Hypotese 7: Det vil være sammenhenger mellom sykefraværet og ulike syn på hvor syk en skal være før det er legitimt å ta ut fravær
5.2 Testing av studiens hypoteser
5.2.2 Testing av hypotese 2
São softwares que foram projetados desde a sua primeira versão com o foco na Gestão do Conhecimento. Esses softwares são mais recentes no mercado e por isso menos conhecidos do que os softwares não-específicos que estão incorporando funções de Gestão do Conhecimento. Uma característica das ferramentas específicas é o foco no uso da informação com pouca estrutura para apoiar o processo de criação do conhecimento. Essas ferramentas oferecem apoio ao trabalho cooperativo e ao compartilhamento de conhecimento tácito.
Em várias categorias de ferramentas apresentadas anteriormente, o foco está na tentativa de estocar conhecimento. No entanto, dada a complexidade e o dinamismo do conhecimento, essa tarefa se torna árdua. Os mapas de conhecimentos surgem então como uma alternativa que permite colocar as pessoas em contato direto com especialistas, permitindo a troca de conhecimento tácito.
VARGAS (2000, p.17) destaca a importância da identificação e desenho dos mapas de conhecimentos relevantes para o negócio em que a empresa está inserida. Para DAVENPORT e PRUSAK (1998, p. 88), um mapa de conhecimento ou um sistema de páginas amarelas indica o conhecimento, mas não o contém. Trata-se portanto de um guia, não de um repositório. Segundo os autores, o desenvolvimento de um mapa de conhecimento envolve localizar conhecimentos importantes dentro da organização e depois publicar algum tipo de lista ou quadro que mostre onde encontrá-los. Mapas de
conhecimento apontam tipicamente para pessoas e também para documentos e bancos de dados. Os autores concluem que a principal finalidade e o mais evidente benefício de um mapa de conhecimento é mostrar para as pessoas de dentro da empresa para onde ir quando necessitarem de conhecimento.
Uma funcionalidade interessante oferecida pelas ferramentas específicas de Gestão do Conhecimento é o localizador de especialistas. Segundo DAVENPORT e PRUSAK (1998, p.163), o localizador de especialistas permite aos usuários pesquisar uma série de biografias em busca de um especialista em uma dada área do conhecimento. Os autores ressaltam que o localizador de especialistas deve incluir um guia, baseado em palavras-chave, das áreas de especialização existentes na empresa. Se o objetivo dos sistemas de GED é localizar documentos, já no caso do localizador de especialistas o objetivo é localizar pessoas.
Como o localizador de especialistas envolve mais as pessoas, DAVENPORT e PRUSAK (1998, p.163) alertam que as empresas costumam encontrar dificuldades não- tecnológicas na construção de seus sistemas localizadores de especialistas. De acordo com os autores, esses sistemas exigem considerável investimento de tempo por parte do especialista no sentido de colocar e atualizar sua biografia no banco de dados. Além disso, pode ser difícil motivar os especialistas a executarem tais tarefas. Nesse ponto é fundamental o envolvimento da área de recursos humanos da empresa. Fica claro mais uma vez que o sucesso de uma iniciativa de Gestão do Conhecimento depende não só de fatores tecnológicos.
Ao contrário dos sistemas de Business Intelligence que objetivam gerar informação a partir da análise de uma grande massa de dados estruturados, os mapas de conhecimento buscam estabelecer relações entre informações e pessoas para, eventualmente, disparar o processo de criação do conhecimento. Facilitando as oportunidades de contato entre o usuário e os especialistas, os mapas de conhecimento contribuem para a potencial geração de conhecimento. Na escada conceitual dado – informação – conhecimento, pode-se situar esses sistemas um degrau acima dos sistemas de Business Intelligence.
O resumo da classificação da categoria de acordo com os critérios da tipologia é o seguinte:
- Funcionalidade Essencial: Sistemas de Mapas de Conhecimento
- Processo de Conhecimento: Geração, codificação e transferência de conhecimento - Tipo de Conhecimento: Explícito e tácito
- Área de Origem dos Conceitos: Ciência da Informação e Gestão do Conhecimento
3.3.7.1. IBM KnowledgeX (IBM)
A IBM apresenta o KnowledgeX (abreviatura para Knowledge Experts) como sendo uma ferramenta específica para Gestão do Conhecimento. A ferramenta da IBM permite agrupar informações de diversas fontes como pessoas, documentos e Internet, facilitando a identificação de elos que conectam pessoas, eventos e negócios. O software utiliza interface Web e implementa as seguintes técnicas:
- Mapeamento do Conhecimento: os mapas de conhecimento são redes visuais ou
estruturas hierárquicas ligando objetos que podem ser pessoas, organizações ou documentos. Esses mapas definem um contexto para fontes diversas de informação usadas no negócio e mostram como essas fontes estão relacionadas. Os usuários podem descobrir alianças ocultas e a estrutura do seu setor, antecipando tendências nas estratégias dos competidores.
- Extração de Conceitos: a atividade inicial da construção de um mapa de
conhecimento é a identificação dos objetos que representam os conceitos de negócio. A ferramenta auxilia a localização de objetos através da descoberta de conceitos relacionados às palavras contidas em documentos. Por exemplo, cartão de crédito é um conceito de negócio mais relevante do que cartão ou crédito isoladamente.
- Facilidades de Busca: quando os trabalhadores do conhecimento tiverem
construído vários mapas do conhecimento e agrupado documentos relevantes, os objetos e as referências dos documentos são armazenadas em um repositório chamado base de conhecimento. À medida em que o número de itens na busca
aumenta, são necessárias várias facilidades de busca como a pesquisa em texto livre e a pesquisa por campos específicos dos documentos.
Convém lembrar que a Lotus foi adquirida pela IBM. Esta soma de forças coloca as duas empresas em posição de destaque no competitivo mercado de fornecedores de soluções de Gestão do Conhecimento.
3.3.7.2. Dataware (Dataware Technologies)
Fundada em 1998, a Dataware Technologies tem sede em Cambridge no estado americano de Massachussets. A empresa divulga que a sua ferramenta de Gestão do Conhecimento é utilizada por mais de 2000 empresas espalhadas entre 20 países. No Brasil, a Dataware é representada pela Padrão iX Sistemas Abertos. Os principais clientes da Dataware são a U.S. Patent and Trademark Office (agência norte-americana de patente), Daimler-Benz e a Canadian Government Catalogue of Material (instituição do governo canadense responsável pela catalogação de materiais).
A Dataware se posiciona no mercado como uma ferramenta específica de Gestão do Conhecimento e como um sistema direcionado para a administração de armazéns do conhecimento (knowledge warehouse). O objetivo de um armazém do conhecimento é integrar e preservar as funcionalidades inerentes aos “silos do conhecimento”, que são sistemas de informação isolados que atendem determinados grupos de trabalho ou processos específicos dentro da empresa.
A ferramenta Dataware foi desenvolvida inicialmente para ser um sistema de mapa de conhecimento. Em suas últimas versões, foram incorporadas funcionalidades de Business Intelligence, como o armazém do conhecimento. Percebe-se assim que a ferramenta está se tornando um pacote integrado de soluções de Gestão do Conhecimento.
A Dataware, empresa que fabrica o software de mesmo nome, acredita que não existe uma tecnologia única que irá substituir sistemas de groupware, servidores Web,
sistemas gerenciadores de bancos de dados, editores de texto e softwares de gerenciamento de documentos, pois cada software é específico para um tipo de atividade. Assim sendo, o objetivo da Dataware é prover uma interface única – o armazém de conhecimento – que unificaria o acesso ao conhecimento organizacional que se encontra disperso em vários silos organizacionais já existentes. Essa ferramenta apresenta uma grande capacidade de integração com a infra-estrutura tecnológica já existente.
A arquitetura do Dataware é formada pelos seguintes componentes:
- Diretório de Conhecimento: permite consultas sobre habilidades das pessoas,
retornando uma lista de especialistas classificados pela experiência.
- Categorizador de Conhecimento: automatiza um nível inicial de classificação do
conteúdo dos ativos de conhecimento a partir das categorias disponíveis no mapa do conhecimento. A Dataware entende que um misto de classificação automática e classificação manual de conteúdo é o ideal para se obter a produtividade desejada na categorização de um grande volume de informações.
- Agentes do Conhecimento: permitem a monitoração do armazém de conhecimento.
O usuário configura quais fontes de informação devem ser monitoradas e define a frequência e a forma (por e-mail ou página da Web) de notificação.