4.1 - Percurso Pedestre: PR4 – Monte Brasil – Ilha Terceira
Extensão: 7,5 km Local: Monte Brasil, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira
Tempo: 2h30 Dificuldade: Fácil Tipo: Pequena Rota – Percurso Sinalizado
Trajecto: Percurso circular com início no Parque do Relvão localizado a sudoeste da cidade de Angra do Heroísmo. A partir do Relvão, seguir em direcção à Fortaleza de São João de Baptista, após a arcada virar à esquerda pelo caminho de terra e a partir dai seguir sempre a sinalética.
Principais atracções do percurso
- Castelo de S. Filipe, Ermida de Sto António, Forte da Quebrada e Vigia da Baleia. - Vistas: da Cidade e a Baía de Angra, a partir do Pico do Monte Brasil, do Pico das
Cruzinhas e da Vigia da Baleia. Mapa
4.2 - Percurso Urbano Histórico-Cultural: PU1 - Angra-a-pé
Extensão: 5 km Local: Cidade de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira
Dificuldade: Fácil Tipo: Percurso Urbano histórico-cultural
Percurso circular que se inicia na Igreja da Misericórdia junto ao porto de recreio e que percorre a cidade de Angra, passando pelos principais lugares de interesse histórico, arquitectónico e cultural.
1. Igreja da Misericórdia, edificada no local do primeiro hospital dos Açores, em 15 e Março de 1492. O edifício actual foi edificado no séc. XVIII, destacando-se nele a existência de dois altares, o do Espírito Santo e o do Santo Cristo das Misericórdias.
2. Fortaleza de São Sebastião. Num local estratégico de guarda ao porto e à cidade foi edificada esta fortaleza terminada no tempo de El-Rei D. Sebastião. Actualmente está instalada nela uma posada, mas o acesso aos visitantes é livre.
3. Solar de Nossa Sra. dos Remédios. Construído no século XVI, o edifício foi muito alterado ao longo dos tempos. Pode ainda admirar-se o brasão dos Canto e Castro. 4. Palacete Silveira e Paulo. Um dos edifícios mais altos de Angra e notável exemplar da
arquitectura de transição entre os séculos XIX e XX. Actualmente alberga os serviços da direcção regional da Cultura e um Centro de Conhecimento dos Açores, uma mediateca, aberta ao público, com informação sobre a Região em arquivo digital, vídeos ou CDs 5. Igreja da Conceição. Edificada em medos do século XVI sobre uma ermida.
6. Convento de São Francisco. Imóvel típico da arquitectura conventual portuguesa do século XVII, foi restaurado para integrar o Museu Regional de Angra do heroísmo.
7. Paços do Concelho. Edificado no séc. XIX para albergar a Câmara Municipal. Possui um dos mais dignos salões nobres do país.
8. Praça Velha. Também conhecida como Praça dos Santos Cosme e Damião e Praça da Restauração. Foi a primeira praça portuguesa desenhada para servir de ponto de encontro de dois arruamentos, de acordo com os ideais urbanos do Renascimento. 9. Palácio dos Capitães Generais. Os jesuítas construíram, no lugar onde existiam as casas
da família Távora, um colégio com um Pátio de Estudo e Igreja. Em 1776, o 1.º Capitão General dos Açores, iniciou a adaptação do edifício a palácio. Por duas vezes foi Paço Real. O templo, rico em talha dourada, azulejaria e imagens é o reflexo da Igreja da reforma católica influenciado pelo gosto de decorativos das Índias.
10. Convento da Esperança. Fundado na segunda metade do séc. XVI pertencia à Ordem de Santa Clara. Da edificação original restam poucos vestígios.
A. Igreja do Santíssimo Salvador da Sé. Edificada no estilo renascentista na segunda metade do séc. XVI sobre a anterior igreja paroquial datada de 1461. Do primitivo altar- mor conservam-se os painéis da vida de Cristo (pintura sobre madeira séc. XVI). Testemunho precioso dos Açores como pólo de encontro de culturas: a estante de leitura ao estilo indo – português, em Jacarandá do Brasil, com marfim de baleia e executada nos Açores.
B. Palácio Bettencourt. Edifício de arquitectura barroca dos finais do séc. XVII.
C. Antigo Palácio Episcopal. Edificado em 1544 e cedido pelo Rei D. João III “para todo o sempre” para uso e serviços dos Bispos de Angra do Heroísmo. É constituído por casas, cozinhas, quintal e pombal. Actualmente é ocupado pela Secretaria Regional da Educação e Cultura.
D. Convento de São Gonçalo. Fundado em 1545, é o convento mais antigo da cidade e um dos maiores dos Açores. Apresenta dois claustros, cerca e granéis, a Igreja e os coros, alto e baixo, são no estilo 5.º Joanino, dos mais expressivos do arquipélago. No seu interior barroco e Conventual destaca-se: o cadeiral do coro alto com figuras fantásticas; o conjunto de painéis de azulejo português (séc. XVIII); o Cristo crucificado em cruz de prata (séc. XVII) e o revestimento em talha, telas e tecto pintado (séc. XVIII).
E. Hospital da Boa Hora. Edificado nos inícios do século XVII pelos espanhóis, é um dos hospitais militares mais antigos do mundo.
F. Castelo e Fortaleza de São Filipe ou de São João Baptista. Iniciada a sua construção nos finais do século XVI sob a ordem de Filipe II de Espanha, I de Portugal, envolve todo o Monte Brasil. Destinava-se a controlar os ancoradoiros de Angra e do Fanal e à protecção dos navios das Índias Ocidentais (América Espanhola). É uma das maiores fortalezas construídas por Espanha, em todo o Mundo. Visitas guiadas ao núcleo dos edifícios principais e Praça de Armas com horários diferenciados ao longo do ano. G. Estaleiro Naval. Vestígios do antigo estaleiro de apoio para construção e reparação
naval instalado no areal.
4.3 - Angra-a-pé no Google Earth
Para além da informação em formato PDF o serviço permite descarregar igualmente um ficheiro do percurso em formato KML que permite a sua visualização no Google Earth. Esse ficheiro é constituído pelo percurso e por um conjunto de marcas com informação de cada um dos lugares de interesse, conforme apresentado na figura 4.1.
4.4 – Canyoning: Ribeira dos Algares – Ilha das Flores - Açores
R6
Localização Mapa Inter. Dificuldade Rapeis > Rapel Acesso Descida Regresso Ribeira Cruz 2 **** V5 9 16+75 5 min 5 h 5 min, c/ transfere Coorden.
entrada Coorden. saída Altitude entrada Altitude saída Desnível Extensão Equipamento Abertura Data 569/677 5794/6714 520 m 170 m 350 m 1,5 Km Semi-Equipada 31/08/2005 Equipamento: Mínimo duas cordas de 75 metros + corda de socorro, diversas fitas/cordas e mosquetões roscados para abandonar, kit de equipagem e fato de neopreno
Histórico: Abertura a 31 de Agosto de 2005, durante a II Expedição da Desnível às Flores, por: Francisco Silva, Maria do Ceu Almeida, Pedro Pacheco, Mário Silva e Pedro Simão. Acesso: Estrada Santa Cruz das Flores para Fajã Grande, ao km 4,3 existe uma estrada de terra à esquerda, que dá a uma levada. Seguir levada até à ribeira.
Descrição de descida: Contornar o primeiro rapel entrando posteriomente na ribª pela margem esquerda. Iniciar com um pequeno rapel, até chegar ao início da grande depressão e de uma grande verticalidade com dois rapeis seguidos. Posteriormente a ribeira entra numa zona encaichada e bastante florestada. No final é necessário caminhar cerca de 30 minutos pelo leito pedregoso e cheio de árvores até à ponte de uma estrada de terra batida. Saída: Estrada de Terra, acesso à estrada Stª Cruz das Flores tLaje