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Temperaturforholdene i den nedre atmosfæren

Para avaliar o desenvolvimento humano no que diz respeito à longevidade o IDH nacional e o IDH municipal usam a esperança de vida ao nascer (E). Se as condições de mortalidade existentes se manterem constantes, esse indicador mostra qual a média de anos que a população nascida naquela localidade no ano de referência deve viver. Quanto menor for a mortalidade registrada em um município, maior será a esperança de vida ao nascer. O indicador é uma boa forma de avaliar as condições sociais, de saúde e de salubridade por considerar as taxas de mortalidade das diferentes faixas etárias daquela localidade. Todas as causas de morte são contempladas para chegar ao indicador, tanto as ocorridas em função de doenças quanto as provocadas por causas externas (violências e acidentes).

O cálculo da esperança de vida ao nascer é complexo e envolve várias fases. No caso da esperança de vida por município, as estatísticas do registro civil são inadequadas. Por isso, utilizam-se técnicas indiretas para se chegar às estimativas de mortalidade para o cálculo do IDH municipal. A base são as perguntas do Censo sobre o número de filhos nascidos vivos e o número de filhos ainda vivos na data em que o Censo foi feito. A partir daí são calculadas proporções de óbitos. Aplica-se, então, uma equação que transforma essas proporções em probabilidade de morte. A próxima etapa é transformar essas probabilidades em tábuas de vida, nas quais são extraídas as esperanças de vida ao nascer.

A equação utilizada para calcula o IDHM–L é a seguinte, em que E é a esperança de

vida ao nascer no município:

Usa-se como parâmetro máximo de longevidade, 85 anos, e, como parâmetro mínimo, 25 anos. Assim, se o município em questão tem uma esperança de vida ao nascer de 70 anos, seu IDHM-L será:

Logo, o IDHM-L deste município será 0,75.

ANEXOS

ANEXO A - Descrição do perímetro percorrido7

Setor 1

Ponto Inicial e Final do setor: Foz do "Córrego do Engenho" no "Ribeirão Cuiabá".

Descrição do Perímetro: Do ponto inicial segue pelo "Ribeirão Cuiabá" até "Vale do Engenho" segue por este vale até ponte sobre "Córrego do Engenho" na "Estrada antiga para Ouro Branco" então continua pelo "Vale do Engenho" até ponte na "Estrada antiga para Ouro Preto" sobre "Córrego da Limeira" segue por este até sua foz no "Ribeirão Cuiabá" segue por este até ponto inicial.

Setor 2

Ponto Inicial e Final do setor: Foz do "Ribeirão Falcão" no "Ribeirão Cachoeira" que a partir dai passa a ser chamado de "Rio Maynart"

Descrição do Perímetro: Do ponto inicial segue pelo "Rio Maynart" até a foz do "Córrego do fojo" então alcança o divisor da vertente da margem direita do "Córrego do fojo" e segue por ele até alcançar o divisor de águas entre o "Córrego Bandeira" e o "Rio Maynart" na "Serra da Coluna" daí pelo divisor dos "Córrego do Engenho" e "Sanches" segue até a "Estrada de Santa Rita de Ouro Preto a Piranga" no divisor dos "Córrego Sanches" e "Grande" segue por esta estrada até ponte no "Ribeirão Cuiabá" segue por este ate foz do "Córrego Limeira" continua pelo "Ribeirão Cuiabá" até "Represa do Tabuão" segue por esta até seu vertedouro no "Ribeirão Cachoeira" segue por este até ponto inicial.

7

O ANEXO A encontra-se em: CERQUEIRA, A. S. L. da G. Mapa da Exclusão Social em Ouro Preto – Município e Distritos (Por Setor Censitário). Núcleo de Estudos Aplicados e Sócio-Políticos Comparados. Universidade Federal de Ouro Preto, 2003. 228f.

Setor 3

Ponto Inicial e Final do setor: Foz do "Córrego que vem da fazenda Santo Antônio" no "Córrego Bandeira"

Descrição do Perímetro: Do ponto inicial segue pelo divisor vertente da margem direita do "Córrego que vem da fazenda Santo Antônio" passando pela "Serra da Piedade" até ponto fronteiro a cabeceira do "Córrego Águas Claras" então segue pelo divisor entre o "Ribeirão Moreira" e "Córrego Bandeira" até alcançar divisor entre "Córrego Grande" e “Córrego dos Sanches” segue por este divisor ultrapassando "Estrada Santa Rita de Ouro Preto - Piranga" até divisor entre "Córrego do Engenho" e “Córrego do Sanches” na "Serra da Coluna" segue por esta depois pelo divisor entre "Córrego do Salto ou Gentio" e "Córrego do Coqueiro" até divisor entre "Córrego do Baú" e "Córrego dos Cardosos" segue por este divisor até "Serra do Palmital" segue por esta até "Serra dos Cardosos" segue por esta ate ponto fronteiro a cabeceira do "Córrego do Palmital" dai segue pelo divisor vertente da margem esquerda do "Córrego dos Cardosos" até o ponto inicial. Povoados de Bandeira, Serra dos Cardosos, Coqueiro e Santo Antônio.

Setor 4

Ponto Inicial e Final do setor: Ponte sobre "Ribeirão Cuiabá" na "Estrada Santa Rita de Ouro Preto-Piranga"

Descrição do Perímetro: Do ponto inicial segue pela "Estrada Santa Rita de Ouro Preto- Piranga" até divisor entre "Córrego Grande" e “Sanches" segue por este divisor até alcançar divisor entre "Ribeirão Moreira" e "Ribeirão Cuiabá" segue por este divisor ultrapassando "Estrada Santa Rita de Ouro Preto-Catas Altas da Noruega" perto do "Povoado de Campestre" (inclusive) até seu entroncamento com divisor entre "Ribeirão Moreira" e "Ribeirão Pirapetinga" daí segue contornando as cabeceiras dos "Córrego do Meira da Mata" e "Curvinha ou Curvilhana" até alcançar divisor vertente da margem esquerda do "Córrego Venda Nova" segue por este divisor até foz do "Córrego Venda Nova" no "Córrego Água Limpa" segue a atravessando "Córrego Venda Nova" e alcança divisor entre "Córrego Água Limpa" e "Ribeirão Cuiabá" segue por este divisor e depois pelo divisor entre "Córrego Água Limpa" e "Córegor Bom Retiro ou Holanda" até foz do "Córrego Água Limpa" na "Represa Tabuão" segue por esta represa até foz do "Ribeirão Cuiabá" segue por este até foz do

"Córrega Limeira" segue por este até “Vale do Engenho” segue por este valo atravessando “Córrego do Engenho” e "Estrada para Ouro Branco" até "Ribeirão Cuiabá" segue por este ate ponto inicial. Povoados de Campestre, Boa Vista e Bom Retiro.

Setor 5

Ponto Inicial e Final do setor: Foz do "Córrego Águas Claras" no "Ribeirão Moreira"

Descrição do Perímetro: Do ponto inicial ultrapassa "Ribeirão Moreira" e segue pelo divisor vertente da margem esquerda do "Córrego dos magros" até seu entroncamento com divisor entre os "Ribeirão Moreira" e "Pirapetinga" segue por este divisor até seu entroncamento com divisor entre os "Ribeirão Moreira" e "Cuiabá" segue por este divisor ultrapassando "Estrada Santa Rita de Ouro Preto a Catas Altas da Noruega" perto do "Povoado de Campestre" (exclusive) até divisor do "Ribeirão Moreira" e "Córrego Bandeira" segue por este divisor ate defrontar cabeceira do "Córrego Águas Claras" alcança este e segue por ele até ponto inicial. Povoado de Moreira.

ANEXO B - Características da população de Santa Rita de Ouro Preto

TABELA 1

Característica: sexo por setor pesquisado

Fonte: CERQUEIRA, 2003, p. 192; 195; 198; 201; 204. Nota: Dados trabalhados pela autora.

TABELA 2 Característica: sexo

Fonte: CERQUEIRA, 2003, p. 192; 195; 198; 201; 204. Nota: Dados trabalhados pela autora.

TABELA 3

Característica: faixa etária por setor pesquisado

Fonte: CERQUEIRA, 2003, p. 192; 195; 198; 201; 204. Nota: Dados trabalhados pela autora.

TABELA 4

Característica: faixa etária

Fonte: CERQUEIRA, 2003, p. 192; 195; 198; 201; 204. Nota: Dados trabalhados pela autora.

ANEXO C - Número de óbitos e anos de vida em alguns distritos de Ouro Preto TABELA 1

Número de óbitos e anos de vida de Amarantina

Fonte: SMSOP, 2011.

Notas: (1) Dados trabalhados pela autora.

(2) Nos dados identificados com (*) não constavam as datas de nascimento dos indivíduos, portanto não foi possível calcular os anos de vida para estes casos. Para o cálculo da média, esses dados foram excluídos.

TABELA 2

Número de óbitos e anos de vida de Cachoeira do Campo

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde de Ouro Preto - SMSOP, 2011. Notas: (1) Dados trabalhados pela autora.

(2) Nos dados identificados com (*) não constavam as datas de nascimento dos indivíduos, portanto não foi possível calcular os anos de vida para estes casos. Para o cálculo da média, esses dados foram excluídos.

TABELA 3

Número de óbitos e anos de vida de Santo Antônio do Leite

Fonte: SMSOP, 2011.

Notas: (1) Dados trabalhados pela autora.

(2) Nos dados identificados com (*) não constavam as datas de nascimento dos indivíduos, portanto não foi possível calcular os anos de vida para estes casos. Para o cálculo da média, esses dados foram excluídos.

TABELA 4

Número de óbitos e anos de vida de Antônio Pereira

Fonte: SMSOP, 2011.

ANEXO D – Informações sobre as famílias cadastradas pela SMSOP em 2011 TABELA 1 Faixa Etária Fonte: SMSOP, 2011. TABELA 2 Doenças Fonte: SMSOP, 2011. TABELA 3 Número de gestantes Fonte: SMSOP, 2011. TABELA 4 Abastecimento de água Fonte: SMSOP, 2011.

TABELA 5 Tipo de casa Fonte: SMSOP, 2011. TABELA 6 Destino do lixo Fonte: SMSOP, 2011. TABELA 7

Tratamento de água no domicílio

Fonte: SMSOP, 2011.

TABELA 8 Destino fezes/urina

TABELA 9

Abastecimento de energia elétrica

ANEXO E – Utilização de EPI/EPC e nível de afastamento nos setores de análise

QUADRO 1

Caracterização dos setores por município e localidade

Fonte: CETEC, 2006, p.5.

TABELA 1

Utilização de equipamento de proteção

TABELA 2 Afastamento