8. HAR MARKEDET POTENSIAL TIL Å DRIVE FREM EN MARKEDSMODNING
8.2 V EKSTFREMMENDE FORHOLD I MARKEDET
8.2.1 Teknologiutvikling
Dentre os mediadores inflamatórios, as citocinas, são moléculas proteicas glicosiladas ou não, capazes de modular a função imunológica, atuando tanto de forma endócrina, quanto parócrina. O principal estímulo para sua liberação é a ativação do sistema imune por meio de antígenos. As citocinas são um grande grupo de moléculas inflamatórias e neste grupo estão inclusos os interferons e as interleucinas (IL) (Varela, 2001).
As IL são proteínas envolvidas na comunicação entre linfócitos, inclusive, podendo ser produzidas por células não leucocitárias. As interleucinas são divididas em grandes famílias, baseadas nas semelhanças químicas ou propriedades funcionais. Atualmente, tem-se estudado principalmente as grandes famílias da IL-1, da cadeia , da IL-6, da IL-10, da IL-12 e da IL-17. A grande família da IL-1 incluem a IL-1, IL-18, IL-33 e a IL-37. As citocinas pertencentes a família da cadeia incluem as IL-2, IL-4, IL-7, IL-9, IL-15 e IL-21, enquanto que para a família da IL-6 tem-se a própria IL-6, a IL- 11, o fator inibidor da leucemia, oncostatina M, fator ciliar neurotrófico leukemia inhibitory factor, oncostatin M e o ciliary neurotrophic. A família da IL-10 é representada pela IL-10, IL-19, IL-20, IL-22, IL-24, IL-26 e IL-28. A família da IL-12 engloba a IL-12, IL-23, IL-27, e a IL-35. A família da IL-17 inclui somente a IL-17 e suas variações, como a IL-17A, IL-17B, IL-17C, IL-17D e a IL-17F (Akdis, 2011).
Devido a grande quantidade de citocinas, apenas algumas citocinas foram dosadas em nosso estudo. Do grupo da IL-2, dosamos a própria IL-2 e a IL-4. A IL-2 é uma citocina descoberta há mais de 30 anos, sendo produzida
principalmente por linfócitos T CD4+ e CD8+ e em menor intensidade por células dendríticas e NK. É uma citocina essencial para o desenvolvimento de linfócitos T reguladores, e é capaz de estimular a produção de anticorpos, via linfócitos B e, ainda, prover as funções citolíticas das células NK. Assim, qualquer reação inflamatória envolvendo os linfócitos T CD4+ e CD8+ causaria grande elevação desta interleucina, o que não foi observado em nosso estudo, mostrando que a ativação destes linfócitos encontram-se foram semelhantes entre os grupos estudados (Akdis, 2011). A IL-4 é uma citocina produzida por linfócitos “helpers” tipo β, basófilos, mastócitos e eosinófilos. Sua importância reside na modulação de reações alérgicas e proteção contra helmintos e outros parasitas extracelulares. No nosso estudo, não foram observadas diferenças estatísticas entre esta IL, mostrando que a modulação da resposta alérgica, vista por esta IL, foi similar entre os diluentes (Howard, 1982).
Dentre os representantes da família das IL-6, dosamos a própria IL-6, a qual é liberada copiosamente por células endoteliais, estando implicada na permeabilidade endotelial, principalmente após modelos de isquemia- reperfusão (Ali, 1999; Romano, 1997). Além disto, é capaz de regular a resposta imune de fase aguda, sendo secretado por fibroblastos, monócitos e macrófagos, regular a hematopoese, direcionar o tráfego leucocitário, diferenciação de linfócitos e produção plasmática de imunoglobulinas G, A e M (Akdis, 2011).
A IL-8 é uma interleucina com capacidade quimiotática, sendo secretada também por células endoteliais, além de monócitos, macrófagos, neutrófilos, linfócitos e células epiteliais, após estimulação por outras IL, como a IL-1 e o TNF-α. Seu principal efeito reside na ativação e recrutamento de neutrófilos para o sítio da lesão (Matsushima, 1988). Esta IL não apresentou diferença estatística entre os grupos estudados.
Ao contrário das outras citocinas estudadas, a IL-10 tem sua ação principal com atividade anti-inflamatória. Esta IL é capaz de afetar diretamente a função das células apresentadoras de antígenos, diminuindo a expressão de MHC de classe II, além de inibir a expressão de diversas citocinas pró-
inflamatórias (Akdis; Akdis, 2009). Também não houve diferenças nos níveis desta citocina no presente estudo.
Na literatura, o propofol tem sido associado a um papel anti- inflamatório, principalmente em situações de sobrecarga inflamatória, resultando em diminuições na síntese TNF-α, da IL-1 , e da IL-6 in vitro (Chen, 2006). Além disto, o propofol parece ser capaz de atenuar a função neutrofílica e quimiotáxica, a fagocitose, o “burst” respiratório e, especificamente, a concentração de IL-8 (Galley, 2000). Esta redução da IL-8 tem sido associada à solução lipídica do diluente do propofol (Kotani, 1999; Kelbel, 1999). No nosso trabalho, o uso de propofol e seus veículos não acarretaram mudanças na concentração de IL-8, entretanto, foi notada a manutenção de níveis elevados de IL-6, não permitindo o clareamento desta IL, como ocorreu no grupo SHA e CRC. Um estudo de Crozier et al. também demonstrou o aumento da IL-6 em pacientes submetidos ao propofol, porém, ao se comparar com o o isoflurano, este aumento foi muito menor, concluindo que o propofol parece atenuar o aumento da IL-6 circulante (Crozier et al., 1994). Ao se comparar os diluentes micro ou macroemulsões, não foram notadas diferenças estatísticas, podendo-se inferir que esta atenuação da IL-6 ocorre independentemente do tipo de diluente utilizado.
Quanto à endotelina, o uso do propofol, em nosso estudo, não demonstrou diferença significativa ao se comparar animais tratados com animais controles, tampouco, o diluente não influenciou nos níveis atingidos desta molécula, mas foi notado um aumento dependente do tempo para esta variável em todos os grupos estudados. A endotelina-1 é um potente vasoconstritor endógeno, sendo liberado por células endoteliais, células musculares lisas, leucócitos, macrófagos e neurônios, contribuindo para a manutenção do tônus arteriolar. Sua liberação é contínua e inibida por NO e, também, por situações com queda na produção de NO, que culminam com aumento na concentração sérica de endotelina, como na insuficiência renal crônica, insuficiência cardíaca, diabetes, insuficiência coronariana, dentre outras (Thorin, 2009). O propofol tem sido associado a redução na concentração de endotelina, principalmente após isquemia cerebral, entretanto,
anestésico inalatórios, como o isoflurano, são capazes de inibir a NO-sintase constitutiva (Wei, 2012, Zuo, 1996). Como todos os grupos foram mantidos com isoflurano, era esperado um aumento dependente de tempo nesta variável, conforme apresentado nos nossos resultados.
Assim, conclui-se que, nos parâmetros inflamatórios avaliados, o diluente, seja este macro ou microemulsificado, não exerceu papel significativo na concentração de endotelina.
6.4 Microscopia ótica
Nossos resultados observados pela microscopia ótica, mostraram uma tendência do grupo submetido ao propofol micro-emulsificado de ter uma maior intensidade de células inflamatórias e de um maior edema subendotelial. Sabe- se que o propofol é capaz de alterar a migração neutrofílica, mas pouco se sabe sobre a função do diluente sobre a lesão endotelial vista à microscopia ótica. (Hofbauer, 1997). Em nosso trabalho, não foi notado alteração dos mediadores inflamatórios que pudessem explicar o motivo desta maior intensidade de células inflamatórias no subendotélio. Parte disto pode ser decorrente de ser uma lesão endotelial localizada, com aumentos locais de mediadores inflamatórios, não sendo suficiente para causar um aumento sistêmico desta substância. Além disso, a microemulsificação parece causar uma lesão adicional à do propofol, principalmente, quando utilizado em infusão contínua.
6.5 Microscopia eletrônica de transmissão
Os achados de microscopia eletrônica tiveram comportamento muito próximo ao observado na microscopia ótica, com tendência de maior reação inflamatória com o uso do diluente microemulsificado, porem, até mesmo no grupo controle onde se utilizou apenas soro fisiológico, foram observadas alterações do endotélio com infiltração de neutrófilos.
Como se sabe, estas células são normalmente repelidas pelo endotélio, estando presentes apenas em situação de lesão endotelial com presença de reação inflamatória aguda.
Finalizando, o desenvolvimento de pesquisa em animais pode ter resultados diferentes dos encontrados em humanos. Por outro lado, algumas espécies animais são mais próximas da realidade quando comparadas com seres humanos para determinados estudos.
No caso da presente pesquisa, apenas experimentos em animais foi possível, tendo em vista a realização de estudos anatômicos do endotélio e do átrio direito.
A escolha do coelho como animal de experimentação foi feita pela sua proximidade com o homem quando se deseja estudar resposta inflamatória, tendo, inclusive, kits específicos para esta espécie animal para dosagens de citocinas.
Assim, apesar de não ser ideal, o coelho foi a espécie animal que mais se aproximou dos humanos no tocante ao foco principal do estudo que foi a análise de possíveis lesões endoteliais e de miocárdio provocadas por diferentes diluentes do propofol, analisadas sob o ângulo das variáveis inflamatórias.
7 CONCLUSÃO
Nas condições experimentais empregadas no presente estudo, podemos concluir que não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos com o uso de diluentes com emulsão lipídica, micro emulsão ou soro fisiológico sobre a hemodinâmica, a função hepática, glicemia, eletrólitos e sobre os parâmetros inflamatórios plasmáticos estudados.
Apenas nas variáveis teciduais houve, pela microscopia ótica e eletrônica de transmissão, uma tendência do grupo submetido ao propofol micro-emulsificado de existir uma maior intensidade de células inflamatórias e de um maior edema subendotelial.
8 REFERÊNCIAS
Abad-Santos F, Galvez-Mugica MA, Santos MA, Novalbos J, Gallego-Sandín S, Méndez P, et al. Pharmacokinetics and pharmacodynamics of a single bolus of propofol 2% in healthy volunteers. J Clin Pharmacol. 2003;43:397-405.
Absalom AR, Struys MMRF. Overview of target controlled infusions and total intravenous anaesthesia. Cambridge: Academia Press; 2005. p. 36-41.
Adam HK, Glen JB, Hoyle PA. Pharmacokinetics in laboratory animals of ICI 35868, a new I.V. anesthetic agent. Br J Anaesth. 1980;52:743-6.
Ahmad S, De Oliveira GS Jr, Fitzgerald PC, McCarthy RJ. The effect of intravenous dexamethasone and lidocaine on propofol-induced vascular pain: a randomized double-blinded placebo-controlled Trial. Pain Res Treat. 2013:734531. doi:10.1155/2013/734531.
Akdis CA, Akdis M. Mechanisms and treatment of allergic disease in the big picture of regulatory T cells. J Allergy Clin Immunol. 2009;123:735-46 quiz 47-8. Akdis M, Burgler S, Crameri R, Eiwegger T, Fujita H, Gomez E, et al. Interleukins, from 1 to 37, and interferon- : Receptors, functions, and roles in diseases. J Allergy Clin Immunol. 2011;127:701-21.e70.
Ali MH, Schlidt SA, Chandel NS, Hynes KL, Schumacker PT, Gewertz BL. Endothelial permeability and IL-6 production during hypoxia: role of ROS in signal transduction. Am J Physiol Lung Physiol. 1999;277:L1057-65.
Ando R, Watanabe C. Characteristics of propofol-evoked vascular pain in anaesthetized rats. Br J Anaesth. 2005;95:384-92.
Bagatini A, Falcão ACCL, Albuquerque MAC. Propofol. In: Curso de educação à distância em anestesiologia. São Paulo: Segmento Farma; 2005. p. 144-59. Banaszczyk MG, Carlo AT, Millan V, Lindsey A, Moss R, Carlo DJ, et al. Propofol phosphate, a water-soluble propofolprodrug: in vivo evaluation. Anesth Analg. 2002;95:1285-92.
Baker MT, Naguib M. Propofol: the challenges of formulation. Anesthesiology. 2005;103:860-76.
Barash PG, Cullen BF, Stoelting RK. Anestesia clínica. 4th ed. São Paulo: Manole; 2004. p. 333-5.
Barbosa FT. Síndrome de infusão do propofol. Rev Bras Anestesiol. 2007;57:539-42.
Belzarena SD. A evolução da qualidade dos agentes anestésicos venosos. Rev Bras Anestiol. 1997;47:477-86.
Bielen SJ, Lysco GS, Gough WB. The effect of a cyclodextrinvehycle on the cardiovascular profile of propofol in rats. Anesth Analg. 1996;82:920-4.
Bray RJ. The propofol infusion syndrome in infants and children: can we predict the risk? Curr Opin Anaesthesiol. 2002;15:339-42.
Braz JR, Vane LA. Risco profissional para o anestesiologista. In: Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo. Anestesiologia. São Paulo: Atheneu; 1998. p. 1-9.
Byon HJ, Lee KW, Shim HY, Song JH, Jung JK, Cha YD, et al. Comparison of the preventive effects of pretreatment of lidocaine with a tourniquet and a premixed injection of lidocaine on propofol-LCT/MCT injection pain. Korean J Anesthesiol. 2014;66:95-8. doi: 10.4097/kjae.2014.66.2.95.
Chen R, Chen T, Chen T, Lin L, Chang CC, Chang HC,et al. Anti-Inflammatory and antioxidative effects of propofol on lipopolysaccharide-activated macrophages. Ann N Y Acad Sci. 2005;1042:262-71.
Chiu JW, White PF. Nonopioid intravenous anesthesia. In: Barash PG, Cullen, BF, Stoelting RK. Clinical anesthesia. 4th ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins; 2001. p. 333-4.
Coates DP, Monk CR, Prys-Roberts C, Turtle M. Hemodynamic effect of infusions of the emulsion formulation of propofol during nitrous oxide anesthesia in Humans. Anesth Anal. 1987;66:64-70.
Coelho AL, Hogaboam CM, Kunkel SL. Chemokines provide the sustained inflammatory bridge between innate and acquired immunity. Cytokine Growth Factor Rev. 2005;16:553-60.
Cohen IT, Finkel JC, Hannallah RS, Goodale DB. Clinical and biochemical effects of propofol infusion with and without EDTA for maintenance anesthesia in healthy children undergoing ambulatory surgery. Anesth Analg. 2001;93:106- 11.
Collier HOJ, Dinnen LC, Johnson LA,Schneider C. The abdominal constriction response and its suppression by analgesic drugs in the mouse. Br J Pharmacol Chemother. 1968;32:295-310.
Collins-Gold L, Feichtinger N, Warnheim T. Are lipid emulsions the drug delivery solution? Modern Drug Discov. 2000;3:44-8.
Collins VJ. História da Anestesiologia. In: Princípios de Anestesiologia. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1976. p. 14-5.
Cox EH, Knibbe CA, Koster VS, Langemeijer MW, Tukker EE, Lange R, et al. Influence of different fat emulsion – based intravenous formulations on the pharmacokinetics and pharmacodynamics of propofol. Pharm Res. 1998;15:442-8.
Crowther J, Hradil J, Jolly DT, Galbraith JC, Greacen M. Growth of microorganisms in propofol, thiopental, and a 1:1 mixture of propofol and thiopental. Anesth Analg. 1996;82:475-8.
Crozier TA, Muller JE, Quittkat D, Sydow M, Wuttke W, Kettler D. Effect of anaesthesia on the cytokineresponses to surgery. Br J Anaesth. 1994;72:280-5. Cummings GC, Dixon J, Kay NH, Windsor JP, Major E, Morgan M, et al. Dose requirements of ICI 35,868 (Propofol, Diprivan) in a new formulation for induction of anesthesia. Anaesthesia. 1984;39:1168-71.
Doenicke AW, Roizen MF, Rau J, Kellermann W, Babl J. Reducing pain during propofol injection: the role of the solvent. Anesth Analg. 1996;82:472-4.
Doenicke AW, Roizen MF, Rau J, O'Connor M, Kugler J, Klotz U, et al. Pharmacokinetics and pharmacodynamics of propofol in a new solvent. Anesth Analg. 1997;85:1399-403.
Dripps RD, Eckenhoff JE, Vandan LD. Anestesiologia. 5a ed. Rio de Janeiro: Interamericana; 1980. p. 113-24.
Duarte DF. Uma breve história do ópio e dos opióides. Rev Bras Anestesiol. 2005;55:135-46.
Dubey PK, Kumar A. Pain on injection of lipid-free Propofol and Propofol emulsion containing médium-chain triglyceride: a comparative study. Anesth Analg. 2005;101:1060-2.
Dutta S, Ebling WF. Emulsion formulation reduces propofol’s dose requirements and enhances safety. Anesthesiology. 1997;87:1394-405.
Dutta S, Ebling WF. Formulation-dependent pharmacokinetics and pharmacodynamics of propofol in rats. J Pharm Pharmacol. 1998;50:37-42. Egan TD, Kern SE, Johnson KB, Pace NL. The pharmacokinetics and pharmacodynamics of propofol in a modified cyclodextrin formulation (Captisol) versus propofol in a lipid formulation (Diprivan): an electroencephalographic and hemodynamic study in a porcine model. Anesth Analg. 2003;97:72-9.
Evers AS, Crowder M. Fármacos que agem no sistema nervoso central. In: Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica. 10a ed. Rio de Janeiro: McGray-Hill Interamericana do Brasil; 2005. p. 257-9.
Fletcher GC, Gillespie JA, Davidson JA. The effect of temperature upon pain during injection of propofol. Anaesthesia. 1996;51:498-49.
Fortis EAF, Munechika M. O aparelho de anesthesia. In: Manica JT, Martins ALC, Oliveira ALM, Penna AMB, Beer Jr A, Oliva Filho AL, et al. Anestesiologia princípios e técnicas. 2a ed. Porto Alegre: Artes Médicas; 1997. p. 105-40. Fragen RJ. Diprivan (Propofol): a historical perspective. Semin Anesth. 1988;7(1 Suppl1):1-4.
Freeman J, Goldmann DA, Smith NE, Sidebottom DG, Epstein MF, Platt R. Association of intravenous lipid emulsion and coagulase-negative staphylococcal bacteremia in neonatal intensive care units. N Engl J Med. 1990;323:301-8.
Fudickar A, Bein B, Tonner PH. Propofol infusion syndrome in anaesthesia and intensive care medicine. Curr Opin Anaesthesiol. 2006;19:404-10.
Fujii Y, Nakayama M. A lidocaine/metoclopramide combination decreases pain on injection of propofol. Can J Anesth. 2005;52:474-7.
Fujii Y, Nakayama M. Prevention of pain due to injection of propofol with IV administration of lidociane 40 mg + metocolopramide 2.5, 5, or 10 mg or saline: a randomized, double-blind study in Japanese adult surgical patients. Clin Ther. 2007;29:856-61.
Glen JB. A technique for the laboratory evaluation of the speed of onset of I.V. anaesthesia. Br J Anaesth. 1977;49:545.
Glen JB, Davies GE, Thomson DS, Scarth SC, Thompson AV. An animal model for the investigation of adverse responses to i.v. anesthetic agents and their solvents. Br J Anaesth. 1979;51:819-27.
Glen JB. Animal studies of the anesthetic activity of ICI 35-868. Br J Anaesth. 1980;52:731-42.
Glen JB, Hunter SC. Pharmacology of an emulsion formulation of ICI-35868. Br J Anaesth. 1984;56:617-26.
Glen JB, James R. 6-Diisopropylphenol as an anesthetic agent [Internet]. United States Patent 4056635. 1977 [acesso 8 Jan 2011]. Disponível em:
http://www.freepatentsonline.com/4056635.html.
Gronert GA, Haskins SC, Steffey EP, Fung D. Plasma electrolyte and metabolite concentrations associated with pentobarbital or pentobarbital- propofol anesthesia during three weeks´ mechanical ventilation and intensive care in dogs. Lab Anim Sci. 1998;48(5):514-9.
Greene NM. A consideration of factors in the Discovery of anesthesia and their effects on its development. Anesthesiology. 1971;35:515-22.
Hamilton GR, Baskett TF. In the arms of Morpheus: the development of morphine for postoperative pain relief. Can J Anaesth. 2000;47:367-74.
Harrison NL, Sear JW. Intravenous snesthetics. In: Evers AS, Maze M, editors. Anesthetic pharmacology: physiologic principles and clinical practice. Philadelphia: Churchill Livingstone; 2004. p. 395-416.
Harvey BR, Ganzberg S. Growth of microorganisms in propofol and methohexitial mixtures. J Oral Maxillofac Surg. 2003;61:818-23.
Herr DL, Kelly K, Hall JB, Ulatowski J, Fulda GJ, Cason B, et al. Safety and efficacy of Propofol with EDTA when used for sedation of surgical intensive care unit patients. Intensive Care Med. 2000;26:452-62.
Higgins TL, Murray M, Kett DH, Fulda G, Kramer KM, Gelmont DE, et al. Trace element homeostasis during continuous sedation with propofol containing EDTA versus other sedatives in critically ill patients. Intensive Care Med. 2000;26 Suppl 4:S413-21.
Hofbauer R, Frass M, Salfinger H, Moser D, Hornykewycz S, Gmeiner B, et al. Propofol reduces the migration of human leukocytes through endothelial cell monolayers. Crit Care Med. 1999;27:1843-7.
Hongming C, Zhong Z, Almarsson O, Marier JF, Berkovitz D, Gardner CR. A novel, lipid-free nanodispersion formulation of propofol and its characterization. Pharm Res. 2005;22:356-61.
Howard M, Farrar J, Hilfiker M, Johnson B, Takatsu K, Hamaoka T, et al. Identification of a T cell-derived b cell growth factor distinct from interleukin 2. J Exp Med. 1982;155:914-23.
Huang YW, Buerkle H, Lee TH. Effect of pretreatment with ketorolac on propofol injection pain. Acta Anaesthesiol Scand. 2002;46:1021-4.
Iwana H, Nakane M, Ohmori S. Nafamostatmesilate, a kallikrein inhibitor, prevents pain on injection with propofol. Br J Anaesth. 1998;81:963-4.
Jones C. Fundamentals of emulsions. Am J Anesth. 2000;27:12-5.
Junqueira LCU, Junqueira LMS. Técnicas básicas de citologia e histologia. São Paulo: Santos, 1983.
Kalli IS. Anesthesia history. In: Clin Window Web J (CWWJ) Internationl web journal for medical professionals. GE Healthcare 2006 [Internet]. Helsinki; 2006 [acesso 8 Jan 2011]. Disponível em: www.clinicalwindow.net
Kay B, Rolly G. ICI. 35868 – the effect of a change of formlation on the incidence of pain after intravenous injection. Acta Anesthesiol Belg. 1977;28:317-22.
Katzung BG. Farmacologia básica e clínica. 9a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2006. p. 341-7.
Kelbel I, Koch T, Weber A, Schiefer HG, Van Ackern K, Neuhof H. Alterations of bacterial clearance induced by propofol. Acta Anaesthesiol Scand. 1999;43:71- 6.
Kim KM, Choi BM, Park SW, Lee SH, Christensen LV, Zhou J, et al. Pharmacokinetics and pharmacodynamics of propofolmicroemulsion and lipid emulsion after an intravenous bolus and variable rate infusion. Anesthesiology. 2007;106:924-34.
Kimura T, Hasegawa M. Effect of intra-operative propofol administration on post-operative serum lipid concentrations. Jpn J Anesthesiol. 2001;50:1009-11. Kitamura T, Ogawa M, Kawamura G, Sato K, Yamada Y. The effects of sevoflurane and propofol on glucose metabolism under aerobic conditions in fed rats. Anesth Analg. 2009;109:1479-85.
Koo SW, Cho SJ, Kim YK, Ham KD, Hwang JH. Small-dose ketamine reduces the pain of propofol injection. Anesth Analg. 2006;103:1444-7.
Koster R, Anderson M, De Beer EJ. Acetic acid analgesic screening. Fed Proc. 1959;18:418-20.
Kotani N, Hashimoto H, Sessler DI, Yasuda T, Ebina T, Muraoka M,et al. Expression of genes for proinflammatory cytokines in alveolar macrophages during propofol and isoflurane anesthesia. Anesth Analg. 1999;89:1250-6, 1999.
Krasowski MD, Koltchine VV, Rick CE, Ye Q, Finn SE, Harrison NL. Propofol and other intravenous anesthetics have sites of action on the gamma- aminobutyric acid type – a receptor distinct from that for isoflurane. Mol Pharmacol. 1998;53:430-8.
Kubota I, Tsuboi Y, Kondo M, Kondo M, Masuda Y, Kitagawa J, et al. Modulation of neuronal activity in CNS pain pathways following propofol administration in rats: Fos and EEG analysis. Exp Brain Res. 2007;179:181-90. Lee E, Lee S, Park DAS, Ki KBS, Lee E, Lee D, et al. Physicochemical properties, pharmacokinetics, and pharmacodynamics of a reformulated microemulsion propofol in rats. Anesthesiology. 2008;109:436-47.
Lopes MPSM. Perdendo o medo da anestesia: mitos e verdades. Itu: Ottoni; 2005.
Ludbrook GL, Upton RN. A physiological model of induction of anaesthesia with propofol in sheep. Model analysis and implications for dose requirements. Br J Anaesth. 1997;79:505-13.
Macpherson RD. Pharmaceutics for the anaesthetist. Anaesthesia. 2001;56:965-79.
Magella HA, Cheibub ZB. Propofol: revisão bibliográfica. Rev Bras Anestesiol.1990;40:289-94.
Marik PE. Propofol: therapeutic and side-effects. Curr Pharm Des. 2004;10:3639-49.
Martin PH, Murthy BV, Petros AJ. Metabolic, biochemical and haemodynamic effects of infusion of propofol for long-term sedation of children undergoing intensive care. Br J Anaesth. 1997;79:276-9.
Martinez V, Thakur S, Mogil JS, Taché Y, Mayer EA. Differential effects of