante dois anos o Programa de Formação Contínua para professores do 1º Ciclo na área da Matemática e já tinha feito, há mais ou menos quinze anos, uma formação na área da Matemática” (P10)

Dificuldades “Sobretudo nessas novas vertentes que estão a ser

exploradas (…) para as quais aponta nomeadamente o novo programa da Matemática. Sobretudo naqueles problemas de resposta aberta que não têm que ser forçosamente resolvidos por cálculos matemáticos, por algoritmos, mas podem ser resolvidos por tabelas, por gráficos, entre outros.” (P1)

“Na numeração decimal e resolução de situações problemáticas no âmbito da transmissão aos alunos.” (P2) “Não sinto assim nenhuma necessidade relevante, imediata (…) Talvez, tanto de conhecer materiais novos como a nível de trabalhar com eles.” (P3)

“nenhuma em especial e, se calhar, em todas no global porque há sempre coisas novas que nos apresentam e isso é importante.” (P4)

“Talvez geometria.” (P5)

“conceitos geométricos e também na passagem de assuntos concretos para os abstractos” (P6)

Dificuldades (cont.) “Nunca foi uma área onde sentisse muita necessidade” (P7)

“Gostaria de ter formação para ter mais conhecimentos sobre esses materiais [novos] (…) e até estratégias de dar a matéria” (P8)

“Talvez na parte que diz respeito à Geometria, sinto que não estou tão preparada para dar esses assuntos.” (P9)

“na parte da geometria” (P10)

Categoria: Influência das provas na necessidade de formação

Nesta categoria não foi possível encontrar subcategorias (Quadro 12). Assim, todos os sujeitos são unânimes em afirmar que a aplicação das provas de aferição de Matemática, só por si, não os fez sentir necessidade de formação. Os que a procuraram fizeram-na por valorização pessoal e profissional.

Quadro 12: Influência das provas na necessidade de formação

Subcategorias Unidades de sentido

“Nenhuma, fui para a formação de Matemática (…) achei que uma vez que tinha de fazer formação ia para uma coisa de que gostava.” (P1)

“Não foi pelas provas que fiz a formação, mas sim pela valorização pessoal.” (P2)

“Não senti necessidade que tenha por ponto de partida a prova de aferição.” (P3)

“Não foram as provas de aferição que me levaram, gosto de me actualizar, trocar experiências, ver novos materiais e tomar contacto com novas estratégias” (P4)

“As provas em si não me levaram a frequentar acções.” (P5) “Não foi a aplicação das provas, mas (…) o desejo de melhorar e actualizar o meu nível de conhecimentos.” (P5) “Ainda não levaram.” (P7)

“As provas acho que não me fizeram sentir necessidade de participar em acções de formação, embora sentisse necessidade de ter essas acções de formação para valorização própria” (P8)

“É que não foram bem as provas que me levaram a frequentar a formação, mas sim o gosto pela área e a necessidade de me actualizar em conteúdos e conceitos.” (P9)

“As provas de aferição não me incentivaram, não me influenciaram. Eu acabei por ir para a formação (…) para me valorizar, para me actualizar e prontos… para aprender coisas diferentes.” (P10)