• No results found

The Computer-Based Instrument for Low motor Language Testing

3.3 Instrumenter

3.3.1 The Computer-Based Instrument for Low motor Language Testing

Os estilos de vida assumem-se como um factor relevante para o envelhecimento com qualidade, pois a prática de um estilo de vida saudável favorece os níveis de BES e a saúde dos idosos. Contudo, nem todos os factores dos estilos de vida se revelam determinantes para a qualidade do envelhecimento. Destaca-se principalmente o contributo positivo da socialização, da actividade e do coping funcional. Conviver com outras pessoas (amigos e familiares), ter uma relação positiva com os outros, percepcionar ter suporte social, praticar exercício físico, ter uma vida activa, ocupar-se com algumas actividades (desde passatempos a passeios), não se preocupar excessivamente com os problemas nem ter pensamentos de ruminação favorecem níveis superiores de BES e promovem a saúde. De referir que este tipo de padrão comportamental é principalmente importante para os níveis de bem-estar e para a avaliação subjectiva da saúde.

Outra variável que também é determinante para a qualidade do envelhecimento é o coping. Os estilos de coping predizem os níveis de BES e a saúde dos idosos. De referir que os estilos de coping são mais relevantes para o BES e para a saúde mental. Em traços gerais estilos de coping considerados positivos favorecem os níveis de BES e a saúde física e mental. Em contrapartida, estilos de coping considerados negativos são nocivos para o envelhecimento bem sucedido. A titulo de exemplo, em relação ao BES o coping activo, a reinterpretação positiva e o humor favorecem a felicidade, enquanto o coping religioso e a negação diminuem os níveis de bem-estar. Novamente o coping religioso e a negação favorecem uma pior avaliação subjectiva da saúde e promovem a sintomatologia psicológica, enquanto a reinterpretação positiva e o humor promovem a saúde.

Destaca-se que o estilo de coping que se afirmou sempre como preditor significativo do BES, da auto-percepção de saúde e do índice de saúde mental é a

reinterpretação positiva. Tal facto demonstra o papel central deste estilo de coping no envelhecimento com qualidade, especialmente numa fase da vida onde começam a surgir dificuldades para se implementar o coping de resolução de problemas.

A personalidade também desempenha um papel relevante no envelhecimento, influenciando quer os estilos de vida e de coping, quer os indicadores do envelhecimento bem sucedido: o BES, a avaliação subjectiva de saúde, o estado de saúde e o índice geral de saúde mental.

Entre os cinco traços de personalidade avaliados destaca-se a importância de três: o neuroticismo, a extroversão e a abertura á experiência. Em traços gerais a extroversão favorece os níveis de felicidade, a saúde, a prática de um estilo de vida saudável e o recurso a estilos de coping adequados (e.g. coping activo, reinterpretação positiva). O neuroticismo é prejudicial para o BES, para a saúde, assim como diminui a prática de um estilo de vida saudável e potencia os estilos de coping negativos (e.g. promove o coping religioso e diminui o coping de humor e a reinterpretação positiva). Em relação à abertura à experiência não detém um papel tão preponderante como os outros dois traços de personalidade. Ainda assim promove um estilo de vida saudável e favorece o uso de dois estilos de coping positivos: o coping activo e o humor.

Outra conclusão que se pode retirar é que os estilos de vida medeiam a relação entre a personalidade e o BES, a avaliação subjectiva de saúde, o estado de saúde e a saúde mental dos idosos. Conclui-se que o estilo de vida é um dos mecanismos através do qual a personalidade influencia o nível de felicidade e a saúde dos idosos. Salienta-se que é um dos mecanismos, não sendo a única explicação possível para a capacidade de influência da personalidade. O facto da maioria da capacidade de mediação dos estilos de vida ser parcial (apesar de se verificarem algumas situações

de mediação total) sugere que existem outros factores relevantes na explicação de como a personalidade influencia o BES, a saúde fisica e a saúde mental.

De facto, os estilos de coping também medeiam parcialmente a influência da personalidade sobre o BES e a saúde física dos idosos. Neste sentido, os estilos de coping também são um dos caminhos através dos quais a personalidade influência o BES e a saúde dos idosos. Mais uma vez, verifica-se que os resultados apontam para a existência de diversos mecanismos através dos quais a personalidade influencia o BES e a saúde.

Em suma, conclui-se que a prática de um estilo de vida saudável e o uso de estilos de coping positivos favorece um envelhecimento com qualidade, avaliado através de níveis superiores de BES e de melhores índices de saúde. Todavia, salienta-se que existem diversas variáveis que intervêm na qualidade do envelhecimento, tais como os traços de personalidade e variáveis sociodemográficas. Conclui-se que o BES e a saúde na terceira idade resultam da conjugação de diversos factores, entre os quais o estilo de vida e de coping têm um papel importante.

À luz dos resultados encontrados recomenda-se a promoção de um estilo de vida saudável, pautado pela actividade física, pela ocupação do tempo livre com actividades de interesse para o idoso (e.g. passatempos, passeios), pela interacção harmoniosa com outros, pelo convívio social e por não se preocuparem em excesso com os problemas. Os dois factores dos estilos de vida onde os idosos demonstraram ter menos comportamentos saudáveis são a actividade e o coping funcional, pelo que se recomenda especial ênfase na promoção de um estilo de vida activo, preenchido com actividades de interesse e exercício físico e maior descentração nos problemas.

Outro aspecto central na promoção do envelhecimento com qualidade é o estilo de coping. Recomenda-se a promoção do coping considerado positivo, como por

reinterpretação positiva destacou-se como o estilo de coping mais relevante para o BES e saúde dos idosos. Todavia inclui-se no grupo de estilos de coping menos utilizados pelos idosos.

Consequentemente, quer individualmente em contexto de consulta psicológica, quer em contexto de intervenção em grupos, deve-se promover a capacidade de desenvolver outra perspectiva sobre os problemas, encarando as situações stressantes numa perspectiva positiva e de crescimento e valorização pessoal. A promoção do coping de reinterpretação positiva torna-se ainda mais importante na terceira idade, pois os idosos começam a ter mais dificuldades em implementarem outras estratégias positivas, tais como o coping de resolução de problemas. Assim, a reinterpretação positiva pode ser uma ferramenta imprescindível para enfrentar as situações de stresse e manter uma percepção de qualidade de vida aceitável para o idoso.

Independentemente da importância dos resultados encontrados é necessário mencionar algumas limitações do presente trabalho. Primeiro, apesar da amostra ser alargada, é uma amostra de conveniência, que poderá não ser representativa da população idosa portuguesa. Neste sentido impõe-se cuidado na generalização dos resultados. De forma a combater esta limitação seria útil replicar este estudo.

Segundo, como foi referido no enquadramento teórico existem diversas variáveis que podem definir o envelhecimento com qualidade. Presentemente, observou-se que a prática de um estilo de vida saudável e ter um estilo de coping positivo é bom para o envelhecimento com sucesso, avaliado através do BES, da saúde subjectiva e de um índice de psicopatologia. Todavia, permanece a dúvida se os estilos de vida e de coping também são relevantes para outros indicadores do envelhecimento com sucesso. Por exemplo, terá o estilo de vida e o coping a mesma influência nas medidas de qualidade de vida ou na capacidade funcional e cognitiva dos idosos?

Terceiro, só é possível ter a certeza das relações causais em estudos longitudinais. Consequentemente, uma sugestão para o futuro é estudar esta temática através de uma investigação longitudinal. Não só permitiria perceber as relações causais mas também compreender a evolução nos estilos de vida e de coping ao longo do life-span, assim como a sua relevância em cada fase da vida para o BES e saúde dos sujeitos.

A presente investigação tem um carácter inovador, pois não se conhece outro estudo que em Portugal avalie os estilos de vida e de coping na terceira idade, nem qual o seu impacto no BES e na saúde. Os resultados sugerem que este é um tema que merece o interesse dos investigadores. No entanto, as variáveis indicadoras da saúde física são maioritariamente de cariz subjectivo (percepção de saúde). Apesar do estado de saúde ser uma variável mais objectiva também é afectada pela personalidade, estando também contaminada pela subjectividade. De futuro seria interessante incluir indicadores objectivos da saúde dos idosos (e.g. exame médico), dotando o estudo de medidas mais completas sobre a saúde. Esse acréscimo permitirá comparar qual o impacto das variáveis na saúde. Por exemplo esclarecendo se a influência dos estilos de vida e de coping é diferente consoante se fale em saúde subjectiva ou em saúde objectiva.

Por fim, salienta-se que os resultados do presente estudo vão ao encontro da conclusão de uma investigadora portuguesa sobre o BES: “(…) o BES dos indivíduos depende, em grande parte, da acção dos próprios indivíduos e eles podem activamente promover o seu bem-estar. Ou seja, embora a realidade objectiva seja um factor inalienável na contribuição para o BES, em circunstâncias em que as necessidades humanas básicas estão asseguradas, a sua importância torna-se secundária.” (Galinha, 2008, p. 233).

Referências

Agin, B. & Perkins, S. (2008). Healthy aging for dummies. USA: Wiley Publishing.

Antoniazzi, A.; Dell’Aglio, D. & Bandeira, D. (1998). O conceito de coping: uma revisão teórica. Estudos de Psicologia, 3 (2), 273-294.

Argyle, M. (2003). Causes and correlates of happiness. In Kahneman, Diener & Schwarz (Eds.), Well-being: The foundations of hedonic psychology (pp. 353-373). New York: Russell Sage Foundation.

Arnold, R.; Ranchor, A.; Koeter, G.; Jongste, M. & Sanderman, R. (2005). Consequences of chronic obstructive pulmonary disease and chronic heart failure: the relationship between objective and subjective health. Social Science & Medicine, 61, 2144-2154.

Arrindell, W.; Nieuwenhuizen, C. & Luteijn, F. (2001). Chronic psychiatric status and satisfaction with life. Personality and Individual Differences, 31, 145-155.

Arthaud-Day, M.; Rode, J.; Mooney, C.; Near, J. (2005). The subjective well-being construct: A test of its convergent, discriminant and factorial validity. Social Indicatiors Research, 74, 445-476.

Artistico, D.; Baldassari, F.; Lauriola, M. & Laicardi, C. (2000). Dimensions of health- related dispositions in elderly people: relationships with health behavior and personality traits. European Journal of Personality, 14, 533-552.

Azar, D.; Ball, K.; Salmon, J.; Cleland, V. (2008). The association between physical activity and depressive symptoms in young women: a review. Mental Health and Physical Activity, 1, 82-88.

Backett, C. K. & Davison, C. (1995). Lifecourse and lifestyle: The social and cultural location of health behaviours. Social Science and Medicine, 40 (5), 629-638.

Barak, Y. (2006). The immune system and happiness. Autoimmunity Reviews, 5, 523- 527.

Barganier, D. (2007). Does coping mediate the relationship between personality and subjective well-being? (Tese de Mestrado em Psicologia da Saúde). USA: Central Connecticut State University: Department of Psychology.

Bar-Tur, L.; Levy-Shiff, R. & Burns, A. (1998). Well-being in aging: Mental engagements in elderly men as a moderator of losses. Journal of Aging Studies, 12 (1), 1-17.

Ben-Zur, H. (2002). Coping, affect and aging: the roles of mastery and self-esteem. Personality and Individual Differences, 32, 357-372.

Berg, C.; Meegan, S. & Deviney, F. (1998). A social-contextual model of coping with everyday problems across the lifespan. International Journal of Behavioral Development, 22 (2), 239-261.

Bertoquini, V. & Ribeiro, J.L.P. (2006). Estudo de formas muito reduzidas do Modelo dos Cinco factores da Personalidade. Psychologica, 43, 193-210.

Bishop, G.; Tong, E.; Diong, S.; Enkelmann, H.; Why, Y.; Khader, M. & Ang, J. (2001). The relationship between coping and personality among police officers in Singapore. Journal of Research in Personality, 35, 353-374.

Biswas-Diener, R. & Diener, E. (2006). The subjective well-being of the homeless, and lessons for happiness. Social Indicators Research, 76, 185-205.

Blanchflower, D. & Oswald, A. (2008). Is well-being U-shaped over the life cycle? Social Science & Medicine, 66, 1733-1749.

Bode, C.; Ridder, D. & Bensing, J. (2006). Preparing for aging: Development, feasibility and preliminary results of an educational program for midlife and older based on proactive coping theory. Patient Education and Counseling, 61, 272-278.

Bogg, T.; Voss, M.; Wood, D. & Roberts, B. (2008). A hierarchical investigation of personality and behavior: examining neo-socioanalytic models of health-related outcomes. Journal of Research in Personality, 42, 183-207.

Boland, A. & Cappeliez, F. (1997). Optimism and neuroticism as predictors of coping and adaptation in older women. Personality and Individual Differences, 22 (6), 909-919.

Borgonovi, F. (2008). Doing well by doing good. The relationship between formal volunteering and self-reported health and happiness. Social Science & Medicine, 66, 2321-2334.

Bourchard, G.; Guillemette, A. & Landry-Léger, N. (2004). Situational and dispositional coping: an examination of their relation to personality, cognitive appraisals and psychological distress. European Journal of Personality, 18, 221-238.

Bowling, A. & Dieppe, P. (2005). What is successful ageing and who should define it? BMJ, 331, 1548-1551.

Brebner, J. (2001). Personality and stress coping. Personality and Individual Differences, 31, 317-327.

Bryant, L.; Corbett, K. & Kutner, J. (2001). In their words: a model of healthy aging. Social Science & Medicine, 53, 927-941.

Burns, A.; Brown, J.; Sachs-Ericsson, N.; Plant, A.; Curtis, J.; Fredrickson, B. & Joiner, T. (2008). Upward spirals of positive emotion and coping: replication, extension and initial exploration of neurochemical substrates. Personality and Individual Differences, 44, 360-370.

Canavarro, M.C. (1999). Inventário de sintomas psicopatológicos – BSI. In Simões, M.; Gonçalves, M. & Almeida, L (Eds.), Testes e provas psicológicas em Portugal (p. 95- 109) (vol. 2). Braga: APPORT/SHO.

Cantor, N. & Sanderson, C. (2003). Life tasks participation and well-being: The importance of taking part in daily life. In Kahneman, Diener & Schwarz (Eds.), Well- being: The foundations of hedonic psychology (pp. 230-243). New York: Russell Sage Foundation.

Carr, A. (2004). Positive Psychology: The science of happiness and human strengths. New York: Brunner-Routledge. pp. 1-45.

Catanzaro, S. (1997). Mood regulation expectancies, affect intensity, dispositional coping and depressive symptoms: a conceptual analysis and empirical reanalysis. Personality and Individual Differences, 23 (6), 1065-1069.

Celso, B.; Ebener, D. & Burkhead, E. (2003). Humor coping, health status and life satisfaction among older adults residing in assisted living facilities. Aging & Mental Health, 7 (6), 438-445.

Chang, E.; Sanna, L.; Riley, M.; Thornburg, A.; Zumberg, K. & Edwards, M. (2007). Relations between problem-solving styles and psychological adjustment in young adults: is stress a mediating variable? Personality and Individual Differences, 42, 135- 144.

Cheng, H. & Furnham, A. (2001). Attributional style and personality as predictors of happiness and mental health. Journal of Happiness Studies, 2, 307-327.

Chien, L.; Ko, H. & Wu, J. (2007). The five-factor model of personality and depressive symptoms: one-year follow-up. Personality and Individual Differences, 43, 1013-1023.

Chodzko-Zajko, W.; Schwingel, A. & Park, C. (2008). Successful aging: the role of physical activity. American Journal of Lifestyle Medicine, x (x), 1-9.

Chou, K. (1999). Social support and subjective well-being among Hong Kong Chinese young adults. The Journal of Genetic Psychology, 160 (3), 319-331.

Clark, M.; Hampson, S.; Avery, L.; Simpson, R. (2004). Effects of a tailored lifestyle self-management intervention in patients with Type 2 diabetes. British Journal of Health Psychology, 9, 365-379.

Cockerham, W. (2000). Health lifestyles in Russia. Social Science & Medicine, 51, 1313-1324.

Cohen, S. & Pressman, S. (2006). Positive affect and health. Current Directions in Psychology Science, 15 (3), 122-125.

Compagnone, P.; Van, M. & Bouisson, J. (2007). Définition de la qualité de vie par des personnes âgées. Revue Européenne de Psychologie Appliquée, 57, 175-182.

Consedine, N. & Moskowitz, J. (2007). The role of discrete emotions in health outcomes: a critical review. Applied and Preventive Psychology, 12, 59-75.

Courneya, K. & Hellsten, L. (1998). Personality correlates of exercise behavior, motives, barriers and preferences: an application of the five-factor model. Personality and Individual Differences, 24 (5), 625-633.

Cousins, S. & Gillis, M. (2005). “Just do it… before you talk yourself out of it”: the self- talk of adults thinking about physical activity. Psychology of Sport and Exercise, 6, 313- 334.

Cruz, J. P.; Campôa, E. & Ribeiro, A. L. (2009). Escala de estilos de vida para idosos (EEVI): Construção e validação. In Jesus, S.; Leal, I. & Rezende, M. (coords.), Experiências e intervenções em psicologia da saúde: Resumos e textos do I Congresso luso-brasileiro de psicologia da saúde, (pp. 600-610). Portugal: Universidade do Algarve – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais.

Dambrun, M. (2007). Gender differences in mental health: the mediating role of perceived personal discrimination. Journal of Applied Social Psychology, 37 (5), 1118- 1129.

Dean, K.; Colomer, C.; Pérez-Hoyos, S. (1995). Research on lifestyles and health: Searching for meaning. Social Science and Medicine, 41 (6), 845-855.

DeLongis, A. & Holtzman, S. (2005). Coping in context: the role of stress, social support and personality in coping. Journal of Personality, 73 (6), 1-22.

Diener, E. (1996). Traits can be powerful, but are not enough: Lessons from subjective well-being. Journal of Research in Personality, 30, 289-399.

Diener, E. & Biswas-Diener, R. (2002). Will money increase subjective well-being? A literature review and guide to needed research. Social Indicators Research, 57, 119- 169.

Diener, E. & Lucas, R. (2003). Personality and subjective well-being. In Kahneman, Diener & Schwarz (Eds.), Well-being: The foundations of hedonic psychology (pp. 213- 229). New York: Russell Sage Foundation.

Diener, E.; Scollon, N. C. & Lucas, E. R. (2003). The evolving concept of subjective well-being: the multifaceted nature of happiness. Advances in Cell Aging and Gerontology, 15, 187-219.

Diener, E. & Suh, E. (2003). National differences in subjective well-being. In Kahneman, Diener & Schwarz (Eds.), Well-being: The foundations of hedonic psychology (pp. 434-450). New York: Russell Sage Foundation.

Diener, E.; Suh, E. & Oishi, S. (1997). Recent findings on subjective well-being. Indian Journal of Clinical Psychology, 24 (1), 25-41.

Diener, E.; Suh, E.; Lucas, R. & Smith, H. (1999). Subjective well-being: Three decades of progress. Psychological Bulletin, 125 (2), 276-302.

Diener, E.; Oishi, S.; & Lucas, E. R. (2003a). Personality, culture and subjective well- being: Emotional and cognitive evaluations of life. Annual Review Psychology, 54, 403- 425.

Dolan, P.; Peasgood, T. & White, M. (2008). Do we really know what makes us happy? A review of the economic literature on the factors associated with subjective well-being. Journal of Economic Psychology, 29, 94-122.

Dubé, M.; Lapierre, S.; Bouffard, L. & Alain, M. (2007). Impact of a personal goals management program on the subjective well-being of young retirees. Revue Européenne de Psychologie Appliquée, 57, 183-172.

Dunér, A. & Nordstrom, M. (2005). Intentions and strategies among elderly people: Coping in everyday life. Journal of Aging Studies, 19, 437-451.

Dzuka, J. & Dalbert, C. (2006). The belief in a just world and subjective well-being in old age. Aging & Mental Health, 10 (5), 439-444.

Eid., M. & Diener, E. (2004). Global judgments of subjective well-being: situational variability and log-term stability. Social Indicators Research, 65, 245-277.

Elderen, T. & Dusseldorp, E. (2001). Lifestyle effects of group health education for patients with coronary heart disease. Psychology and Health, 16, 327-341.

Epel, E.; Lin, J.; Wilhelm, F.; Wolkowitz, O.; Cawthon, R.; Adler, N.; Dolbier, C.; Mendes, W. & Blackburn, E. (2006). Cell aging in relation to stress arousal and cardiovascular disease risk factors. Psychoneuroendocrinology, 31, 277-287.

Ferrari, C. (2007). Functional foods and physical activities in health promotion of aging people. Maturitas: The European Menopause Journal, 58, 327-339.

Flett, G.; Blankstein, K. & Obertynski, M. (1996). Affect intensity, coping styles, mood regulation expectancies and depressive symptoms. Personality and Individual Differences, 20 (2), 221-228.

Folkman, S. (1997). Positive psychological states and coping with severe stress. Social Science & Medicine, 45 (8), 1207-1221.

Folkman, S. & Moskowitz, J. (2004). Coping: Pitfalls and promise. Annual Review Psychology, 55, 745-774.

Fontaine, R. (2000). Psicologia do envelhecimento. (tradução de José Almeida) Lisboa: Climepsi Editores.

Fonseca, A. (2005). O envelhecimento bem sucedido. In Paúl, C. & Fonseca, A. (coords.), Envelhecer em Portugal: Psicologia, saúde e prestação de cuidados (pp. 281-311). Lisboa: Climepsi Editores.

Fonseca, A. (2005a). Aspectos psicológicos da passagem à reforma: Um estudo qualitativo com reformados portugueses. In Paúl, C. & Fonseca, A. (coords.), Envelhecer em Portugal: Psicologia, saúde e prestação de cuidados (pp. 45-73). Lisboa: Climepsi Editores.

Fonseca, A. (2007). Subsídios para uma leitura desenvolvimental do processo de envelhecimento. Psicologia: Reflexão e critica, 20(2), 277-289.

Fox, K.; Stathi, A.; McKenna, J. & Davis, M. (2007). Physical activity and mental well- being in older people participating in the Better Ageing Project. European Journal of Applied Physiology, 100, 591-602.

Furnham, A. & Cheng, H. (1999). Personality as predictor of mental health and happiness in the East and West. Personality and Individual Differences, 27, 395-403.

Galinha, I. (2008). Bem-estar subjectivo: factores cognitivos, afectivos e contextuais. Quarteto: Coimbra.

Galinha, I. & Pais Ribeiro, J. L. (2005). História e evolução do conceito de bem-estar subjectivo. Psicologia, Saúde & Doenças, 6 (2), 203-214.

Galinha, I. & Ribeiro, J. L. (2005a). Contribuição para o estudo da versão portuguesa da Positive and Negative Affect Schedule (PANAS): II – Estudo psicométrico. Análise Psicológica, 2 (XXIII), 219-227.

Gallagher, E. & Vella-Brodrick, D. (2008). Social support and emotional intelligence as predictors of subjective well-being. Personality and Individual Differences, 44, 1551-

Gannon, N. & Ranzijn, R. (2005). Does emotional intelligence predict unique variance in life satisfaction beyond IQ and personality? Personality and Individual Differences, 38, 1353-1364.

Garnefski, N.; Teeds, J.; Kraaij, V.; Legerstee, J. & Kommer, T. (2004). Cognitive emotion regulation strategies and depressive symptoms: differences between males and females. Personality and Individual Differences, 36, 267-276.

Gerdtham, U. & Johannesson, M. (2001). The relationship between happiness, health and socio-economic factors: results based on Swedish microdata. Journal of Socio- economics, 30, 553-557.

Geus, E. & Moor, M. (2008). A genetic perspective on the association between exercise and mental health. Mental Health and Physical Activity, 1, 53-61.

Gillison, F.; Skevington, S.; Sato, A.; Standage, M. & Evangelidou, S. (no prelo). The effects of exercise interventions on quality of life in clinical and healthy populations: a meta-analyses. Social Science & Medicine, xx, xxx-xxx.

Goldberg, L. & Strycker, L. (2002). Personality traits and eating habits: the assessment of food preferences in a large community sample. Personality and Individual