12. Proposta didàctica 1. Justificació
12.4. Tercera activitat: Sessió de cercle. Conclusions
… vivia na CP antes de vir para aqui, nasci em 1958 e vivi sempre cá em Évora, dentro da muralha, na Travessa das Coentreiras – era ao pé, às portas de Alcochel com a Serpa Pinto… Rua do Raimundo, dos Mercadores, tenho uma memória muito boa desde os 3 anos para cá lembro-me, a casa só tinha 2 divisões que era a cozinha e um quarto mas eram divisões amplas e depois tinha o chamado saguão que é uma espécie de pátio pequeno e não tinha mais nada, a cozinha era cozinha e casa de jantar e o quarto vivi lá até aos 4 anos ou 5 e o quarto era onde dormia com os meus pais e depois mudámos quando nasceu uma irmão, era pequenino e se tivesse plantas era um vaso ou outro, não dava para brincar, brincava na rua, não passavam lá carros nenhuns que não passavam lá… ainda hoje não passam, é difícil em Ev nas travessa passar lá carros e aquela era muito apertada, lembro-me perfeitamente que brincávamos na rua e ao fim da rua tinha um largo que dava para a rua dos mercadores, brincávamos por ali, ainda era uma boa meia dúzia de
crianças, depois fomos para a Senhora da Glória ali ao pé da André de Gouveia. Ali já tínhamos 3 assoalhadas, eu e a minha irmã dormimos sempre no mesmo quarto, ela é um bocadinho másinha – é próprio dos miúdos mais novos… gostava muito de bater… tenho mais 5 anos do que ela, ali tínhamos quintal e brincávamos na rua – ali havia mais crianças, muito mais – a rua tinha muitas crianças, nem sei precisar quantas… em todas as casas, aquilo era um bairro novo e nós fomos para uma rua … nós fomos estrear a casa, e a rua seria mais ou menos toda nessas condições – era tudo casais novos com os filhos e ainda havia casais com meia dúzia de filhos… era muita criança! Vivi lá até casar, andei na escola na André de Gouveia, andaram lá os meus filhos e o meu neto... Antigamente vínhamos a casa… aquela escola não tem refeitório, nunca teve, é uma escola pequenita… era só atravessar a rua e nessa altura nem havia carros, nessa altura o bairro terminava ao pé dos moinhos – não tinha seguimento era tudo campo, aquela estrutura é tudo novo para lá dos moinhos, e para aqui – naquela altura havia a Quinta da Mª e o Bairro de Santa Maria e pronto, atravessava-se o campo para ir para o BSM não havia estrada que ligasse os 2 bairros… era tudo campo… só tinha plátanos … íamos para a cidade quando chegava o Liceu, depois é que Santa Clara começou a funcionar como Ciclo, porque antes funcionava lá a Escola Industrial… agora é o Ciclo, então eu fui logo para o Liceu para o primeiro ano, aí íamos nós (faz inflexões de voz a significar que era uma grande caminhada) a pé, não tínhamos medo nenhum, eram uns tempos belíssimos, o problema dos miúdos de hoje que estão mais do que avisados dos estranhos e dos carros, não existia nada disso… vivi ali entre 1963 e 76…
… no bairro havia aqueles bailinhos de rua com a fogueira no Stº António, às vezes os miúdos faziam lá uns bailes mas não passava daí, o bairro não tinha festas ainda hoje não tem , há bairros aqui em Ev que tem as festas disto e daquilo… não tinha liberdade para ir a bailes, fui a 2 ou 3 bailes no Liceu que me lembre e dois deles com a minha mãe, o outro disse uma aldrabice, disse que ia com a mãe de outra para poder ir sozinha… porque não tinha muita liberdade para ir assim… eram poucas as raparigas que saiam … havia aquela coisa da tradição do 1º de Dezembro – que era só de rapazes – na véspera do 1º de Dezembro aqui em Ev, os estudantes é que mantiveram essa tradição, hoje não sei se se mantém mas no Liceu havia essa tradição, que era na véspera do 1º Dezembro ninguém dormia porque fazia anos que tinham sido expulsos os espanhóis e como isso tinha sido aqui e em Vila Viçosa manteve-se sempre a vigília dessa noite, no meu tempo era assim, mas as raparigas não tinham liberdade para participar, salvo raras excepções, porque era andar toda anoite na rua, não dormir, andavam na garagem de um na garagem de outro e depois não se deitavam, mas eram raras as raparigas que pudessem participar, era só para os rapazes… eles faziam assim uns disparates… derrubar os caixotes de lixo … havia o baile que as raparigas iam, mas mais nada, o baile era no dia a seguir, parece-me, uma noite dos feriados… nos bairro era espontâneo, na SG era espontâneo, alguém que se lembrava de pôr o gira-discos na rua, ou o gravador, eram daqueles gravadores de fita, de bobine, eu tinha um gira-discos fatela, aqueles assim tipo mala diplomática… (ri-se) mas havia um rapaz que morava por trás de mim que já tinha um desses que tinha bom som – uma coisa boa, uma bisarma de bobines e depois aquilo era música a metro e depois às vezes à noite lá se lembrava de pôr aquilo a tocar e juntava ali o pessoal e eu lá dançava um bocadinho. Mas eu era raro participar, nos outros da fogueira sim – participava – esses metia mais gente, da rua de trás, da rua da frente… estes eram populares os outros a minha mãe já não deixava, os da fogueira era sempre na nossa rua, íamos buscar folhas de palmeira para enfeitar a rua, agora chama-se Rua dos Lusíadas, mas antigamente não me lembro o nome… era um beco, não era bem… era a Rua D… havia dois pátios nessa rua, foi aberta recentemente. Antes tinha um prédio e não dava para passar os carros por isso fazia-se o Stº António e o S. João…
… em 1976 casei-me e vim-me embora, já estava farta, vivia muito presa (ri-se)… os meus pais ainda lá moram… queria a< minha independência, senão ficaria ali presa até sair … fiz o antigo 7º. Ano, que é hoje o 11º., e depois de casada fiz a Aliança Francesa (sic) … depois quem queria ir para 146
a Universidade fazia o propedêutico … fui dar aulas de francês, estive um ano na André de Gouveia, mas todos os anos mudava de sítio, até que começaram a sair pessoa daqui dos curso da UE francês via ensino e eu comecei a ficar de fora… até que tiraram definitivamente a habilitação, já depois de eu ter ficado desempregada porque o distrito ficou superlotado… a via ensino… passavam-me à frente porque tinham estágio e as vagas diminuíram, ainda por cima nessa altura mataram o francês dando a escolher aos miúdos entre a segunda língua e educação tecnológica e houve uma debandada geral para a educação tecnológica… agora têm o espanhol… mas á uma segunda língua, já é qualquer coisa… acontece que agora as pessoas vão para a Universidade e os livros são em francês e ninguém sabe francês, não têm os conhecimentos básicos de francês, há quem chegue à Universidade sem ter tido uma aula de francês… já rectificaram isso porque o meu neto está na André de Gouveia e já escolheu a segunda língua… como o francês está agrupado com o teatro e ele adora teatro, teve que escolher o francês que ele queria o espanhol achava que era mais fácil, mas para ter teatro teve que ter francês…
… nessa altura, em 1976, não havia habitação a não ser a CP, aquilo foi construído para ser um bairro social mas a finalidade, na altura, não foi essa, foi antes dar casas aos jovens porque todos os que se casavam estavam a ficar com os pais, não havia casas para comprar [as que havia eram muito caras] nem havia casas para arrendar, estava completamente parado e aquele bairro estava já construído, praticamente pronto, e estava ali ás moscas enredado na burocracia e de repente foi desbloqueado e de facto foi ocupado, também foram para lá pessoas carenciadas, mas era mais casais jovens. Eu nem diria propriamente pessoas carenciadas, mas pessoas que viviam em casas degradadas dentro da cidade e o bairro foi ocupado nessa altura assim, nós fomos as primeiras pessoas a ir morar para aquele bairro – ocupámos a torre um, fomos os primeiros. Durante uns anos gostei de lá viver, tenho muita pena de dizer isto, mas enquanto não começaram a lá alojar as pessoas de etnia cigana viveu-se lá muito bem. Praticamente toda a gente que eu conheço morou na CP – dávamo-nos, visitávamos as casas uns dos outros, mas depois quando começou, eu não sei precisar em que ano começaram a alojar a etnia cigana, mas sei que a pouco e pouco começámos a sentir-nos mal e os nossos filhos começaram a não ter possibilidade de ir à rua e ficavam fechados em casa, porque havia problemas, batiam-lhes, queriam roubar-lhes os ténis. Eu sei que as coisas agora estão melhor, estão mais integradas, eles integraram-se mas à nossa custa, à custa de nós nos fecharmos em casa. Eles integraram-se, a sério [provavelmente eu esbocei um sorriso]!! Quando eu tinha filhos pequenos, que os meus filhos já são adultos, quem não tivesse filhos talvez não sentisse tanto. Embora às vezes houvesse mau ambiente por causa daquelas brigas entre eles, mas quem sentia mais era quem tinha filhos pequenos, mas isso também era a maioria das pessoas – toda a gente tinha filhos. Os meus filhos deixaram de ir para a rua brincar, esta é a realidade. Neste momento está melhor. O meu neto ainda teve problemas, nós quando o meu neto nasceu ainda estávamos lá e a minha filha é mãe solteira e vivia connosco e fui eu que criei o meu neto, enquanto ela fez a Universidade, e eu ainda tive problemas, mas pronto, eu não sei se era ele que era mais corajoso – ele insistia sempre em ir para a rua. O meu filho e a minha filha deixram de ir por vontade própria, mas ele insistia sempre em ir para a rua e se era perseguido defendia-se; a minha filha tem 36 anos e o meu filho 26. … A minha filha quando eu vim para aqui já tinha a casa dela, comprou casa no Bacelo e ultimamente comprou casa aqui no bairro, na rua em frente à Escola da Malagueira – a Rua da Quinta. Uma casa da Cooperativa, comprou aqui ao pé de nós. O meu filho veio connosco, o meu filho era o mais traumatizado, ele passou ainda pior porque a minha filha viveu ainda alguns anos em paz na rua e (há uma fase em que) não chateiam tanto as raparigas como os rapazes, os rapazes são mais chateados, as raparigas são mais deixadas em paz por aqueles grupinhos que se formam para bater nos outros e que perseguem mais os rapazes do que as raparigas talvez seja por isso, ele ficou muito, até lhe dou um exemplo: já depois de estarmos aqui nesta casa como ele fuma tabaco de enrolar perguntou-me ó mãe se aqui na papelaria haveria tabaco de enrolar e eu 147
disse-lhe que não sabia, mas que na CP havia de certeza, e ele não foi lá, disse então não vou à cidade… ele nem sequer quer ir àquele bairro, viveu sempre fechado em casa… mas eu fiquei desempregada e não tínhamos condições económicas de comprar outra casa… eu vivi lá até 2006 desde 1976… foi uma opção, porque as casas são boas na CP – o sítio onde nós morávamos não era pior, porque morávamos perto da estrada de Lisboa, desde que a gente não vá para o outro lado do bairro a coisa até se leva.. era os prédios ao pé da Cruz Vermelha… a rotunda, está a ser pintado aquilo tudo… aquele bairro é do melhor, aquele bairro tem as infra-estruturas que mais nenhum bairro tem em Ev, a escola primária é a melhor escola, a mais bem equipada, com melhores instalações, é tudo de bom, os profissionais são excelentes, têm um centro comercial com tudo – desde a peixaria ao talho, papelaria têm tudo tudo… têm posto médico, têm farmácia, tem lavandaria, quando era o tempo dos clubes de vídeos, tinha, aquele bairro tem tudo (enfatiza) – só que é um bocadinho difícil de lá viver, mas a nível de condições, não há outro bairro igual. Aqui eu quero comprar um pão e não tenho aqui nada, perto! Tenho que ir ao hipermercado, lá tínhamos as lojinhas de bairro que tinham tudo… bom atendimento, tudo impecável – a nível dos espaços exteriores tudo muito arranjadinho, com muita verdura, flores, parque infantil, centro de dia para os idosos, centro de jovens, tempos livres, aquilo tem tudo, uma esquadra, houve uma altura que não tinha, agora não sei… o que é certo é que aquele bairro foi bem planeado e as casas são umas casas dignas, umas casas boas… agora houve aquele problema do choque de culturas… porque eu não sou racista não tenho nada a ver com a cor da pele das pessoas, absolutamente nada (reforço), tenho é contra os comportamentos e ao princípio eram completamente indesejáveis. Depois, pouco a pouco, notou-se que estavam a ficar um pouco diferentes… acho que eles ficaram com dinheiro e isso fez-lhes muito bem oxalá tenham cada vez mais, pelo menos têm um parque automóvel do melhor, na CP os nossos carros eram velhos e eles têm bons automóveis… e os putos começaram a ter computadores e a ficar em casa também … (ri- se) e isso é muito bom para os outros… começaram a ter as mesmas práticas dos outros, viam-se menos na rua agora para o fim, quando era os tempos livres eles faziam ali um trabalho excelente com eles – conheci pessoas que lá trabalhavam e agora têm lá um psicólogo excelente, que o meu filho conheceu e diz que é uma pessoa espectacular. E eles tem feito ali um trabalho muito bom, mas também é muito difícil, por exemplo, o meu neto quando era pequenino, nós morávamos ali ao pé dos tempos livres que ele via lá tanto miúdo queria era ir para os tempos livres, e eu fui lá falar com elas e disseram-me – ele que venha aqui … têm de tudo, bem apetrechado e não se paga nada, e o miúdo foi e ao fim de uma semana elas vieram-me dizer que era melhor ele deixar de ir porque eles batiam-lhe e ele defendia-se, porque ele sempre foi de se defender e que qualquer dia havia chatices grandes com as mães dos outros… elas tinham medo das mães, esta é a verdade e o meu neto deixou de ir para não haver problemas…
… quando quis comprar uma casa… a Hb … foi uma opção, eu podia ter feito muitas, agente faz um empréstimo, o anco emprestava-me e depois eu não conseguia pagar e nós não queríamos isso, como eu tinha ficado desempregada – dei aulas dez anos, mas depois nunca mais consegui lugar – e os meus filhos também precisavam de mim e eu acabei por falar em casa. E nesta casa não há emprego, a não ser para trabalhar a dias é uma coisa … hoje em dia em vez de pedirem nos jornais, são elas que se oferecem, só por aí se vê o desemprego que há nesta cidade … a Hb … eu já tinha dito ao IGAPHE que queria comprar a casa mas não queria comprar na CP – pedi por favor – que me mudassem para aqui para este bairro porque eu aqui comprava, de vez em quando eu ia lá e eles diziam que andavam à procura, mas que havia pessoas com mais necessidade e foram empatanto, empatando, até que um dia, quando mudou para a Hb as coisas mudaram um bocado de figura, a Hb quer vender vender vender… um dia andavam lá a fazer vistoria às casas, coisa que nunca tinham feito, foram lá a casa e disseram que nós tínhamos um T3 e precisávamos de um 4 – porque estava o meu neto a dormir com a mãe no mesmo quarto – eu não estava muito preocupada com isso porque a minha filha estava a acabar o curso e ela é engª agrícola e arranjou
logo emprego numa empresa de vinhos, ela é coordenadora de 2 empresas – e aproveitei para lhes dizer que estava farta de querer comprar-lhes uma casa… eles foram ver o meu processo e tinham lá não sei quantas cartas… que comprava casa assim que me mudassem para aqui, descobriram as cartas ee começaram logo a procurar casa neste bairro, a primeira proposta que me fizeram foi um T4 em frente ao Alto dos Cucos, onde está o circuito de manutenção ao pé do lar de terceira Idade, era aí, eu disse que ali não queria – tem ali uma zona que é só ciganos por trás – há ali muito problema muito assalto e eu disse para isso estou aqui, os meus filhos já cresceram – o meu neto já está crescido, já passei por muita coisa e aqui a vizinhança até é boa e não há grandes problemas, por isso fico aqui, mas aqui não compro … eles queriam vender as casas… um dia telefonaram-me a dizer se eu queria uma casa aqui ao pé das piscinas, eu conhecia a zona, aí quero. É uma zona óptima, até há muita gente que não é do bairro social, há muita casa própria que não é habitação social, se bem que tenho aqui um vizinho que é tendeiro, mas não tem mal, é muito boa pessoa, eu não tenho nada contra as etnias, ele é diferente de nós na sua maneira de ser – fala muito alto e às vezes parece que estão todos zangados, mas não estão – é boa pessoa e é muito sociável e os filhos dele também são miúdos normais, é isso que posso dizer. Aqui não tenho problema nenhum. E vim ver a casa que me disseram que não podiam alugar no estado em que estava, os vidros já tinham caído. E que se queria comprar a casa tinha que ser assim, mas a um preço incrível… 58 mil euros – mas eu tinha direito a esse preço, porque vivia ali… era o que eu queria, comprar uma casa aqui com os mesmos direitos de arrendatária como estava na CP … eles … mudámos para aqui e não pudemos comprar logo, pagámos renda durante 3 meses com um contrato de arrendamento e só depois pudemos comprar como inquilinos, e pegámos na casa como ela estava gastámos algum dinheiro porque isto são 11 janelas e de tamanhos incríveis, é uma coisa que adoro nesta casa é o Sol, na CP vivia num rés-do-chão de uma torre no centro e não tinha Sol, só até ás 10h da manhã no Verão … só apanhava Sol num quarto e na varanda, do outro lado nunca apanhava Sol… como a torre era muito alta fazia sombra, esta casa tem luz por todo o lado, adoro esta casa e nunca faria as transformações que as pessoas fazem, acho a casa linda, conheço aqui algumas coisas e o que as pessoas fazem é cortar – para já a primeira coisa que as pessoas é tirar isto [a passagem da cozinha para a copa/zona de refeições] e fazem um arco, eu acho que um arco não tem nada a ver com a arquitectura desta casa, para o meu gosto não, há pouco tempo mandámos arrancar isto aqui [umbreira da janela da cozinha] porque estava tudo podre… e agora estou na dúvida se as pinte de branco se as … ainda não decidi o que hei-de fazer… mas as pessoas cortam a direito entre a cozinha e a sala e abdicam do espaço exterior… as casas que tenho visto fazem sempre isso e lá em cima avançam a varanda, fica beneficiada, fica muito maior, eu utilizo muito a varanda, utilizo o espaço exterior muito (enfatiza) – lé em cima? Para estender a roupa, mas também para ir ler o jornal [lá em cima tem uma verdadeira esplanada com chapéu de Sol, mesa e cadeiras de ferro] e no verão para ir apanhar fresco, tenho um guarda-Sol uma mesinha com umas cadeiras – agora até mandei lá pôr umas gradezinhas de correr, porque tenho três gatos e eles adoram estar lá em cima ao Sol, então quando saio posso deixar aberto para eles entrarem em casa, e aqui tenho a gateira para poderem ir para o quintal, mas cá em baixo o quintal apanha muito Sol no verão e então lá em cima é que eles gostam muito … assim posso ir para todo o lado e eles passam pelo meio das grades podem ir para o Sol e eu fico descansada com as janelas abertas… tenho uma boa relação com as pessoas… INQUÉRITO…
… o bairro da Malagueira só não tem o grande centro comercial como eu tinha na CP que tinha ali tudo … aqui tem espaços que estavam desenhados para comércio e não foram construídos e eu estava habituada a ter ali tudo… na CP o comércio dava bem aqui não, na avenida principal tem ali algumas coisas, mas já é muito perto do Pingo Doce, mas o comércio local não pode praticar os preços do Pingo Doce, enquanto que na CP enquanto que era longe… a casa da minha filha [vive